Capa do livro Curso de Tributação — Substituição Tributária e Retenção na Fonte
Tributação Setorial

Curso de Tributação — Substituição Tributária e Retenção na Fonte

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 14/08/2026

Páginas
564
Formato
16 x 22,9 x 2,9 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O Curso de Tributação na Substituição Tributária e Retenção na Fonte, do Auditor Fiscal João Pavão Neto, oferece uma análise unificada sobre duas das mais complexas e litigiosas técnicas de arrecadação do Brasil. A obra desmistifica a transferência de responsabilidade para terceiros, integrando o ICMS-ST às retenções municipais (ISSQN) e federais (IRRF, CSRF e INSS).

Em oito capítulos, o autor explora desde a ficção do fato gerador presumido até os impactos de decisões como o Tema 201 do STF e o Tema 1.125 do STJ. Com forte viés prático de auditoria fiscal, o manual detalha a matemática da MVA ajustada, conflitos espaciais de competência e tipologias de fraude.

Sumário completo da obra 337 entradas
  1. Capítulo 1: A Natureza Jurídica da Substituição Tributária25
  2. 1.1. O Alicerce Constitucional: O Art. 150, § 7º, da CF/88 e a ficção jurídica do fato gerador presumido25
  3. 1.1.1. O Princípio da Praticidade Tributária e a Eficiência da Fiscalização26
  4. 1.1.2. A Natureza da "Presunção" vs. "Ficção Jurídica": A Disputa Doutrinária27
  5. 1.1.3. A Regra-Matriz de Incidência na Substituição Tributária (RMIA) .29 1.1.4. A Evolução Jurisprudencial: Do Dogma da Definitividade ao Tema 20130
  6. 1.1.5. Prática e Aplicabilidade: O Mecanismo da MVA e o Cálculo do ICMS-ST31
  7. 1.1.6. O Simples Nacional na Substituição Tributária: Desafios e Isonomia33
  8. 1.1.7. Evasão Fiscal e o Fato Gerador Presumido: A Patologia do Subfaturamento33
  9. 1.1.8. O Fim da Substituição Tributária e a Era do Split Payment (EC 132/2023)34
  10. 1.1.9. Síntese Doutrinária e Jurisprudencial35
  11. 1.1.10. Considerações Práticas para o Planejamento e Compliance36
  12. 1.1.11. O Alcance Exato do Tema 201 e a Superação Parcial da ADI 1.85137
  13. 1.2. A Diferenciação Dogmática da Responsabilidade Tributária40
  14. 1.2.1. Contribuinte de Direito vs. Contribuinte de Fato43
  15. 1.2.2. Responsabilidade Solidária vs. Responsabilidade Subsidiária nas retenções46
  16. 1.2.3. O Agente de Retenção: O dever instrumental de reter e o dever material de recolher48
  17. 1.2.4. Os Limites Constitucionais e Legais à Eleição do Substituto Tributário53
  18. 1.3. As Modalidades Clássicas de Substituição55
  19. 1.3.1. ST "Para Frente" (Progressiva ou Subsequente): O foco no ICMS e PIS/COFINS55
  20. 1.3.2. ST "Para Trás" (Regressiva, Antecedente ou Diferimento): Agronegócio e Sucatas59
  21. 1.3.3. ST Concomitante: O foco no ISSQN, INSS e IRRF (Retenção na Fonte)61
  22. 1.3.4. Fronteiras Conceituais: Substituição, Antecipação e Retenção na Fonte65
  23. Capítulo 2: A Engenharia das Retenções de Serviços (Art. 6º da LC 116/03)69
  24. 2.1. O Sujeito Passivo por Substituição: A obrigatoriedade imposta ao Tomador do Serviço69
  25. 2.1.1. Fundamentos Doutrinários e a Natureza Jurídica da Substituição69
  26. 2.1.2. O Alicerce Legal: Art. 128 do CTN e Art. 6º da LC 116/0371
  27. 2.1.3. Autonomia da Obrigação de Retenção (A Regra do § 1º)73
  28. 2.1.4. Regimes de Responsabilidade: Solidariedade vs. Subsidiariedade74
  29. 2.1.5. O Agente de Retenção: O Dever Instrumental de Fazer e o Dever Material de Dar75
  30. 2.1.6. Jurisprudência Consolidada: O Limite da Responsabilidade e o Tema 1020 do STF77
  31. 2.1.7. Prática e Operacionalização em São Luís/MA (Lei 6.289/2017)78
  32. 2.1.8. Esquematização das Etapas de Conformidade para o Tomador79
  33. 2.1.9. Conclusão da Análise Técnica80
  34. 2.2. As Retenções Obrigatórias de Lei Federal (Art. 3º e 6º da LC 116): Limpeza, Vigilância, Construção Civil e Fornecimento de Mão de Obra81
  35. 2.2.1. Serviços de Limpeza, Manutenção e Conservação (Subitem 7.10)82
