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Tributação Setorial

Curso de Tributação — Profissionais Liberais e Serviços Corporativos

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 09/08/2026

Páginas
746
Formato
16 x 22,9 x 3,8 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O Curso de Tributação de Serviços Profissionais e Corporativos, de João Pavão Neto, consagra-se como um manual definitivo para a eficiência e segurança fiscal no Brasil. A obra traduz o complexo sistema normativo em diretrizes práticas, estruturando-se de forma abrangente em quatro eixos fundamentais. No âmbito do planejamento tributário, a obra aborda a organização lícita de estruturas corporativas e a correta qualificação das obrigações, orientando a modelagem de operações preventivas que otimizam o fluxo de caixa com pleno respaldo jurídico.

Em relação à dinâmica de tributação e recuperação de créditos, o livro mapeia os critérios normativos para a apuração exata de impostos e retenções.

Sumário completo da obra 191 entradas
  1. Capítulo 1 — O Setor de Apoio Técnico e os Profissionais Liberais no Ordenamento20
  2. 1.1. A Natureza Jurídica da Obrigação: Obrigação de Fazer Intelectual vs. Obrigação de Resultado20
  3. 1.1.1. Fundamentos Doutrinários: A Obrigação de Fazer como Núcleo do ISSQN20
  4. 1.1.2. A Obrigação de Meio e o Fenômeno da Consumação do Serviço 22 1.1.3. A Obrigação de Resultado e o Cancelamento da Base de Cálculo23 1.1.4. Engenharia e Arquitetura: O Desdobramento da Obrigação24
  5. 1.1.5. A Responsabilidade do Auditor Independente e do Contador25
  6. 1.1.6. O Caso Especial dos Honorários de Êxito (Success Fee)26
  7. 1.1.7. Arbitramento da Base de Cálculo em Serviços de Meio (Art. 148 do CTN)27
  8. 1.1.8. Desmaterialização, Virtualização e a Exportação de Inteligência.28 1.1.9. A Transição para o IBS e CBS: O Fim das Diferenciações?29
  9. 1.1.10. Síntese dos Impactos Fiscais por Segmento Profissional30
  10. 1.1.11. Conclusão do Tópico30
  11. 1.2. A Diferenciação Operacional do Setor31
  12. 1.2.1. O Profissional Autônomo e as Sociedades Uniprofissionais (SUP)32
  13. 1.2.2. A Sociedade Empresária de Serviços: As Big Four, bancas Full Service e o BPO35
  14. 1.2.3. Agências de Publicidade, Marketing Digital e Assessorias de Imprensa38
  15. 1.2.4. O modelo de Franchising (Franquias) e as holdings de marcas41
  16. 1.3. A Desmaterialização do Serviço Corporativo44
  17. 1.3.1. O Teletrabalho (Home Office), a virtualização dos escritórios e a exportação de inteligência (Pareceres e laudos para o exterior)47
  18. 1.4. A Sociedade Cooperativa como Forma de Organização da Prestação de Serviços Profissionais54
  19. 1.4.1. Conceito, Natureza Jurídica e Características Legais da Sociedade Cooperativa55
  20. 1.4.2. O Ato Cooperativo, o Ato Não Cooperativo e a Arquitetura Contábil dos Fundos Obrigatórios57
  21. 1.4.3. As Cooperativas de Trabalho e a Lei 12.690/2012: a Fronteira com a Intermediação de Mão de Obra59
  22. 1.4.4. O Adequado Tratamento Tributário ao Ato Cooperativo: o Art. 146, III, “c”, na Redação da EC 132/202362
  23. 1.4.5. A Tributação Federal I: IRPJ e CSLL63
  24. 1.4.6. A Tributação Federal II: PIS/COFINS e a Contribuição Previdenciária66
