Capa do livro Curso de Tributação — Construção Civil
Tributação Setorial

Curso de Tributação — Construção Civil

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 05/07/2026

Páginas
838
Formato
16 x 22,9 x 4,3 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

A construção civil ocupa uma posição paradoxal no cenário econômico e fiscal brasileiro: é, simultaneamente, um dos pilares de sustentação do Produto Interno Bruto e um dos ambientes mais complexos e litigiosos da tributação.

Na obra, João Pavão Neto oferece um guia sistemático e integrado sobre a matriz de incidência que rege o setor imobiliário e de infraestrutura. O livro percorre todo o ciclo de vida dos empreendimentos, desde a qualificação jurídica dos contratos típicos de engenharia e das engenharias societárias (SPE, SCP e Consórcios), até a análise profunda do ISSQN e das recentes viradas jurisprudenciais dos Tribunais Superiores sobre a dedução de materiais na base de cálculo.

Sumário completo da obra 433 entradas
  1. Capítulo 1: A Natureza Complexa da Construção Civil e do Mercado Imobiliário22 1.1. A construção civil como setor econômico e objeto de tributação22
  2. 1.1.1. Peso econômico: valor adicionado, ciclo e sensibilidade a juros 22 1.1.2. A cadeia produtiva e seus atores24
  3. 1.1.3. O ciclo de vida da obra como eixo desta obra27
  4. 1.1.4. A matriz Fase da obra × Tributo × Ente28
  5. 1.1.5. Informalidade estrutural e seus efeitos sobre a base tributável. 32 1.1.6. Déficit habitacional e política tributária34
  6. 1.1.7. Crédito direcionado como determinante da base: FGTS, SBPE e Minha Casa Minha Vida36
  7. 1.1.8. ISS, ITBI e IPTU nas finanças municipais e a lacuna estatística por CNAE39
  8. 1.1.9. Quanto de imposto há no preço de um imóvel42
  9. 1.2. Os Contratos Típicos da Engenharia45
  10. 1.2.1. A Empreitada (Art. 610 do CC): Lavor (mão de obra) vs. Empreitada Mista (Global)45
  11. 1.2.2. A Subempreitada: A cadeia produtiva e a pulverização dos serviços49
  12. 1.2.3. A Administração de Obras: O contrato de gerenciamento e a remuneração por "Taxa de Administração"51
  13. 1.3. Incorporação Imobiliária e Loteamentos54
  14. 1.3.1. A Lei 4.591/64: O conceito de Incorporação e a venda na planta55
  15. 1.3.1.1. Atualização: A Transição do RET para o IBS/CBS (art. 485 da LC 214/2025) 58 1.3.2. A Não Incidência do ISSQN na Incorporação Direta: a ausência de alteridade na construção em terreno próprio para venda futura59
  16. 1.3.3. Loteamentos e Desmembramentos: A infraestrutura urbana e os limites da tributação62
  17. 1.3.4. Incorporação a preço fechado e a preço de custo: o condomínio de construção65
  18. 1.3.5. Condomínio de lotes, loteamento de acesso controlado e loteamento fechado68
  19. 1.3.6. O consórcio imobiliário do Estatuto da Cidade70
  20. 1.3.7. Distrato e revenda: a natureza da retenção72
  21. 1.4. Modelos Societários Estratégicos75
  22. 1.4.1. SPE (Sociedade de Propósito Específico) e SCP (Sociedade em Conta de Participação)75
  23. 1.4.2. Consórcios de Empresas: Responsabilidade solidária nas grandes obras79
  24. 1.4.3. Holding patrimonial e holding imobiliária: função, limites e exposição fiscal82
  25. 1.5. Modelos contratuais atípicos e contemporâneos84
  26. 1.5.1. Built to suit: locação atípica e obra por encomenda84
  27. 1.5.2. Sale and leaseback e o direito de superfície86
  28. 1.5.3. Multipropriedade imobiliária e a matrícula por fração de tempo88
  29. 1.5.4. Retrofit e reabilitação urbana90
  30. 1.5.5. Autoconstrução, mutirão e obra de pessoa física92
  31. 1.5.6. Self-storage, condo-hotel e o imóvel como ativo de renda94
  32. 1.6. Tipologias de obra e segmentos de mercado95
  33. 1.6.1. Residencial, comercial, industrial e institucional: a destinação como critério96
  34. 1.6.2. Habitação de interesse social e o Minha Casa Minha Vida98
  35. 1.6.3. Obras industriais e montagem industrial100
  36. 1.6.4. Infraestrutura de transportes: rodovias, ferrovias, portos e aeroportos101
  37. 1.6.5. Saneamento básico e o Marco Legal103
  38. 1.6.6. Energia: usinas, eólicas onshore e offshore, solar e linhas de transmissão105
  39. 1.6.7. Telecomunicações: torres, small cells e redes de fibra106
  40. 1.6.8. Data centers: a obra da economia digital108
  41. 1.6.9. Óleo, gás e construção naval offshore110
  42. 1.6.10. Mineração, barragens e a extração de agregados112
  43. 1.6.11. Galpões logísticos, shoppings, hotelaria e obras hospitalares, escolares e esportivas114
  44. 1.6.12. Demolição, terraplenagem, fundações, sondagem e serviços especializados115
  45. 1.6.13. Quadro comparativo: tipologia de obra, regime especial e ente competente117
  46. 1.7. Porte da empresa, regime de apuração e ciclo societário120
