Capa do livro Curso de Tributação — Portos
Tributação Setorial

Curso de Tributação — Portos

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 02/08/2026

Páginas
606
Formato
16 x 22,9 x 3,1 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O complexo portuário brasileiro opera no cruzamento de densas redes regulatórias, aduaneiras e tributárias, onde a circulação de riquezas envolve disputas federativas históricas entre municípios, estados e a União. Na obra, o Auditor Fiscal João Pavão Neto elabora o guia definitivo sobre a conformidade fiscal e a engenharia tributária do setor logístico e retroportuário.

Adotando uma postura doutrinária eclética, o livro disseca a Regra Matriz de Incidência do ISSQN sobre serviços portuários cruciais (Capatazia, Estiva, Praticagem, Agenciamento Marítimo e THC), o conflito ICMS vs. ISS na dragagem e armazenagem alfandegada e a complexa tributação do comércio exterior e aduaneiro.

Sumário completo da obra 361 entradas
  1. Capítulo 1: A Natureza Complexa da Atividade Portuária e Retroportuária29
  2. 1.1. Definições de Direito Marítimo, Regulatório (ANTAQ) e a Lei dos Portos (Lei 12.815/13)29
  3. 1.1.1. O Direito Marítimo: A Perspectiva do Navio e da Navegação29
  4. 1.1.2. O Direito Regulatório e o Papel da ANTAQ31
  5. 1.1.3. A Lei dos Portos (Lei 12.815/2013): O Novo Marco Legal33
  6. 1.1.4. Intersecções e Conflitos: A Complexidade Operacional35
  7. 1.1.5. Aplicabilidade Prática e Implicações Fiscais37
  8. 1.2. O Contrato de Arrendamento Portuário e a Exploração Econômica de Berços de Atracação38
  9. 1.2.1. O Arrendamento Portuário: Conceitos, Evolução e Marco Legal38
  10. 1.2.2. A Natureza Jurídica Tripartite do Contrato40
  11. 1.2.3. Exploração Econômica de Berços de Atracação: O Ativo Estratégico41
  12. 1.2.4. Remuneração da Autoridade Portuária e Tarifação43
  13. 1.2.5. O Conflito do IPTU: O Tema 437 do STF e a Posse Portuária44
  14. 1.2.6. O Equilíbrio Econômico-Financeiro e os Investimentos em Berços45
  15. 1.2.7. Novos Instrumentos Contratuais: Uso Temporário e Transição46
  16. 1.2.8. Estudo de Caso: O Hub Logístico do Porto do Itaqui (MA)46
  17. 1.2.9. Conclusão: Reflexos Tributários da Natureza do Arrendamento47
  18. 1.3. A Diferenciação Operacional: Operadores Portuários, Agências Marítimas e Terminais de Uso Privado (TUPs)48
  19. 1.3.1. O Operador Portuário: A Centralidade da Execução Física e a Gestão da Mão de Obra49
  20. 1.3.2. As Agências Marítimas: Representação, Intermediação e Conflitos de Base de Cálculo53
  21. 1.3.3. Terminais de Uso Privado (TUPs): O Regime de Autorização e a Propriedade Privada56
  22. 1.3.4. Confluência e Sobreposição: O Agente que Opera e o Operador que Agencia58
  23. 1.4. O Papel do Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO) e a natureza jurídica da remuneração dos Trabalhadores Portuários Avulsos (TPA)60
  24. 1.4.1. Gênese e Evolução Normativa: Do Sistema de Sindicatos à Gestão Centralizada61
  25. 1.4.2. Natureza Jurídica do OGMO: Associação Civil, Utilidade Pública e a Ausência de Intuito Lucrativo62
  26. 1.4.3. O Trabalhador Portuário Avulso (TPA): Distinção entre Relação de Trabalho e Emprego63
  27. 1.4.4. A Estrutura Remuneratória do TPA: MMO, Encargos e a Natureza Jurídica do Repasse64
  28. 1.4.5. Incidência do ISS sobre a Atividade do OGMO: O Conflito entre "Preço do Serviço" e "Taxa de Administração"66
  29. 1.4.6. Tributação Federal e Contribuições Sociais (PIS/COFINS): O Tratamento dos Ingressos e Desembolsos67
  30. 1.4.7. O Custeio das Atividades do OGMO e a Ilegalidade da Cobrança por Tonnage (Peso da Carga)68
  31. 1.4.8. Responsabilidade Solidária e a Segurança Jurídica no Recolhimento de Encargos69
  32. 1.4.9. Impactos da Jurisprudência do STF e STJ na Tributação da Mão de Obra Portuária70
  33. 1.4.10. Reflexos Práticos e Auditoria da "Pejotização" no Cais70
  34. 1.5. Conceitos Jurídicos e Elementos Físicos Objeto de Tributação72
  35. 1.5.1. A Poligonal do Porto Organizado e o limite da jurisdição fiscal72
  36. 1.5.2. O Mar Territorial, as Águas Jurisdicionais Brasileiras e o conceito de "território aduaneiro"74
  37. 1.5.3. Berços de atracação, píeres, dolfins e bacias de evolução: Infraestrutura civil ou insumo logístico?76
  38. 1.5.4. Zonas Primárias (Cais) vs. Zonas Secundárias (Portos Secos / EADIs e Retroportos)78