  25. 1.4.7. A Tributação Municipal: o ISSQN sobre as Cooperativas de Serviço70
  26. 1.4.8. A Tributação Estadual: o ICMS e o Ato Cooperativo74
  27. 1.4.9. A Vedação ao Simples Nacional e o Cotejo entre as Formas de Organização do Setor76
  28. 1.4.10. O Regime Específico do IBS e da CBS e o Julgamento Pendente do Tema 536 do STF79
  29. Capítulo 2 — O ISSQN nos Serviços Profissionais: a Regra-Matriz de Incidência e seus Aspectos85
  30. 2.1. A Regra-Matriz de Incidência do ISSQN e a Lista de Serviços85
  31. 2.2. Aspecto Espacial: A Territorialidade e o Domicílio Tributário93
  32. 2.2.1. A Regra Geral do Estabelecimento Prestador e a Configuração da “Unidade Econômica ou Profissional” em Cidades Distintas da Sede Formal97
  33. 2.3. Aspecto Temporal: O Fato Gerador e o Regime de Caixa vs. Competência104
  34. 2.3.1. A Natureza do Fato Gerador: Instantâneo, Continuado ou Complexivo104
  35. 2.3.2. Regime de Competência vs. Regime de Caixa (ou Faturamento)106
  36. 2.3.3. A emissão da NFS-e e a exigibilidade do imposto em contratos de êxito (Success Fee) e honorários sucumbenciais judiciais107
  37. 2.3.4. Aplicabilidade Prática e a Engenharia da Evasão109
  38. 2.3.5. O Futuro: O Impacto da Reforma Tributária (IBS e CBS)109
  39. 2.4. Aspecto Pessoal: Sujeição Ativa, Passiva e a Substituição Tributária110
  40. 2.4.1. O Contribuinte de Direito: As SUPs e as Sociedades Empresárias (PJs)112
  41. 2.4.2. A Retenção na Fonte Obrigatória: O risco de responsabilidade solidária do tomador115
  42. 2.5. Aspecto Quantitativo: A Base de Cálculo e a Análise Profunda do ISS Fixo120
  43. 2.5.1. A Dinâmica Geral da Base de Cálculo: O faturamento bruto, o repasse de custos e a glosa de “reembolso de despesas processuais/viagens” não comprovadas em relatórios de despesas121
  44. 2.5.3. O ISS Fixo dos Escritórios de Serviços Contábeis Optantes pelo Simples Nacional (Art. 18, § 22-A, da LC 123/2006): o Único Regime Híbrido do Setor131
  45. 2.6. As Obrigações Acessórias Municipais e a Nota Fiscal de Serviço Eletrônica145
  46. Capítulo 3 — A Dissecção do ISSQN por Segmento Profissional 153 3.1. Serviços de Advocacia (Item 17.14): A prestação de serviços jurídicos, a natureza intelectual da atividade, a atuação consultiva preventiva vs. o contencioso, e a delimitação do fato gerador nas diferentes esferas do Direito154
  47. 3.2. Serviços de Estatística e Pesquisa (Itens 17.21 e 17.01): A tributação de institutos de pesquisa, coleta e cruzamento de dados, pesquisas eleitorais, pesquisas de mercado e a fronteira dogmática com a mera cessão de tecnologia ou processamento de dados162
  48. 3.3. Contabilidade (Item 17.19), Auditoria (Item 17.16) e Perícias (Item 17.09): O enquadramento legal da inteligência financeira e a responsabilidade técnica172
  49. 3.4. Consultoria (Item 17.01) vs. Fornecimento de Mão de Obra (Item 17.05): A tênue linha tributária e as consequências da reclassificação fiscal pelo auditor182
  50. 3.5. Propaganda e Publicidade (Item 17.06): A separação entre a criação da campanha, a produção e a veiculação (mídia)192
  51. 3.5.1. A Criação: O Núcleo de Inteligência e a Base de Cálculo Própria194