  47. 1.7.1. O MEI na construção civil121
  48. 1.7.2. Microempresa e empresa de pequeno porte no Anexo IV123
  49. 1.7.3. Lucro presumido: a presunção bifronte de 8% e 32%125
  50. 1.7.4. Lucro real: quando deixa de ser opção128
  51. 1.7.5. Grandes grupos, capital aberto e construtoras estrangeiras130
  52. 1.7.6. A SPE por empreendimento: virtude societária e risco tributário do encerramento132
  53. 1.7.7. A opção híbrida do art. 41, §3º, da LC 214/2025135
  54. 1.7.8. Quadro comparativo de carga efetiva por porte e regime138
  55. 1.7.9. A matriz Modelo de negócio × Regime tributário143
  56. 1.8. Conceitos jurídicos e elementos físicos objeto de tributação149
  57. 1.8.1. Glossário técnico-tributário da obra149
  58. 1.8.2. O que é tributável em cada elemento físico e documental153
  59. Capítulo 2: Tributação sobre Serviços Municipais (ISSQN) e a Dinâmica da Obra157
  60. 2.1. Aspecto Material (Hipótese de Incidência)157
  61. 2.1.1. Execução de Obras (7.02) vs. Projetos e Engenharia Consultiva (7.03)157
  62. 2.1.2. Reformas, reparos e conservação de edifícios (7.05)159
  63. 2.1.3. O Concreto Usinado e as Pré-Moldadas: O conflito entre ICMS e ISSQN160
  64. 2.1.4. Obras Portuárias, Dragagem (7.11) e Montagem Industrial: O conflito ICMS vs. ISSQN nos complexos logísticos e industriais (Itaqui, Alumar)162
  65. 2.1.5. A Construção Modular (Off-Site): A industrialização da engenharia e a linha divisória com a prestação do serviço no canteiro163
  66. 2.1.6. Serviços auxiliares e complementares da obra: sondagem, escoramento, contenção de encostas e o acompanhamento e fiscalização de obra (subitens 7.16 a 7.22 da lista da LC 116/2003)164
  67. 2.1.7. Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos (subitem 14.06): a fronteira com a execução de obra (7.02) e o contrato de EPC 171 2.2. Aspectos Espacial e Temporal177
  68. 2.2.1. O local da execução da obra (A exceção absoluta do Art. 3º)177
  69. 2.2.2. O Boletim de Medição e o Regime de Competência180
  70. 2.2.3. Retenções Contratuais (Caução): Exigibilidade do ISSQN sobre garantias182
  71. 2.2.4. O Fator Tempo e a Decadência: A contagem de prazos (Art. 150 vs. Art. 173 do CTN) em obras de longa duração184
  72. 2.3. Aspecto Pessoal e Retenções187
  73. 2.3.1. Sujeito Passivo e o Tomador (Responsabilidade e Substituição)188
  74. 2.3.2. A Responsabilidade do Tomador ("Dono da Obra"): A autuação por aceitação indevida de deduções de material na fonte190
  75. 2.3.3. A Neutralização da Guerra Fiscal: A prevalência absoluta da alíquota do local da obra sobre o município sede do prestador193
  76. 2.4. A Guerra do Aspecto Quantitativo (Base de Cálculo)195
  77. 2.4.1. A Virada Jurisprudencial (AREsp 2.486.358/SP - STJ): A restrição da dedução exclusivamente a materiais produzidos pelo prestador, fora da obra, com ICMS prévio196
  78. 2.4.2. A Glosa da Subempreitada: A vedação legal à dedução de serviços de terceiros da base bruta198
  79. 2.4.3. A Permuta de Terreno por Área Construída: A incidência do ISSQN sobre a construção das unidades entregues ao terrenista200
  80. 2.4.4. Rubricas Ocultas na Engenharia Pesada: A glosa de "Mobilização de Canteiro", "Desmobilização" e "Equipamentos em Standby"201
  81. 2.5. Obras Públicas e a Imunidade Recíproca204
  82. 2.5.1. Contratos com entes públicos: Exigibilidade e retenção na fonte em licitações205
  83. 2.5.2. A imunidade recíproca na obra pública: o que ela alcança, o que não alcança e por que o ISSQN da empreiteira nunca é atingido213
  84. 2.6. Regimes Especiais de Tributação (RET)219
  85. 2.6.1. O Patrimônio de Afetação e o RET Federal: Reflexos no ISSQN 219 2.6.2. Programas Habitacionais (Minha Casa Minha Vida): Auditoria de isenções220
  86. 2.6.2.1. Atualização: As Faixas de Renda do PMCMV em 2026 221 2.6.3. O Retrofit e a Restauração de Patrimônio Histórico: Fiscalização de isenções condicionadas no Centro Histórico e reversão por descaracterização223
  87. 2.6.4. A Vedação à Alíquota Efetiva inferior a 2% (LC 157/16): Nulidade de isenções municipais abusivas e o crime de improbidade225
  88. 2.7. O Simples Nacional na Construção Civil228
  89. 2.7.1. O Conflito dos Anexos: Projetos (Anexo V/III) vs. Execução (Anexo IV)228
  90. 2.7.2. A retenção na fonte (Anexo IV): Cálculo sem dedução indevida do DAS231
  91. Capítulo 3: Os Tributos Municipais do Patrimônio, da Transmissão e do Licenciamento236
  92. 3.1. IPTU: A Transição da Sujeição Passiva e Fato Gerador236
  93. 3.1.1. A dinâmica da Sujeição Passiva: Titular do domínio vs. Promissário comprador236
  94. 3.1.2. O Condomínio Edilício em Construção: Da área global às frações ideais237
  95. 3.1.3. O Tema 122 do STJ: Solidariedade Passiva e a cobrança simultânea da Construtora e do Adquirente237
