Curso de Tributação — Esportes
Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 24/08/2026
- Páginas
- 792
- Formato
- 16 x 22,9 x 4,1 cm
- Impressão
- Preto e branco · offset
- Coleção
- Tributação Setorial
Sobre a obra
O Curso de Tributação — Esportes, do Auditor Fiscal João Pavão Neto, oferece uma análise profunda do complexo regime tributário esportivo brasileiro. Escrita sob a ótica das transformações legislativas de 2021 a 2026, a obra sistematiza o emaranhado normativo que envolve a Sociedade Anônima do Futebol (SAF), a Lei Geral do Esporte e as mudanças da Reforma Tributária (IBS e CBS).
Em cinco partes e onze capítulos, o manual mapeia os fundamentos do setor e a responsabilidade de clubes e SAFs, dissecando a incidência de tributos municipais, estaduais e federais sobre bilheterias, direitos de imagem, transferências de atletas e contribuições previdenciárias. Com forte articulação entre teoria e prática, a obra reúne cento e dez estudos de caso numerados, quadros-síntese e remissões cruzadas, cobrindo todo o desporto — do futebol profissional ao esporte escolar, olímpico, paralímpico, amador e eletrônico.
Sumário completo da obra 501 entradas
- PARTE I — FUNDAMENTOS DA TRIBUTAÇÃO DO ESPORTE30
- Capítulo 1: Fundamentos da tributação do esporte: conceitos, sujeitos e responsabilidade30
- 1.1. O esporte como fenômeno econômico e como objeto do direito tributário31
- 1.1.1. A cadeia produtiva do desporto brasileiro e seus fluxos financeiros32
- 1.1.2. Por que o esporte exige um tratamento tributário próprio35
- 1.1.3. O recorte desta obra: o que entra, o que fica de fora e por quê38
- 1.2. O art. 217 da Constituição: dever de fomento e autonomia desportiva40
- 1.2.1. O conteúdo normativo do dever estatal de fomento ao desporto40
- 1.2.2. Autonomia das entidades desportivas não é imunidade tributária41
- 1.2.3. Justiça desportiva e jurisdição tributária: fronteiras43
- 1.3. O arcabouço normativo do esporte em 202645
- 1.3.1. A Lei Geral do Esporte (Lei 14.597/2023): estrutura e alcance45
- 1.3.2. O que sobreviveu da Lei Pelé: o art. 217 da LGE lido literalmente47
- 1.3.3. O conflito sincrônico entre a LGE e a Lei Pelé e os critérios da LINDB50
- 1.3.4. A revogação do Estatuto do Torcedor e a Lei 15.041/202453
- 1.3.5. Quadro de vigência: dispositivo a dispositivo55
- 1.4. Níveis e manifestações da prática esportiva e sua relevância fiscal58
- 1.4.1. Formação esportiva, excelência esportiva e esporte para toda a vida60
- 1.4.2. Esporte profissional, não profissional e amador62
- 1.4.3. Desporto educacional, de participação e de rendimento66
- 1.5. Os contratos do ecossistema esportivo e seus efeitos tributários68
- 1.5.1. O contrato especial de trabalho esportivo70
- 1.5.2. O contrato de cessão de direito de imagem71
- 1.5.3. Patrocínio, licenciamento e naming rights73
- 1.5.4. Direitos de difusão de imagens e contratos de transmissão75
- 1.5.5. Transferências: direitos federativos e direitos econômicos76
- 1.5.6. Agenciamento e intermediação esportiva77
- 1.6. A regra-matriz de incidência tributária aplicada ao esporte79
- 1.6.1. Os cinco critérios e sua utilidade prática no setor79
- 1.6.2. Como esta obra desdobra cada tributo82
- 1.7. O espetáculo esportivo como fato gerador cindido83
- 1.7.1. Uma partida de futebol e os tributos que ela aciona simultaneamente83
- 1.7.2. Quadro-síntese: fato econômico, tributo, competência e capítulo87
- 1.8. Competência tributária, federalismo e o esporte90
- 1.9. Princípios constitucionais com aplicação intensificada no setor 94 1.9.1. Legalidade e a proliferação de regimes por lei complementar94
- 1.9.2. Isonomia entre SAF, clube associativo e demais modalidades96
- 1.9.3. Capacidade contributiva e extrafiscalidade do fomento esportivo99
- 1.10. Glossário técnico do direito tributário do esporte102
- 1.11. O mapa institucional do esporte brasileiro108
- 1.11.1. Organizações de prática esportiva: clubes, associações e SAF.108 1.11.2. Entidades de administração: confederações, federações e ligas110
- 1.11.3. COB, CPB e as entidades nacionais de administração do desporto115
- 1.11.4. O Sistema Nacional do Esporte e o Conselho Nacional de Esporte116
- 1.12. A associação civil sem fins lucrativos como contribuinte118
