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Tributação Setorial Lançamento

Curso de Tributação — Marketing, Publicidade e Propaganda

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 21/09/2026

Páginas
736
Formato
16 x 22,9 x 3,8 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O Curso de Tributação — Marketing, Publicidade e Propaganda, do Auditor Fiscal João Pavão Neto, oferece uma análise minuciosa sobre a complexa malha tributária que onera a cadeia de comunicação no Brasil. Escrita para suprir a defasagem entre normas antigas (como a Lei nº 4.680/1965) e as novas realidades digitais, a obra sistematiza a tributação de anunciantes, agências, veículos de comunicação, produtoras e influenciadores digitais (creators).

O autor desmistifica o tratamento de verbas de mídia, descontos-padrão (BV) e repasses, separando o que é receita própria da agência do que é mero trânsito financeiro, com reflexos diretos no ISS, PIS/Cofins, IRPJ e CSLL.

Sumário completo da obra 709 entradas
  1. PARTE I — FUNDAMENTOS DA TRIBUTAÇÃO DA COMUNICAÇÃO PUBLICITÁRIA48
  2. Capítulo 1: O sistema da comunicação publicitária: cadeia, sujeitos, contratos e regime jurídico48
  3. 1.1. Marketing, publicidade, propaganda e promoção: os conceitos e por que a distinção importa ao Direito Tributário48
  4. 1.1.1. As quatro palavras e os quatro fatos econômicos: criação, produção, veiculação e ativação49
  5. 1.1.2. Por que o rótulo do contrato não define a incidência: a qualificação do fato gerador na cadeia publicitária50
  6. 1.1.3. Quadro-síntese: cada etapa da campanha e o tributo que a alcança52
  7. 1.2. A cadeia da comunicação: os sujeitos e o fluxo de valor54
  8. 1.2.1. Anunciante, agência, veículo, produtora, adtech e creator: mapa dos elos e das funções54
  9. 1.2.2. O fluxo do dinheiro em uma campanha: verba, mídia, produção, honorários e repasses56
  10. 1.2.3. Os elos de apoio: bureau de mídia, trading desk, gráfica, pósprodução, promotora e logística de ponto de venda58
  11. 1.2.4. Estudo de caso 1 — a anatomia financeira e fiscal de uma campanha nacional de R$ 30 milhões59
  12. 1.3. O marco legal da atividade publicitária61
  13. 1.3.1. A Lei 4.680/1965: publicitário, agenciador de propaganda e agência de propaganda61
  14. 1.3.2. O Decreto 57.690/1966 e a alteração promovida pelo Decreto 4.563/200263
  15. 1.3.3. As Normas-Padrão da Atividade Publicitária e o CENP: natureza privada e efeito tributário reflexo64
  16. 1.3.4. A Lei 12.232/2010 e a remuneração da agência positivada em lei65
  17. 1.4. Os contratos da comunicação e sua qualificação tributária67
  18. 1.4.1. Contrato de agência, mandato e prestação de serviços: a agência compra mídia em nome de quem?67
  19. 1.4.2. Contrato de veiculação, ordem de inserção e a cadeia documental da mídia69
  20. 1.4.3. Produção audiovisual, cessão de direitos autorais e conexos e o contrato de elenco70
  21. 1.4.4. Patrocínio, permuta, co-marketing e verba cooperada: contratos atípicos e sua qualificação72
  22. 1.4.5. Quadro comparativo: o contrato, a natureza da receita e o tributo incidente73
  23. 1.5. A remuneração da agência: comissão, desconto-padrão, honorários e bonificação74
  24. 1.5.1. O desconto-padrão concedido pelo veículo e o art. 11 da Lei 4.680/196575
  25. 1.5.2. O fee e a remuneração por escopo: a migração do modelo de comissão para o de honorários76
  26. 1.5.3. A bonificação de volume e o desconto-padrão negociável: o que é receita própria da agência77
  27. 1.5.4. Reembolso, repasse e receita: o divisor de águas de toda a tributação do setor79
  28. 1.6. A regulação da publicidade e seus reflexos tributários81
  29. 1.6.1. O Código de Defesa do Consumidor: o dever de identificação e o ônus da prova da veracidade81
  30. 1.6.2. O CONAR e a autorregulação: natureza privada, sanção reputacional e uso probatório em fiscalização82
  31. 1.6.3. A publicidade restrita por lei e por ato administrativo: panorama e remissão ao Capítulo 1284
  32. 1.6.4. Proteção de dados, publicidade comportamental e o custo tributário do dado85
  33. 1.7. Sujeição passiva e responsabilidade tributária na cadeia publicitária86
  34. 1.7.1. Contribuinte, responsável e substituto: quem responde por quê em cada elo86
  35. 1.7.2. A responsabilidade por retenção: agência, anunciante e órgão público contratante88
  36. 1.7.3. Solidariedade, grupo econômico e a agência como caixa financeiro da campanha90
  37. 1.7.4. A responsabilidade dos intermediários digitais e das plataformas: remissão aos Capítulos 8 e 1791
  38. 1.7.5. Estudo de caso 2 — autuação da agência por tributo do anunciante: limites da responsabilidade92
  39. 1.8. A reforma tributária e a refundação do regime do setor94
  40. 1.8.1. O deslocamento do ISS e do ICMS para o IBS e a CBS: o que sobrevive e o que desaparece95
  41. 1.8.2. O calendário da transição 2026-2033 aplicado a contratos publicitários de longo prazo96
  42. 1.8.3. Quadro-roteiro: onde cada tema deste livro é retomado no Capítulo 1797
  43. PARTE II — OS TRIBUTOS EM ESPÉCIE100
  44. Capítulo 2: Tributos municipais: o ISS na publicidade e na propaganda100
  45. 2.1. A regra-matriz de incidência do ISS aplicada à publicidade100
  46. 2.1.1. Critério material: os subitens da lista da LC 116/2003 que alcançam a cadeia100
  47. 2.1.2. Critério espacial: o art. 3º e a regra do estabelecimento prestador na publicidade101
  48. 2.1.3. Critério temporal: a conclusão do serviço, a inserção e o fechamento de mídia102
  49. 2.1.4. Critério pessoal: sujeito ativo, contribuinte e responsável103
  50. 2.1.5. Critério quantitativo: preço do serviço e alíquota104
  51. 2.1.6. Quadro-síntese da regra-matriz do ISS na publicidade104
  52. 2.2. Os subitens da lista de serviços aplicados à cadeia105
  53. 2.2.1. O subitem 10.08: agenciamento de publicidade e propaganda, inclusive o agenciamento de veiculação105
  54. 2.2.2. O subitem 17.06: criação, planejamento de campanha e elaboração de materiais publicitários106
  55. 2.2.3. O subitem 17.25: inserção de textos e materiais e o alcance de suas exceções107
  56. 2.2.4. O subitem 13.05: composição gráfica e a ressalva introduzida pela LC 157/2016108
  57. 2.2.5. Os subitens de eventos, promoção de vendas e feiras aplicados à ativação de marca109
  58. 2.2.6. Quadro: a peça publicitária e o subitem que a alcança110
  59. 2.3. O veto ao subitem 17.07 e o problema da veiculação111
  60. 2.3.1. A mensagem de veto de 2003 e as razões do Executivo111
  61. 2.3.2. A jurisprudência do STJ: a veiculação fora do campo do ISS112
  62. 2.3.3. A leitura fazendária estadual e o risco de bitributação: remissão ao item 3.2113
  63. 2.3.4. A ADI 6.034 no STF: o que ela decidiu e o que deliberadamente não decidiu114
  64. 2.3.5. Estudo de caso 3 — a mesma inserção cobrada por dois Fiscos: roteiro de defesa115
  65. 2.4. A base de cálculo do ISS da agência116
  66. 2.4.1. Preço do serviço e receita bruta: a regra do art. 7º da LC 116/2003117
  67. 2.4.2. Os repasses de mídia e de produção: a tese da exclusão e o estado real da jurisprudência117
  68. 2.4.3. A bonificação, o desconto-padrão e a bonificação de volume na base do ISS119
  69. 2.4.4. A nota fiscal emitida em nome de quem: a documentação que sustenta a exclusão120
  70. 2.4.5. Estudo de caso 4 — cálculo do ISS de uma campanha de R$ 1 milhão em três modelos de remuneração120
  71. 2.5. Local da prestação, guerra fiscal e planejamento municipal122
  72. 2.5.1. As exceções do art. 3º aplicáveis à cadeia: um só projeto gerando ISS em quatro Municípios123