  96. 3.1.4. Obras Paralisadas ("Esqueletos"): A reversão cadastral e a aplicação do IPTU Progressivo no Tempo (PEUC)238
  97. 3.1.5. Atualização: A Progressividade do IPTU por Metragem e sua Distinção do PEUC238
  98. 3.1.6. A base de cálculo do IPTU e a Planta Genérica de Valores: valor venal, revisão por lei e a Súmula 160 do STJ240
  99. 3.1.7. O IPTU do imóvel em construção: lançamento durante a obra, terreno com benfeitoria em andamento e a data-base do fato gerador245
  100. 3.1.8. O estoque de terrenos do incorporador (land bank): IPTU, a fronteira urbano-rural e a Súmula 626 do STJ249
  101. 3.1.9. O IPTU verde e os incentivos municipais à edificação sustentável254
  102. 3.1.10. Síntese da diligência de obra: a sincronia entre o ISSQN, o cadastro imobiliário e o IPTU259
  103. 3.2. O ITBI nas Engenharias Societárias e a Jurisprudência Suprema260
  104. 3.2.1. A integralização em SPEs: Restrição da Imunidade (Art. 156, §2º, CF)261
  105. 3.2.2. A Permuta Física de Terreno por Área Construída263
  106. 3.2.3. O Tema 1.113 do STJ: Inaplicabilidade do IPTU como piso e o rito para arbitramento do ITBI265
  107. 3.2.4. O Momento do Fato Gerador do ITBI: a anulação do julgamento do Tema 1.124 do STF e a controvérsia aberta sobre a cessão de direitos ("Repasse")267
  108. 3.2.5. A "Blindagem Patrimonial" (Holdings): A fiscalização da atividade preponderante imobiliária nos 36 meses subsequentes à imunidade269
  109. 3.2.6. A reorganização societária no ciclo imobiliário: cisão, fusão, incorporação de sociedades e a imunidade do art. 156, §2º, I, da CF/88272
  110. 3.2.7. O ITBI no condomínio e na permuta de frações ideais: divisão amigável, extinção de condomínio e a torna280
  111. 3.2.8. O ITBI na SCP, no consórcio de incorporação e no fundo de investimento imobiliário: quem transmite, o que se transmite e quando286
  112. 3.2.9. O Tema 1.348 do STF: a controvérsia sobre a imunidade condicionada ou incondicionada na integralização de capital292
  113. 3.2.10. A cessão de direitos aquisitivos e o momento do fato gerador: contrato de gaveta, cessão não registrada e os limites do lançamento298
  114. 3.3. O Ponto de Estrangulamento: A Certidão de Quitação304
  115. 3.3.1. A conferência final do ISSQN para a Carta de Habitação305
  116. 3.3.2. IPTU no Habite-se: A alteração cadastral e o lançamento complementar308
  117. 3.3.3. A Súmula 70 do STF e as Sanções Políticas: Alternativas lícitas para coerção do crédito tributário (Protesto e CND) sem bloqueio irregular de Habite-se310
  118. 3.3.4. A CND previdenciária da obra, o habite-se municipal e a averbação da construção no registro de imóveis313
  119. 3.4. O Arbitramento Indutivo de ISSQN (Métodos de Cálculo)319
  120. 3.4.1. O CUB (Custo Unitário Básico): O cálculo da Pauta Fiscal320
  121. 3.4.2. Arbitramento pela Curva ABC de Insumos: Cálculo matemático da área construída baseada no volume de concreto usinado e aço (Malha de ICMS)323
  122. 3.4.3. Representação Penal contra notas "frias" de material325
  123. 3.5. As taxas do ciclo da obra328
  124. 3.5.1. Licença de execução de obra, aprovação de projeto, habite-se e funcionamento do canteiro328
  125. 3.5.2. Taxa de ocupação de solo público: tapume, caçamba, andaime e grua sobre via pública332
  126. 3.5.3. Taxa de fiscalização de anúncio no tapume e taxa de resíduos da construção civil335
  127. 3.5.4. O duplo teste de validade: a Súmula Vinculante 29 e a equivalência razoável338
  128. 3.6. A contribuição de melhoria341
  129. 3.6.1. O tributo esquecido do ciclo imobiliário341
  130. 3.6.2. O duplo limite: custo total da obra e valorização individual apurada344
  131. 3.6.3. O vício estrutural do edital e a anulação em massa dos lançamentos346
  132. 3.6.4. Os inconstitucionais programas de pavimentação comunitária 350 3.7. Solo criado, outorga onerosa, CEPAC e COSIP353
  133. 3.7.1. A outorga onerosa do direito de construir e de alteração de uso354
  134. 3.7.2. Natureza jurídica: ônus urbanístico, não tributo357
  135. 3.7.3. O CEPAC como valor mobiliário e seu tratamento no estoque do incorporador360
  136. 3.7.4. Transferência do direito de construir e operação urbana consorciada363
  137. 3.7.5. Contrapartidas urbanísticas e ambientais: permuta, custo ou crédito366
  138. 3.7.6. A COSIP no loteamento depois da EC 132/2023369
  139. Capítulo 4: O ICMS e a Cadeia de Materiais da Construção (Esfera Estadual)373
  140. 4.1. A regra-matriz do ICMS na cadeia da construção civil374
  141. 4.1.1. A construtora perante o ICMS: consumidora final, contribuinte eventual ou habitual374
  142. 4.1.2. Aspecto material: as quatro hipóteses em que a construtora se torna contribuinte376