  36. 2.2.2. Vigilância, Segurança ou Monitoramento (Subitem 11.02)83
  37. 2.2.3. Execução de Obras de Construção Civil e Reformas (Subitens 7.02 e 7.05)85
  38. 2.2.4. Fornecimento de Mão de Obra (Subitem 17.05)87
  39. 2.2.5. O Rol Fechado do § 2º do Art. 6º: o que a lei federal efetivamente impõe90
  40. 2.3. A Legislação Suplementar: O poder do município de eleger novos substitutos tributários (Bancos, Órgãos Públicos, Concessionárias de Energia)93
  41. 2.3.1. Fundamentos da Autonomia Municipal e o Artigo 128 do CTN94
  42. 2.3.2. Órgãos Públicos como Substitutos Estratégicos96
  43. 2.3.3. Instituições Financeiras: Bancos como "Fiscalizadores" do Fluxo de Capital98
  44. 2.3.4. Concessionárias de Energia, Água e Telecomunicações: O Complexo Infraestrutural99
  45. 2.3.5. Os Limites do Poder Municipal: O Tema 1020 do STF e a Territorialidade101
  46. 2.3.6. A Inteligência Fiscal de São Luís/MA: O Rigor no Mapeamento de Retenções102
  47. 2.3.7. O Simples Nacional e a Retenção Suplementar: Regras da LC 123/2006103
  48. 2.3.8. Comentários Doutrinários: A Exoneração do Contribuinte e a Vedação ao Bis in Idem104
  49. 2.3.9. Considerações Finais sobre a Engenharia das Retenções106
  50. 2.4. O Conflito Espacial e o Domicílio Tributário106
  51. 2.4.1. Onde reter? A tensão entre o município do estabelecimento prestador e o município da execução do serviço108
  52. 2.4.2. O Cadastro de Prestadores de Outros Municípios (CPOM): A inconstitucionalidade da bitributação (Tema 1020 do STF) e as novas estratégias de controlo do Fisco Municipal111
  53. 2.5. O Simples Nacional e o ISS Retido: A correta aplicação das alíquotas fracionadas do Anexo correspondente no momento da retenção116
  54. 2.5.1. O Alicerce Normativo e o Conflito de Competências116
  55. 2.5.2. A Matemática da Retenção: A Alíquota Efetiva e as Frações de Repartição118
  56. 2.5.3. A "Armadilha" dos 5%: O Limite Máximo e a Redistribuição Proporcional120
  57. 2.5.4. A Polêmica da Alíquota Inferior a 2%: O Limite Mínimo e o Simples Nacional121
  58. 2.5.5. Jurisprudência Consolidada e Temas de Defesa no ISS-Retido122
  59. 2.5.6. A Responsabilidade do Tomador e do Prestador: Deveres e Riscos124
  60. 2.5.7. O Caso Prático do Município de São Luís/MA: Auditoria e Fiscalização125
  61. 2.5.8. O Futuro das Retenções: Reforma Tributária e o Split Payment (EC 132/2023)126
  62. 2.5.9. As Resoluções CGSN 190, 191 e 192 de 2026 e o Novo Ciclo da Retenção126
  63. 2.6. Retenções em Marketplaces e Plataformas Digitais (A Economia Compartilhada): A atribuição da responsabilidade tributária aos 8 aplicativos de intermediação (Uber, iFood, Airbnb) no momento da liquidação financeira129
  64. 2.6.1. Fundamentos Dogmáticos da Responsabilidade Tributária na Economia Digital130
  65. 2.6.2. A Dicotomia Jurídica: Intermediação (10.02) vs. Prestação de Serviço-Fim131
  66. 2.6.3. A Liquidação Financeira como Momento Crítico da Retenção133
  67. 2.6.4. Estudo de Caso I: Aplicativos de Mobilidade (Uber, 99) e a Tensão Territorial134
  68. 2.6.5. Estudo de Caso II: Hospedagem por Temporada (Airbnb) e a Substituição Tributária135
  69. 2.6.6. Estudo de Caso III: Marketplaces de Delivery (iFood, Rappi) e o Conflito ISS vs. ICMS137
  70. 2.6.7. O Papel das Facilitadoras de Pagamento e as "Bets"138
  71. 2.6.8. A Engenharia de Fiscalização de São Luís/MA: O Decreto 57.089/2021139
  72. 2.6.9. Limites Doutrinários e Constitucionais à Responsabilização140
  73. 2.6.10. O Futuro das Retenções: Split Payment e a Reforma Tributária141
  74. 2.6.11. As Plataformas Digitais na Lei Complementar 214/2025142
  75. 2.7. O ISS Importação e o Cartão de Crédito (Serviços do Exterior): A retenção obrigatória na contratação de softwares em nuvem (SaaS), licenciamentos e serviços técnicos internacionais146
  76. 2.7.1. A Matriz de Incidência do ISS Importação: Fundamentos da LC 116/2003147
  77. 2.7.2. O Conceito de Resultado no ISS Importação: Fruição vs. Execução149
  78. 2.7.3. Softwares em Nuvem (SaaS) e o Novo Paradigma do STF (Tema 590)150