  73. 2.5.2. A alíquota mínima do art. 8º-A e a tríplice sanção da concessão irregular124
  74. 2.5.3. Por que a LC 175/2020 não alcança a publicidade125
  75. 2.5.4. Sede, filial e a prova do estabelecimento prestador da agência 125 2.6. Regimes especiais e sujeitos peculiares no ISS126
  76. 2.6.1. A sociedade uniprofissional e as razões pelas quais a agência não se enquadra127
  77. 2.6.2. O microempreendedor individual e o profissional autônomo da comunicação128
  78. 2.6.3. O optante do Simples Nacional e o ISS da publicidade: remissão ao item 5.5129
  79. 2.6.4. Imunidade recíproca, estatais de comunicação e fundações públicas129
  80. 2.7. As taxas municipais sobre anúncios e a mídia exterior131
  81. 2.7.1. Taxa de fiscalização de anúncios: fundamento, poder de polícia e o problema da base de cálculo131
  82. 2.7.2. Taxa, preço público e o uso de bem público: a Súmula 545 do STF133
  83. 2.7.3. A extinção da taxa de anúncios em São Paulo e a lição para o planejamento nacional134
  84. 2.7.4. Concessão de mobiliário urbano e contrapartida em mídia: a permuta com o Poder Público135
  85. 2.8. Obrigações acessórias municipais135
  86. 2.8.1. A nota fiscal de serviço eletrônica, o padrão nacional e a nota da agência136
  87. 2.8.2. Cadastro de prestadores de outros Municípios e a retenção punitiva137
  88. 2.8.3. A retenção do ISS pelo tomador: quando o anunciante se torna responsável137
  89. 2.9. A reforma tributária e o fim do ISS na publicidade138
  90. 2.9.1. O que se perde: a lista de serviços, o estabelecimento prestador e a alíquota municipal139
  91. 2.9.2. O que se ganha: crédito amplo e regra de destino — remissão ao Capítulo 17139
  92. Capítulo 3: Tributos estaduais: ICMS-comunicação, ICMS-mercadoria e a fronteira com o ISS142
  93. 3.1. A regra-matriz do ICMS-comunicação aplicada à mídia142
  94. 3.1.1. Critério material: prestação onerosa de serviço de comunicação e o conceito de relação comunicativa142
  95. 3.1.2. Os critérios espacial, temporal, pessoal e quantitativo144
  96. 3.1.3. A imunidade da radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita145
  97. 3.1.4. Quadro-síntese da regra-matriz do ICMS-comunicação146
  98. 3.2. O conflito de competência na veiculação de publicidade147
  99. 3.2.1. A tese fazendária estadual: veicular é comunicar147
  100. 3.2.2. A tese do contribuinte: ausência de relação comunicativa e o veto ao subitem 17.07148
  101. 3.2.3. O estado da arte: o STJ, o STF e as consultas estaduais divergentes150
  102. 3.2.4. Mapa de risco por suporte: mídia exterior, mídia digital, televisão paga e rádio151
  103. 3.2.5. Estudo de caso 5 — dupla exigência sobre a mesma receita de veiculação152
  104. 3.3. A televisão por assinatura, o streaming e os provedores de conteúdo154
  105. 3.3.1. A carga reduzida da televisão por assinatura e o convênio autorizativo154
  106. 3.3.2. Streaming e vídeo sob demanda: comunicação, serviço ou licenciamento?155
  107. 3.3.3. A publicidade nos planos com anúncios e a lacuna de competência157
  108. 3.4. O ICMS-mercadoria no material publicitário158
  109. 3.4.1. Impressos personalizados: a Súmula 156 do STJ e a medida cautelar na ADI 4.389158
  110. 3.4.2. Displays, expositores e mobiliário de ponto de venda160
  111. 3.4.3. A saída de brindes: fato gerador, base de cálculo e o direito ao crédito161
  112. 3.4.4. Amostras grátis e a distribuição sem contraprestação162
  113. 3.4.5. Bonificação em mercadoria: o Tema 144 do STJ e o que ele não resolve na publicidade163
  114. 3.4.6. Estudo de caso 6 — a distribuição nacional de 200 mil brindes e o custo de ICMS164
  115. 3.5. Circulação do material de campanha e obrigações acessórias estaduais166
  116. 3.5.1. CFOP, natureza da operação e as remessas para demonstração, feira e evento166
  117. 3.5.2. Remessa a terceiros para armazenagem e distribuição em ponto de venda167
  118. 3.5.3. O diferencial de alíquotas nas remessas interestaduais de brindes a consumidor final168
  119. 3.5.4. A escrituração fiscal digital e o material promocional169
  120. 3.6. Substituição tributária e material promocional170
  121. 3.6.1. Quando o brinde entra em regime de substituição tributária170
  122. 3.6.2. Ressarcimento e restituição na distribuição gratuita171
  123. 3.7. A reforma tributária e o fim do ICMS na mídia171
  124. 3.7.1. A imunidade da radiodifusão livre e gratuita constitucionalizada no IBS e na CBS172
  125. 3.7.2. Brindes, bonificações e amostras na base do novo tributo: remissão ao Capítulo 17173
  126. Capítulo 4: Tributos federais: renda, lucro, receita e contribuições setoriais175
  127. 4.1. O IRPJ e a CSLL do anunciante: a despesa de publicidade175
  128. 4.1.1. A dedutibilidade das despesas de propaganda e os requisitos legais de sua aceitação176
  129. 4.1.2. Despesa, investimento e ativo intangível: quando a campanha não é despesa do exercício177
  130. 4.1.3. A vedação de dedução dos brindes e a fronteira entre brinde, amostra e material promocional178
  131. 4.1.4. As amostras e o teto legal de dedução179
  132. 4.1.5. Patrocínio, doação e apoio: a dedutibilidade condicionada — remissão ao Capítulo 11180
  133. 4.1.6. Estudo de caso 7 — glosa integral de uma verba anual de marketing e as teses de defesa181
  134. 4.2. O IRPJ e a CSLL da agência, da produtora e do veículo183
  135. 4.2.1. Lucro real: receita de serviço, valores de repasse e a escrituração da conta de mídia183
  136. 4.2.2. Lucro presumido: os percentuais aplicáveis e a armadilha da receita bruta cheia184
  137. 4.2.3. Lucro arbitrado e a agência sem escrituração da conta do cliente185
  138. 4.2.4. Quadro comparativo: a mesma agência nos três regimes186
  139. 4.3. O imposto de renda retido na fonte sobre serviços de propaganda e publicidade187
  140. 4.3.1. A base legal da retenção e a alíquota vigente188
  141. 4.3.2. Quem retém e quem recolhe: a agência recolhendo por ordem e conta do anunciante189
  142. 4.3.3. A exclusão dos valores repassados a rádio, televisão, jornais, revistas, mídia exterior e cinema190
  143. 4.3.4. Código de recolhimento, prazo e o aproveitamento na apuração do anunciante191
  144. 4.3.5. Estudo de caso 8 — memória de cálculo da retenção em campanha com repasses a seis veículos192
  145. 4.4. As demais retenções na fonte incidentes sobre a cadeia194
  146. 4.4.1. A retenção de PIS, Cofins e CSLL sobre serviços: a publicidade está no rol legal?194
  147. 4.4.2. A retenção pelos órgãos e entidades públicas e o fatiamento por nota fiscal de cada prestador195
  148. 4.4.3. A dispensa da retenção de propaganda quando há retenção do órgão público contratante196
  149. 4.4.4. Retenção previdenciária, cessão de mão de obra e a produção publicitária197
  150. 4.4.5. Quadro-roteiro das retenções por tipo de contratante e de prestador198
  151. 4.5. A pessoa física na cadeia: profissionais, elenco e criadores199
  152. 4.5.1. Carnê-leão, rendimento do trabalho sem vínculo e a tabela progressiva200
  153. 4.5.2. Cachê de elenco, direito de imagem e direitos conexos: rendimento de que natureza?201
  154. 4.5.3. A pejotização do talento publicitário: risco fiscal, risco trabalhista e o que decide o CARF202
  155. 4.5.4. Remuneração em produto e permuta: o valor de mercado como base — remissão ao Capítulo 9203
  156. 4.6. Preços de transferência e a verba de marketing internacional 204 4.6.1. A disciplina de preços de transferência aplicada às funções de marketing205
  157. 4.6.2. A verba recebida da matriz estrangeira: receita, reembolso ou ajuste de resultado?206
  158. 4.6.3. A titularidade do intangível de marca e a remuneração das funções desempenhadas no Brasil207