  39. 1.5.5. A métrica do navio: Arqueação Bruta (GRT), Porte Bruto (DWT) e Calado como referenciais de capacidade econômica80
  40. Capítulo 2: Tributação sobre Serviços Municipais (ISSQN) e a Dinâmica Operacional83
  41. 2.1. Aspecto Material (Hipótese de Incidência): Análise aprofundada dos Itens 20.01 (Serviços portuários), 20.02 (Aeroportuários - exclusão) e 20.03 (Aduana) da LC 116/0384
  42. 2.1.1. O Item 20.01: A Espinha Dorsal da Operação Portuária84
  43. 2.1.2. O Item 20.02: Serviços Aeroportuários e a Lógica da Exclusão88
  44. 2.1.3. O Item 20.03: Terminais, Aduana e a Fronteira da Logística89
  45. 2.1.4. A Problemática da Logística e os Serviços "Congêneres"91
  46. 2.1.5. Base de Cálculo e Deduções no Aspecto Material92
  47. 2.2. A Dinâmica de Cada Serviço Portuário e sua Tributação93
  48. 2.2.1. Capatazia: A movimentação física da mercadoria no cais e a segregação do THC (Terminal Handling Charge)94
  49. 2.2.2. Estiva: A arrumação da carga nos porões do navio e a subcontratação via OGMO96
  50. 2.2.3. Praticagem: A assessoria de navegação obrigatória, a natureza de serviço público delegado e a tributação por manobra98
  51. 2.2.4. Apoio Marítimo e Portuário: Rebocadores e Lanchas de Amarração100
  52. 2.2.5. Agenciamento Marítimo (Item 10.06): A representação do armador e o conflito na base de cálculo das comissões102
  53. 2.2.6. Fornecimento de Bordo (Ship Chandler): O limite entre a venda de mercadoria (ICMS) e o serviço de abastecimento (ISSQN)104
  54. 2.3. Obras Portuárias, Dragagem (7.11) e Montagem Industrial: O conflito ICMS vs. ISSQN nos complexos logísticos e industriais106
  55. 2.3.1. Infraestrutura Fixa e a Hipótese de Incidência: Itens 7.02 e 7.05 da LC 116/2003107
  56. 2.3.2. A Base de Cálculo do ISSQN e a Dedução de Materiais: Do Tema 247 do STF à Reorientação do STJ110
  57. 2.3.3. Dragagem Portuária: O Conflito entre os Itens 7.18, 7.11 e 20.01112
  58. 2.3.4. Montagem Industrial e Instalação de Equipamentos: O Embate ADI 4.389114
  59. 2.3.5. Serviços de Içamento, Guindastes e a Inovação da Lei Complementar nº 218/2025115
  60. 2.3.6. Contratos EPC (Engineering, Procurement and Construction) e a Dinâmica Tributária Portuária117
  61. 2.3.7. Conclusões e Aplicabilidade Prática no Cotidiano Portuário118
  62. 2.4. Armazenagem Alfandegada vs. Locação de Espaço Retroportuário: A blindagem contra a Súmula Vinculante 31 do STF119
  63. 2.5. Aspecto Espacial (O Local da Prestação)132
  64. 2.5.1. A territorialidade da tributação: Regra geral (Art. 3º) vs. Fixação no município do estabelecimento prestador (Agenciamento) 134 2.5.2. Operações em águas jurisdicionais e fundeadouros: Conflitos de competência entre municípios limítrofes na mesma baía ou estuário137
  65. 2.5.3. O "ISS Importação": Retenção na fonte sobre contratação de serviços técnicos especializados do exterior aplicados à automação portuária139
  66. 2.6. Aspecto Temporal (O Momento da Ocorrência)142
  67. 2.6.1. Regime de Competência vs. Faturamento: A emissão da nota fiscal face à finalização do embarque/desembarque144
  68. 2.6.2. Contratos de longo prazo em armazenagem e o fracionamento do fato gerador146
  69. 2.6.3. Demurrage e Detention: A cronologia da sobreestadia e o exato momento de sua eventual exigibilidade149
  70. 2.7. Aspecto Pessoal (Sujeição Ativa e Passiva)152
  71. 2.7.1. O Sujeito Ativo: A titularidade municipal em portos delegados ao Estado ou à iniciativa privada153
  72. 2.7.2. O Contribuinte de Direito: Operador Portuário, Armador, Agente Marítimo e a distinção de suas responsabilidades156
  73. 2.7.3. Responsabilidade Solidária e Substituição Tributária: O dever legal de retenção do ISSQN por TUPs, Administradoras de Portos e Consórcios exportadores159
  74. 2.8. Aspecto Quantitativo (Base de Cálculo e Alíquotas)163
  75. 2.8.1. A composição da receita bruta: Inclusão ou exclusão de taxas regulatórias, AFRMM e tarifas portuárias (Tarifa 1, 2 e 3)164
  76. 2.8.2. O impacto da variação cambial (PTAX) no faturamento de serviços estipulados em moeda estrangeira (Dólar/Euro)168
  77. 2.8.3. Deduções glosadas: A ilegalidade do abatimento de custos operacionais (combustível, guindastes) da base de cálculo do ISSQN171
  78. 2.9. Tecnologia e Automação Portuária (Port Community Systems - PCS): A fronteira tributária entre o Item 1.03 (Processamento de 9 Dados/SaaS) e 20.01 (Serviços Portuários)174