- 1.12.1. Requisitos estatutários e o teste da ausência de fim lucrativo 118 1.12.2. Superávit não é lucro: o argumento e os seus limites120
- 1.12.3. A equiparação a empresária do art. 971 do Código Civil123
- 1.12.4. A equiparação do art. 27, § 13, da Lei 9.615/1998 e o CARF124
- 1.13. A Sociedade Anônima do Futebol127
- 1.13.1. Natureza jurídica e formas de constituição128
- 1.13.2. Ações ordinárias de classe A e o poder do clube original130
- 1.13.3. Governança obrigatória e as inovações da Lei 15.427/2026132
- 1.13.4. A SAF como contribuinte: efeitos fiscais da forma societária134
- 1.14. Outras figuras subjetivas do setor139
- 1.14.1. O atleta pessoa física e a pessoa jurídica de imagem139
- 1.14.2. O agente esportivo e o art. 95 da Lei 14.597/2023142
- 1.14.3. Empresas de marketing esportivo, produtoras e emissoras143
- 1.14.4. Fundos e investidores em direitos econômicos144
- 1.15. Domicílio tributário, estabelecimento e inscrições cadastrais 146 1.16. Responsabilidade tributária no esporte151
- 1.16.1. Responsabilidade de terceiros e dos dirigentes151
- 1.16.2. Sucessão empresarial nos arts. 132 e 133 do CTN154
- 1.16.3. Grupo econômico e solidariedade do art. 124 do CTN157
- 1.17. A não sucessão da SAF em confronto com o Código Tributário Nacional159
- 1.17.1. O desenho legal e o repasse obrigatório de receitas ao clube original160
- 1.17.2. A reserva de lei complementar do art. 146, III, da Constituição161
- 1.17.3. Cenários de risco e a posição da Fazenda Pública163
- 1.18. O Regime Centralizado de Execuções168
- 1.18.1. Estrutura, prazos e ordem de credores168
- 1.18.2. O art. 187 do CTN e a não sujeição do crédito tributário a concurso171
- 1.18.3. Conversão de créditos em ações e efeitos fiscais173
- 1.19. PROFUT: dez anos de parcelamento especial do futebol176
- 1.19.1. As condições de permanência no programa176
- 1.19.2. O parcelamento, as reduções e a exclusão177
- 1.19.3. A ADI 5450 e o limite das sanções esportivas por dívida fiscal 179 1.20. Transação tributária aplicada ao esporte180
- 1.21. Quadro comparativo: clube associativo, clube-empresa e SAF184
- PARTE II — OS TRIBUTOS EM ESPÉCIE191
- Capítulo 2: Os tributos municipais no esporte191
- 2.1. O ISS e o esporte: visão geral e taxatividade da lista de serviços193
- 2.1.1. A lista da LC 116/2003 é taxativa e o que isso significa no setor194 2.1.2. Interpretação extensiva dentro do item e vedação da analogia 196 2.2. A regra-matriz do ISS aplicada ao espetáculo esportivo197
- 2.2.1. Critério material: o subitem 12.11 da lista de serviços197
- 2.2.2. Critério espacial: o art. 3º, XVIII, e o município do estádio198
- 2.2.3. Critério temporal e o momento da realização do evento200
- 2.2.4. Critério pessoal: quem é o prestador em uma partida201
- 2.2.5. Critério quantitativo: bilheteria bruta, cortesias e permutas203
- 2.3. Exploração de estádios, arenas, ginásios e quadras204
- 2.3.1. O subitem 3.03 e o seu alcance204
- 2.3.2. A regra geral do caput do art. 3º e a guerra fiscal entre municípios206
- 2.3.3. Arenas multiuso e a segregação de receitas por natureza207
- 2.4. Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda208
- 2.5. Patrocínio esportivo e o ISS209
- 2.5.1. Patrocínio puro, patrocínio com contrapartida e doação209
- 2.5.2. Os subitens 17.06, 17.25 e 10.08 e o veto histórico ao item 17.07211
- 2.5.3. Dissecando o contrato de patrocínio: qualificação cláusula a cláusula212
- 2.6. Naming rights de estádios e arenas213
- 2.6.1. Natureza jurídica de um contrato atípico214
- 2.6.2. Enquadramentos possíveis e a ausência de precedente tributário215
- 2.6.3. Equipamentos públicos e a cessão onerosa de nome216
- 2.7. Cessão de direito de imagem e ISS: por que não incide216
- 2.7.1. Obrigação de dar e obrigação de fazer: o art. 110 do CTN217
- 2.7.2. A posição do STJ na cessão de imagem de atletas218
- 2.7.3. O contraponto do Tema 581 e o conceito constitucional de serviço219
- 2.8. Intermediação e agenciamento no esporte221
- 2.8.1. A comissão do agente e o conceito de estabelecimento prestador221
- 2.8.2. Agente estrangeiro, ISS na importação de serviço e o art. 3º, I .224 2.9. Transmissão e conteúdo audiovisual: o subitem 1.09 e o limite do ICMS226
- 2.10. Academias, escolinhas e a prática esportiva como serviço228