  79. 2.7.4. A Responsabilidade do Tomador e o Uso do Cartão de Crédito.152 2.7.5. Facilitadoras de Pagamento e e-FX: O Novo Elo da Cadeia Tributária154
  80. 2.7.6. Diferenciação Crucial: ISS vs. IOF na Atividade das Facilitadoras155
  81. 2.7.7. Auditoria Digital e Malha Fina do ISS Importação156
  82. 2.7.8. Reforma Tributária e o Futuro da Retenção (Split Payment)157
  83. 2.7.9. Do Conflito ICMS versus ISS sobre Software à Unificação na LC 214/2025157
  84. Capítulo 3: A Dinâmica da ST em Mercadorias e o Convênio ICMS 142/18161
  85. 3.1. A Base de Cálculo Presumida: Margem de Valor Agregado (MVA) e o Índice de Valor Adicionado (IVA-ST)161
  86. 3.2. O Código Especificador da Substituição Tributária (CEST) e as regras de enquadramento (NCM vs. Descrição da Mercadoria)176
  87. 3.2.1. O Surgimento do CEST e a Necessidade de Padronização Federativa177
  88. 3.2.2. A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) como Base de Referência179
  89. 3.2.3. A Regra da Cumulatividade: O Binômio NCM e Descrição180
  90. 3.2.4. Fundamentos Doutrinários: O Artigo 110 do CTN e a Segurança Jurídica182
  91. 3.2.5. Jurisprudência Administrativa: O Erro de Classificação e a Mudança de Critério Jurídico183
  92. 3.2.6. Auditoria Digital e a Importância do GTIN na Identificação da ST185
  93. 3.2.7. Recuperação de Créditos e o Tema 1.125 do STJ186
  94. 3.2.8. Estudo de Caso: Bares e Restaurantes e a Questão do "Insumo"186
  95. 3.2.9. O CEST no Simples Nacional e os Riscos de Exclusão188
  96. 3.2.10. Perspectivas Futuras: O CEST e a Reforma Tributária (IBS e CBS)189
  97. 3.2.11. Conclusão e Diretrizes Práticas189
  98. 3.3. O Ajuste de MVA (MVA Ajustada): O cálculo de equalização da carga tributária nas operações interestaduais191
  99. 3.3.1. Fundamentos Constitucionais e o Princípio da Não-Discriminação Tributária191
  100. 3.3.2. A Lógica Econômica do Ajuste: O Imposto sobre o Próprio Imposto193
  101. 3.3.3. O Convênio ICMS 142/18 e a Regulamentação do Ajuste194
  102. 3.3.4. A Estrutura da Fórmula Matemática195
  103. 3.3.5. O Simples Nacional e o Ajuste de MVA: Uma Isenção Estratégica196
  104. 3.3.6. O Impacto do Fundo de Combate à Pobreza (FCP) no Cálculo do Ajuste198
  105. 3.3.7. A Crise de Legalidade: ADI 5866 e a Transição para o Convênio 142/18199
  106. 3.3.8. Estudo de Caso Prático I: Operação com Autopeças (SP -> MG) 199 3.3.9. Estudo de Caso Prático II: Bebidas e o Preço Médio Ponderado (PMPF)201
  107. 3.3.10. Jurisprudência Consolidada e Tendências dos Tribunais202
  108. 3.3.11. Aspectos Operacionais e Gestão de Compliance204
  109. 3.3.12. O Fim da Era das Margens Presumidas: A Reforma Tributária e o Split Payment204
  110. 3.4. Antecipação Tributária com Encerramento vs. Sem Encerramento de Fase: O Diferencial de Alíquota (DIFAL) e a trava de crédito206
  111. 3.4.1. Antecipação Tributária com Encerramento de Fase207
  112. 3.4.2. Antecipação Tributária sem Encerramento de Fase (Antecipação Parcial)210
  113. 3.4.3. O Diferencial de Alíquota (DIFAL): Equalização e Repartição213
  114. 3.4.4. A Trava de Crédito: Mecanismo de Controle e Arrecadação215
  115. 3.4.5. Jurisprudência Consolidada e Temas de Repercussão Geral217
  116. 3.4.6. Auditoria Prática: Parametrização e Riscos Digitais218
  117. 3.4.7. O Futuro: A Reforma Tributária e o Fim da Antecipação220
  118. 3.4.8. A Antecipação, o DIFAL e o Optante pelo Simples Nacional: o Tema 517 do STF221
  119. 3.5. O Ressarcimento, a Restituição e a Complementação do ICMS-ST223
  120. 3.5.1. O Tema 201 do STF: A quebra da definitividade da base de cálculo presumida224
  121. 3.5.2. O Fato Gerador presumido que não se realizou vs. O Fato Gerador realizado a menor226
  122. 3.5.3. O Fisco no contra-ataque: A cobrança do ICMS-ST complementar quando a venda final supera a MVA229
  123. 3.5.4. O Rito do Ressarcimento: o art. 10 da Lei Complementar 87/1996, os prazos e o Regime Optativo de Tributação234