  159. 4.6.4. Contratos de rateio de custos de marketing entre empresas do grupo208
  160. 4.6.5. Estudo de caso 9 — a subsidiária brasileira que executa a campanha global209
  161. 4.7. PIS e Cofins na cadeia publicitária211
  162. 4.7.1. Regimes cumulativo e não cumulativo: quem está em qual e por quê211
  163. 4.7.2. A base de cálculo da agência e a exclusão legal dos valores repassados aos veículos212
  164. 4.7.3. Tributos na base de tributos: o que restou do julgamento da exclusão do ICMS e do ISS213
  165. 4.7.4. Receitas financeiras, permuta e receitas não operacionais da agência214
  166. 4.8. O crédito de PIS e Cofins sobre despesas de marketing215
  167. 4.8.1. O conceito de insumo firmado pelo STJ e sua aplicação ao marketing216
  168. 4.8.2. Publicidade on-line como insumo do varejo digital: o que o CARF vem decidindo217
  169. 4.8.3. O entendimento normativo da Receita Federal e os limites da glosa218
  170. 4.8.4. Estudo de caso 10 — matriz de creditamento de uma verba anual de marketing de R$ 80 milhões219
  171. 4.9. Contribuições previdenciárias e a folha da comunicação220
  172. 4.9.1. Empregados, autônomos, cooperados e a produção por projeto221
  173. 4.9.2. Premiação, incentivo e bônus: integram o salário de contribuição? — remissão ao Capítulo 10222
  174. 4.9.3. Contribuições de terceiros, RAT e FAP nos CNAE do setor223
  175. 4.9.4. O elenco publicitário contratado pela produtora e a responsabilidade do anunciante224
  176. 4.10. A CONDECINE225
  177. 4.10.1. Natureza jurídica, competência e arrecadação226
  178. 4.10.2. A CONDECINE sobre obra publicitária: fato gerador, segmento de mercado e periodicidade227
  179. 4.10.3. A CONDECINE incidente sobre remessas ao exterior230
  180. 4.10.4. A CONDECINE devida pelas prestadoras de serviços de telecomunicações231
  181. 4.10.5. Registro da obra publicitária e as obrigações perante a agência reguladora232
  182. 4.10.6. Isenções, prazos, prescrição e o contencioso da contribuição.233 4.10.7. Estudo de caso 11 — o custo de CONDECINE de um filme publicitário veiculado em quatro segmentos234
  183. 4.11. A CIDE sobre remessas ao exterior236
  184. 4.11.1. O fato gerador legal e o alcance da expressão serviços técnicos e de assistência administrativa236
  185. 4.11.2. Licença de uso de software e a exclusão legal na ausência de transferência de tecnologia237
  186. 4.11.3. Veiculação internacional e mídia programática: incidência, não incidência e zona cinzenta238
  187. 4.11.4. Quadro de risco por tipo de remessa do setor239
  188. 4.12. As demais incidências sobre a importação de serviços de marketing240
  189. 4.12.1. PIS e Cofins sobre a importação de serviços240
  190. 4.12.2. O imposto de renda na fonte sobre remessas e o efeito dos tratados para evitar a dupla tributação241
  191. 4.12.3. O IOF-câmbio e o custo financeiro da remessa242
  192. 4.12.4. O ISS na importação de serviços de publicidade: remissão ao item 2.2242
  193. 4.12.5. Estudo de caso 12 — o custo brasileiro total de US$ 100 mil de mídia comprada no exterior243
  194. 4.13. A reforma tributária e os tributos federais do setor245
  195. 4.13.1. A extinção do PIS e da Cofins e a sobrevivência da CONDECINE e da CIDE245
  196. 4.13.2. O que muda na importação de mídia e de tecnologia de marketing: remissão ao Capítulo 17246
  197. 4.13.3. A não incidência do IBS e da CBS não altera a dedutibilidade, mas altera a base contábil247
  198. 4.13.4. O crédito de IBS e CBS e seu efeito no resultado do anunciante e da agência248
  199. PARTE III — OS NEGÓCIOS E OS SUJEITOS DA CADEIA250
  200. Capítulo 5: A agência de publicidade: remuneração, repasses e regimes de tributação250
  201. 5.1. A anatomia fiscal da agência250
  202. 5.1.1. Receita bruta, receita líquida e verba sob gestão: três números que não se confundem251
  203. 5.1.2. A estrutura de custos da agência: pessoal, mídia, produção e tecnologia252
  204. 5.1.3. Quadro: a demonstração de resultado de uma agência e o tributo que incide em cada linha253
  205. 5.2. O repasse: o problema central da tributação da agência254
  206. 5.2.1. Reembolso, mandato e conta e ordem: a prova documental que exclui o repasse da receita254
  207. 5.2.2. A nota fiscal do veículo emitida em nome do anunciante e em nome da agência: duas consequências opostas255
  208. 5.2.3. O mesmo repasse no ISS, no PIS/Cofins e no IRPJ: três respostas diferentes256
  209. 5.2.4. Estudo de caso 13 — reclassificação de R$ 20 milhões de mídia como receita própria da agência257
  210. 5.3. A conta corrente do cliente e a segregação contábil259
  211. 5.3.1. Adiantamento de verba, conta de mídia e o risco de receita presumida259
  212. 5.3.2. A escrituração da conta de mídia e os documentos que a fiscalização exige260
  213. 5.3.3. Inadimplência do anunciante e a responsabilidade da agência perante o veículo261
  214. 5.4. Os modelos de remuneração e sua tributação comparada262
  215. 5.4.1. Comissão sobre mídia262
  216. 5.4.2. Honorário mensal e honorário por projeto263
  217. 5.4.3. Remuneração por performance e prêmio por resultado264
  218. 5.4.4. Bonificação de volume e desconto-padrão negociável265
  219. 5.4.5. Quadro comparativo da carga tributária efetiva nos quatro modelos266
  220. 5.5. A agência no Simples Nacional267
  221. 5.5.1. O enquadramento legal da publicidade nos anexos da LC 123/2006267
  222. 5.5.2. O Fator R e a migração entre anexos268
  223. 5.5.3. Sublimite, exclusão e o efeito do repasse de mídia na receita bruta do Simples269
  224. 5.5.4. A agência optante como fornecedora do grande anunciante: o crédito do adquirente270
  225. 5.5.5. Estudo de caso 14 — o ponto de virada entre o Simples e o lucro presumido em uma agência de médio porte271
  226. 5.6. Grupos de comunicação, holdings e reorganizações societárias272
  227. 5.6.1. Agência, produtora, promo, relações públicas e digital sob a mesma controladora273
  228. 5.6.2. Rateio de custos e contratos intragrupo273
  229. 5.6.3. Aquisição de agência, ágio e amortização274
  230. 5.6.4. Sucessão tributária na compra de carteira de clientes e na transferência de contas275
  231. 5.7. A agência in-house e o departamento de marketing do anunciante276
  232. 5.7.1. O departamento interno e a ausência de fato gerador de ISS276
  233. 5.7.2. O centro de serviços compartilhados de mídia do grupo anunciante277
  234. 5.7.3. Quando a in-house passa a prestar a terceiros: o risco de requalificação278
  235. 5.8. A reforma tributária e a sobrevivência do modelo de repasse. 279 5.8.1. A base de cálculo do IBS e da CBS e o reembolso por conta e ordem279
  236. 5.8.2. O recolhimento na liquidação financeira sobre o valor cheio da mídia e o efeito no capital de giro280
  237. 5.8.3. Estudo de caso 15 — a mesma agência antes e depois da reforma281
  238. Capítulo 6: Os veículos de comunicação: receita publicitária, imunidades e mídia284
  239. 6.1. O veículo como contribuinte284
  240. 6.1.1. Receita de veiculação, receita de conteúdo e receita de licenciamento285
  241. 6.1.2. Os regimes de apuração dos veículos e a sazonalidade da receita publicitária286
  242. 6.1.3. Quadro: cada tipo de veículo e a matriz tributária de sua receita publicitária286
  243. 6.2. A imunidade da mídia impressa e a publicidade288
  244. 6.2.1. Livros, jornais, periódicos e o papel: o alcance objetivo da imunidade288
  245. 6.2.2. Os enunciados sumulares do STF sobre insumos e sobre o livro eletrônico289
  246. 6.2.3. Encartes, anúncios e cadernos publicitários: a publicidade é imune?290
