Curso de Tributação — Comércio Exterior e Internacional
Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 06/08/2026
- Páginas
- 470
- Formato
- 16 x 22,9 x 2,5 cm
- Impressão
- Preto e branco · offset
- Coleção
- Tributação Setorial
Sobre a obra
O comércio internacional no Brasil submete-se a um arcabouço normativo que testa os limites do pacto federativo, exigindo precisão na identificação dos aspectos material, temporal, espacial e pessoal da tributação. A obra oferece um estudo aprofundado sobre a Regra Matriz de Incidência na importação e exportação.
Adotando uma análise doutrinária e jurisprudencial detalhada, o autor examina a valoração aduaneira (GATT), a incidência do IPI e PIS/COFINS (Tema 1/STF) e a "Guerra dos Portos" no ICMS-Importação (Tema 520/STF). O livro aprofunda a complexidade da importação de serviços e softwares (SaaS) na ótica do ISS municipal, IRRF e CIDE.
Sumário completo da obra 240 entradas
- Capítulo 1: O Sistema Aduaneiro e o Território Nacional19
- 1.1. O Território Aduaneiro e a Soberania Fiscal19
- 1.1.1. Zona Primária vs. Zona Secundária22
- 1.1.2. O Despacho Aduaneiro e o Controle Governamental: Do Siscomex ao Portal Único de Comércio Exterior (DUIMP e DU-E)25
- 1.2. A Geopolítica Fiscal e os Tratados Internacionais29
- 1.2.1. O Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) e as regras da OMC31
- 1.2.2. O Mercosul e a Tarifa Externa Comum (TEC): Exceções (Letec, Ex-Tarifário) e regras de origem35
- 1.2.3. Acordos para Evitar a Dupla Tributação (ADT/TDT) e o modelo da OCDE vs. ONU38
- Capítulo 2: A Regra Matriz do Imposto de Importação (II) e a Valoração Aduaneira43
- 2.1. Aspecto Material: A entrada de mercadoria estrangeira no território aduaneiro nacional44
- 2.1.1. O Verbo Nuclear: "Importar" e a Incorporação à Economia Nacional44
- 2.1.2. O Objeto da Incidência: Produto, Bem ou Mercadoria?46
- 2.1.3. A Condição de "Estrangeiro" e a Tese da Desnacionalização (ADPF 400)47
- 2.1.4. O Território Aduaneiro e a Jurisdição Fiscal48
- 2.1.5. A Divergência: Entrada Física vs. Registro da DI49
- 2.1.6. Prática de Fiscalização no Complexo Portuário do Maranhão50
- 2.1.7. Exclusões e Não Incidências de Caráter Material51
- 2.1.8. Síntese Doutrinária: A Visão de Paulo de Barros Carvalho e Ricardo Alexandre51
- 2.2. Aspecto Espacial: O território aduaneiro brasileiro (com destaque para os portos de zona primária)52
- 2.2.1. O Conceito de Território Aduaneiro e a Soberania Fiscal53
- 2.2.2. A Divisão Jurisdicional: Zona Primária e Zona Secundária54
- 2.2.3. O Destaque para os Portos de Zona Primária55
- 2.2.4. A Problemática da Área Descontínua57
- 2.2.5. Jurisprudência Consolidada sobre o Aspecto Espacial do II58
- 2.2.6. Extensão do Território: Áreas de Controle Integrado (ACI)60
- 2.2.7. Aspectos Táticos: Vigilância Aduaneira e Poder de Polícia60
- 2.2.8. O Futuro do Aspecto Espacial: Reforma Tributária e o Princípio do Destino61
- 2.2.9. Considerações Finais sobre o Aspecto Espacial62
- 2.3. Aspecto Temporal: O registro da Declaração de Importação (DI/DUIMP) e a irrelevância da chegada física do navio/aeronave para a fixação da taxa cambial e alíquota63
- 2.3.1. Fundamentação Dogmática e o Conflito de Normas no Tempo64
- 2.3.2. A Fixação da Alíquota: Extrafiscalidade e a Regra do Momento66
- 2.3.3. A Fixação da Taxa Cambial: A Metodologia PTAX67
- 2.3.4. A Revolução da DUIMP e o Registro Antecipado68
- 2.3.5. Jurisprudência Consolidada e a Posição dos Tribunais.69 2.3.6. Exceções e Situações Específicas ao Marco Temporal70
- 2.3.7. O Papel do Auditor-Fiscal e o Lançamento por Homologação71