  124. 3.6. O Fundo de Combate à Pobreza (FCP) na Malha da ST: Regras de repasse, declaração no XML e autuações por falhas de parametrização237
  125. 3.6.1. Alicerce Constitucional e a Evolução Normativa do FCP238
  126. 3.6.2. Natureza Jurídica: Adicional de Alíquota vs. Tributo Autônomo 240 3.6.3. Dinâmica de Cálculo do FCP na Substituição Tributária241
  127. 3.6.4. Regras de Repasse e Recolhimento: A Visão Prática por Unidade Federada244
  128. 3.6.5. Declaração no XML da NF-e: Parametrização de Tags e Campos246
  129. 3.6.6. Escrituração no SPED Fiscal (EFD ICMS/IPI): O Bloco E246
  130. 3.6.7. Autuações Fiscais por Falhas de Parametrização: Tipologias e Riscos248
  131. 3.6.8. Comentários Doutrinários e Jurisprudência Consolidada250
  132. 3.6.9. Conclusão: O Caminho para a Conformidade251
  133. Capítulo 4: CSRF, IRRF e as Retenções Previdenciárias253
  134. 4.1. As Retenções da Lei 10.833/03 (PIS, COFINS, CSLL - 4,65%): A lista restritiva de serviços de natureza profissional (Art. 30 da Lei 10.833) vs. Limpeza e Conservação253
  135. 4.1.1. Fundamentos Jurídicos e a Natureza da Responsabilidade Tributária254
  136. 4.1.2. O Fato Gerador e a Supremacia do Regime de Caixa255
  137. 4.1.3. A Lista Restritiva de Serviços de Natureza Profissional256
  138. 4.1.4. O Dilema dos Serviços de Engenharia: Intelectual vs. Mercantil258 4.1.5. Serviços de Limpeza, Conservação e Zeladoria259
  139. 4.1.6. O Limite de Dispensa e as Alterações da Lei 13.137/2015261
  140. 4.1.7. Prazos e Responsabilidades no Recolhimento263
  141. 4.1.8. Exceções e Hipóteses de Não Retenção263
  142. 4.1.9. Jurisprudência Consolidada e Contencioso Administrativo264
  143. 4.1.10. Auditoria e Riscos de Parametrização no SPED266
  144. 4.1.11. Estudo de Caso 2: Auditoria em Empresa de TI267
  145. 4.1.12. O Imposto de Renda Retido na Fonte sobre Serviços: as alíquotas de 1,5% e de 1% do RIR/2018268
  146. 4.2. A Fronteira entre o Regime Monofásico e a Substituição Tributária de PIS/COFINS (Autopeças, Bebidas, Combustíveis e Perfumaria)272
  147. 4.2.1. Fundamentos Doutrinários e a Natureza Jurídica da Concentração273
  148. 4.2.2. A Revolução Jurisprudencial: O Tema 1.125 do STJ e a Exclusão do ICMS-ST275
  149. 4.2.3. O Setor de Autopeças: A Complexidade da Lei 10.485/2002275
  150. 4.2.4. Bebidas Frias e o Modelo Bifásico da Lei 13.097/2015277
  151. 4.2.5. Combustíveis e a Reforma da Lei Complementar 192/2022279
  152. 4.2.6. Perfumaria, Higiene Pessoal e Cosméticos: Lei 10.147/2000281
  153. 4.2.7. Jurisprudência Consolidada sobre Creditamento: O Tema 1.093 do STJ282
  154. 4.2.8. Conclusões e Recomendações para Auditoria283
  155. 4.2.9. O Ocaso do Regime Monofásico de PIS/Cofins e os Regimes Específicos de IBS e CBS284
  156. 4.3. Retenções Previdenciárias (11% ou 3,5%)285
  157. 4.3.1. O Alicerce Legal: O Artigo 31 da Lei 8.212/91 e sua Evolução Histórica286
  158. 4.3.2. Caracterização da Cessão de Mão de Obra e da Empreitada287
  159. 4.3.3. Alíquotas: A Dualidade entre 11% e 3,5% e o Regime de Desoneração289
  160. 4.3.4. Regras de Dedução de Material e Equipamentos291
  161. 4.3.5. Hipóteses de Dispensa e Exceções à Retenção295
  162. 4.3.6. Operacionalização: EFD-Reinf, DCTFWeb e Riscos Penais296
  163. 4.3.7. Conclusões e Recomendações Práticas299
  164. Capítulo 5: Tipologias de Fraude e a Esfera Sancionadora301
  165. 5.1. Apropriação Indébita Tributária: O tomador (ou alienante) que retém o imposto na nota, desconta do prestador e não recolhe aos cofres públicos301
  166. 5.1.1. Fundamentos Dogmáticos e a Natureza Jurídica do Dever de Retenção302
  167. 5.1.2. Decomposição do Tipo Penal: Art. 2º, Inciso II da Lei 8.137/1990304
  168. 5.1.3. O Divisor de Águas Jurisprudencial: O Julgamento do RHC 163.334/SC pelo STF306
  169. 5.1.4. A Súmula 658 do STJ: A Consolidação do Entendimento307
  170. 5.1.5. Estudo de Caso Prático: Apropriação de ISS Retido por Tomador de Serviço308
  171. 5.1.6. A Problemática do Devedor Contumaz e os Critérios de Caracterização309