  79. 2.9.1. O Ecossistema Digital Portuário: Conceitos de PCS e TOS175
  80. 2.9.2. O Enquadramento no Subitem 1.03: A Visão do Software como Meio177
  81. 2.9.3. O Subitem 20.01 e a Teoria do Serviço Portuário Digitalizado178
  82. 2.9.4. O Conflito de Competência e o Princípio da Especialidade179
  83. 2.9.5. Aspectos Práticos de São Luís/MA: O Rigor da Substituição Tributária180
  84. 2.9.6. Automação e Auditoria Digital: O Papel do Porto Sem Papel (PSP)181
  85. 2.9.7. A Fronteira Tecnológica no ISS-Importação182
  86. 2.9.8. Impactos da Reforma Tributária (IBS e CBS)182
  87. Capítulo 3: O ICMS e a Logística de Circulação de Mercadorias (Esfera Estadual)185
  88. 3.1. O Transporte Intermunicipal e Interestadual de Cargas: O Fato Gerador na saída do porto185
  89. 3.1.1. Fundamentos Constitucionais e a Natureza Jurídica da Prestação186
  90. 3.1.2. O Fato Gerador: Critério Temporal e a Teoria do Início da Prestação187
  91. 3.1.3. O Aspecto Espacial: A Soberania do Local de Início188
  92. 3.1.4. O ICMS na Saída do Porto em Operações de Importação189
  93. 3.1.5. A Desoneração do Transporte para Exportação e a Súmula 649 do STJ190
  94. 3.1.6. Aspecto Quantitativo: Base de Cálculo e o Cálculo "Por Dentro"191
  95. 3.1.7. A Diferenciação Crítica: ICMS-Transporte vs. ISS- Capatazia (THC)192
  96. 3.1.8. O Regime de Redespacho e Transbordo na Logística Portuária193
  97. 3.1.9. A Súmula 166 do STJ e o Transporte entre Estabelecimentos do Mesmo Titular194
  98. 3.1.10. Casuística Regional: O Caso do Porto do Itaqui e a Resolução 02/2019 do Maranhão195
  99. 3.1.11. A "Guerra dos Portos" e a Alíquota de 4% (Resolução Senado 13/2012)195
  100. 3.1.12. Obrigações Acessórias e a Auditoria Digital na Saída do Porto196
  101. 3.1.13. Conclusão do Tópico197
  102. 3.2. A Transferência de Titularidade da Carga em Área Alfandegada (Venda à Ordem) e as operações de Trading Companies197
  103. 3.3. O ICMS-Importação (Tema 520 STF): O momento exato do desembaraço aduaneiro e a sujeição passiva do destinatário final 207 3.3.1. Fundamentação Constitucional e o Conceito de Destinatário208
  104. 3.3.2. O Aspecto Temporal: A Súmula Vinculante 48 e o Momento do Desembaraço209
  105. 3.3.3. O Aspecto Pessoal e Espacial: A Tese Firmada no Tema 520 (ARE 665134)210
  106. 3.3.4. Modalidades de Importação e suas Implicações na Sujeição Passiva211
  107. 3.3.5. Aspectos Quantitativos e a "Tributação por Dentro" .214 3.3.6. Logística e Obrigações Acessórias na Zona Portuária.215 3.3.7. Jurisprudência Consolidada e Conflitos Regionais216
  108. 3.3.8. Conclusão do Tópico217
  109. 3.4. Fornecimento de Combustível a Navios (Bunker): A isenção na navegação de longo curso vs. tributação na cabotagem218
  110. 3.4.1. Conceituação Técnica e Classificação Fiscal dos Combustíveis Marítimos219
  111. 3.4.2. A Navegação de Longo Curso: A Ficção Jurídica da Exportação e o Consumo de Bordo220
  112. 3.4.3. A Navegação de Cabotagem: O "Custo Brasil" e a Tributação Plena222
  113. 3.4.4. A Dualidade Constitucional: Imunidade vs. Isenção224
  114. 3.4.5. Jurisprudência Consolidada: STF e STJ no Setor de Combustíveis Marítimos224
  115. 3.4.6. O Programa BR do Mar (Lei 14.301/2022) e os Incentivos Federais225
  116. 3.4.7. Problemáticas Práticas e Fiscalização nas Operações de Bunkering226
  117. 3.4.8. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Fim do Conflito227
  118. 3.4.9. Conclusão: Recomendações para a Gestão Fiscal do Bunker228
  119. Capítulo 4: Tributos Federais e o Comércio Exterior (Esfera Federal e Aduaneira)230
  120. 4.1. Impostos Regulatórios: Imposto de Importação (II) e Imposto de Exportação (IE)230
  121. 4.1.1. Imposto de Importação (II): O Guardião das Fronteiras Econômicas231
  122. 4.1.2. A Grande Controvérsia da Capatazia (THC) na Base de Cálculo do II237
  123. 4.1.3. O Regime Especial REPORTO e a Modernização da Infraestrutura Portuária239
  124. 4.1.4. Imposto de Exportação (IE): A Excepcionalidade Regulatória241
  125. 4.1.5. Aspectos Práticos da Fiscalização e Auditoria no Complexo Portuário245
  126. 4.1.6. Síntese e Perspectivas frente à Reforma Tributária (IBS/CBS)245
  127. 4.2. PIS e COFINS na Importação e no Faturamento Portuário: A polêmica exclusão do ICMS e do AFRMM da base de cálculo246