  52. 3.5.2. A Produção: O Conflito com a Composição Gráfica e Audiovisual195
  53. 3.5.3. A Veiculação: A Esfera da Não Incidência e a Imunidade de Imprensa196
  54. 3.5.4. O Subitem 17.25 e a ADI 6034: A Publicidade Digital e a Vitória do ISS198
  55. 3.5.5. Bônus de Veiculação (BV) e Descontos-Padrão: A Remuneração Indireta199
  56. 3.5.6. Retail Media e a Atuação dos Supermercados (VPC)199
  57. 3.5.7. Territorialidade, Retenção e o Tema 1020 do STF200
  58. 3.6. Franchising e Franquias (Item 17.08): A complexidade do contrato misto202
  59. 3.7.1. A Natureza Jurídica da Administração e o Contrato de Mandato213
  60. 3.7.2. A Base de Cálculo: O Conceito de Preço do Serviço segundo Aires Barreto213
  61. 3.7.3. A Segregação Estrita: Reembolso de Despesas vs. Receita de Serviço215
  62. 3.7.4. A Retenção na Fonte Obrigatória pelos Condomínios Edilícios216
  63. 3.7.5. A Figura do Síndico Profissional e seu Enquadramento Fiscal217
  64. 3.7.6. Sociedades Uniprofissionais (SUP) e o Benefício do ISS Fixo218
  65. 3.7.7. Jurisprudência Consolidada e Comentários Doutrinários219
  66. 3.7.8. Inteligência Fiscal e Roteiro Prático de Auditoria220
  67. 3.7.9. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023)220
  68. 3.7.10. Síntese Didática e Recomendações221
  69. 3.8. A Intermediação Imobiliária: Corretagem, Imobiliárias e a Reconstrução do Aspecto Espacial pela Reforma Tributária222
  70. 3.8.1. O Corretor de Imóveis, o Sistema COFECI/CRECI e a Natureza Jurídica do Contrato de Corretagem223
  71. 3.8.2. O Aspecto Material: o Subitem 10.05 da Lista Anexa e suas Fronteiras226
  72. 3.8.3. O Aspecto Espacial: o Estabelecimento Prestador e a Inversão Promovida pela Reforma229
  73. 3.8.4. A Base de Cálculo e o Corretor Associado: a Partilha de Resultados da Lei 6.530/1978231
  74. 3.8.5. O ISS Fixo e a Barreira do Rol: por que o Tema 1.323 do STJ não Socorre as Sociedades de Corretores234
  75. 3.8.6. A Tributação Federal do Corretor Autônomo e da Imobiliária239
  76. 3.8.7. A Interface com a Tributação do Patrimônio: ITBI, ITCMD e a Não Incidência do ICMS242
  77. 3.8.8. A Corretagem no Regime Específico dos Bens Imóveis do IBS e da CBS244
  78. 3.8.9. Tipologias de Risco e Roteiro de Auditoria Fiscal na Intermediação Imobiliária248
  79. 3.9. A Parceria entre Escritórios de Advocacia: Titularidade dos Honorários, Competência Tributária e Documentação Fiscal252
  80. 3.9.1. A Moldura Estatutária: o Artigo 15, § 9º, e o Artigo 22, § 8º, do Estatuto da Advocacia253
  81. 3.9.2. As Manifestações da Receita Federal: as Soluções de Consulta Cosit 161/2025 e 118/2026256
  82. 3.9.3. A Natureza Jurídica do § 9º: as Quatro Correntes259
  83. 3.9.4. O Teste do Tema 1.024 do STF e a Tese Autoral263
  84. 3.9.5. A Consequência Documental e Contábil: Notas Segregadas e Escrituração do Centralizador265
  85. 3.9.6. O ISSQN, o Simples Nacional e o IBS e a CBS: Riscos Residuais268
  86. 3.9.7. Pontos em Aberto, Estudo de Caso e Síntese272
  87. 3.10. Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Subitens 7.01, 7.03, 7.19 e 7.20)274
  88. 3.11. Representação Comercial, Agenciamento, Leiloaria e Despacho Aduaneiro (Subitens 10.02, 10.07, 10.09 e 10.10)293