  172. 5.1.7. Teses de Defesa e a Exclusão de Culpabilidade por Crise Econômica312
  173. 5.1.8. Reflexos da Reforma Tributária e o Futuro da Retenção: O Split Payment313
  174. 5.1.9. Procedimentos de Auditoria na Identificação da Fraude314
  175. 5.2. A "Guerra Fria" do ICMS-ST: O "Passeio de Notas" interestadual simulado para escapar da cobrança antecipada na fronteira316
  176. 5.2.1. Fundamentos e Motivação Econômica da Fraude317
  177. 5.2.2. O Modus Operandi: Do "Passeio Físico" ao "Passeio 2.0"319
  178. 5.2.3. Estudo de Caso Prático: A Indústria do Sebo Bovino e a Triangulação Simulada320
  179. 5.2.4. Setores Críticos: Etanol, Medicamentos e Autopeças321
  180. 5.2.5. Auditoria Digital e Indicadores de Fraude (Red Flags)322
  181. 5.2.6. A Esfera Sancionadora e os Reflexos Penais324
  182. 5.2.7. Jurisprudência Consolidada: O Equilíbrio entre a Fraude e a Boa- Fé325
  183. 5.2.8. O Fim da Substituição Tributária e a Nova Fronteira do IBS/CBS326 5.2.9. Considerações de Aplicabilidade Prática327
  184. 5.3. A Manipulação da Base de Cálculo: Superdimensionamento de fretes (FOB vs. CIF) e descontos incondicionais mascarados para rebaixar a MVA328
  185. 5.3.1. O Alicerce Legal da Base de Cálculo no ICMS-ST e o Papel da MVA329
  186. 5.3.2. Superdimensionamento de Fretes: A Tensão entre FOB e CIF331
  187. 5.3.3. Descontos Incondicionais Mascarados: A Estratégia de Rebaixamento da MVA333
  188. 5.3.4. Estudo de Caso: Auditoria de Descontos e Fretes no Setor Farmacêutico335
  189. 5.3.5. Técnicas de Inteligência Fiscal e Cruzamento de Dados (SPED) .336 5.3.6. A Esfera Sancionadora e as Implicações Penais340
  190. 5.3.7. Comentários Doutrinários: A Definitividade da Base de Cálculo341 5.3.8. O Futuro e a Reforma Tributária (IBS e CBS)342
  191. 5.4. A Fraude no Tomador do Serviço (ISS-ST): Empresas de fachada criadas pelo próprio prestador para figurar como tomadoras e esvaziar a responsabilidade da retenção343
  192. 5.4.1. Fundamentos Dogmáticos e a Responsabilidade do Agente de Retenção344
  193. 5.4.2. A Mecânica da Interposição Fraudulenta: A "Empresa Noteira" no ISSQN346
  194. 5.4.3. Indicadores de Fraude e a "Primazia da Realidade"347
  195. 5.4.4. Estudo de Caso: O Paradigma Transmagna e a Confusão Patrimonial348
  196. 5.4.5. Auditoria Digital: A Técnica da Auditoria Inversa no ISSQN350
  197. 5.4.6. Esfera Sancionadora: Multas Qualificadas e Reflexos Penais350
  198. 5.4.7. O Futuro e a Reforma Tributária: Split Payment como Solução Tecnológica351
  199. 5.4.8. Considerações sobre o Compliance e a Mitigação de Riscos352
  200. 5.5. A Lavratura do Auto de Infração e a Representação Fiscal para Fins Penais: O rito de encaminhamento ao Ministério Público em casos de dolo e apropriação indébita354
  201. 5.5.1. A Natureza Jurídica da Representação Fiscal para Fins Penais (RFFP)354
  202. 5.5.2. A Lavratura do Auto de Infração como Marco da Materialidade355
  203. 5.5.3. Apropriação Indébita Tributária na Substituição Tributária (Art. 2º, II, Lei 8.137/90)357
  204. 5.5.4. O Dolo de Apropriação e o Requisito da Contumácia: A Tese do RHC 163.334/STF358
  205. 5.5.5. A Súmula 658 do STJ e a Aplicabilidade Integral na Substituição Tributária359
  206. 5.5.6. O Rito Administrativo de Encaminhamento da RFFP360
  207. 5.5.7. Estudos de Caso e Aplicabilidade Prática362
  208. 5.5.8. Preservação de Provas e a Cadeia de Custódia364
  209. 5.5.9. Hipóteses de Extinção da Punibilidade e Suspensão do Processo364
  210. 5.5.10. Conclusão e Reflexões para o Auditor Fiscal367
  211. Capítulo 6: Auditoria Digital e Fiscalização Especializada In Loco368
  212. 6.1. O Cruzamento Definitivo no SPED Fiscal (EFD-ICMS/IPI): O batimento do Bloco E (Apuração do ICMS-ST) com o Bloco H (Inventário) e Bloco C (Documentos Fiscais)368
  213. 6.1.1. Fundamentos da Auditoria Digital no Ambiente SPED369
  214. 6.1.2. O Bloco C como Vetor de Rastreabilidade do ICMS-ST370
  215. 6.1.3. O Bloco H: O Inventário Físico como Prova Material do Estoque de "Imposto"373