- 2.10.1. Subitens aplicáveis e a fronteira com os serviços de educação228 2.10.2. Clubes sociais e a mensalidade do associado230
- 2.11. Alíquota, base de cálculo e retenção do ISS no setor233
- 2.11.1. A alíquota mínima de dois por cento e a LC 157/2016233
- 2.11.2. Responsabilidade tributária municipal e retenção pelo tomador234
- 2.12. IPTU de estádios, centros de treinamento e sedes sociais238
- 2.12.1. Imunidade, isenção e a súmula vinculante sobre imóveis alugados238
- 2.12.2. Imóveis cedidos a terceiros e exploração comercial239
- 2.13. ITBI na integralização de imóveis na SAF e nas reorganizações do clube240
- 2.13.1. A imunidade do art. 156, § 2º, I, e os seus limites240
- 2.13.2. Atividade preponderante e a entidade desportiva242
- 2.14. Taxas municipais incidentes sobre eventos esportivos243
- 2.15. Quadro-síntese: receita do clube, subitem da lista e município competente245
- Capítulo 3: Os tributos estaduais no esporte248
- 3.1. O ICMS no ecossistema esportivo: onde ele realmente aparece250
- 3.2. ICMS sobre mercadorias no esporte252
- 3.2.1. Loja do clube, licenciamento e produtos oficiais252
- 3.2.2. Substituição tributária de vestuário e artigos esportivos254
- 3.2.3. Brindes, permutas e mercadorias entregues a patrocinadores .257 3.3. Alimentos e bebidas em estádios e arenas259
- 3.3.1. A Súmula 163 do STJ e o valor total da operação259
- 3.3.2. Concessionários, camarotes e a identificação do contribuinte261
- 3.4. ICMS-comunicação e a transmissão de eventos esportivos263
- 3.4.1. A hipótese de incidência do art. 2º, III, da LC 87/1996263
- 3.4.2. A imunidade da radiodifusão livre e gratuita265
- 3.4.3. TV por assinatura e o serviço de acesso condicionado266
- 3.4.4. Streaming e o subitem 1.09: a fronteira entre ICMS e ISS267
- 3.4.5. Pay-per-view, canais de clubes e plataformas de liga270
- 3.5. Importação de equipamentos e materiais esportivos273
- 3.5.1. ICMS na importação e o destinatário jurídico da mercadoria273
- 3.5.2. Admissão temporária de equipamento de competição274
- 3.6. Benefícios fiscais estaduais e a Lei Complementar 24/1975276
- 3.6.1. Convênios do CONFAZ e o incentivo ao esporte via ICMS277
- 3.6.2. Até quando vale um programa estadual: três marcos que não se somam280
- 3.7. ITCMD e as doações ao esporte282
- 3.7.1. Doações a entidades desportivas e a não incidência constitucional282
- 3.7.2. Legados, patrocínios e a fronteira com o ITCMD283
- 3.8. IPVA no esporte286
- 3.8.1. Frota de clubes, ônibus de delegação e veículos de competição286
- 3.8.2. Automobilismo, motovelocidade e náutica esportiva288
- 3.9. Quadro-síntese das incidências estaduais no esporte290
- Capítulo 4: Os tributos federais no esporte293
- 4.1. IRPJ, CSLL, PIS e Cofins das entidades esportivas295
- 4.1.1. Os regimes de apuração e a escolha da entidade esportiva295
- 4.1.2. A entidade isenta: o art. 15 da Lei 9.532/1997297
- 4.1.3. A entidade tributada pelo lucro real305
- 4.1.4. Direitos federativos e econômicos na apuração do resultado314
- 4.1.5. Lucro presumido e lucro arbitrado no esporte320
- 4.1.6. O Simples Nacional e as atividades esportivas325
- 4.1.7. PIS/Pasep e Cofins330
- 4.1.8. CSLL: base de cálculo e alíquotas aplicáveis336
- 4.1.9. IOF, IPI e demais tributos federais residuais no esporte337
- 4.1.10. Quadro-síntese: receita típica e tratamento nos tributos federais338
- 4.2. O IRPF do atleta, o direito de arena e a cessão de imagem340
- 4.2.1. O atleta como contribuinte do imposto sobre a renda341
- 4.2.2. A composição da remuneração do atleta profissional344
- 4.2.3. O direito de arena349
- 4.2.4. A cessão do direito de imagem do atleta354
- 4.2.5. Pejotização do atleta e a requalificação pelo Fisco359
- 4.2.6. Rendimentos recebidos acumuladamente nas ações trabalhistas do esporte366
- 4.2.7. Ganho de capital do atleta368
- 4.2.8. Carnê-leão e rendimentos recebidos sem retenção370
- 4.2.9. Prêmios, premiações e brindes recebidos por atletas371
- 4.2.10. Planejamento tributário lícito da carreira do atleta375
- 4.3. Transferências de atletas e a tributação internacional do esporte377
- 4.3.1. Anatomia jurídica de uma transferência377
- 4.3.2. Transferências nacionais: a tributação de cada verba380