  247. 6.2.4. Catálogos, listas e publicações de conteúdo predominantemente publicitário291
  248. 6.2.5. Quadro: o que é imune e o que não é na mídia impressa293
  249. 6.3. A radiodifusão sonora e de sons e imagens294
  250. 6.3.1. A imunidade constitucional de ICMS da recepção livre e gratuita294
  251. 6.3.2. A receita publicitária da televisão aberta e do rádio: quais tributos permanecem295
  252. 6.3.3. Concessão, outorga e as obrigações econômicas do radiodifusor296
  253. 6.3.4. As emissoras educativas, comunitárias e as entidades sem fins lucrativos297
  254. 6.4. A televisão por assinatura e o mercado de mídia paga298
  255. 6.4.1. O regime da comunicação na televisão por assinatura e a carga efetiva298
  256. 6.4.2. Programadoras, empacotadoras e distribuidoras: quem é contribuinte de quê299
  257. 6.4.3. A publicidade inserida na grade e a publicidade regional300
  258. 6.5. A mídia digital: portais, publishers e redes301
  259. 6.5.1. O publisher digital e a receita de espaço publicitário301
  260. 6.5.2. Assinatura, paywall e o conteúdo pago: a fronteira entre serviço, licença e comunicação302
  261. 6.5.3. O compartilhamento de receita entre publisher e plataforma: remissão ao Capítulo 8303
  262. 6.6. Mídia impressa, produção gráfica e distribuição304
  263. 6.6.1. A gráfica, a editora e o distribuidor: três posições fiscais distintas304
  264. 6.6.2. Encartes e inserções contratadas por anunciantes305
  265. 6.6.3. Devolução de encalhe, consignação e o ajuste da receita306
  266. 6.7. A permuta de mídia306
  267. 6.7.1. Permuta pura, permuta parcial e bonificação de espaço307
  268. 6.7.2. Receita de permuta: reconhecimento, valor de mercado e prova documental308
  269. 6.7.3. Estudo de caso 16 — permuta entre emissora e rede varejista sem circulação financeira309
  270. 6.8. Obrigações acessórias e controles do veículo310
  271. 6.8.1. Documentação da veiculação, checking e a prova da prestação311 6.8.2. Escrituração, EFD-Reinf e a informação das retenções sofridas.312 6.8.3. A comprovação da audiência e a base de cálculo dos contratos por desempenho312
  272. 6.9. A reforma tributária e os veículos de comunicação313
  273. 6.9.1. A imunidade sem manutenção de crédito pode custar mais que a tributação314
  274. 6.9.2. Televisão aberta imune, televisão paga tributada: a assimetria e seus efeitos concorrenciais315
  275. 6.9.3. Estudo de caso 17 — o efeito da reforma no resultado de uma emissora e de um portal316
  276. Capítulo 7: Mídia exterior, ponto de venda e marketing promocional319
  277. 7.1. A mídia out of home: modalidades e qualificação jurídica319
  278. 7.1.1. Outdoor, front-light, back-light, painel digital e empena: o suporte e o serviço320
  279. 7.1.2. Mobiliário urbano, relógios, abrigos e totens321
  280. 7.1.3. Mídia em transporte: ônibus, metrô, aeroportos, táxis e aplicativos322
  281. 7.1.4. Mídia em ambientes privados: elevadores, academias, shoppings e edifícios323
  282. 7.1.5. Quadro: modalidade de mídia exterior, contrato típico e incidência324
  283. 7.2. Cessão de espaço, locação e prestação de serviço: a fronteira decisiva326
  284. 7.2.1. Locação de bem, cessão de direito de uso e obrigação de fazer326 7.2.2. O que a exploração publicitária agrega ao simples aluguel do espaço327
  285. 7.2.3. O contrato de exibição com serviços agregados: manutenção, iluminação e checking328
  286. 7.3. O ISS e o ICMS na mídia exterior330
  287. 7.3.1. O enquadramento na lista de serviços e a via do agenciamento330
  288. 7.3.2. A tese do ICMS-comunicação sobre painéis e telas digitais331
  289. 7.3.3. A mídia programática out of home e a convergência com o digital332
  290. 7.3.4. Estudo de caso 18 — a rede de painéis digitais autuada por dois entes federativos333
  291. 7.4. As exigências municipais sobre o anúncio335
  292. 7.4.1. Licenciamento, alvará de anúncio e o poder de polícia municipal335
  293. 7.4.2. Taxas de fiscalização e a jurisprudência sobre sua base de cálculo: remissão ao item 2.7336
  294. 7.4.3. Leis de ordenamento visual e o impacto econômico sobre o mercado338
  295. 7.5. Mobiliário urbano, concessão pública e contrapartida publicitária339
  296. 7.5.1. A concessão de uso de bem público com exploração publicitária339
  297. 7.5.2. A contrapartida em mídia como preço: valoração e tributação.340 7.5.3. Parcerias público-privadas de iluminação, abrigos e wi-fi com receita publicitária341
  298. 7.6. Marketing no ponto de venda e trade marketing342
  299. 7.6.1. Verba de exposição, ponta de gôndola e espaço em loja: serviço do varejista343
  300. 7.6.2. Materiais de ponto de venda: mercadoria, brinde ou insumo?.344 7.6.3. Degustação, demonstração e promotoria: a prestação de serviço e a mão de obra345
  301. 7.7. Merchandising, ação promocional e product placement346
  302. 7.7.1. O merchandising editorial e a inserção de produto em conteúdo346
  303. 7.7.2. A ação promocional presencial: blitz, amostragem e sampling .347 7.7.3. A qualificação do product placement no audiovisual e no digital348
  304. 7.8. A reforma tributária e a mídia exterior349
  305. 7.8.1. O fim da distinção entre locação e serviço na base do IBS e da CBS350
  306. 7.8.2. O crédito do anunciante sobre mídia exterior e sobre material de ponto de venda351
  307. Capítulo 8: Publicidade digital, adtech e mídia programática353
  308. 8.1. A arquitetura do mercado programático353
  309. 8.1.1. Anunciante, trading desk, plataforma de demanda, ad exchange, plataforma de oferta e publisher354
  310. 8.1.2. Leilão em tempo real, custo por mil, custo por clique e custo por aquisição355
  311. 8.1.3. Retail media, in-app, connected TV e digital out of home355
  312. 8.1.4. Quadro: o fluxo de uma impressão publicitária e os pontos de tributação356
  313. 8.2. Onde estão os fatos geradores na cadeia programática358
  314. 8.2.1. Intermediação, veiculação e licenciamento de tecnologia em um só contrato358
  315. 8.2.2. O take rate das plataformas e a receita bruta versus receita líquida359
  316. 8.2.3. A opacidade da cadeia e o problema probatório do contribuinte360
  317. 8.3. A compra de mídia nas grandes plataformas361
  318. 8.3.1. Faturamento local e faturamento por entidade estrangeira: duas cadeias fiscais distintas361
  319. 8.3.2. A discussão do estabelecimento permanente e da presença digital significativa362
  320. 8.3.3. A agência que compra em nome próprio e o repasse à plataforma363
  321. 8.3.4. Estudo de caso 19 — a mesma verba de R$ 5 milhões comprada por três roteiros contratuais364
  322. 8.4. A importação de serviços de mídia e de tecnologia366
  323. 8.4.1. O pacote de incidências na remessa: imposto de renda na fonte, CIDE, contribuições e IOF366
  324. 8.4.2. O ISS na importação e a definição do tomador367
  325. 8.4.3. Tratados para evitar a dupla tributação e a qualificação do rendimento368
  326. 8.4.4. Quadro de custo efetivo por tipo de remessa370
  327. 8.5. Software de marketing, SaaS e martech371
  328. 8.5.1. Licenciamento de software, serviço e a jurisprudência do STF sobre software371
  329. 8.5.2. Plataformas de automação, CRM, gestão de dados e mensuração373
  330. 8.5.3. A transferência de tecnologia e o divisor da CIDE374
  331. 8.5.4. Estudo de caso 20 — a stack de martech de um grande anunciante e sua carga tributária375
  332. 8.6. Marketing de performance, afiliados e comércio eletrônico377
  333. 8.6.1. O programa de afiliados: comissão, agenciamento ou publicidade?377
  334. 8.6.2. Cupons, links rastreáveis e a receita do publisher de performance378