  89. 3.12. Os Serviços de Saúde no Recorte do Profissional Liberal300
  90. 3.13. Tecnologia da Informação, BPO e Serviços Técnicos Corporativos303
  91. 3.14. As Demais Profissões Regulamentadas e o Fechamento do Capítulo306
  92. Capítulo 4 — A Pessoa Física do Profissional: IRPF, Livro-Caixa e Equiparação309
  93. 4.1. O Profissional Autônomo e a Não Equiparação à Pessoa Jurídica309
  94. 4.2. O Carnê-Leão: o Imposto Mensal do Profissional317
  95. 4.3. O Livro-Caixa: as Deduções do Profissional Autônomo325
  96. 4.4. A Retenção na Fonte pelo Tomador Pessoa Jurídica e o “RPA” que a Lei não Conhece337
  97. 4.5. A Tabela Progressiva e o Redutor da Lei 15.270/2025: a Isenção que não é Isenção de Faixa344
  98. 4.6. Pessoa Física ou Pessoa Jurídica: a Fronteira Econômica e a Fronteira Jurídica352
  99. 4.7. O Autônomo no Município: ISS Fixo, Cadastro e Obrigações359
  100. 4.8. Síntese do Capítulo e Roteiro do Profissional Pessoa Física364
  101. Capítulo 5 — A Remuneração do Trabalho e do Capital no Escritório: Pró-Labore, Lucros e Dividendos370
  102. 5.1. A Dualidade da Remuneração do Sócio: Pró-Labore e Lucros370
  103. 5.2. O Regime do Art. 10 da Lei 9.249/1995 e Seus Limites377
  104. 5.3. A Retenção na Fonte de 10% sobre Lucros e Dividendos (Art. 6º-A da Lei 9.250/1995)384
  105. 5.4. A Tributação Mínima das Altas Rendas e o Redutor (Arts. 16-A e 16-B)394
  106. 5.5. A Transição: Lucros Apurados até 2025, Deliberação e a Janela de Três Anos404
  107. 5.6. O Silêncio da Lei quanto ao Simples Nacional412
  108. 5.7. Os Lucros Remetidos ao Exterior417
  109. 5.8. O Custo Previdenciário da Remuneração do Sócio423
  110. 5.9. Síntese do Capítulo, Matriz de Decisão e Roteiro de Compliance438
  111. Capítulo 6 — O Imposto de Renda, PIS/COFINS e o Simples Nacional445
  112. 6.1. A Tributação no Lucro Presumido e Lucro Real445
  113. 6.1.1. A presunção majorada (32%) para serviços profissionais regulamentados (Advocacia, Auditoria, Engenharia, Economia)448
  114. 6.1.2. A exclusão do ISSQN da base do PIS/COFINS cumulativo e não cumulativo dos grandes escritórios452
  115. 6.1.3. As Receitas Transferidas a Advogados Parceiros no IRPJ, na CSLL e no PIS/COFINS (IN RFB 2.264/2025 e SC Cosit 161/2025)456
  116. 6.2. As Retenções Federais (IRRF e CSRF)458
  117. 6.2.1. A alíquota de 4,65% (PIS/COFINS/CSLL) e 1,5% (IRRF) incidentes sobre faturas de consultoria técnica, jurídica, auditoria e publicidade (Art. 30 da Lei 10.833/03)459
  118. 6.3. O Simples Nacional e o Fator “R”468
  119. 6.3.1. Anexo III vs. Anexo IV vs. Anexo V: A armadilha do enquadramento para consultorias e empresas de T.I./Apoio administrativo e a gestão da folha de pagamento vs. faturamento bruto472
  120. 6.4. A Escolha do Regime de Apuração478
  121. 6.5. O PIS e a COFINS nas Sociedades de Serviços e o Problema do Crédito487
  122. Capítulo 7 — Serviços Profissionais Internacionais e Intragrupo495
  123. 7.1. A Importação de Serviços Profissionais: o Mapa das Incidências495
  124. 7.2. O Imposto de Renda na Fonte sobre Remessas498
  125. 7.3. A CIDE-Royalties e os Serviços Técnicos sem Transferência de Tecnologia504
  126. 7.4. PIS/COFINS-Importação e o ISS na Importação e na Exportação508