- 4.3.3. Transferências internacionais: a saída de atletas do Brasil384
- 4.3.4. Transferências internacionais: a entrada de atletas no Brasil390
- 4.3.5. Residência fiscal do atleta397
- 4.3.6. Acordos para evitar a dupla tributação399
- 4.3.7. O atleta brasileiro que atua no exterior404
- 4.3.8. O atleta estrangeiro no Brasil407
- 4.3.9. Operações entre partes relacionadas e preços de transferência no esporte410
- 4.3.10. Quadro-síntese das remessas ao exterior no futebol411
- 4.4. Contribuições previdenciárias e o custeio da seguridade no esporte413
- 4.4.1. O regime substitutivo do futebol no art. 22 da Lei 8.212/1991 .414 15 4.4.2. Responsabilidade pelo recolhimento421
- 4.4.3. Extensão às sociedades empresárias e à SAF425
- 4.4.4. O atleta como segurado do Regime Geral de Previdência Social429
- 4.4.5. Categorias de base e atletas em formação434
- 4.4.6. Os demais profissionais do esporte437
- 4.4.7. Atletas militares, servidores e regimes próprios440
- 4.4.8. O passivo previdenciário na conversão de clube em SAF442
- 4.4.9. FGTS, contribuições de terceiros e RAT/FAP no esporte445
- 4.4.10. Quadro comparativo: clube tradicional e SAF no custeio previdenciário446
- PARTE III — REGIMES ESPECIAIS, FOMENTO E MEGAEVENTOS451
- Capítulo 5: A SAF e o regime de tributação específica do futebol451
- 5.1. Por que o legislador criou um regime próprio para o futebol453
- 5.2. A arquitetura do TEF na Lei 14.193/2021455
- 5.2.1. Sujeição automática ao regime456
- 5.2.2. Tributos substituídos e tributos remanescentes458
- 5.2.3. Base de cálculo: receitas recebidas e o regime de caixa460
- 5.2.4. As duas fases do regime e a mudança de alíquota461
- 5.2.5. A exclusão temporária da cessão de direitos desportivos463
- 5.2.6. A inclusão do sócio-torcedor pela Lei 15.427/2026465
- 5.2.7. Prazo de recolhimento e repartição da arrecadação466
- 5.3. O programa de desenvolvimento educacional e social como condição467
- 5.3.1. Conteúdo obrigatório e prazo de instituição467
- 5.3.2. A perda do regime por descumprimento468
- 5.3.3. Benefício fiscal condicionado a contrapartida social: análise crítica470
- 5.4. O que fica fora do regime específico472
- 5.4.1. O ISS municipal e a competência intocada472
- 5.4.2. IOF, ganho de capital e aplicações financeiras473
- 5.4.3. FGTS e contribuições destinadas a terceiros474
- 5.4.4. Atividades econômicas estranhas ao futebol476
- 5.5. Controvérsias em curso sobre a base de cálculo477
- 5.5.1. Receita de terceiros que apenas transita pela SAF478
- 5.5.2. O direito de arena repassado ao sindicato integra a base?480
- 5.5.3. Permutas e recebimentos que não são em dinheiro481
- 5.6. O regime específico comparado aos demais regimes484
- 5.6.1. Comparação com o lucro real e com o lucro presumido486
- 5.6.2. Comparação com o regime substitutivo do art. 22 da Lei 8.212/1991487
- 5.6.3. Comparação com o Simples Nacional488
- 5.7. O regime específico no novo sistema de consumo490
- 5.8. Conformidade: apuração, segregação de receitas e escrituração493
- 5.9. Estudo integrado: a conversão de um clube em SAF, ano a ano495
- Capítulo 6: Imunidades, isenções, terceiro setor e incentivo fiscal ao esporte499
- 6.1. Imunidade e isenção: a distinção que o setor mais confunde501
- 6.2. A imunidade do art. 150, VI, c, da Constituição503
- 6.2.1. Instituições de educação e de assistência social: o clube se enquadra?504
- 6.2.2. Os requisitos do art. 14 do Código Tributário Nacional505
- 6.2.3. Imóveis alugados a terceiros e a jurisprudência sumulada505
- 6.2.4. Aplicações financeiras e a extensão da imunidade506
- 6.2.5. A jurisprudência sobre clubes recreativos e esportivos507
- 6.3. A imunidade das contribuições da seguridade social507
- 6.3.1. A exigência de lei complementar e a LC 187/2021508
- 6.3.2. O CEBAS e a ausência do esporte como área certificável509
- 6.3.3. O esporte como instrumento de assistência social: um caminho possível511
- 6.4. Outras imunidades com reflexo no esporte512
- 6.4.1. Imunidade recíproca e equipamentos esportivos públicos512
- 6.4.2. Imunidade de livros, periódicos e conteúdo esportivo513
- 6.4.3. Imunidade de fonogramas e a produção musical do esporte514
- 6.5. As isenções infraconstitucionais das entidades esportivas514
- 6.5.1. Isenção de IRPJ e CSLL515