  143. 4.1.3. Aspecto espacial: o canteiro de obras não é estabelecimento . 379 4.1.4. Aspectos temporal, pessoal e quantitativo380
  144. 4.1.5. Inscrição estadual, dispensa e obrigações acessórias383
  145. 4.2. A construtora e o diferencial de alíquotas385
  146. 4.2.1. A Súmula 432 do STJ e o limite da boa-fé objetiva385
  147. 4.2.2. O Convênio ICMS 137/2002 e o Atestado de Condição de Contribuinte: a inversão do problema387
  148. 4.2.3. O DIFAL depois da EC 87/2015: da ADI 5469 à LC 190/2022 e ao Tema 1369 do STJ389
  149. 4.3. Circulação interna, transferências e crédito392
  150. 4.3.1. Remessa, retorno e transferência entre obras392
  151. 4.3.2. ADC 49, LC 204/2023 e o Convênio ICMS 109/2024: a opção anual e irretratável394
  152. 4.3.3. O crédito de ICMS na construtora: o art. 33 da LC 87/1996 e o adiamento para 2033396
  153. 4.3.4. Energia elétrica do canteiro: demanda contratada, Súmula 391 do STJ e a seletividade do Tema 745399
  154. 4.4. Materiais, industrialização e a fronteira entre ICMS, ISS e IPI401
  155. 4.4.1. O tripé sumular: as Súmulas 167 e 432 do STJ e a Súmula 541 do STF401
  156. 4.4.2. Concreto usinado, argamassa e CBUQ: o critério da destinação a obra determinada403
  157. 4.4.3. Pré-moldados e pré-fabricados: a fábrica fora do canteiro como estabelecimento industrial406
  158. 4.4.4. Industrialização por encomenda depois do Tema 816 do STF408
  159. 4.4.5. A segunda tese do Tema 816: o teto de 20% para as multas moratórias410
  160. 4.4.6. A ressalva do subitem 7.02: o espelho entre a base do ISS e a incidência do ICMS412
  161. 4.5. Substituição tributária em materiais de construção413
  162. 4.5.1. O Anexo XI do Convênio ICMS 142/2018 e os protocolos setoriais413
  163. 4.5.2. MVA, PMPF e pauta fiscal: a formação da base presumida416
  164. 4.5.3. A agonia programada da substituição tributária entre 2026 e 2033418
  165. 4.6. ICMS na importação de máquinas e equipamentos420
  166. 4.6.1. Da Súmula 660 do STF ao Tema 171 e ao Tema 1094420
  167. 4.6.2. Ex-tarifário e Convênio ICMS 52/91: por que o ex-tarifário não isenta o ICMS422
  168. 4.7. Benefícios estaduais em obra pública, saneamento e habitação424
  169. 4.7.1. O Convênio ICMS 26/03 e o repasse obrigatório do desconto ao preço424
  170. 4.7.2. Mapa de benefícios estaduais e riscos de glosa427
  171. 4.8. ITCMD e o patrimônio do incorporador429
  172. 4.8.1. SPEs e holdings imobiliárias: o fim do valor patrimonial contábil429
  173. 4.8.2. A LC 227/2026: patrimônio líquido a valor de mercado e fundo de comércio431
  174. 4.8.3. Progressividade obrigatória, teto de 8% e a agregação de doações sucessivas433
  175. 4.8.4. Presunção de simulação e compartilhamento de dados com os Fiscos estaduais435
  176. 4.8.5. Trusts, bens no exterior e o domicílio do de cujus após a EC 132/2023437
  177. 4.8.6. A janela de planejamento e o corte de eficácia estadual438
  178. 4.9. IPVA e taxas estaduais441
  179. 4.9.1. Frota pesada e máquina de obra: o que é veículo automotor para fins de IPVA441
  180. 4.9.2. A EC 132/2023, os veículos aquáticos e aéreos e a exigência de lei estadual posterior443
  181. 4.9.3. Alíquotas diferenciadas por impacto ambiental e a renovação de frota444
  182. 4.9.4. Taxa estadual de incêndio: a virada do Tema 1282 contra a nulidade do Tema 16446
  183. 4.9.5. TFRM e a extração de agregados próprios448
  184. 4.9.6. Taxas de licenciamento ambiental de obras e os limites das taxas de polícia450
  185. Capítulo 5: Tributos Federais na Construção e na Incorporação453
  186. 5.1. IRPJ e CSLL454
  187. 5.1.1. A presunção bifronte da empreitada: 8% ou 32% conforme o material incorporado à obra454
  188. 5.1.2. A receita financeira do incorporador e os juros da tabela de venda456
  189. 5.1.3. Infraestrutura em concessão: os 32% do art. 15, §1º, III, "e"458
  190. 5.1.4. O regime de caixa das empresas imobiliárias e a venda a prazo460
  191. 5.1.5. O custo orçado e a tributação da unidade não concluída461
  192. 5.1.6. A regra dos 15%: insuficiência, imposto postergado e ajuste na conclusão463
  193. 5.1.7. Contratos de longo prazo e o percentual de execução465
  194. 5.1.8. A empresa individual imobiliária: quando a pessoa física vira contribuinte do IRPJ466
  195. 5.1.9. A tributação de dividendos da SPE a partir de 2026468
  196. 5.2. A permuta de imóveis470
  197. 5.2.1. A IN SRF 107/1988 e a lógica da substituição patrimonial470
  198. 5.2.2. O Parecer Normativo COSIT nº 9/2014 e a tese da receita bruta471
  199. 5.2.3. O REsp 1.733.560/SC, o Despacho PGFN nº 167/2022 e a Solução de Consulta COSIT nº 99/2024473
  200. 5.2.4. Torna, valor justo e diferimento no lucro real474
  201. 5.3. PIS e COFINS476
  202. 5.3.1. A cumulatividade compulsória da obra: o art. 10, XX, da Lei 10.833/2003476