  216. 6.1.4. O Bloco E: A Consolidação da Apuração e o Controle de Pagamento375
  217. 6.1.5. A Triangulação Definitiva: O Batimento C x H x E378
  218. 6.1.6. Jurisprudência Consolidada e Comentários Doutrinários379
  219. 6.1.7. Estudo de Caso Avançado: A "Guerra das Alíquotas" e o Batimento E210381
  220. 6.1.8. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) nos Cruzamentos Digitais381
  221. 6.1.9. Considerações Finais e Recomendações Práticas382
  222. 6.2. Auditoria de Retenções no EFD-Reinf e DCTFWeb: A malha fina sobre os tomadores de serviços de cessão de mão de obra384
  223. 6.2.1. Fundamentos Jurídicos e a Evolução da Responsabilidade Tributária na Retenção de 11%384
  224. 6.2.2. A Engenharia da EFD-Reinf: O Mecanismo de Espelhamento e Eventos de Retenção387
  225. 6.2.3. Auditoria Especializada na Construção Civil: O CNO e a Detecção de Obras Fantasmas390
  226. 6.2.4. O Conflito de Alíquotas e a Transição da Lei nº 14.973/2024: A Reoneração Gradual392
  227. 6.2.5. Técnicas de Auditoria Digital: Auditoria Inversa na DRE e Cruzamentos Avançados394
  228. 6.2.6. Comentários Doutrinários e a "Substância sobre a Forma" na Auditoria de Retenções395
  229. 6.2.7. Consolidação na DCTFWeb: O Fechamento da Malha e o DARF Numerado396
  230. 6.2.8. Jurisprudência Comentada: O Termômetro do CARF e dos Tribunais Superiores398
  231. 6.2.9. Checklist Prático para Prevenção de Autuações na Malha Fina .399 6.2.10. Perspectivas de Futuro: O Split Payment na Reforma Tributária (EC 132/2023)400
  232. 6.3. A Auditoria Inversa no ISSQN: O cruzamento da Conta de "Despesas de Terceiros" na DRE da empresa auditada contra as NFS-e recebidas sem a marcação da retenção401
  233. 6.4. O rigor do Auditor Fiscal de Tributos do Município de São Luís/MA: O mapeamento das retenções obrigatórias (construção civil e complexo portuário/logístico) para blindar a arrecadação na fonte, neutralizando subempreiteiras inadimplentes414
  234. 6.4.1. O Alicerce Jurídico-Normativo das Retenções em São Luís: A Lei nº 6.289/2017 e o Decreto nº 57.089/2021414
  235. 6.4.2. Auditoria Especializada na Construção Civil: O Enfrentamento às Subempreiteiras Inadimplentes417
  236. 6.4.3. A Nova Fronteira das Deduções de Materiais: O Impacto do AREsp 2.486.358/SP (2024)418
  237. 6.4.4. O Rigor no Complexo Portuário do Itaqui: Logística e Serviços Terminais420
  238. 6.4.5. Auditoria Digital e a "Malha Fina" Ludovicense421
  239. 6.4.6. Fiscalização In Loco Especializada: O Método dos "Crachás Ativos" e Acessos à Catraca423
  240. 6.4.7. Cessão de Mão de Obra e a Distinção entre Agenciamento e Fornecimento424
  241. 6.4.8. A Neutralização de Inadimplentes via Cadastro de Empresas não Estabelecidas (CENE)425
  242. 6.4.9. O Futuro e a Reforma Tributária: Do Rigor Manual ao Split Payment426
  243. 6.5. O Paradoxo do Simples Nacional na ST: O cruzamento do CSOSN contra o CST e a auditoria de erros sistemáticos na aplicação de alíquotas de retenção entre empresas de regimes mistos428
  244. 6.5.1. A Arquitetura do Conflito: Simplicidade Nominal vs. Complexidade Retentiva428
  245. 6.5.2. O Cruzamento Estrutural: CSOSN contra CST430
  246. 6.5.3. Auditoria de Erros Sistemáticos na Aplicação de Alíquotas de Retenção433
  247. 6.5.4. A Auditoria de Omissão e a Malha Fiscal do PGDAS-D434
  248. 6.5.5. Jurisprudência e a "Guarda Pretoriana" do Simples Nacional437
  249. 6.5.6. Roteiro Prático de Auditoria Digital em Regimes Mistos438
  250. 6.5.7. O Impacto da Reforma Tributária: IBS e CBS no Simples Nacional440
  251. Capítulo 7: O Processo Administrativo e as Disputas nos Tribunais443
  252. 7.1. A Atuação da Autoridade Julgadora de 1ª Instância do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais na Análise de Autos de Infração de ISS-ST: Critérios de Materialidade e Responsabilização Solidária443
  253. 7.1.1. A Estrutura Funcional e o Papel do Julgador de Primeira Instância444
  254. 7.1.2. Critérios de Materialidade no ISS-ST: O Olhar do Julgador445