  335. 8.6.3. Marketplaces, retail media e a verba de mídia do vendedor379
  336. 8.7. Dados, perfis e a economia da segmentação380
  337. 8.7.1. A venda e o licenciamento de bases de dados e audiências380
  338. 8.7.2. Data clean rooms, identificadores e a monetização do dado próprio381
  339. 8.7.3. O custo regulatório do dado e sua dedutibilidade382
  340. 8.8. A reforma tributária, as plataformas digitais e a importação383
  341. 8.8.1. O conceito legal de plataforma digital e o que a exclusão da publicidade significa para a adtech383
  342. 8.8.2. A responsabilidade da plataforma pelo recolhimento e o não residente384
  343. 8.8.3. A importação de serviços de publicidade por contribuinte e por não contribuinte385
  344. 8.8.4. Estudo de caso 21 — a compra de mídia internacional sob o novo sistema386
  345. Capítulo 9: Influenciadores digitais, creators e a economia de criação389
  346. 9.1. Quem é o influenciador para o Direito Tributário389
  347. 9.1.1. Publicidade, conteúdo e entretenimento em uma só atividade 390 9.1.2. A classificação da atividade e os CNAE aplicáveis390
  348. 9.1.3. O que a legislação brasileira já regula e o que ainda não regula sobre a atividade391
  349. 9.2. Pessoa física ou pessoa jurídica392
  350. 9.2.1. A tributação como pessoa física: tabela progressiva, carnê-leão e a ausência de deduções392
  351. 9.2.2. A constituição de pessoa jurídica: lucro presumido, Simples e o objeto social adequado393
  352. 9.2.3. O limite entre planejamento lícito e simulação na personalização da atividade394
  353. 9.2.4. Estudo de caso 22 — o creator de R$ 3 milhões anuais em quatro configurações jurídicas395
  354. 9.3. As fontes de receita do creator397
  355. 9.3.1. Publipost, campanha contratada e embaixador de marca397
  356. 9.3.2. Monetização de plataforma, programa de parceria e receita de anúncios398
  357. 9.3.3. Assinatura, conteúdo pago, doação e gorjeta digital399
  358. 9.3.4. Afiliação, cupom e comissão sobre vendas399
  359. 9.3.5. Produto próprio, infoproduto, licenciamento de marca pessoal e cocriação400
  360. 9.3.6. Quadro: cada fonte de receita e sua matriz tributária401
  361. 9.4. A permuta, o recebimento em produto e o valor de mercado. 402 9.4.1. O produto enviado sem contrato: presente, amostra ou remuneração?403
  362. 9.4.2. A permuta como receita tributável e a apuração do valor de mercado404
  363. 9.4.3. Viagens, hospedagens, experiências e o recebimento em serviços404
  364. 9.4.4. A prova, a documentação e o dever de escrituração405
  365. 9.5. A monetização por plataforma estrangeira406
  366. 9.5.1. A natureza do pagamento recebido do exterior e o momento de reconhecimento406
  367. 9.5.2. Variação cambial, conta em moeda estrangeira e carteira digital407
  368. 9.5.3. Exportação de serviço ou receita interna? O critério do resultado408
  369. 9.5.4. Estudo de caso 23 — o creator com 70% da receita vinda do exterior409
  370. 9.6. O ISS do creator411
  371. 9.6.1. O enquadramento na lista de serviços e o Município competente411
  372. 9.6.2. O creator itinerante e a prova do estabelecimento prestador412
  373. 9.7. Simples Nacional, MEI e a formalização do creator413
  374. 9.7.1. O anexo aplicável e o efeito do Fator R414
  375. 9.7.2. Os limites do MEI e as vedações de atividade415
  376. 9.7.3. Excesso de receita, desenquadramento e o passivo retroativo .416 9.8. Agenciamento de creators, redes e casas de conteúdo417
  377. 9.8.1. O agente, a rede multicanal e o contrato de exclusividade417
  378. 9.8.2. Repasse ao creator, retenção e responsabilidade do agenciador418
  379. 9.8.3. Casas de criadores, coprodução e divisão de receita419
  380. 9.9. Compliance, fiscalização e o creator420
  381. 9.9.1. O rastro digital como prova: a fiscalização a partir do próprio conteúdo420
  382. 9.9.2. O creator menor de idade, a responsabilidade dos pais e a destinação da renda421
  383. 9.9.3. Regularização, denúncia espontânea e planejamento de saída.422 9.9.4. A reforma tributária e o creator: crédito, destino e o novo cadastro423
  384. Capítulo 10: Promoções, prêmios, sorteios, brindes e programas de fidelidade426
  385. 10.1. As modalidades promocionais e seu regime legal426
  386. 10.1.1. Concurso, sorteio, vale-brinde, assemelhado e operação com apuração de resultado427
  387. 10.1.2. A distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda427
  388. 10.1.3. O que não é promoção comercial: desconto, bonificação e liquidação428
  389. 10.2. A autorização das promoções comerciais429
  390. 10.2.1. O órgão competente, o pedido de autorização e a taxa de fiscalização430
  391. 10.2.2. O regulamento da promoção como documento fiscal relevante431
  392. 10.2.3. Sanções, promoção não autorizada e o efeito tributário da irregularidade432
  393. 10.3. O imposto de renda na fonte sobre prêmios433
  394. 10.3.1. Prêmios em dinheiro: alíquota, fato gerador e responsável433
  395. 10.3.2. Prêmios em bens e serviços distribuídos por concursos e sorteios434
  396. 10.3.3. A ausência de reajustamento da base e o erro corrente do mercado435
  397. 10.3.4. O prêmio pago a pessoa jurídica e o prêmio pago a não residente436
  398. 10.3.5. Estudo de caso 24 — a promoção que distribuiu cem carros e o custo de retenção437
  399. 10.4. Brindes, amostras e material promocional: o tratamento integral438
  400. 10.4.1. O conceito de brinde e a fronteira com a amostra e com o material de propaganda439
  401. 10.4.2. A indedutibilidade da despesa com brindes e as estratégias de qualificação440
  402. 10.4.3. O ICMS na saída do brinde e o crédito na entrada: remissão ao item 3.4441
  403. 10.4.4. O brinde entregue por terceiro e a logística promocional442
  404. 10.5. Marketing de incentivo e campanhas de canal443
  405. 10.5.1. Campanha de incentivo a empregados: remuneração ou premiação?444
  406. 10.5.2. Campanha de incentivo a revendedores, representantes e terceiros445
  407. 10.5.3. Cartões de premiação, vouchers e a antecipação do imposto.446 10.5.4. O risco previdenciário e trabalhista da premiação de canal446
  408. 10.5.5. Estudo de caso 25 — a campanha de incentivo de uma indústria e o passivo de contribuição447
  409. 10.6. Cashback, desconto e devolução de valores449
  410. 10.6.1. Cashback como desconto, como prêmio e como receita financeira450
  411. 10.6.2. O tratamento no anunciante, no intermediário e no consumidor450
  412. 10.6.3. Cupons, vale-compras e créditos promocionais451
  413. 10.7. Programas de fidelidade, pontos e milhas452
  414. 10.7.1. A emissão de pontos: receita diferida, provisão e o momento do resgate452
  415. 10.7.2. A venda de pontos a parceiros e a receita da operadora do programa453
  416. 10.7.3. O resgate em produtos e serviços e a tributação do participante454
  417. 10.7.4. Programas de coalizão, moedas próprias e ativos digitais de fidelidade455
  418. 10.8. Verba de propaganda cooperada e o desconto do fornecedor456
  419. 10.8.1. A verba paga pela indústria ao varejo: receita, desconto ou redutor de custo?456
  420. 10.8.2. O estado da controvérsia e o julgamento repetitivo em curso 457 10.8.3. A documentação que sustenta cada qualificação458
  421. 10.9. A reforma tributária e as ações promocionais459
  422. 10.9.1. Bonificação, brinde e amostra na base do IBS e da CBS459
  423. 10.9.2. Desconto incondicional e programa de fidelidade não oneroso na nova lei460
  424. 10.9.3. Estudo de caso 26 — a mesma promoção nos dois sistemas461
  425. Capítulo 11: Patrocínio, naming rights e ativação de marca em esporte, cultura e eventos464
  426. 11.1. Patrocínio, doação e apoio: a distinção que decide a tributação464