  203. 5.3.2. O perímetro do contrato de construção e a Solução de Consulta COSIT nº 111/2020477
  204. 5.3.3. A armadilha do mix de receitas na mesma empresa479
  205. 5.3.4. O crédito presumido do custo orçado (art. 4º da Lei 10.833/2003)481
  206. 5.3.5. O insumo do canteiro e o Tema 779 do STJ483
  207. 5.3.6. A tese do século nas construtoras e o Tema 118 do STF484
  208. 5.3.7. O crepúsculo das contribuições: 2026 como ano-teste e o saldo credor do art. 378 da LC 214/2025486
  209. 5.4. RET e patrimônio de afetação488
  210. 5.4.1. A afetação como pressuposto e o termo de opção488
  211. 5.4.2. A alíquota de 4% e sua decomposição interna490
  212. 5.4.3. O RET de 1% e a habitação de interesse social491
  213. 5.4.4. O art. 11-A e o estoque pós-habite-se493
  214. 5.4.5. O RET partido ao meio: 1,92% de IRPJ/CSLL e 2,08% de CBS495
  215. 5.4.6. Optar pelo RET antes da janela de 2029: a comparação produto a produto497
  216. 5.4.7. O parcelamento do solo e o art. 486 da LC 214/2025499
  217. 5.5. A folha da obra: contribuições previdenciárias501
  218. 5.5.1. A obra como sujeito: matrícula no CNO e o prazo de 30 dias502
  219. 5.5.2. A aferição indireta: RMT, VAU, fator social e fator de ajuste503
  220. 5.5.3. A aferição por contabilidade regular como estratégia de redução505
  221. 5.5.4. As deduções admitidas na aferição507
  222. 5.5.5. A retenção de 11% e de 3,5%: destaque, compensação e restituição510
  223. 5.5.6. Empreitada total x parcial, a solidariedade do dono da obra e a blindagem do adquirente512
  224. 5.5.7. Do ARO à CND: DCTFWeb Aferição, EFD-Reinf e a averbação no Registro de Imóveis514
  225. 5.6. CPRB e a reoneração da folha515
  226. 5.6.1. Os grupos 412, 432, 433 e 439 e a opção por obra matriculada516
  227. 5.6.2. O cálculo de 2026: 2,7% sobre a receita e 10% sobre a folha517
  228. 5.6.3. A cláusula de manutenção de 75% dos empregados como condição resolutiva519
  229. 5.6.4. O encerramento em 2028 e as obras plurianuais que atravessam a virada521
  230. 5.7. Sistema S, RAT, FAP e FGTS523
  231. 5.7.1. As contribuições a terceiros no FPAS 507523
  232. 5.7.2. RAT de 3%, FAP e a sinistralidade do canteiro524
  233. 5.7.3. SECONCI e as contribuições de origem convencional525
  234. 5.7.4. FGTS, multa rescisória e o passivo do canteiro526
  235. 5.8. IRPF, ganho de capital e o investidor imobiliário528
  236. 5.8.1. O ganho de capital imobiliário: custo de aquisição, benfeitorias e prova528
  237. 5.8.2. As alíquotas progressivas da Lei 13.259/2016 e a alienação fracionada de lotes530
  238. 5.8.3. A isenção dos 180 dias (art. 39 da Lei 11.196/2005)533
  239. 5.8.4. Os fatores de redução FR1 e FR2535
  240. 5.8.5. A janela fechada da Lei 14.973/2024 e seus efeitos residuais537
  241. 5.8.6. Holding imobiliária x pessoa física: a comparação depois da Lei 15.270/2025538
  242. 5.9. O funding da construção e o mercado financeiro imobiliário541
  243. 5.9.1. Fundos de Investimento Imobiliário e a isenção do cotista pessoa física542
  244. 5.9.2. A cumulatividade econômica silenciosa: IBS e CBS no nível do fundo543
  245. 5.9.3. CRI, LCI, LH e LIG: isenção do investidor e tributação do veículo545
  246. 5.9.4. Securitização e a Lei 14.430/2022547
  247. 5.9.5. A MP 1.303/2025 derrubada e o risco regulatório permanente548
  248. 5.9.6. Crowdfunding imobiliário, SCP em plataforma e tokenização de recebíveis550
  249. 5.10. IOF na estrutura de capital da incorporação551
  250. 5.10.1. IOF-crédito: financiamento à produção, SFH e capital de giro 552 5.10.2. O mútuo entre holding e SPE e o risco de requalificação de AFAC553
  251. 5.10.3. O episódio normativo de 2025 e a judicialização555
  252. 5.10.4. Risco sacado e antecipação a fornecedores da cadeia de materiais556
  253. Capítulo 6: Incentivos Fiscais, Regimes Especiais e a Obra Pública559
  254. 6.1. O REIDI560
  255. 6.1.1. Da Lei 11.488/2007 ao art. 106 da LC 214/2025: a suspensão que vira alíquota zero560
  256. 6.1.2. A habilitação por projeto e a prova da incorporação: quando o benefício vira passivo562
  257. 6.2. REPORTO, RECAP e REPES564
  258. 6.2.1. O REPORTO na obra portuária e ferroviária564
  259. 6.2.2. RECAP e REPES em plantas exportadoras566
  260. 6.3. REPETRO-SPED e REPETRO-Industrialização568
  261. 6.3.1. Estaleiro, conversão de plataformas e fabricação nacional568
  262. 6.3.2. O horizonte de 2040: o regime especial mais longo da construção570
  263. 6.4. Incentivos regionais e a Zona Franca de Manaus572
  264. 6.4.1. A redução de 75% do IRPJ nas áreas da SUDENE e da SUDAM . 572 6.4.2. O critério de ampliação de capacidade e o prazo de aprovação do projeto573
  265. 6.4.3. A Zona Franca de Manaus e as Áreas de Livre Comércio na reforma575