  128. 4.2.1. O PIS e a COFINS no Contexto da Atividade Portuária: Fundamentos e Regimes247
  129. 4.2.2. A Exclusão do ICMS da Base de Cálculo do PIS/COFINS- Faturamento (Tema 69 STF)248
  130. 4.2.3. PIS e COFINS-Importação: A Inconstitucionalidade da Base Ampliada (Tema 1 STF)250
  131. 4.2.4. A Polêmica Exclusão do AFRMM da Base de Cálculo .252 4.2.5. O ISSQN na Base de Cálculo: O "Irmão" do Tema 69 (Tema 118 STF)254
  132. 4.2.6. A "Tese Inversa": PIS e COFINS na Base do ICMS (Tema 1223 STJ)255
  133. 4.2.7. O Impacto da Capatazia (THC) e o Tema 1014 do STJ 256 4.2.8. Tecnologia e Auditoria: O Cruzamento do Siscomex com o Faturamento Federal256
  134. 4.2.9. Futuro: A Reforma Tributária (EC 132/2023) e a Transição para a CBS257
  135. 4.2.10. Conclusões e Recomendações Práticas para o Setor Portuário258
  136. 4.3. IRPJ e CSLL: A aplicação de Preços de Transferência (Transfer Pricing) nas operações logísticas entre matrizes e filiais estrangeiras259
  137. 4.3.1. O Novo Marco Legal e a Transição do Modelo de Margens Fixas para o Princípio Arm’s Length260
  138. 4.3.2. Conceito de Partes Relacionadas e Transações Controladas no Ambiente Logístico262
  139. 4.3.3. Delineamento da Transação e a Análise FAR (Funções, Ativos e Riscos)263
  140. 4.3.4. Métodos de Determinação do Preço de Transferência na Logística Portuária266
  141. 4.3.5. Jurisprudência Comentada: O Setor Naval e os Limites do Arbitramento Fiscal268
  142. 4.3.6. Tratamento de Intangíveis e Royalties em Operações Portuárias270
  143. 4.3.7. O Intervalo Interquartil e a Metodologia Estatística de Ajuste271
  144. 4.3.8. Aspectos Práticos de Compliance: Arquivo Local, Global e CbCR273
  145. 4.3.9. Conexão com a Reforma Tributária: IBS, CBS e o Valor de Mercado274
  146. 4.4. Regimes Aduaneiros Especiais: Impactos na suspensão de tributos no Trânsito Aduaneiro (DTA), Entreposto Aduaneiro, Admissão e Exportação Temporária275
  147. 4.4.1. Trânsito Aduaneiro (DTA): A Logística da Suspensão em Movimento276
  148. 4.4.2. Entreposto Aduaneiro: A Flexibilidade do Estoque Estratégico279
  149. 4.4.3. Admissão Temporária: Da Suspensão Total à Utilização Econômica281
  150. 4.4.4. Exportação Temporária: Conserto e Aperfeiçoamento Passivo283
  151. 4.4.5. O Futuro dos Regimes Especiais face à Reforma Tributária (EC 132/2023)285
  152. 4.5. O Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM): Natureza jurídica de CIDE e os critérios de não-incidência285
  153. 4.5.1. Natureza Jurídica: A Consolidação como CIDE286
  154. 4.5.2. A Regra Matriz de Incidência Tributária (RMIT) do AFRMM287
  155. 4.5.3. Base de Cálculo: O Conflito da Capatazia e do THC290
  156. 4.5.4. Critérios de Não-Incidência290
  157. 4.5.5. Isenções do AFRMM: Análise do Artigo 14 da Lei nº 10.893/2004291
  158. 4.5.6. Suspensão do AFRMM e Regimes Aduaneiros Especiais293
  159. 4.5.7. Aspectos Operacionais e o Sistema Mercante293
  160. 4.5.8. A Interface com o ICMS-Importação294
  161. 4.6. Despacho Aduaneiro na Lupa: A tributação estrita da atividade do Despachante Aduaneiro e das Comissárias de Despacho295
  162. 4.6.1. Natureza Jurídica da Atividade: O Mandato como Base de Incidência296
  163. 4.6.2. O Despachante Aduaneiro (Pessoa Física): Honorários e o Papel dos Sindicatos298
  164. 4.6.3. As Comissárias de Despacho (Pessoa Jurídica): Faturamento vs. Reembolso300
  165. 4.6.4. ISSQN: Territorialidade, Conflitos e o Aspecto Espacial302
  166. 4.6.5. O Simples Nacional e o Impacto do Fator R304
  167. 4.6.6. Jurisprudência e Teses Tributárias Relevantes305
  168. 4.6.7. Inteligência Fiscal e Auditoria: O Foco da Receita Federal306
  169. 4.7. Tratados Internacionais e a Dupla Tributação: O impacto dos acordos internacionais (Modelo OCDE) na retenção de ISS/IRRF sobre fretes e afretamentos de embarcações308
  170. Capítulo 5: O Labirinto Aduaneiro e os Incentivos Fiscais323
  171. 5.1. A Imunidade Tributária (Art. 2º, I, LC 116/03): A qualificação técnica do que constitui efetivamente a "exportação" de serviços portuários323
  172. 5.1.1. O Fundamento Constitucional e a Teleologia da Não Incidência323
  173. 5.1.2. A Dicotomia Doutrinária: Resultado-Consumação vs. Resultado-Fruição324
  174. 5.1.3. Análise Prática dos Serviços Portuários sob a Lente da Exportação326
  175. 5.1.4. O Mito da Extraterritorialidade e a Soberania Fiscal327