  427. 11.1.1. O critério da contrapartida publicitária e a definição legal de patrocínio465
  428. 11.1.2. A doação sem contrapartida e sua indedutibilidade466
  429. 11.1.3. O apoio institucional, o mecenato e as figuras intermediárias 467 11.1.4. Quadro: patrocínio, doação e apoio — requisitos, prova e efeito fiscal468
  430. 11.2. O patrocínio como despesa do patrocinador e como receita do patrocinado469
  431. 11.2.1. Dedutibilidade, competência e a amortização de contratos plurianuais470
  432. 11.2.2. A receita do patrocinado: prestação de serviço, cessão de direito ou receita não operacional471
  433. 11.2.3. O ISS do patrocínio e a busca de um subitem adequado na lista472
  434. 11.2.4. Retenções aplicáveis aos contratos de patrocínio473
  435. 11.3. As leis de incentivo e o patrocínio incentivado474
  436. 11.3.1. O incentivo à cultura: mecanismos, limites de dedução e a prestação de contas475
  437. 11.3.2. O incentivo ao audiovisual e sua prorrogação476
  438. 11.3.3. O regime de incentivo ao esporte após a revogação da lei anterior477
  439. 11.3.4. Fundos setoriais, fundos da infância e do idoso e a publicidade da destinação478
  440. 11.3.5. Estudo de caso 27 — patrocínio incentivado e patrocínio direto: comparação de custo efetivo479
  441. 11.4. Patrocínio esportivo, clubes e sociedades anônimas do futebol480
  442. 11.4.1. O patrocínio máster, o patrocínio de manga e a hierarquia das cotas481
  443. 11.4.2. O regime tributário específico das sociedades anônimas do futebol e a receita de patrocínio482
  444. 11.4.3. Direito de arena, imagem de atleta e a publicidade com atletas483
  445. 11.4.4. Patrocínio de atleta individual e de equipe: pessoa física, pessoa jurídica e o exterior485
  446. 11.5. Naming rights e a exploração do nome486
  447. 11.5.1. A natureza jurídica do naming rights: licença de marca, locação ou serviço de publicidade486
  448. 11.5.2. Arenas, teatros, estações, linhas e ativos urbanos487
  449. 11.5.3. Remuneração fixa, variável e por desempenho: o efeito no reconhecimento da receita488
  450. 11.6. Ativação de marca em eventos, feiras e festivais489
  451. 11.6.1. Estande, lounge, experiência e ativação: serviço de que natureza?489
  452. 11.6.2. Locação de espaço em evento e o ISS do promotor490
  453. 11.6.3. Distribuição de brindes e amostras em evento: remissão ao Capítulo 10491
  454. 11.6.4. Eventos internacionais, artistas estrangeiros e as remessas492
  455. 11.7. Publicidade e patrocínio de entidades imunes e sem fins lucrativos493
  456. 11.7.1. A imunidade das entidades e a receita publicitária: risco de desvirtuamento493
  457. 11.7.2. Patrocínio a entidade imune: dedutibilidade para o patrocinador494
  458. 11.7.3. Marketing relacionado a causas e o produto com destinação social495
  459. 11.8. A reforma tributária e o patrocínio496
  460. 11.8.1. O patrocínio como operação onerosa no IBS e na CBS496
  461. 11.8.2. O crédito do patrocinador e a documentação exigida497
  462. 11.8.3. Permuta e contrapartida não monetária na nova base de cálculo498
  463. Capítulo 12: Publicidade regulada e restrita: apostas, bebidas, tabaco, saúde, alimentos e público infantil500
  464. 12.1. A restrição de publicidade como fato jurídico com efeito tributário500
  465. 12.1.1. Restrição, proibição e condicionamento: três graus e três consequências501
  466. 12.1.2. A despesa com publicidade proibida e sua dedutibilidade502
  467. 12.1.3. A responsabilidade solidária do veículo e da agência pela peça irregular503
  468. 12.2. A publicidade de apostas de quota fixa504
  469. 12.2.1. O marco legal das apostas e as regras de publicidade504
  470. 12.2.2. As advertências obrigatórias e a ocupação mínima da peça505
  471. 12.2.3. O dever de verificação prévia da autorização do anunciante e quem responde por ele506
  472. 12.2.4. A tributação da receita de veiculação de publicidade de apostas507
  473. 12.2.5. Patrocínio esportivo por casas de apostas e a exposição de marca508
  474. 12.2.6. Influenciadores, afiliados e a promoção de apostas509
  475. 12.2.7. Estudo de caso 28 — a emissora, a agência e o creator diante de uma campanha de apostas irregular510
  476. 12.3. Bebidas alcoólicas512
  477. 12.3.1. O regime legal da publicidade de bebidas e a distinção por teor alcoólico513
  478. 12.3.2. Patrocínio, evento e ativação no setor de bebidas514
  479. 12.3.3. A publicidade de produto sujeito ao Imposto Seletivo: remissão ao item 12.8515
  480. 12.4. Tabaco e derivados516
  481. 12.4.1. A proibição quase integral e o que resta permitido no ponto de venda516
  482. 12.4.2. Novos produtos de nicotina e a publicidade digital517
  483. 12.5. Medicamentos, saúde e estética518
  484. 12.5.1. Publicidade de medicamentos isentos e de prescrição: os limites regulatórios519
  485. 12.5.2. Publicidade de serviços de saúde, clínicas e profissionais: os códigos de ética520
  486. 12.5.3. A publicidade de produtos e serviços de estética e o telemarketing regulado521
  487. 12.6. Alimentos, bebidas açucaradas e público infantil522
  488. 12.6.1. A rotulagem, a alegação nutricional e a peça publicitária522
  489. 12.6.2. A publicidade dirigida a crianças e a abusividade523
  490. 12.6.3. O produto sujeito à alíquota majorada e a estratégia de comunicação524
  491. 12.7. Outros setores de publicidade condicionada525
  492. 12.7.1. Serviços financeiros, crédito e investimentos525
  493. 12.7.2. Loterias, promoções comerciais e sorteios: remissão ao Capítulo526
  494. 12.7.3. Profissões regulamentadas e a publicidade condicionada por conselho de classe527
  495. 12.8. A reforma tributária e a publicidade dos bens seletivos528
  496. 12.8.1. O campo de incidência do Imposto Seletivo e por que a publicidade não é seu objeto529
  497. 12.8.2. A publicidade de bens onerados: crédito do anunciante e efeito no preço530
  498. 12.8.3. A tributação majorada como instrumento extrafiscal e o efeito sobre a verba de mídia531
  499. Capítulo 13: Publicidade governamental, estatal e eleitoral533
  500. 13.1. A contratação pública de serviços de publicidade533
  501. 13.1.1. A lei específica de licitação de serviços de publicidade e sua articulação com a lei geral534
  502. 13.1.2. A remuneração da agência em contrato público: descontopadrão, honorários e planos de incentivo535
  503. 13.1.3. A subcontratação de fornecedores e o repasse a veículos em contrato público536
  504. 13.1.4. A prestação de contas, o checking e a comprovação da veiculação537
  505. 13.2. As retenções nos contratos públicos de publicidade538
  506. 13.2.1. A retenção pelos órgãos federais e o fatiamento por nota fiscal de cada prestador538
  507. 13.2.2. A retenção pelos Estados, Municípios e suas entidades539
  508. 13.2.3. A dispensa da retenção de propaganda em contrato público540
  509. 13.2.4. Estudo de caso 29 — a memória de retenções de um contrato público de R$ 50 milhões541
  510. 13.3. A publicidade das empresas estatais543
  511. 13.3.1. Imunidade recíproca, estatais prestadoras de serviço público e estatais concorrenciais543
  512. 13.3.2. A publicidade institucional e a publicidade mercadológica da estatal545
  513. 13.3.3. O patrocínio por estatais e seus controles546
  514. 13.4. A propaganda eleitoral e a compensação fiscal das emissoras547
  515. 13.4.1. A veiculação gratuita obrigatória e sua natureza jurídica548
  516. 13.4.2. O mecanismo da compensação fiscal: base, coeficiente e apuração mensal549
  517. 13.4.3. A compensação na apuração dos tributos federais da emissora550