  255. 7.1.3. Responsabilização Solidária e o Papel do Tomador Substituído.447 7.1.4. A Prova no Processo Administrativo e o Princípio da Verdade Material449
  256. 7.1.5. Estudo de Caso: Dedução de Materiais na Construção Civil (Subitens 7.02 e 7.05)450
  257. 7.1.6. Vícios Fatais: O Erro na Identificação do Sujeito Passivo451
  258. 7.1.7. Dosimetria da Penalidade e as Multas Qualificadas452
  259. 7.1.8. O Princípio da Proteção à Confiança Legítima453
  260. 7.1.9. Tendências e Desafios: A Transição para o IBS/CBS453
  261. 7.2. Erros Fatais no Lançamento: A nulidade por erro na identificação do sujeito passivo (autuar o prestador quando a lei obrigava a retenção pelo tomador)454
  262. 7.2.1. O Alicerce Jurídico da Sujeição Passiva e a Regra-Matriz de Incidência455
  263. 7.2.2. A Dicotomia dos Vícios: Formal vs. Material no Erro de Identificação457
  264. 7.2.3. A Substituição Tributária Exclusiva e a Inviabilidade de Cobrança do Prestador460
  265. 7.2.4. Prática e Operacionalização em São Luís/MA (Lei 6.289/2017).462 7.2.5. Teses de Defesa e Argumentação Doutrinária no PAT464
  266. 7.2.6. A Visão do Auditor: Como Evitar a Nulidade do Lançamento465
  267. 7.2.7. Impactos da Reforma Tributária (Split Payment) na Sujeição Passiva467
  268. 7.2.8. Conclusão da Análise Técnica e Prática468
  269. 7.2.9. O Regime Jurídico das Nulidades: o Art. 142 do CTN, o Decreto nº 70.235/1972 e as Súmulas do CARF469
  270. 7.3. A (I)legalidade das Multas Qualificadas (150%): A dosimetria da penalidade na falta de retenção vs. na retenção sem recolhimento (apropriação)471
  271. 7.3.1. O Alicerce Dogmático das Sanções e o Limite do Não Confisco.472 7.3.2. A Dosimetria na Falta de Retenção: O Erro de Conformidade vs. O Dolo474
  272. 7.3.3. A Retenção sem Recolhimento: O Crime de Apropriação Indébita475
  273. 7.3.4. O Impacto da Lei nº 14.689/2023 e o Julgamento do Tema 863 pelo STF477
  274. 7.3.5. A Individualização da Conduta e a Nulidade da Multa Qualificada478
  275. 7.3.6. A Responsabilidade do Tomador e o Limite do Sistema S e as Contribuições Devidas a Terceiros479
  276. 7.3.7. Conclusões e Recomendações Práticas480
  277. 7.3.8. O Tema 487 do STF e o Novo Teto das Multas Isoladas por Descumprimento de Obrigação Acessória481
  278. 7.4. Provas no Processo Administrativo: A demonstração do efetivo recolhimento do tributo pelo prestador original para afastar a cobrança sobre o tomador (vedação ao bis in idem)483
  279. 7.4.1. Fundamentos da Responsabilidade e a Dualidade do Dever do Tomador484
  280. 7.4.2. O Princípio da Verdade Material e a Admissibilidade de Provas 485 7.4.3. A Hierarquia das Provas e a Demonstração do Recolhimento487
  281. 7.4.4. O Entendimento do STJ sobre a Responsabilidade Supletiva488
  282. 7.4.5. Erros de Lançamento e a Nulidade por Vício Sujetivo490
  283. 7.4.6. A Questão da Multa Qualificada e a Dosimetria da Penalidade.491 7.4.7. O Papel das Ferramentas Digitais e Cruzamento de Dados (SPED e EFD-Reinf)492
  284. 7.4.8. Conclusão e Aplicabilidade Prática492
  285. 7.4.9. A Ancoragem Normativa da Vedação ao Bis in Idem: os Arts. 128, 156 e 165 do Código Tributário Nacional493
  286. 7.5. O Tema 1.125 do STJ: A exclusão do ICMS-ST da base de cálculo do PIS/COFINS e os impactos práticos na homologação de compensações e restituições bilionárias495
  287. 7.5.1. Evolução Histórica e a Extensão da "Tese do Século" ao Regime de Substituição Tributária496
  288. 7.5.2. Fundamentação Jurídica: Receita Bruta, Faturamento e o Conceito de Ingresso497
  289. 7.5.3. A Saga da Modulação de Efeitos e o Marco Temporal de 15 de Março de 2017499
  290. 7.5.4. Impactos na Homologação de Compensações e a Solução de Consulta COSIT nº 100/2025500
  291. 7.5.5. Procedimentos Operacionais na Auditoria Digital: EFD- Contribuições e PER/DCOMP501
  292. 7.5.6. A Nova Fronteira Prescricional: O Risco do REsp 2.178.201/RJ503
  293. 7.5.7. Riscos Fiscais e a Reação da União504