  127. 7.5. Preços de Transferência e os Serviços Intragrupo513
  128. 7.6. Rateio de Despesas e Centros de Serviços Compartilhados517
  129. Capítulo 8 — Tipologias de Fraude e o Planejamento Abusivo . 525 8.1. A “Pejotização” Endêmica e a Sociedade em Conta de Participação (SCP) Fictícia526
  130. 8.1.1. Advogados, arquitetos e contadores associados atuando como falsas “PJs independentes” para esvaziar o ISS Fixo da sociedade principal, burlar o Anexo IV do Simples e encobrir vínculo de emprego527
  131. 8.2. O Falso Reembolso de Despesas (Conta Transitória)534
  132. 8.2.1. Camuflagem de receitas tributáveis de escritórios de advocacia, consultorias e perícias lançadas no COSIF ou Livro Diário como “adiantamentos de clientes”, “custas judiciais” ou “reembolsos de viagens”, sem a emissão da NFS-e538
  133. 8.2.2. Diretrizes Práticas de Conformidade e Prevenção542
  134. 8.3. A Evasão Geográfica (O Domicílio Fictício)543
  135. 8.3.1. Abertura de caixas postais ou escritórios de “fachada” em cidades limítrofes com alíquota de 2% (paraísos fiscais municipais) por agências de publicidade e consultorias corporativas que operam integralmente nas capitais (alíquota de 5%)546
  136. 8.4. A Fraude do Fator “R” no Simples Nacional553
  137. 8.4.1. A inflação fictícia de Pró-Labore ou registro de “funcionários fantasmas” apenas para atingir a meta de 28% e despencar a tributação do Anexo V para o Anexo III554
  138. 8.5. As Tipologias depois de 2026: o que Muda com a Tributação dos Lucros561
  139. 8.5.1. O Incentivo que se Desloca562
  140. 8.5.2. As Novas Tipologias Previsíveis563
  141. 8.5.3. O Gatilho Previdenciário que se Costuma Ignorar566
  142. 8.5.4. O que o Auditor Deve Requisitar568
  143. 8.5.5. Advertência de Simetria569
  144. Capítulo 9 — A Devassa Contábil e as Malhas Fiscais Integradas571
  145. 9.1. O Cruzamento Definitivo (Malha Fina Digital)571
  146. 9.1.1. O Batimento EFD-Reinf vs. DCTFWeb vs. NFS-e Emitidas: A busca implacável por notas fiscais de consultoria, agências e bancas jurídicas emitidas sem o destaque ou o devido recolhimento das retenções federais (CSRF) e municipais (ISS retido)572
  147. 9.2. A Atuação Especializada e Tática Municipal580
  148. 9.3. Auditoria de Receitas de Sucumbência e Arbitramento588
  149. 9.3.1. O cruzamento entre os alvarás de levantamento expedidos pelas varas judiciais, as DIRFs enviadas pelos bancos pagadores e a emissão das NFS-e correspondentes aos honorários de sucumbência faturados590
  150. 9.4. O Roteiro Integrado de Auditoria do Escritório e as Obrigações de 2026597
  151. 9.4.1. A lógica do roteiro: o descompasso entre três grandezas597
  152. 9.4.2. As sete frentes de exame599
  153. 9.4.3. A camada nova de 2026: a distribuição de lucros como fonte estruturada de informação601
  154. 9.4.4. O roteiro em si603
  155. 9.4.5. Os limites do roteiro605
  156. 9.4.6. A preparação do escritório: o roteiro como autoavaliação606
  157. Capítulo 10 — O Contencioso, a Defesa Administrativa e a Recuperação de Créditos609
  158. 10.1. A Tributação dos Honorários de Sucumbência e Advocatícios609 10.1.1. Incidência do ISSQN sobre Honorários Sucumbenciais: O conflito sobre a titularidade da verba (natureza alimentar do advogado vs. receita da sociedade) e a correta base de cálculo tributável610