  518. 13.4.4. Controvérsias: limite da compensação, emissoras deficitárias e prescrição551
  519. 13.4.5. Estudo de caso 30 — a apuração da compensação fiscal de uma emissora em ano eleitoral553
  520. 13.5. A propaganda partidária554
  521. 13.5.1. A extinção em 2017 e a reinstituição em 2022: o estado atual555 13.5.2. A compensação fiscal específica da propaganda partidária556
  522. 13.5.3. Diferenças de cálculo entre a compensação eleitoral e a partidária557
  523. 13.6. A tributação dos serviços prestados a candidatos, partidos e federações558
  524. 13.6.1. O fornecedor de campanha: nota fiscal, retenções e prestação de contas eleitoral558
  525. 13.6.2. A imunidade dos partidos políticos e seu alcance sobre os serviços contratados559
  526. 13.6.3. O marketing político como serviço: enquadramento e local da prestação560
  527. 13.7. Fundos públicos de campanha e o financiamento da propaganda561
  528. 13.7.1. O fundo eleitoral e o fundo partidário como fonte de pagamento561
  529. 13.7.2. Reflexos de retenção e responsabilidade do gestor562
  530. 13.7.3. Sobra de recursos, devolução e o efeito fiscal563
  531. 13.8. A reforma tributária e a publicidade governamental564
  532. 13.8.1. O ente público como adquirente no novo sistema e o tratamento das compras governamentais564
  533. 13.8.2. A compensação fiscal das emissoras diante da extinção dos tributos federais que a comportam565
  534. PARTE IV — RISCO, FISCALIZAÇÃO E CONTENCIOSO568
  535. Capítulo 14: Fraudes e engenharia de evasão no mercado publicitário568
  536. 14.1. O mapa das fraudes do setor568
  537. 14.1.1. Por que a publicidade é vulnerável: intangibilidade, cadeia longa e prova difícil569
  538. 14.1.2. Fraude ao Fisco, fraude ao anunciante e fraude ao mercado: três alvos distintos570
  539. 14.1.3. Quadro: tipologia das fraudes, elo atingido e tributo lesado571
  540. 14.2. Fraudes na mídia572
  541. 14.2.1. Superfaturamento de mídia e a diferença entre tabela e valor efetivamente praticado572
  542. 14.2.2. Desconto oculto, rebate não repassado e a apropriação indevida pela agência573
  543. 14.2.3. Veiculação inexistente, checking falso e a nota fiscal sem prestação574
  544. 14.2.4. Estudo de caso 31 — a auditoria de mídia que reconstituiu três anos de veiculação575
  545. 14.3. Fraudes na produção577
  546. 14.3.1. Produtora de fachada, orçamento simulado e triangulação de fornecedores577
  547. 14.3.2. Cachê superfaturado, elenco fictício e a folha de produção579
  548. 14.3.3. Superfaturamento de material promocional e de brindes580
  549. 14.4. Fraudes no ambiente digital581
  550. 14.4.1. Fraude de tráfego, bots e impressões inexistentes: o efeito tributário da despesa inservível581
  551. 14.4.2. Cadeia de intermediários opaca e a impossibilidade de comprovar o destino da verba582
  552. 14.4.3. Autopromoção, engajamento comprado e a receita não declarada do creator583
  553. 14.4.4. Permuta não declarada e o recebimento em espécie fora da escrita584
  554. 14.5. Simulação contratual e planejamento abusivo585
  555. 14.5.1. Requalificação de repasse em receita e de receita em repasse585
  556. 14.5.2. Pejotização de talentos e de equipes internas586
  557. 14.5.3. Segregação artificial de atividades para permanecer no Simples Nacional587
  558. 14.5.4. Patrocínio simulado, incentivo fiscal desviado e a devolução do benefício588
  559. 14.5.5. Estudo de caso 32 — a estrutura de cinco empresas desmontada pela fiscalização590
  560. 14.6. Publicidade, evasão de divisas e lavagem de dinheiro592
  561. 14.6.1. A campanha como veículo de remessa e o superfaturamento internacional592
  562. 14.6.2. Publicidade e caixa dois de campanha eleitoral593
  563. 14.6.3. Deveres de diligência e o dever de comunicação de operações atípicas594
  564. 14.7. O ilícito penal tributário no setor595
  565. 14.7.1. Sonegação, apropriação indébita e falsidade documental na cadeia publicitária596
  566. 14.7.2. A representação fiscal para fins penais e a extinção da punibilidade pelo pagamento597
  567. 14.7.3. Responsabilidade do dirigente, do sócio e do profissional de marketing598
  568. 14.8. A reforma tributária e as novas superfícies de fraude599
  569. 14.8.1. O recolhimento na liquidação financeira e as tentativas de contorná-lo599
  570. 14.8.2. Crédito indevido, nota calçada e a nova fiscalização de crédito600
  571. Capítulo 15: Fiscalização, auditoria, obrigações acessórias e compliance602
  572. 15.1. O universo das obrigações acessórias do setor602
  573. 15.1.1. Federais: escrituração digital, declaração de retenções e a apuração das contribuições603
  574. 15.1.2. Estaduais e municipais: documentos fiscais, cadastros e declarações604
  575. 15.1.3. Setoriais: registro de obra publicitária, autorização de promoção e prestação de contas pública604
  576. 15.1.4. Calendário anual de obrigações do setor (quadro)605
  577. 15.2. Roteiros de auditoria por sujeito607
  578. 15.2.1. Roteiro de auditoria da agência607
  579. 15.2.2. Roteiro de auditoria do anunciante608
  580. 15.2.3. Roteiro de auditoria do veículo609
  581. 15.2.4. Roteiro de auditoria da produtora e do fornecedor610
  582. 15.2.5. Roteiro de auditoria do creator e do agenciador610
  583. 15.3. A auditoria da conta de mídia611
  584. 15.3.1. Conciliação entre plano de mídia, ordem de inserção, checking, nota do veículo e pagamento612
  585. 15.3.2. A prova da veiculação e os relatórios de terceiros613
  586. 15.3.3. Estudo de caso 33 — a conciliação que revelou R$ 4 milhões de repasse sem lastro613
  587. 15.4. A fiscalização municipal615
  588. 15.4.1. O que o auditor municipal procura na agência e no veículo616
  589. 15.4.2. Arbitramento da base de cálculo e o ônus da prova do repasse617
  590. 15.4.3. A fiscalização de anúncios e a interface com a fiscalização tributária618
  591. 15.5. A fiscalização estadual619
  592. 15.5.1. O foco na receita de comunicação e na circulação de material promocional619
  593. 15.5.2. A fiscalização de brindes, amostras e remessas promocionais 620 15.6. A fiscalização federal621
  594. 15.6.1. O cruzamento entre a declaração do anunciante, a da agência e a do veículo622
  595. 15.6.2. A malha das retenções e a inconsistência entre a fonte e o beneficiário623
  596. 15.6.3. A fiscalização das remessas ao exterior e da importação de serviços624
  597. 15.6.4. A fiscalização das contribuições setoriais625
  598. 15.7. Governança tributária da verba de marketing626
  599. 15.7.1. Política interna de contratação de agências e fornecedores627
  600. 15.7.2. Cláusulas tributárias no contrato de agência, de veiculação e de patrocínio628
  601. 15.7.3. Documentação mínima que sustenta cada dedução e cada exclusão de base629
  602. 15.7.4. Matriz de riscos e indicadores de controle para a área de marketing630
  603. 15.8. A reforma tributária e as novas obrigações632
  604. 15.8.1. O documento fiscal eletrônico único e o fim das declarações redundantes632
  605. 15.8.2. O que a agência, o veículo e o anunciante precisam ajustar em sistemas até 2027633
  606. Capítulo 16: Teses tributárias, contencioso e recuperação de créditos636
  607. 16.1. O mapa das teses do setor636
  608. 16.1.1. Critérios de seleção: probabilidade, valor recuperável e risco reflexo637
  609. 16.1.2. Quadro geral das teses por tributo, sujeito e estágio jurisprudencial638
  610. 16.2. Teses municipais640
  611. 16.2.1. Não incidência do ISS sobre a veiculação de publicidade640
  612. 16.2.2. Exclusão dos repasses de mídia e de produção da base do ISS da agência641
  613. 16.2.3. Ilegitimidade do cadastro de prestadores de outros Municípios e da retenção punitiva642