  176. 5.1.5. A Fiscalização Digital e a "Pejotização" Indevida na Exportação328
  177. 5.1.6. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e a Transição para o IBS/CBS329
  178. 5.1.7. Síntese Didática e Recomendações Técnicas330
  179. 5.2. O REPORTO (Regime Tributário para Incentivo à Modernização Portuária): Reflexos suspensivos sobre a importação de guindastes, portêineres e maquinário pesado331
  180. 5.2.1. Gênese, Evolução Legislativa e a Prorrogação do Regime332
  181. 5.2.2. A Natureza Jurídica da Suspensão Condicionada333
  182. 5.2.3. Beneficiários do Regime e o Processo de Habilitação 334 5.2.4. O Escopo Material: Máquinas, Equipamentos e a Regra das Peças de Reposição336
  183. 5.2.5. A Classificação Fiscal (NCM) como Eixo Central da Segurança Jurídica337
  184. 5.2.6. O Exame de Similaridade Nacional e o Imposto de Importação (II)338
  185. 5.2.7. Reflexos nas Contribuições Sociais e a Manutenção de Créditos (Art. 17)339
  186. 5.2.8. A Interação com o ICMS e o Convênio ICMS 28/05340
  187. 5.2.9. Jurisprudência: Serviços Portuários e Créditos de Insumos341
  188. 5.2.10. Fiscalização, Desvio de Finalidade e Multas342
  189. 5.2.11. O REPORTO na Reforma Tributária (LC 214/2025)343
  190. 5.2.12. Análise Técnica e Econômica: O Impacto nos Terminais de Contêineres344
  191. 5.2.13. Conclusão do Tópico e Recomendações Práticas345
  192. 5.3. Áreas de Livre Comércio (ALC) e Zonas de Processamento de Exportação (ZPE): Limites da desoneração municipal frente aos benefícios federais e estaduais346
  193. 5.3.1. Fundamentos e Gênese dos Regimes de Exceção Geográfica346
  194. 5.3.2. A Desoneração Federal: Extensão e Mecanismos de Controle348
  195. 5.3.3. O Papel Estratégico do ICMS e o Convênio CONFAZ 99/98349
  196. 5.3.4. O Labirinto do ISSQN e os Limites da Competência Municipal350
  197. 5.3.5. Exportação de Serviços nas ZPEs: O Critério do "Resultado"351
  198. 5.3.6. Estudo de Caso: O Complexo do Pecém e a Dualidade Caucaia/São Gonçalo352
  199. 5.3.7. O Conflito Federativo e a "Isenção Heterônoma"354
  200. 5.3.8. Estudo de Caso: Porto de Santana e a ALC Amapá354
  201. 5.3.9. Inteligência Fiscal: Riscos de Evasão em Áreas Incentivadas355
  202. 5.3.10. O Futuro: A Reforma Tributária e o Fim do Labirinto?356
  203. 5.4. Regimes de Drawback (Isenção, Suspensão e Restituição): Impactos na cadeia de serviços agregados ao produto exportado . 358 5.5. Tributação "Verde" e ESG nos Portos: Desonerações estratégicas para transição energética e implementação de Cold Ironing (energia em terra para navios)370
  204. 5.5.1. Fundamentos da Tributação Ambiental e a Função Extrafiscal nos Portos370
  205. 5.5.2. O REPORTO como Eixo Central da Modernização Sustentável372
  206. 5.5.3. Cold Ironing (Onshore Power Supply): O Desafio da Natureza Jurídica374
  207. 5.5.4. ESG e o Índice de Desempenho Ambiental (IDA) como Driver de Incentivos376
  208. 5.5.5. Jurisprudência do STF: Proteção Contra a Retaliação Fiscal Ambiental377
  209. 5.5.6. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Novo Cenário para o ESG379
  210. 5.5.7. Práticas de Auditoria e Conformidade nos Incentivos Verdes380
  211. 5.5.8. Síntese Estratégica para o Futuro381
  212. Capítulo 6: O Contencioso de Alto Impacto e as Disputas nos Tribunais Superiores383
  213. 6.1. O IPTU sobre Áreas Arrendadas em Portos Públicos: A consolidação do Tema 437 do STF e a perda da imunidade recíproca pelas concessionárias privadas383
  214. 6.1.1. Fundamentos Constitucionais: A Imunidade Recíproca e sua Ratio Legis383
  215. 6.1.2. O Regime Jurídico dos Bens Públicos e a Natureza da Posse Portuária385
  216. 6.1.3. A Guinada Jurisprudencial: Do Critério Subjetivo ao Objetivo-Econômico386
  217. 6.1.4. Análise Detalhada do Tema 437 do STF e seus Fundamentos387
  218. 6.1.5. A Distinção entre Empresa Privada e Sociedade de Economia Mista (Tema 385)388
  219. 6.1.6. A Imunidade das Autoridades Portuárias: O Caso CODESP388
  220. 6.1.7. O Conflito Atual: O Tema 1297 e a Suspensão Nacional390
  221. 6.1.8. O Aspecto Quantitativo: A Base de Cálculo e o Valor Venal em Áreas Portuárias391
  222. 6.1.9. O Impacto no Equilíbrio Econômico-Financeiro dos Contratos392
  223. 6.1.10. Inteligência Fiscal Municipal e Estratégias de Fiscalização393
  224. 6.1.11. Considerações Finais e Orientações para o Contencioso393