  294. 7.5.8. Síntese Doutrinária e Conclusões Estratégicas505
  295. 7.5.9. Quadro-Síntese do Tema 1.125 do STJ506
  296. Capítulo 8: O Fim da ST e o Novo Modelo no IBS/CBS (EC 132/2023)509
  297. 8.1. A Extinção do ICMS-ST para Bens e Mercadorias: O fim da MVA/IVA-ST e o retorno à tributação exclusiva sobre o valor real da operação na cadeia (Não Cumulatividade Plena)509
  298. 8.1.1. O Colapso das Margens Presumidas e a Ineficiência do Modelo de MVA510
  299. 8.1.2. A Transição para a Não Cumulatividade Plena e o Princípio da Neutralidade511
  300. 8.1.3. O Papel Disruptivo do Split Payment na Arrecadação512
  301. 8.1.4. Jurisprudência Consolidada: O Legado do Tema 201 do STF e do Tema 1125 do STJ513
  302. 8.1.5. O Cronograma de Extinção do ICMS e a Gestão do Passivo de Créditos515
  303. 8.1.6. O Novo Papel do Auditor e a Mudança no Compliance Fiscal516
  304. 8.1.7. Setores com Regimes Específicos: Onde a Concentração Arrecadatória Persiste517
  305. 8.1.8. Considerações Finais sobre a Transição do Modelo517
  306. 8.2. A Substituição da "Substituição": O advento do Split Payment (Pagamento Dividido) nas liquidações financeiras como o novo mecanismo de garantia de arrecadação na fonte519
  307. 8.2.1. O Egotismo da Presunção vs. O Realismo do Fluxo Financeiro520
  308. 8.2.2. Fundamentos Jurídicos e a Estrutura Normativa na LC 214/2025521
  309. 8.2.3. Modalidades Operacionais e a Engenharia do Split Payment522
  310. 8.2.4. A Arquitetura Tecnológica: O Motor de Apuração e o ROC525
  311. 8.2.5. Impactos no Fluxo de Caixa e a Crítica à Neutralidade526
  312. 8.2.6. Responsabilidade Tributária de Instituições Financeiras e Plataformas528
  313. 8.2.7. Jurisprudência e a Superação do Tema 201 do STF529
  314. 8.2.8. Estudo de Caso: O Rigor Fiscal em São Luís e o Setor Portuário 530 8.2.9. Experiências Internacionais: Lições da Itália e Polônia531
  315. 8.2.10. Cronograma de Transição e Gestão do Passivo de ST532
  316. 8.2.11. Síntese Conclusiva: A Vitória da Inteligência de Dados533
  317. 8.2.12. A Regulamentação Infralegal do Split Payment: o Decreto nº 12.955/2026 e o Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 2/2026533
  318. 8.3. Os Regimes Específicos e Monofásicos que Sobrevivem: A tributação concentrada em combustíveis e o Imposto Seletivo (IS)535
  319. 8.3.1. A Racionalidade Econômica e Jurídica da Monofasia no Novo Modelo536
  320. 8.3.2. A Estrutura dos Combustíveis na Lei Complementar nº 214/2025538
  321. 8.3.3. Não Cumulatividade Plena e o Direito ao Crédito nas Aquisições540
  322. 8.3.4. O Imposto Seletivo (IS): O Desestímulo às Externalidades Negativas542
  323. 8.3.5. O Conflito nas Exportações: O Veto ao Art. 413 e a Territorialidade544
  324. 8.3.6. Impactos Penais e a Continuidade Normativo-Típica na Transição545
  325. 8.3.7. O Simples Nacional e os Regimes Monofásicos545
  326. 8.3.8. Conclusões e Diretrizes para o Fim da ST nos Combustíveis547
  327. 8.3.9. O Simples Nacional na Virada do Sistema: as Resoluções CGSN nº 190, nº 191 e nº 192, de 2026548
  328. 8.4. A Gestão do Passivo de ICMS-ST: Como os Estados lidarão com os saldos credores de ST acumulados nos estoques antes da virada para o IVA Dual em 2033550
  329. 8.4.1. A Natureza Jurídica do Crédito de Transição e o Direito ao Ressarcimento551
  330. 8.4.2. Metodologia de Levantamento e Validação do Estoque (Inventário de Transição)553
  331. 8.4.3. O Papel do Comitê Gestor do IBS (CGIBS) e o Rito de Homologação554
  332. 8.4.4. A Controvérsia das 240 Parcelas: Análise Doutrinária e Econômica555
  333. 8.4.5. Estratégias de Monetização e Gestão do Passivo Antes de 2033557
  334. 8.4.6. Jurisprudência e a "Trava" do STJ sobre Compensações Cruzadas558
  335. 8.4.7. O Impacto do Split Payment na Gestão do Fluxo de Caixa Futuro559
  336. 8.4.8. Conclusão: A Auditoria de Conformidade como Salvaguarda560
  337. 8.4.9. Roteiro de Habilitação e Aproveitamento do Saldo Credor na Transição561

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