  614. 16.2.4. Ilegalidade de taxas de fiscalização de anúncios com base de cálculo própria de imposto643
  615. 16.2.5. Conflito de local de prestação e a repetição do ISS pago a Município incompetente645
  616. 16.3. Teses estaduais646
  617. 16.3.1. Não incidência do ICMS-comunicação sobre veiculação publicitária647
  618. 16.3.2. Imunidade da radiodifusão livre e gratuita e sua extensão à receita publicitária648
  619. 16.3.3. Crédito de ICMS na aquisição de material promocional e de brindes649
  620. 16.3.4. Impressos personalizados e a exclusão do campo do ICMS650
  621. 16.4. Teses federais sobre a renda e a receita651
  622. 16.4.1. Dedutibilidade integral das despesas de propaganda e o combate à glosa por presunção651
  623. 16.4.2. Crédito de PIS e Cofins sobre marketing e publicidade como insumo652
  624. 16.4.3. Exclusão dos repasses da base das contribuições da agência654
  625. 16.4.4. Base de cálculo do lucro presumido da agência e o percentual aplicável655
  626. 16.4.5. Restituição do imposto retido na fonte sobre propaganda em duplicidade656
  627. 16.5. Teses das contribuições setoriais e das remessas657
  628. 16.5.1. Não incidência da CIDE sobre remessas por veiculação de mídia no exterior657
  629. 16.5.2. Discussões sobre a base e a periodicidade da CONDECINE sobre obra publicitária658
  630. 16.5.3. Qualificação do rendimento nos tratados e o afastamento do imposto na fonte660
  631. 16.6. Teses dos sujeitos peculiares661
  632. 16.6.1. O creator e a exportação de serviços de conteúdo661
  633. 16.6.2. O veículo imune e a manutenção do crédito662
  634. 16.6.3. A entidade sem fins lucrativos e a receita publicitária663
  635. 16.7. O processo administrativo e judicial no setor665
  636. 16.7.1. Estratégia probatória: contratos, plano de mídia, checking e laudos665
  637. 16.7.2. O contencioso municipal e suas particularidades666
  638. 16.7.3. O contencioso federal e o CARF667
  639. 16.7.4. Medidas judiciais adequadas e o momento de propô-las668
  640. 16.8. Recuperação de créditos: roteiro operacional669
  641. 16.8.1. Diagnóstico, quantificação e priorização670
  642. 16.8.2. Vias de recuperação: compensação, restituição e ressarcimento670
  643. 16.8.3. Prescrição, decadência e o efeito da modulação671
  644. 16.8.4. Estudo de caso 34 — projeto de recuperação em um grupo de comunicação672
  645. 16.9. Teses da transição para o IBS e a CBS674
  646. 16.9.1. Créditos acumulados de ICMS e de PIS/Cofins e seu aproveitamento na transição675
  647. 16.9.2. Contratos anteriores à reforma e a repactuação de preço676
  648. 16.9.3. As primeiras controvérsias previsíveis do novo sistema no setor677
  649. PARTE V — A REFORMA TRIBUTÁRIA679
  650. Capítulo 17: IBS, CBS e Imposto Seletivo aplicados ao marketing, à publicidade e à mídia679
  651. 17.1. O novo sistema em uma página, aplicado ao setor679
  652. 17.1.1. O que substitui o quê e em que ano680
  653. 17.1.2. As normas que compõem o sistema e as que ainda faltam682
  654. 17.1.3. Advertência metodológica: o regulamento existente alcança apenas a contribuição federal683
  655. 17.2. A publicidade no regime regular684
  656. 17.2.1. Por que não há regime específico nem diferenciado para a publicidade684
  657. 17.2.2. Os regimes vizinhos que tangenciam o setor e podem alcançar contratos híbridos685
  658. 17.2.3. Alíquota de referência, alíquota efetiva e o impacto setorial estimado686
  659. 17.3. O local da operação e a regra de destino687
  660. 17.3.1. A regra residual dos serviços e o domicílio do adquirente687
  661. 17.3.2. A ruptura com o critério do estabelecimento prestador do ISS688
  662. 17.3.3. Campanhas nacionais, filiais do anunciante e a repartição do destino690
  663. 17.4. A base de cálculo691
  664. 17.4.1. O valor da operação e o que a integra691
  665. 17.4.2. O reembolso por conta e ordem e a exigência de nota em nome do adquirente692
  666. 17.4.3. Desconto incondicional, bonificação, brinde e programa de fidelidade693
  667. 17.4.4. Permuta, contrapartida não monetária e o valor de mercado.694 17.4.5. Estudo de caso 35 — a base de cálculo da agência sob os dois modelos de faturamento de mídia695
  668. 17.5. O crédito do anunciante697
  669. 17.5.1. O crédito amplo e o requisito da atividade econômica697
  670. 17.5.2. As vedações de uso e consumo pessoal e o entorno do marketing: eventos, hospitalidade e brindes698
  671. 17.5.3. Publicidade, patrocínio e ativação: o que gera crédito integral699
  672. 17.5.4. Quadro: a verba de marketing linha a linha e o direito a crédito700
  673. 17.6. As imunidades da comunicação no novo sistema702
  674. 17.6.1. Livros, jornais, periódicos e o papel703
  675. 17.6.2. A radiodifusão de recepção livre e gratuita e a constitucionalização da regra704
  676. 17.6.3. A receita publicitária do veículo imune: a tese e o contraargumento705
  677. 17.6.4. Imunidade sem manutenção de crédito e o efeito de acumulação706
  678. 17.7. Plataformas digitais e importação de serviços de publicidade707
  679. 17.7.1. O conceito legal de plataforma digital e a exclusão de quem executa somente publicidade707
  680. 17.7.2. A responsabilidade da plataforma e o fornecedor não residente708
  681. 17.7.3. Importação por contribuinte e por não contribuinte: quem recolhe e como709
  682. 17.7.4. Estudo de caso 36 — a compra de mídia internacional por três estruturas diferentes710
  683. 17.8. A exportação de serviços de publicidade712
  684. 17.8.1. O requisito duplo de adquirente e destinatário no exterior712
  685. 17.8.2. A campanha paga pela matriz estrangeira e veiculada ao público brasileiro713
  686. 17.8.3. Manutenção e ressarcimento de créditos na exportação714
  687. 17.9. O recolhimento na liquidação financeira e o fluxo de caixa da campanha715
  688. 17.9.1. O mecanismo, o procedimento simplificado e o crédito do adquirente715
  689. 17.9.2. O efeito sobre a agência que fatura mídia em nome próprio716
  690. 17.9.3. Estudo de caso 37 — o impacto de caixa em uma agência com R$ 300 milhões de verba sob gestão717
  691. 17.10. O Simples Nacional e o microempreendedor na transição719
  692. 17.10.1. A opção pelo regime regular e a janela de decisão719
  693. 17.10.2. O crédito limitado ao valor devido no Simples e a pressão competitiva no mercado corporativo720
  694. 17.10.3. O creator e a pequena agência: quando sair e quando permanecer721
  695. 17.11. O Imposto Seletivo e a publicidade dos bens onerados722
  696. 17.11.1. O campo de incidência e a razão de a publicidade estar fora dele722
  697. 17.11.2. O imposto na base do IBS e da CBS e o efeito no preço anunciado723
  698. 17.11.3. Apostas, bebidas, fumo e bebidas açucaradas: o efeito da carga sobre a verba de mídia724
  699. 17.12. A transição 2026-2033 e os contratos publicitários725
  700. 17.12.1. O ano-teste, a cobrança cheia da contribuição federal e o escalonamento do imposto subnacional725
  701. 17.12.2. Contratos privados de longo prazo sem regra legal de reequilíbrio726
  702. 17.12.3. Cláusulas de revisão tributária, gross-up e repactuação de fee728
  703. 17.12.4. Contratos com a Administração Pública e o reequilíbrio previsto em lei729
  704. 17.13. Plano de transição para cada sujeito da cadeia730
  705. 17.13.1. Roteiro do anunciante730
  706. 17.13.2. Roteiro da agência731
  707. 17.13.3. Roteiro do veículo732
  708. 17.13.4. Roteiro da produtora, da adtech e do creator733
  709. 17.13.5. Quadro final: o que decidir em cada ano, de 2026 a 2033733

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