  225. 6.2. O Tema 1014 do STJ: A exclusão da Capatazia (THC) do Valor Aduaneiro na base de cálculo do Imposto de Importação394
  226. 6.2.1. O Conceito Jurídico e Operacional de Capatazia e THC395
  227. 6.2.2. O Acordo de Valoração Aduaneira (AVA-GATT) e a Base Legal do Valor Aduaneiro397
  228. 6.2.3. O Conflito Normativo: A Instrução Normativa SRF 327/2003398
  229. 6.2.4. A Evolução Jurisprudencial e a Surpresa do Tema 1014399
  230. 6.2.5. O Impacto Econômico da Decisão e o "Custo Brasil" .401 6.2.6. A Resposta do Executivo: O Decreto nº 11.090/2022 401 6.2.7. Aplicabilidade Prática e Condições para a Exclusão402
  231. 6.2.8. Reflexos no ICMS-Importação e a Tese da Inconstitucionalidade404
  232. 6.2.9. A Discussão no Supremo Tribunal Federal (Tema 1151)405
  233. 6.2.10. Estudo de Caso de Alto Impacto: O Terminal Marítimo e a Indústria Química406
  234. 6.2.11. Gestão de Riscos e Compliance para o Futuro407
  235. 6.3. A (Não) Incidência de ISSQN sobre Demurrage (Sobreestadia de Contêineres): A consolidação do entendimento de natureza indenizatória, não prestacional408
  236. 6.3.1. Conceituação Técnica e Fenomenologia Logística da Sobreestadia409
  237. 6.3.2. A Natureza Jurídica da Sobreestadia: O Debate entre Indenização e Cláusula Penal411
  238. 6.3.3. A Regra Matriz de Incidência (RMI) do ISSQN e a Taxatividade da Lista413
  239. 6.3.4. Distinção Crucial entre Armazenagem Portuária e Sobreestadia415
  240. 6.3.5. O Impacto Regulatório da ANTAQ e a Matriz de Riscos (Acórdão 521/2025)417
  241. 6.3.6. Aplicabilidade Prática: Nota de Débito, Faturamento e Defesa Fiscal418
  242. 6.3.7. O Risco do "Split Contratual" e a Simulação de Sobrestadia420
  243. 6.3.8. A Visão dos Tribunais Estaduais e a Segurança Jurídica421
  244. 6.3.9. Futuro e Perspectivas: Reforma Tributária (IBS/CBS) e a Demurrage423
  245. 6.4. A incidência do ISSQN nas operações de Transbordo e o conflito espacial entre municípios limítrofes na mesma bacia portuária425
  246. 6.4.1. Natureza Jurídica e Enquadramento das Operações de Transbordo426
  247. 6.4.2. O Conflito Espacial e o "Locus" da Prestação em Águas Comuns427
  248. 6.4.3. Critérios de Fixação da Competência: Estabelecimento vs. Local do Serviço429
  249. 6.4.4. A Problemática da Guerra Fiscal e a Harmonização em Bacias Comuns430
  250. 6.4.5. Operações Ship-to-Ship (STS) e a Regulamentação da ANTAQ431
  251. 6.4.6. Jurisprudência do STJ: O Critério da Unidade Profissional432
  252. 6.4.7. Aspectos de Prova e Auditoria Digital no Contencioso433
  253. 6.4.8. Conclusão: Roteiro para a Gestão do Risco Fiscal434
  254. 6.5. A Exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS-Importação: A repercussão da "Tese do Século" nas operações de Comércio Exterior435
  255. 6.5.1. A Gênese Legislativa e a Estrutura Originária da Lei nº 10.865/2004436
  256. 6.5.2. O Conceito de Valor Aduaneiro e o Acordo de Valoração do GATT438
  257. 6.5.3. O Julgamento do RE 559.937 (Tema 1 STF) e a Fixação da Tese439
  258. 6.5.4. A Diferença Crucial entre o Tema 1 e o Tema 69: A Questão da Modulação440
  259. 6.5.5. A Reação da Receita Federal e as Novas Fórmulas de Cálculo442
  260. 6.5.6. A Abrangência da Tese: Importação de Serviços e a Exclusão do ISS443
  261. 6.5.7. A Intersecção com o Tema 1014 do STJ e a Capatazia (THC)444
  262. 6.5.8. O Contencioso Atual: Ações Rescisórias e a Segurança Jurídica (Tema 1338)446
  263. 6.5.9. Auditoria Digital e Recuperação de Créditos em Operações Portuárias446
  264. 6.5.10. Perspectivas Futuras: A Reforma Tributária e o Fim do Conflito448
  265. 6.6. A Inconstitucionalidade da inclusão do AFRMM e do THC na base de cálculo do ICMS-Importação450
  266. 6.6.1. A Estrutura Constitucional e Legal do ICMS-Importação450
  267. 6.6.2. O AFRMM na Base de Cálculo do ICMS: Natureza Jurídica e Inconstitucionalidade452
  268. 6.6.3. O Terminal Handling Charge (THC) e o Tema 1014 do STJ454
  269. 6.6.4. A Inconstitucionalidade Material e a Ofensa aos Princípios Tributários456
  270. 6.6.5. Análise Comparativa da Legislação e Prática das SEFAZ458
  271. 6.6.6. O Tema 520 do STF e a Definição do Sujeito Ativo459
  272. 6.6.7. Estratégias de Defesa e a Modulação de Efeitos459
  273. 6.6.8. O Futuro: A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o IBS/CBS460