- 6.5.2. Isenção de Cofins sobre receitas próprias516
- 6.5.3. Isenções estaduais e municipais518
- 6.6. O esporte olímpico e paralímpico518
- 6.6.1. As entidades nacionais de administração e sua natureza jurídica519
- 6.6.2. Repasses públicos e o seu tratamento tributário520
- 6.6.3. Delegações, competições internacionais e a premiação de atletas522
- 6.7. O esporte amador, escolar e universitário523
- 6.7.1. Ligas amadoras, associações de bairro e clubes de várzea523
- 6.7.2. Esporte escolar e a Lei Geral do Esporte524
- 6.7.3. Esporte universitário e as entidades estudantis524
- 6.8. O paradesporto525
- 6.8.1. Entidades do paradesporto e suas fontes de custeio525
- 6.8.2. O impacto das reduções lineares de benefícios fiscais527
- 6.9. O atleta amador e o atleta não profissional528
- 6.9.1. Ausência de vínculo e existência de renda tributável528
- 6.9.2. Ajudas de custo, bolsas e patrocínios individuais529
- 6.10. Perda do benefício: causas, procedimento e consequências . 530 6.11. Quadro-síntese das desonerações por tipo de entidade532
- 6.12. Por que o incentivo existe: a vedação geral à dedução de doações535
- 6.13. Da Lei 11.438/2006 à LC 222/2025: itinerário de uma política pública536
- 6.13.1. O regime original e a prorrogação de 2022537
- 6.13.2. O veto de 2023 que preservou a Lei de Incentivo ao Esporte538
- 6.13.3. A revogação pela LC 222/2025 e o novo regime permanente .539 6.14. A Lei Complementar 222/2025 em detalhe540
- 6.14.1. Tributos alcançáveis e a abertura aos entes subnacionais540
- 6.14.2. Patrocínio e doação: as definições legais541
- 6.14.3. Pessoa vinculada e as vedações ao benefício542
- 6.14.4. Níveis da prática esportiva elegíveis543
- 6.14.5. Percentuais de dedução para pessoa jurídica e pessoa física544
- 6.14.6. A regra de transição até o ano-calendário de 2027549
- 6.14.7. Teto global anual e habilitação prévia dos projetos550
- 6.14.8. Prestação de contas, fiscalização e sanções551
- 6.15. A regulamentação: o Decreto 12.861/2026 e as portarias do setor552
- 6.15.1. Cadastramento, comissão técnica e limites por proponente552
- 6.15.2. Despesas administrativas e contrapartidas obrigatórias553
- 6.16. A Lei Complementar 224/2025 e o corte linear de benefícios 554 6.16.1. A regra geral de redução e as suas exceções554
- 6.16.2. O incentivo ao esporte está protegido pela exceção do teto global?556
- 6.16.3. A posição da Receita Federal e a disputa legislativa em curso.557 6.17. Incentivos estaduais e municipais ao esporte558
- 6.17.1. ICMS: convênio, Lei Complementar 24/1975 e programas estaduais559
- 6.17.2. ISS: leis municipais de incentivo e o marco de 2033560
- 6.18. O financiamento do esporte por loterias561
- 6.18.1. A Lei Agnelo/Piva e o art. 56 da Lei Pelé562
- 6.18.2. A Lei 13.756/2018 e a destinação por modalidade lotérica563
- 6.18.3. Natureza jurídica dos repasses e seu tratamento fiscal565
- 6.19. Bolsa Atleta e programas de apoio individual566
- 6.19.1. O programa na Lei Geral do Esporte e a ausência de vínculo567
- 6.19.2. A tributação da bolsa pelo IRPF: desfazendo o mito da isenção568
- 6.19.3. Bolsas estaduais e municipais570
- 6.20. Patrocínio de estatais e de empresas públicas ao esporte571
- 6.21. Fundos de esporte e outras fontes de financiamento573
- 6.22. Quadro-síntese do fomento: instrumento, tributo, limite e base legal575
- Capítulo 7: Megaeventos esportivos e regimes fiscais temporários578
- 7.1. A técnica legislativa dos regimes tributários ad hoc580
- 7.2. Copa das Confederações 2013 e Copa do Mundo 2014582
- 7.2.1. Beneficiários: FIFA, subsidiária, comitê organizador e emissora fonte582
- 7.2.2. Desonerações concedidas e a sua extensão583
- 7.2.3. O RECOPA e a construção e reforma de estádios585
- 7.2.4. Vigência e encerramento do regime587
- 7.3. Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016588
- 7.3.1. COI, comitês nacionais, federações internacionais e órgãos do movimento589
- 7.3.2. Admissão temporária de bens de competição590
- 7.3.3. Isenção de renda para não residentes vinculados ao evento591
- 7.3.4. Vigência e encerramento do regime594
- 7.4. O que os precedentes ensinam594
- 7.4.1. Elementos comuns dos regimes de megaevento595
- 7.4.2. Custo fiscal, contrapartidas e avaliação de resultado596