  266. 6.5. O REDATA e a obra da economia digital577
  267. 6.5.1. Da medida provisória caducada ao projeto em tramitação: um regime ainda inexistente577
  268. 6.5.2. Contrapartidas ambientais como novo condicionante do incentivo579
  269. 6.6. Subvenções e tributação mínima global581
  270. 6.6.1. Incentivos à construção como subvenção sob a Lei 14.789/2023581
  271. 6.6.2. O crédito fiscal de 25% e a habilitação prévia584
  272. 6.6.3. O Pilar Dois na infraestrutura: o Adicional de CSLL e a exclusão por substância587
  273. 6.7. Quadro-síntese dos regimes especiais589
  274. 6.7.1. Regime, tributo suspenso, prazo, vedação ao Simples e cumulação admitida589
  275. 6.8. Os regimes de execução da obra pública e a alocação do risco tributário594
  276. 6.8.1. Empreitada por preço global, unitário e integral594
  277. 6.8.2. Contratação integrada e semi-integrada: o art. 133 e a matriz de riscos597
  278. 6.8.3. A escolha do regime de execução como decisão tributária600
  279. 6.9. PPP e concessões602
  280. 6.9.1. A tributação da contraprestação pública602
  281. 6.9.2. O diferimento do aporte de recursos na Lei 11.079/2004604
  282. 6.9.3. Ativo financeiro, ativo intangível e a receita de construção para si próprio607
  283. 6.10. O reequilíbrio econômico-financeiro sob a reforma609
  284. 6.10.1. O art. 134 da Lei 14.133/2021 e o regime especial dos arts. 373 a 377 da LC 214/2025609
  285. 6.10.2. Carga tributária efetiva, não alíquota nominal: o que exatamente se prova611
  286. 6.10.3. A superação das cláusulas de alocação de risco tributário614
  287. 6.10.4. A assimetria: revisão de ofício em favor da Administração e requerimento instruído do contratado616
  288. 6.10.5. O prazo de 90 dias e as formas admitidas de recomposição618
  289. 6.10.6. Concessões e modicidade tarifária: o caso do saneamento620
  290. 6.10.7. O redutor das operações com a administração pública e a formação de preço em licitações622
  291. 6.11. ESG, carbono, resíduos e a obra sustentável624
  292. 6.11.1. O mercado regulado de carbono e a qualificação tributária do crédito624
  293. 6.11.2. Resíduos da construção civil e a Política Nacional de Resíduos Sólidos626
  294. 6.11.3. Certificação ambiental e incentivos municipais627
  295. 6.11.4. Reabilitação urbana como política tributária conjunta entre União e Município629
  296. 6.11.5. O custo de conformidade ambiental como insumo creditável de IBS e CBS632
  297. Capítulo 7: O Contencioso de Alto Impacto, a Responsabilidade e a Recuperação de Créditos635
  298. 7.1. Mapa de precedentes vinculantes do setor636
  299. 7.1.1. Quadro-síntese: número, tese, status e efeito prático639
  300. 7.2. O ISSQN nos tribunais superiores646
  301. 7.2.1. A Súmula Vinculante 31 e a fronteira entre locar e servir nos contratos mistos647
  302. 7.2.2. Materiais na base do ISS: do Tema 247 do STF à derrota efetiva no STJ650
  303. 7.2.3. Concreto usinado e incorporação direta: os fundamentos corretos de cada não incidência654
  304. 7.3. Os tributos do patrimônio nos tribunais superiores657
  305. 7.3.1. ITBI: os Temas 1.113, 796 e 1.348 e o vácuo do Tema 1.124658
  306. 7.3.2. IPTU: o Tema 122 e as súmulas do STJ661
  307. 7.4. O ICMS e os tributos federais nos tribunais superiores664
  308. 7.4.1. ICMS: as Súmulas 432 e 541, os Temas 816 e 1094 e o repetitivo 1369665
  309. 7.4.2. Federais: os Temas 69, 118, 779, 985 e 478670
  310. 7.4.3. Infraestrutura: a receita de construção nas concessões672
  311. 7.4.4. A agenda: o que ainda vai ser decidido674
  312. 7.5. Responsabilidade tributária e grupo econômico677
  313. 7.5.1. Do inadimplemento à infração de lei: os limites do art. 135 do CTN678
  314. 7.5.2. As Súmulas 430 e 435 e o risco estrutural da SPE encerrada sem baixa680
  315. 7.5.3. Os Temas 962 e 981: o gestor da dissolução, não o gestor do fato gerador682
  316. 7.5.4. Grupo econômico, holding e o Tema 1.209 sobre a imprescindibilidade do IDPJ685
  317. 7.5.5. A responsabilidade do dono da obra, do incorporador, do condômino e do consórcio688
  318. 7.6. Ilícito penal e devedor contumaz691
  319. 7.6.1. Crimes contra a ordem tributária na construção e a Súmula Vinculante 24691
  320. 7.6.2. A apropriação indébita tributária: do RHC 163.334 à LC 225/2026694
  321. 7.6.3. O Código de Defesa do Contribuinte: contumácia, conformidade e a exclusão do CARF697
  322. 7.6.4. Medida cautelar fiscal e a indisponibilidade do estoque e do patrimônio de afetação700
  323. 7.7. Recuperação de créditos, transação e planejamento lícito704
  324. 7.7.1. O mapa de créditos da construtora e da incorporadora704
  325. 7.7.2. O que não é tese: por que o RET retroativo é temerário707
  326. 7.7.3. A arquitetura da transação tributária709