  274. 6.7. O Conflito do ICMS nas operações de Drawback e a glosa de créditos estaduais por desvio de finalidade462
  275. 6.7.1. Fundamentos Constitucionais e a Natureza Jurídica do ICMS no Drawback463
  276. 6.7.2. O Conflito de Sujeição Ativa e a "Guerra dos Portos": O Impacto do Tema 520 do STF464
  277. 6.7.3. A Glosa de Créditos por Desvio de Finalidade e o Princípio da Vincularidade466
  278. 6.7.4. O Inadimplemento do Regime: Termo Inicial de Multas e Juros (REsp 1.343.344)467
  279. 6.7.5. Recuperação de Créditos e o Princípio da Não- Cumulatividade em Casos de Erro468
  280. 6.7.6. Fraudes Estratégicas e Inteligência Fiscal no Complexo Portuário469
  281. 6.7.7. Doutrina Aplicada: A Visão de Hugo de Brito Machado e Sacha Calmon470
  282. 6.7.8. O Futuro do Conflito: O Fim do ICMS e a Chegada do IBS/CBS (Reforma Tributária)470
  283. 6.7.9. Conclusão e Recomendações de Compliance para o Operador Portuário471
  284. Capítulo 7: Tipologias de Evasão e Supressão Tributária na Orla Portuária473
  285. 7.1. Fraudes na Valoração, Subfaturamento e Classificação474
  286. 7.1.1. Ocultação de receitas de serviços agregados maquiados como "Descontos Comerciais" nas faturas de exportação475
  287. 7.1.2. A triangulação de faturamento com paraísos fiscais em taxas de agenciamento marítimo478
  288. 7.1.3. A reclassificação fraudulenta de NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) para rebaixamento em cascata de II, IPI e ICMS480
  289. 7.2. Descaracterização Contratual483
  290. 7.2.1. Serviços complexos de armazenagem e gestão de pátio faturados como simples "Locação Imobiliária" (Súmula Vinculante 31)484
  291. 7.2.2. A falsa alocação de serviços de conferência e conserto de carga no escopo isento/imune de exportação488
  292. 7.2.3. O Fatiamento Artificial de Notas Fiscais: A separação dolosa entre a locação de maquinário pesado e a operação portuária para elisão do ISSQN491
  293. 7.3. Fraudes Físicas e Operacionais495
  294. 7.3.1. Sublocação clandestina de pátios não alfandegados e a ausência de emissão de NFS-e para as operações acessórias495
  295. 7.3.2. Fraude na pesagem, arqueação e cubagem de contêineres para rebaixar a faixa de cobrança de tarifas de armazenagem e movimentação498
  296. 7.3.3. Desvio de finalidade na utilização de equipamentos importados sob o abrigo suspensivo do REPORTO501
  297. 7.3.4. Omissão de receitas de "Scrap": A venda não tributada de sucata de contêineres, correntes e peças navais no mercado paralelo503
  298. 7.4. A "Pejotização" Indevida no Cais: Contratação de estivadores e amarradores fora do OGMO mediante falsas cooperativas para evasão de encargos e retenções na fonte506
  299. 7.4.1. Fundamentos Jurídicos e a Reserva de Mercado Legal507
  300. 7.4.2. A Anatomia da Fraude: O Uso de Falsas Cooperativas ("Fraudoperativas")509
  301. 7.4.3. Evasão de Encargos Previdenciários e Contribuições Sociais510
  302. 7.4.4. A Supressão do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF)512
  303. 7.4.5. O Impacto no ISSQN Municipal e a Classificação Fraudulenta513
  304. 7.4.6. Jurisprudência Consolidada e o Embate sobre a Exclusividade514
  305. 7.4.7. Estudo de Caso: Auditoria Estratégica no Hub Logístico de São Luís/MA515
  306. 7.5. O "Passeio de Notas" e o Falso Trânsito Aduaneiro: A simulação de exportação para desvio de cargas imunes/isentas para o mercado interno (Descaminho e Sonegação de ICMS)519
  307. 7.5.1. O "Passeio de Notas": Conceitos, Fundamentos e Motivação Econômica520
  308. 7.5.2. O Falso Trânsito Aduaneiro: Mecanismos e Simulação de Exportação522
  309. 7.5.3. Fundamentos Jurídicos e a Natureza do Crime de Descaminho523
  310. 7.5.4. Estudo de Caso: A Operação Broca e o "Passeio de Notas" no Setor de Café524
  311. 7.5.5. A Sonegação de ICMS e o Tema 520 do STF525
  312. 7.5.6. Tecnologias de Fiscalização: O Módulo CCT e a Inteligência Digital526
  313. 7.5.7. Aspectos Criminais e o Papel do Transportador de Trânsito527
  314. 7.5.8. Conclusão e Diretrizes para o Futuro (Reforma Tributária)528
  315. Capítulo 8: Auditoria Digital e Fiscalização Especializada In Loco529
  316. 8.1. A Malha Fiscal Portuária (O Cruzamento Definitivo)530
  317. 8.1.1. Integração e batimento de dados do Sistema Porto Sem Papel (PSP) com o volume de NFS-e emitidas pelos Operadores Portuários530