- 2.3.8. Aspecto Temporal e a Valoração Aduaneira (AVA-GATT)72
- 2.3.9. Conclusão e Aplicabilidade Prática74
- 2.4. Aspecto Pessoal: O importador, o arrematante de produtos apreendidos ou o destinatário de remessa postal. A responsabilidade solidária do despachante aduaneiro e do transportador74
- 2.4.1. O Contribuinte do Imposto de Importação: Definição Legal e Alcance76
- 2.4.2. O Arrematante de Produtos Apreendidos ou Abandonados78
- 2.4.3. O Destinatário de Remessa Postal Internacional80
- 2.4.4. A Responsabilidade Tributária Solidária e Subsidiária82
- 2.4.5. A Responsabilidade do Despachante Aduaneiro e o Interesse Comum83
- 2.4.6. A Reforma Tributária e a Nova Configuração do Aspecto Pessoal (IBS/CBS)85
- 2.4.7. Síntese Didática e Considerações Finais do Tópico85
- 2.5. Aspecto Quantitativo: A Valoração Aduaneira e o Acordo de Valoração do GATT86
- 2.5.1. Fundamentos e Evolução do Acordo de Valoração Aduaneira87
- 2.5.2. O Valor Aduaneiro e a Composição CIF (Cost, Insurance and Freight)88
- 2.5.3. Os Seis Métodos Sequenciais de Valoração Aduaneira 90 2.5.4. Subfaturamento, Subvaloração e a Jurisprudência do CARF94
- 2.5.5. Aplicabilidade Prática: Auditoria e Preços de Transferência95
- Capítulo 3: A Regra Matriz do IPI, PIS e COFINS na Importação98
- 3.1. Aspectos Materiais: O desembaraço aduaneiro de produtos industrializados (IPI) e a entrada de bens ou serviços estrangeiros (PIS/COFINS-Importação)98
- 3.1.1. O Aspecto Material do IPI na Importação99
- 3.1.2. A Multincidência e o Tema 906 do STF: IPI na Revenda101
- 3.1.3. O Aspecto Material do PIS/COFINS-Importação103
- 3.1.4. Softwares e Intangíveis: A Mudança de Paradigma do STF105
- 3.1.5. O Aspecto Quantitativo como Reflexo da Materialidade: O Tema 1 do STF106
- 3.1.6. Aplicação Prática: Fluxograma de Auditoria na Importação107
- 3.1.7. Jurisprudências Consolidadas e Súmulas Relevantes.108 3.1.8. Estudo de Caso 3: A Interposição Fraudulenta e a Ocultação da Materialidade109
- 3.1.9. Esquematização Didática: O Ciclo da Importação e a Incidência Tributária110
- 3.1.10. Considerações Doutrinárias Finais sobre a Soberania Fiscal111
- 3.2. Aspecto Espacial: O local do desembaraço aduaneiro111
- 3.3. Aspecto Temporal: A data do registro da Declaração de Importação (DI/DUIMP)123
- 3.3.1. Fundamentos Doutrinários do Aspecto Temporal na Regra-Matriz123
- 3.3.2. A Transição Tecnológica: Do Siscomex (DI) ao Portal Único (DUIMP)125
- 3.3.3. O Marco Temporal do IPI na Importação126
- 3.3.4. O Aspecto Temporal do PIS e COFINS-Importação (Lei 10.865/2004)127
- 3.3.5. A Irrelevância da Chegada Física e a Fixação da Taxa de Câmbio128
- 3.3.6. O Registro Antecipado e a Gestão do Risco Fiscal129
- 3.3.7. Jurisprudência e a Súmula 227 do TFR: Proteção contra a Mudança de Critério Jurídico130
- 3.3.8. Implicações da Lei Complementar nº 224/2025 e da IN RFB 2.305/2026131
- 3.3.9. Conclusão e Aplicabilidade Prática132
- 3.4. Aspecto Pessoal: O importador (PF ou PJ)133
- 3.5. Aspecto Quantitativo: A composição da base de cálculo. O Valor Aduaneiro acrescido do Imposto de Importação (IPI). A exclusão do ICMS e do próprio PIS/COFINS da base de cálculo (Tema 1 e Tema 1.094 do STF)148
- 3.5.1. O Valor Aduaneiro como "Célula-Mater" da Tributação Aduaneira149
- 3.5.2. A Base de Cálculo do IPI na Importação: O Valor Aduaneiro Acrescido do II151
- 3.5.3. PIS e COFINS-Importação: O Litígio da Base de Cálculo (Lei nº 10.865/2004)153
- 3.5.4. O Julgamento do Tema 1 do STF (RE 559.937/RS)153
- 3.5.5. O Tema 1.094 do STF: ICMS e a Importação por Não Contribuintes155
- 3.5.6. Simulação Prática: O Efeito Financeiro da Exclusão dos Tributos156