- 7.4.3. Isenção heterônoma e o art. 151, III, da Constituição598
- 7.5. A Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027 no Brasil598
- 7.5.1. O evento, as sedes e o calendário599
- 7.5.2. A Lei Complementar 232/2026 e a autorização de isenção do ISS600
- 7.5.3. A condicionante da lei federal pressuposta600
- 7.5.4. O que ainda falta definir e o risco de insegurança jurídica602
- 7.6. Eventos internacionais recorrentes sediados no Brasil603
- 7.6.1. Etapas de circuitos mundiais, automobilismo e esportes de combate604
- 7.6.2. Contratação de atletas e delegações estrangeiras604
- 7.6.3. Retenção sobre premiação paga a não residentes605
- 7.7. Entidades internacionais e a sua presença fiscal no Brasil607
- 7.7.1. Estabelecimento permanente de federação internacional608
- 7.7.2. Remessas a entidades internacionais e tratados aplicáveis609
- 7.8. Megaeventos no ambiente do IBS e da CBS610
- 7.9. Quadro comparativo dos regimes de megaevento no Brasil612
- PARTE IV — RISCO, CONTROLE E CONTENCIOSO615
- Capítulo 8: Fraudes, fiscalização e auditoria das entidades esportivas615
- 8.1. O mapa do risco fiscal no esporte brasileiro617
- 8.2. Fraudes na remuneração do atleta618
- 8.2.1. Contrato de imagem sem uso comercial da imagem619
- 8.2.2. Superação do teto legal e desproporção entre salário e imagem619
- 8.2.3. Pagamentos por fora de prêmios e luvas620
- 8.2.4. Interposição de pessoa jurídica sem substância econômica621
- 8.3. Fraudes nas transferências de atletas621
- 8.3.1. Subfaturamento e sobrepreço no valor da transferência622
- 8.3.2. Empresários interpostos e comissões dissimuladas623
- 8.3.3. Triangulação por jurisdições de tributação favorecida623
- 8.3.4. Direitos econômicos ocultos e a propriedade de terceiros disfarçada624
- 8.4. Fraudes no aproveitamento de incentivos fiscais625
- 8.4.1. Projetos fictícios e superfaturamento de custos625
- 8.4.2. Benefício direcionado a pessoa vinculada ao patrocinador626
- 8.4.3. Desvio de finalidade e prestação de contas simulada627
- 8.5. Abuso da forma associativa627
- 8.5.1. Distribuição disfarçada de superávit628
- 8.5.2. Remuneração indireta de dirigentes628
- 8.5.3. Clube de fachada e atividade empresarial mascarada629
- 8.6. Fraudes na bilheteria e nas receitas de evento630
- 8.6.1. Ingressos não escriturados e cortesias artificiais630
- 8.6.2. Camarotes, hospitalidade e pacotes vinculados631
- 8.7. Planejamento tributário lícito e simulação631
- 8.7.1. Propósito negocial, substância e o parágrafo único do art. 116 do CTN632
- 8.7.2. Os indícios que o Fisco efetivamente utiliza no setor633
- 8.8. Consequências: multa qualificada, responsabilidade e representação fiscal634
- 8.9. Casos concretos e o que eles ensinam635
- 8.10. O ecossistema de informação fiscal do esporte639
- 8.10.1. O dever de reporte das entidades de administração do desporto640
- 8.10.2. Cruzamentos entre federações, Banco Central e Receita Federal641
- 8.11. Obrigações acessórias federais641
- 8.11.1. eSocial e o vínculo do atleta profissional643
- 8.11.2. EFD-Reinf e o evento de receita de espetáculo desportivo644
- 8.11.3. DCTFWeb e a confissão do débito previdenciário645
- 8.11.4. ECD, ECF e a escrituração das entidades isentas646
- 8.11.5. Declarações de operações e de bens no exterior647
- 8.12. Obrigações acessórias municipais e estaduais648
- 8.12.1. Nota fiscal de serviço, ISS de eventos e regimes especiais648
- 8.12.2. Documentos fiscais na venda de ingressos649
- 8.13. O roteiro de auditoria de um clube ou de uma SAF649
- 8.13.1. Papéis de trabalho e documentos requisitados650
- 8.13.2. Conciliação entre bilheteria, borderô, ISS e contribuição substitutiva651
- 8.13.3. Conciliação entre folha, contratos de imagem e EFD-Reinf652
- 8.13.4. Conciliação entre transferências, remessas e IRRF653
- 8.13.5. Conciliação entre incentivos, projetos aprovados e prestação de contas653
- 8.14. A fiscalização do regime específico do futebol654
- 8.15. O processo administrativo fiscal aplicado ao setor655
- 8.15.1. O auto de infração típico e as teses de defesa mais frequentes657
- 8.15.2. A jurisprudência administrativa do esporte no CARF659
- 8.16. Certidões, regularidade fiscal e consequências desportivas660