  318. 8.1.2. Extração de inteligência do Portal Único Siscomex (Módulo CCT - Controle de Cargas e Trânsito) contra os registros contábeis533
  319. 8.1.3. O cruzamento do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) com o Faturamento de Capatazia535
  320. 8.2. A Auditoria Inversa em Agências Marítimas e Terminais de Contêineres538
  321. 8.2.1. O rastreio do fluxo financeiro de remessas ao exterior via contratos de câmbio (BACEN/Sisbacen)539
  322. 8.2.2. Rastreamento e contagem do volume de TEUs (Twentyfoot Equivalent Unit) em sistemas de OCR nos Gates e a correlação financeira de faturamento542
  323. 8.3. Fiscalização de Pátio (Diligência In Loco e Arbitramento)547
  324. 8.3.1. A utilização de Drones e Imagens de Satélite para cubagem de pilhas de granel e dimensionamento da capacidade de tancagem549
  325. 8.3.2. A atuação de alta performance do Auditor Fiscal de Tributos do Município de São Luís/MA na fiscalização estratégica de 25 toda a extensão do hub logístico maranhense, neutralizando manobras elisivas553
  326. Capítulo 9: O Setor Portuário e o Comércio Exterior no IBS/CBS (EC 132/2023)558
  327. 9.1. A Transição para o IVA Dual: Impactos na infraestrutura logística, importação de equipamentos e manutenção de berços558
  328. 9.1.1. Fundamentos do IVA Dual: IBS e CBS no Ambiente Portuário559
  329. 9.1.2. Cronograma de Transição e Convivência de Sistemas (2026-2033)561
  330. 9.1.3. Impactos na Infraestrutura Logística e Contratos de Arrendamento562
  331. 9.1.4. Importação de Equipamentos e a Manutenção do REPORTO (Art. 105 da LC 214/2025)563
  332. 9.1.5. Manutenção de Berços, Dragagem e Serviços de Engenharia565
  333. 9.1.6. Gestão de Créditos, CAPEX e Não Cumulatividade Financeira566
  334. 9.1.7. Jurisprudência e a Transição do Contencioso Portuário567
  335. 9.1.8. Desafios Operacionais: O "Custo de Adaptação"568
  336. 9.2. O Princípio do Destino nas Operações Internacionais: A manutenção da desoneração plena das exportações e a nova matriz de creditamento para o operador portuário570
  337. 9.2.1. O Princípio do Destino como Vetor de Neutralidade no Comércio Exterior571
  338. 9.2.2. A Manutenção da Desoneração Plena e o Novo Conceito de Exportação de Serviços573
  339. 9.2.3. A Nova Matriz de Creditamento: O Salto para o Crédito Financeiro Amplo575
  340. 9.2.4. Estudo de Caso: Investimento em Expansão de Terminal Logístico em Santos577
  341. 9.2.5. Desafios e Críticas do Setor: O Risco da Quebra de Cadeia579
  342. 9.2.6. Regimes Especiais e a Modernização Portuária: A Sobrevivência do REPORTO579
  343. 9.2.7. Rastreabilidade Digital e Controle do Comitê Gestor.580 9.2.8. Conclusões e Perspectivas para o Direito Portuário no IVA Dual581
  344. 9.3. O fim histórico do conflito ISS vs. ICMS no desembaraço aduaneiro e nas operações de transporte intermodal de carga582
  345. 9.3.1. A Gênese do Conflito: Materialidades Híbridas e Fragmentação Normativa582
  346. 9.3.2. O Desembaraço Aduaneiro e a Superação do Critério da "Entrada Física"584
  347. 9.3.3. A Nova Regra Matriz: Unificação da Base no "Fornecimento"585
  348. 9.3.4. O Transporte Intermodal de Cargas e a Racionalização Logística586
  349. 9.3.5. O Princípio do Destino como Solução para a Guerra Fiscal Portuária587
  350. 9.3.6. A Racionalização dos Créditos e a Não Cumulatividade Plena588
  351. 9.3.7. O Papel do Comitê Gestor e a Apuração Assistida589
  352. 9.3.8. Conflitos em Potencial e a Jurisprudência de Transição590
  353. 9.3.9. Conclusão e Aplicabilidade Prática591
  354. 9.4. A Fiscalização Conjunta no Comitê Gestor (CG-IBS): O novo modelo de rastreabilidade nacional e internacional de cargas e serviços conexos592
  355. 9.4.1. Natureza Jurídica e Competências do Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)593
  356. 9.4.2. O Modelo de Fiscalização Integrada: Titularidade e Cotitularidade (LC 227/2026)595
  357. 9.4.3. Rastreabilidade Nacional de Cargas: O Modelo "Operação a Operação"597
  358. 9.4.4. Integração Aduaneira e Rastreabilidade Internacional (Siscomex e Porto Sem Papel)598
  359. 9.4.5. Split Payment e a Rastreabilidade Financeira nos Serviços Conexos600
  360. 9.4.6. Jurisprudência e Direitos do Contribuinte no Ambiente de Cooperação Federativa602
  361. 9.4.7. Aplicação Prática: Auditoria Digital e Malhas Fiscais Portuárias603

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