- 3.5.7. Perspectivas Futuras: A Reforma Tributária (EC 132/2023)158
- 3.5.8. Síntese Dogmática e Prática do Tópico158
- Capítulo 4: A Regra Matriz do ICMS-Importação (A Guerra Estadual)160
- 4.1. Aspecto Material: O desembaraço aduaneiro de mercadoria ou bem importado do exterior por PF ou PJ, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto161
- 4.1.1. Definição e Composição do Núcleo Material161
- 4.1.2. A Evolução Histórica e o Impacto da EC 33/2001162
- 4.1.3. Diferenciação Dogmática entre Mercadoria e Bem163
- 4.1.4. O Desembaraço Aduaneiro como Marco Material e Temporal164
- 4.1.5. A Sujeição Passiva: Pessoa Física e Jurídica Não Habitual166
- 4.1.6. Exceções e Limites: O Arrendamento Mercantil (Leasing) Internacional167
- 4.1.7. Aspectos Práticos e Auditoria do Fato Gerador168
- 4.1.8. A "Guerra dos Portos" e a Relevância do Destinatário Jurídico169
- 4.2. Aspecto Espacial (O Epicentro do Conflito - Tema 520 do STF): O Estado do destinatário legal/jurídico da mercadoria vs. O Estado do estabelecimento onde ocorrerá a entrada física170
- 4.2.1. O Contexto Histórico e a Gênese do Conflito Federativo170
- 4.2.2. A Dicotomia de Critérios: Físico vs. Jurídico171
- 4.2.3. O Divisor de Águas: O Julgamento do Tema 520 do STF173
- 4.2.4. Aplicação Prática: As Três Modalidades de Importação174
- 4.2.5. Estudo de Caso: A Simulação e a Interposição Fraudulenta176
- 4.2.6. O Caso do Porto do Itaqui e a Fiscalização no Maranhão177
- 4.2.7. Modulação de Efeitos e Segurança Jurídica178
- 4.2.8. O Futuro: A Reforma Tributária e o IBS-Importação178
- 4.3. Aspecto Temporal: O momento do desembaraço aduaneiro180
- 4.3.1. Fundamentação Constitucional e a Evolução do Fato Gerador181
- 4.3.2. A Lei Kandir e o Artigo 12, IX: O Marco Legal Definitivo182
- 4.3.3. Jurisprudência Consolidada: Da Súmula 661 à Súmula Vinculante 48 do STF183
- 4.3.4. A Sistemática de Controle: O Artigo 12, § 2º da Lei Kandir184
- 4.3.5. O Conflito Temporal e Espacial no Tema 520 do STF: A Guerra dos Portos187
- 4.3.6. A Modernização Aduaneira: O Portal Único e o Pagamento Centralizado (PCCE)188
- 4.3.7. Estudo de Caso de Auditoria: O Porto do Itaqui (MA) e a Auditoria de Combustíveis189
- 4.3.8. Comentários Doutrinários: A Visão Crítica de Harada, Paulsen e Machado191
- 4.3.9. Questões Práticas e a "Entrega Antecipada"192
- 4.3.10. Conclusões e Recomendações Práticas para o Livro 192 4.4. Aspecto Pessoal: O destinatário final da mercadoria. A distinção dogmática entre Importação por Conta e Ordem de Terceiros vs. Importação por Encomenda194
- 4.4.1. O Fundamento Constitucional e a "Guerra dos Portos"195
- 4.4.2. A Importação por Conta e Ordem de Terceiros: A Trading como Mandatária196
- 4.4.3. A Importação por Encomenda: A Trading como Compradora e Revendedora198
- 4.4.4. Critérios de Distinção Dogmática e Prática201
- 4.4.5. O Tema 520 do STF: O Marco Definidor da Sujeição Ativa202
- 4.4.6. Riscos de Reclassificação e a Tese da Interposição Fraudulenta203
- 4.4.7. Fluxo Fiscal e Documentário (CFOP e Notas Fiscais)204
- 4.4.8. Conclusão e Recomendações Práticas para o Livro205
- 4.5. Aspecto Quantitativo: A base de cálculo "por dentro". O Valor Aduaneiro somado ao II, IPI, PIS/COFINS, despesas aduaneiras e o próprio ICMS207
- 4.5.1. O Fundamento Legal e a Composição da Base de Cálculo207
- 4.5.2. O Valor Aduaneiro como Pilar Central (GATT/AVA)209
- 4.5.3. A Integração dos Impostos Federais: II e IPI210
- 4.5.4. A Inclusão do PIS e da COFINS-Importação (Tema 1.223 STJ)211
- 4.5.5. O Conceito de "Despesas Aduaneiras" e o Conflito da Capatazia212