  327. 7.7.4. Prazos, rito e a escolha entre restituição, compensação e precatório712
  328. 7.7.5. Planejamento lícito e simulação: os limites depois da LC 227/2026715
  329. 7.8. Normas contábeis e sua repercussão fiscal717
  330. 7.8.1. O CPC 47 e a receita da unidade na planta: transferência de controle e o teste do reconhecimento ao longo do tempo718
  331. 7.8.2. A especificidade brasileira da incorporação e a discussão internacional721
  332. 7.8.3. A neutralidade da Lei 12.973/2014 e o descolamento entre receita contábil e receita fiscal724
  333. 7.8.4. Onde nasce a autuação: o confronto entre a DRE, a ECF e a EFD- Contribuições727
  334. 7.8.5. A receita de construção nas concessões e o que ela significa para o Fisco municipal730
  335. Capítulo 8: Tipologias de Evasão, Auditoria Digital e a Diligência de Obra734
  336. 8.1. Sonegação Documental e Operacional734
  337. 8.1.1. O "Calçamento" da Base de Cálculo (Notas de EPIs, ferramentas e lixas)735
  338. 8.1.2. O desvio territorial de notas fiscais de materiais737
  339. 8.1.3. A Locação de Equipamentos com Operador (Súmula Vinculante 31)738
  340. 8.1.4. O "Habite-se de Fato" e os Contratos de Gaveta: A entrega clandestina para postergar o ISSQN, a majoração do IPTU e o ITBI740
  341. 8.1.5. A Fraude da Montagem vs. Construção Civil: O fatiamento artificial de contratos de elevadores, ar-condicionado e fachadas de vidro741
  342. 8.1.6. A "Falsa Retenção": A apropriação indébita do ISS descontado dos subempreiteiros e não recolhido ao Município743
  343. 8.1.7. A "Canibalização" de Alíquotas: O desmembramento artificial para o subitem de menor tributação (7.02 vs. 7.03)745
  344. 8.1.8. Atualização: O Split Payment do IBS/CBS e o Impacto Diferenciado sobre as Tipologias deste Capítulo748
  345. 8.2. Sonegação Jurídica e Societária749
  346. 8.2.1. A Descaracterização da Incorporação (Empreitada mista disfarçada de venda na planta)750
  347. 8.2.2. A "Administração Oculta"752
  348. 8.2.3. A Falsa SCP: A camuflagem de adquirentes como "sócios ocultos" para converter ITBI e ISSQN em distribuição de dividendos isenta754
  349. 8.3. Novas tipologias nas esferas federal e estadual759
  350. 8.3.1. A fraude do ICMS na cadeia de materiais e o operador desaparecido760
  351. 8.3.2. A pejotização do canteiro: falsas cooperativas e MEI de fachada762
  352. 8.3.3. Aferição indireta forjada: subdeclaração de área e de padrão construtivo764
  353. 8.3.4. Falsa afetação e incorporação sem memorial registrado767
  354. 8.3.5. Inflação artificial do custo no redutor de ajuste769
  355. 8.3.6. A indisponibilidade forjada no split payment771
  356. 8.4. O Rastreio Federal e as Retenções774
  357. 8.4.1. SisobraPref, CNO e SERO: Área construída RFB vs. Declaração Municipal774
  358. 8.4.2. A EFD-Reinf: Retenções previdenciárias vs. NFS-e778
  359. 8.4.3. Empresas de Outros Municípios: A regra absoluta do Art. 3º, a retenção obrigatória na fonte e os limites do CPOM/CEPOM781
  360. 8.4.4. Atualização: A NFS-e Nacional, o Ambiente de Dados Nacional (ADN) e o Código NBS785
  361. 8.5. Entidades de Classe e Meio Ambiente786
  362. 8.5.1. ART (CREA) e RRT (CAU): Rastreio de obras e faturamentos ocultos787
  363. 8.5.2. Alvarás e Licenças Ambientais: A "Malha Fina do Tapume"790
  364. 8.6. Auditoria Contábil de Construtoras e Fluxo Financeiro794
  365. 8.6.1. Contas "Obras em Andamento" e "Custos Incorridos"795
  366. 8.6.2. A Confissão Bancária: O cruzamento do Custo Global declarado ao Fisco vs. As Planilhas de Financiamento (PCI/PLS da Caixa)799
  367. 8.7. Os cadastros nacionais e a nova infraestrutura de dados804
  368. 8.7.1. A NFS-e Nacional e o Ambiente de Dados Nacional804
  369. 8.7.2. A construtora vista pelo SPED807
  370. 8.7.3. Do papel ao polígono: registro eletrônico de imóveis e matrícula georreferenciada809
  371. 8.7.4. CIB e SINTER: o identificador único do imóvel811
  372. 8.8. Geotecnologia, BIM e inteligência artificial813
  373. 8.8.1. Sensoriamento remoto, aerofotogrametria e drones no recadastramento814
  374. 8.8.2. Malhas fiscais com inteligência artificial816
  375. 8.8.3. O BIM como prova fiscal818
  376. 8.9. O Mapeamento Operacional no Canteiro821
  377. 8.9.1. O Plantão no Canteiro: Checagem física de fornecedores e subempreiteiros821
  378. 8.9.2. O Livro Diário de Obra e os Boletins de Medição823
  379. 8.9.3. A Tecnologia de Vistoria: Uso de Drones e Satélite (Google Earth) para confrontar avanço físico vs. Faturamento declarado825
  380. Capítulo 9: A Construção Civil e as Operações Imobiliárias no IBS/CBS828
  381. 9.1. A regra-matriz do IBS e da CBS no regime específico de bens imóveis828
  382. 9.1.1. Um regime de base, não de alíquota: por que a LC 214/2025 escolheu redutores829