- 8.16.1. Regularidade como condição de acesso a recursos públicos660
- 8.16.2. O limite constitucional das sanções políticas661
- 8.17. Auditoria interna e controles do clube662
- 8.18. Lista de verificação de conformidade fiscal para clubes e SAF663 Capítulo 9: Teses tributárias, crimes e compliance fiscal no esporte667
- 9.1. Como usar este capítulo669
- 9.2. Teses sobre a contribuição substitutiva do futebol671
- 9.2.1. Exclusão de receitas de terceiros da base de cálculo671
- 9.2.2. Não incidência sobre repasses de direito de arena673
- 9.2.3. A contribuição de terceiros após a substituição673
- 9.2.4. Patrocínio em bens e serviços e a mensuração da base674
- 9.3. Teses sobre o ISS no esporte674
- 9.3.1. Não incidência sobre a cessão de direito de imagem675
- 9.3.2. Não incidência sobre patrocínio sem contrapartida publicitária676 9.3.3. Base de cálculo da bilheteria e exclusão de repasses obrigatórios677
- 9.3.4. Município competente na exploração de arenas678
- 9.4. Teses sobre IRPJ, CSLL e a isenção das associações678
- 9.4.1. Manutenção da isenção do clube que mantém futebol profissional679
- 9.4.2. Amortização de direitos federativos e a norma contábil vigente679
- 9.4.3. Receita de transferência e o momento do reconhecimento680
- 9.5. Teses sobre PIS e Cofins681
- 9.5.1. Receitas próprias das entidades sem fins lucrativos681
- 9.5.2. Exclusão de tributos sobre consumo da base de cálculo682
- 9.6. Teses do atleta682
- 9.6.1. Direito de arena e a alegada natureza indenizatória682
- 9.6.2. Rendimentos acumulados e a alíquota aplicável às condenações683
- 9.6.3. Ganho de capital na alienação de direitos econômicos684
- 9.7. Teses sobre incentivos e imunidades686
- 9.7.1. Inaplicabilidade do corte linear de benefícios ao incentivo ao esporte686
- 9.7.2. Imunidade da entidade esportiva com finalidade assistencial687
- 9.7.3. Direito adquirido a incentivos estaduais e municipais até 2033 687 9.8. Teses sobre o regime específico do futebol688
- 9.8.1. Base de cálculo e receitas alheias688
- 9.8.2. Manutenção do regime diante de descumprimento formal689
- 9.8.3. Sucessão tributária e a não responsabilidade da SAF689
- 9.9. Teses da transição para o IBS e a CBS690
- 9.10. Quadro de teses: risco, chance, via processual e prazo692
- 9.11. A fronteira entre o ilícito tributário e o ilícito penal694
- 9.12. Os tipos penais aplicáveis ao esporte695
- 9.12.1. Sonegação fiscal e a Lei 8.137/1990696
- 9.12.2. Apropriação indébita previdenciária697
- 9.12.3. Sonegação de contribuição previdenciária698
- 9.12.4. Falsidade documental e uso de documento falso no setor699
- 9.13. Lavagem de dinheiro e o futebol700
- 9.13.1. Por que o setor é considerado de risco elevado700
- 9.13.2. Tipologias reconhecidas: transferências, patrocínios e intermediação701
- 9.13.3. Deveres de comunicação e o papel do COAF701
- 9.14. Corrupção privada, manipulação de resultados e reflexos fiscais702
- 9.15. Responsabilidade dos dirigentes703
- 9.15.1. Responsabilidade tributária pessoal do art. 135 do CTN704
- 9.15.2. Entidades que recebem verba pública e o controle externo705
- 9.15.3. A responsabilidade dos administradores da SAF706
- 9.16. Extinção da punibilidade pelo pagamento e pelo parcelamento707
- 9.17. Representação fiscal para fins penais e o momento da denúncia709
- 9.18. Programa de conformidade fiscal para clubes e SAF710
- 9.18.1. Estrutura mínima: política, comitê e canal de denúncia711
- 9.18.2. Matriz de riscos fiscais do esporte712
- 9.18.3. Diligência prévia em contratos de imagem, agentes e transferências713
- 9.18.4. A governança da Lei 15.427/2026 como vetor de conformidade714
- 9.18.5. Indicadores, monitoramento e revisão periódica714
- 9.19. Modelo comentado de matriz de riscos fiscais715
- PARTE V — FRONTEIRAS E FUTURO722
- Capítulo 10: E-sports, fan tokens, NFT e a economia digital do esporte722
- 10.1. O esporte eletrônico como setor econômico724
- 10.1.1. Organizações, ligas, desenvolvedoras e jogadores724
- 10.1.2. O marco legal dos jogos eletrônicos e o seu silêncio tributário725
- 10.1.3. E-sport é esporte para fins tributários?725
- 10.2. A tributação das organizações de e-sports727
- 10.2.1. Enquadramento societário e regime de apuração727
- 10.2.2. Receitas: patrocínio, transmissão, premiação e conteúdo727