  159. 10.2. A “Guerra” das Sociedades Uniprofissionais (SUP) no STJ e STF621
  160. 10.2.1. A perda do benefício do ISS Fixo para escritórios constituídos sob a forma de Sociedade Limitada (LTDA) ou que possuam caráter empresarial, e a retroatividade da cobrança623
  161. 10.3. O ISSQN na Publicidade e Propaganda630
  162. 10.3.1. A inconstitucionalidade da cobrança de ISS sobre os valores repassados aos veículos de comunicação (rádio, TV, Big Techs) e a tributação estrita sobre a comissão de agenciamento e os descontospadrão (Bônus de Veiculação / BV)631
  163. 10.4. A Extinção do CPOM (Tema 1020 do STF)636
  164. 10.4.1. A declaração de inconstitucionalidade da retenção automática de ISS pelo tomador quando o prestador de outro município não possui cadastro local638
  165. 10.5. Decadência, Prescrição e a Contagem dos Prazos645
  166. 10.6. O Processo Administrativo Fiscal e a Defesa do Escritório651
  167. 10.7. Multas, Arbitramento e os Limites da Sanção658
  168. 10.8. A Recuperação de Créditos no Setor de Serviços Profissionais663
  169. Capítulo 11 — Sigilo Profissional, Prova e a Dimensão Penal da Fiscalização671
  170. 11.1. O Dever de Exibir e o Dever de Calar: a Tensão Estrutural671
  171. 11.2. A Inviolabilidade do Escritório de Advocacia675
  172. 11.3. Sigilo Bancário, Sigilo Fiscal e Compartilhamento de Dados681
  173. 11.4. A Prova na Fiscalização de Serviços Profissionais e a Proteção de Dados687
  174. 11.5. Os Crimes contra a Ordem Tributária no Setor de Serviços690
  175. 11.6. A Representação Fiscal para Fins Penais e o Roteiro do Auditor697
  176. Capítulo 12 — Os Serviços Profissionais no Novo Sistema (EC 132/2023)701
  177. 12.1. O Impacto Direto nas Profissões Liberais e Corporativas701
  178. 12.1.1. O Fim Histórico do ISS Fixo e do PIS/COFINS Cumulativo: O impacto brutal nas margens de escritórios de advocacia, consultorias e contabilidades com o salto para a alíquota padrão do IBS/CBS702
  179. 12.1.2. O redutor constitucional de 30% nas alíquotas do IBS e CBS para as prestações de serviços de profissões regulamentadas (Art. 9º, §12, da EC 132/2023)706
  180. 12.2. A Dinâmica B2B vs. B2C714
  181. 12.2.1. O escritório de advocacia/consultoria gerando crédito integral do IVA Dual para seus clientes empresariais (Tomadores PJ) vs. O encarecimento do serviço para pessoas físicas (Tomadores PF)716
  182. 12.3. O Fim do Conflito de Base de Cálculo na Sucumbência724
  183. 12.3.1. A transição da incidência do ISS para o IBS/CBS sobre os Honorários Sucumbenciais e o tratamento no momento do Split Payment judicial727
  184. 12.4. O Cronograma da Transição Aplicado ao Escritório: um Roteiro de 2026 a 2033733
  185. 12.4.1. 2026, o Ano-Teste e a Sua Lacuna Estrutural734
  186. 12.4.2. A Agenda do Escritório em 2026735
  187. 12.4.3. O Crédito do Adquirente como Variável Comercial736
  188. 12.4.4. O Split Payment e a Tesouraria738
  189. 12.4.5. Os Redutores e o Que Fica de Fora740
  190. 12.4.6. 2033 e o Encerramento do Regime Atual741
  191. 12.4.7. Fechamento744

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