  383. 9.1.2. Aspecto material: as cinco operações do art. 252 e as exclusões do §2º831
  384. 9.1.3. Aspecto pessoal: o duplo teste cumulativo da pessoa física833
  385. 9.1.4. Aspecto espacial: o município da situação do imóvel no princípio do destino835
  386. 9.1.5. Aspecto temporal: regime de caixa na locação, competência na empreitada837
  387. 9.1.6. Aspecto quantitativo: o valor da operação e o valor de referência do SINTER839
  388. 9.1.7. As alíquotas do art. 261: redução de 50% em geral e de 70% na locação841
  389. 9.1.8. Locação de temporada e o teste dos 90 dias844
  390. 9.1.9. A queda do dogma da locação: o que é inédito e o que não é . 845 9.2. A engenharia da base: redutor de ajuste e redutor social847
  391. 9.2.1. O redutor de ajuste: constituição em 2027, composição e atualização pelo IPCA848
  392. 9.2.2. Os três valores iniciais do art. 258850
  393. 9.2.3. O que entra e o que não entra, e a vedação de crédito do §8º 852 9.2.4. A extinção do redutor na venda a não contribuinte e o efeito trava no estoque854
  394. 9.2.5. Fusão, subdivisão e desmembramento de matrículas: o rateio do redutor857
  395. 9.2.6. Loteamento por parceria e permuta de área859
  396. 9.2.7. O redutor social na alienação: R$ 100.000 e R$ 30.000, uso único por imóvel860
  397. 9.2.8. O redutor social na locação: R$ 600 mensais e a isenção fática dos aluguéis populares863
  398. 9.2.9. Valor de referência, CIB e SINTER: prova, arbitramento e impugnação865
  399. 9.2.10. Roteiro de auditoria: como glosar a supervalorização artificial do custo867
  400. 9.3. Incorporação, loteamento, locação e os regimes de transição869
  401. 9.3.1. Incidência pagamento a pagamento na incorporação e no parcelamento do solo870
  402. 9.3.2. O ressarcimento de saldo credor em conta vinculada ao patrimônio de afetação872
  403. 9.3.3. A SCP na incorporação: o sócio ostensivo como único sujeito passivo874
  404. 9.3.4. Consórcios e condomínios de construção: quem se credita e quem emite documento fiscal876
  405. 9.3.5. O regime de transição do RET: 2,08% e 0,53%878
  406. 9.3.6. A janela de 1º de janeiro de 2029 e o dilema entre transição e regime regular880
  407. 9.3.7. O regime de transição do parcelamento do solo882
  408. 9.3.8. O regime de transição da locação e o registro até 31/12/2025 884 9.3.9. A ausência de regime transitório para a empreitada887
  409. 9.3.10. Permuta, torna e imóveis usados como moeda de troca889
  410. 9.4. Créditos, split payment e os cadastros nacionais891
  411. 9.4.1. A não cumulatividade ampla e o fim da distinção entre insumo e uso e consumo892
  412. 9.4.2. O que não gera crédito: mão de obra própria, terreno e os valores do redutor894
  413. 9.4.3. O crédito presumido de estoques e a exclusão dos bens imóveis896
  414. 9.4.4. Os dois procedimentos de split payment e a regra de contingência898
  415. 9.4.5. A implantação faseada e a Plataforma Pública do Split Payment900
  416. 9.4.6. O recolhimento pelo adquirente e sua distinção do split payment902
  417. 9.4.7. O saldo credor de PIS e COFINS em 31/12/2026904
  418. 9.4.8. CIB, SINTER e cartórios: o CIB obrigatório no alvará e no habite-se906
  419. 9.4.9. Cronograma aplicado a uma obra plurianual: a matriz de convivência de 2026 a 2033908
  420. 9.4.10. O contencioso do IBS e o problema do duplo contencioso911
  421. 9.5. A Nova Interseção com Tributos do Patrimônio e Locação913
  422. 9.5.1. Alienação vs. Locação: A incidência do IBS/CBS em conflito com o ITBI913
  423. 9.5.2. A fiscalização conjunta (Município/Estado/União) no Comitê Gestor (CG-IBS) e o rastreio nacional916
  424. 9.5.3. A Queda do Dogma da Locação: A inédita tributação do aluguel imobiliário pelo IVA Dual e o fim da blindagem fiscal em Holdings Patrimoniais. 918 9.6. A tributação da construção civil no direito comparado921
  425. 9.6.1. O Construction Industry Scheme britânico: retenção na fonte como cadastro compulsório921
  426. 9.6.2. Missing trader e reverse charge doméstico: por que o Reino Unido retirou o IVA da cadeia923
  427. 9.6.3. A Diretiva do IVA europeu: primeira ocupação, terreno edificável e a opção de tributação926
  428. 9.6.4. Habitação social e reforma residencial: as taxas reduzidas e a cláusula dos materiais928
  429. 9.6.5. O modelo norte-americano: property tax e o contractor como consumidor final930
  430. 9.6.6. Ibéria: a inversão do sujeito passivo como política antifraude obrigatória932
  431. 9.6.7. América Latina: quatro respostas ao mesmo problema934
  432. 9.6.8. As Guidelines da OCDE e o lugar da coisa como proxy do lugar do consumo936
  433. 9.6.9. Onde o Brasil se situa938

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