- 10.2.3. ISS: diversão eletrônica ou competição de destreza intelectual?728
- 10.3. A tributação do jogador profissional de e-sports729
- 10.3.1. Vínculo, contrato e enquadramento previdenciário729
- 10.3.2. Premiação em dinheiro e premiação em bens730
- 10.3.3. Prêmios recebidos do exterior730
- 10.4. Streamers, criadores de conteúdo e monetização731
- 10.4.1. Receitas de plataforma, doações e assinaturas732
- 10.4.2. Pessoa física, MEI e pessoa jurídica: comparação de carga732
- 10.4.3. Rendimentos de fonte estrangeira e carnê-leão733
- 10.5. Fan tokens734
- 10.5.1. O que são e o que conferem ao torcedor734
- 10.5.2. Ativo virtual, programa de fidelidade ou valor mobiliário?735
- 10.5.3. Tributação na emissão pelo clube736
- 10.5.4. Tributação na negociação pelo torcedor736
- 10.6. NFT e colecionáveis digitais de clubes737
- 10.6.1. Natureza jurídica e o marco legal dos ativos virtuais737
- 10.6.2. Ganho de capital e obrigações declaratórias738
- 10.6.3. Royalties de revenda e remessas ao exterior739
- 10.7. Obrigações declaratórias de criptoativos aplicadas ao setor740
- 10.8. Novos modelos de negócio do esporte digital742
- 10.8.1. Plataformas de conteúdo próprio dos clubes743
- 10.8.2. Realidade virtual, metaverso e estádios digitais743
- 10.8.3. Dados de torcedores e a monetização da audiência744
- 10.9. IBS e CBS sobre ativos virtuais e conteúdo digital744
- 10.10. Lacunas regulatórias e propostas de aperfeiçoamento legislativo747
- Capítulo 11: A reforma tributária aplicada ao esporte749
- 11.1. A Emenda Constitucional 132/2023 e o novo desenho do consumo751
- 11.1.1. IBS, CBS e Imposto Seletivo: arquitetura do novo sistema751
- 11.1.2. A SAF no texto constitucional: o regime específico do art. 156-A752
- 11.1.3. As atividades desportivas na cesta de redução de sessenta por cento753
- 11.1.4. O art. 149-B e a extensão das imunidades aos novos tributos 754 11.2. A Lei Complementar 214/2025 e o esporte755
- 11.2.1. Estrutura da lei e onde o esporte aparece755
- 11.2.2. O regime diferenciado das atividades desportivas756
- 11.2.3. O alcance da redução: prática, bilheteria, patrocínio e transmissão756
- 11.2.4. O regime específico da Sociedade Anônima do Futebol757
- 11.2.5. Créditos, não cumulatividade e o efeito de recuperação758
- 11.3. A Lei Complementar 227/2026 e o redesenho da tributação da SAF759
- 11.3.1. A alíquota total e a sua composição760
- 11.3.2. Os vetos presidenciais e o que eles preservaram762
- 11.3.3. Vigência e regra de transição763
- 11.4. Clubes associativos e entidades sem fins lucrativos no novo sistema764
- 11.4.1. A imunidade que não veio764
- 11.4.2. Redução de alíquota não é desoneração765
- 11.4.3. A assimetria entre SAF e associação e o debate legislativo766
- 11.4.4. A proposta de regime especial para associações desportivas768
- 11.5. Operações típicas do esporte no IBS e na CBS769
- 11.5.1. Ingressos e bilheteria770
- 11.5.2. Patrocínio e licenciamento de marca771
- 11.5.3. Direitos de difusão e conteúdo audiovisual771
- 11.5.4. Cessão de direito de imagem772
- 11.5.5. Transferências de atletas e importação de direitos desportivos772
- 11.5.6. Sócio-torcedor, hospitalidade e serviços de estádio774
- 11.6. Split payment e o fluxo de caixa do esporte774
- 11.6.1. O mecanismo e os seus efeitos sobre a bilheteria digital775
- 11.6.2. A convivência com o recolhimento unificado da SAF775
- 11.7. O Imposto Seletivo e o esporte777
- 11.8. O cronograma de transição e o que fazer em cada ano779
- 11.8.1. 2026: o ano de teste780
- 11.8.2. 2027: CBS plena e extinção de PIS e Cofins780
- 11.8.3. 2029 a 2032: a substituição gradual de ICMS e ISS781
- 11.8.4. 2033: o sistema definitivo781
- 11.8.5. A alíquota de referência e o seu processo de fixação782
- 11.9. Os incentivos ao esporte no novo sistema782
- 11.9.1. O incentivo sobre o imposto de renda sobrevive à reforma783
- 11.9.2. Programas de ICMS e de ISS e o marco de 2033783
- 11.10. Contencioso do IBS e da CBS aplicado ao esporte784
- 11.11. Agenda de riscos e oportunidades para clubes, SAF e atletas785
- 11.12. Quadro final: cada receita do esporte antes e depois da reforma787
Nenhum item do sumário corresponde a esse termo.
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