- 4.5.6. A Base de Cálculo "Por Dentro": O Mecanismo Matemático214
- 4.5.7. A Validação pelo STF: O Tema 214215
- 4.5.8. Estudo de Caso Prático: Simulação de Cálculo Detalhada216
- 4.5.9. O Futuro: A Transição para o IBS e CBS (EC 132/2023)217
- 4.5.10. Conclusão do Tópico218
- Capítulo 5: A Regra Matriz do ISS-Importação (A Competência Municipal)220
- 5.1. Aspecto Material: A prestação de serviço proveniente do exterior do país ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior221
- 5.1.1. O Conceito Constitucional de Serviço e a Obrigação de Fazer221
- 5.1.2. A Dicotomia Legal: "Proveniente do Exterior" vs. "Iniciado no Exterior"222
- 5.1.3. O "Resultado do Serviço" e a Jurisprudência do STJ (REsp 1.974.556)224
- 5.1.4. A Materialidade na Era Digital: Software e SaaS (STF Tema 590)225
- 5.1.5. A Polêmica do "Gross-up" e o Impacto na Base de Cálculo226
- 5.1.6. Auditoria Fiscal e Fraudes Comuns no ISS-Importação227
- 5.1.7. Aspecto Temporal e Conversão Cambial: O Rigor Técnico228
- 5.1.8. Transição para o IBS e CBS (EC 132/2023)228
- 5.1.9. Síntese Didática da Regra Matriz do ISS-Importação (Aspecto Material)229
- 5.2. Aspecto Espacial: O Município do domicílio do tomador do serviço no Brasil229
- 5.2.1. Fundamentos Normativos e a Exceção do Artigo 3º, Inciso I da LC 116/2003230
- 5.2.2. A Definição de Tomador e de Estabelecimento para Fins de Competência232
- 5.2.3. A Controvérsia do "Resultado do Serviço": O Eixo de Conexão Espacial234
- 5.2.4. O Rigor Tático e a Fiscalização Portuária: O Caso de São Luís/MA e o Porto do Itaqui236
- 5.2.5. Responsabilidade Tributária e o Papel do Tomador como Substituto237
- 5.2.6. Jurisprudência Consolidada e o Enfrentamento de Conflitos Territoriais239
- 5.2.7. Desafios de Auditoria: Fraudes e Falsa Classificação de Localização240
- 5.2.8. A Reforma Tributária e o Futuro do Aspecto Espacial (IBS)241
- 5.3. Aspecto Temporal: O momento do pagamento, crédito, entrega ou emprego dos recursos ao prestador estrangeiro243
- 5.3.1. O Pagamento como Gatilho de Disponibilidade Econômica244
- 5.3.2. O Crédito e a Disponibilidade Jurídica: O Debate sobre Exigibilidade245
- 5.3.3. Entrega e Emprego dos Recursos: Normas de Encerramento do Sistema246
- 5.3.4. A Regra de Conversão Cambial (Art. 143 do CTN) e a PTAX247
- 5.3.5. Serviços de Execução Continuada e o Fechamento Mensal248
- 5.3.6. Jurisprudência Selecionada e Aplicabilidade248
- 5.3.7. A Profundidade do Conceito de "Disponibilidade Jurídica" no ISS-Importação250
- 5.3.8. O Impacto da Variação Cambial Pós-Fato Gerador251
- 5.3.9. O Papel do Tomador como Substituto Tributário e a Retenção252
- 5.3.10. Análise da Jurisprudência: O "Local da Prestação" e o "Tempo da Fruição"252
- 5.4. Aspecto Pessoal: O tomador do serviço residente ou domiciliado no Brasil como responsável tributário obrigatório (Substituto)253
- 5.4.1. Fundamentação Jurídica da Sujeição Passiva: Contribuinte vs. Responsável254
- 5.4.2. A Responsabilidade por Substituição: Caráter Obrigatório e Inderrogável255
- 5.4.3. O Binômio Tomador vs. Intermediário: Conflitos e Definições257
- 5.4.4. O Conceito de "Proveniente do Exterior" e a Teoria do Resultado257
- 5.4.5. O Tomador na Importação de Software e SaaS (Software as a Service)258
- 5.4.6. Critério Espacial: O Estabelecimento do Tomador como Fator de Conexão259
- 5.4.7. Aspectos Quantitativos e a Base de Cálculo sob Responsabilidade do Tomador260
- 5.4.8. Auditoria Fiscal e o Risco da Interposição Fraudulenta261
- 5.4.9. Jurisprudência Consolidada e Comentários Doutrinários262
- 5.4.10. Desafios do Compliance: Conversão Cambial e PTAX263
- 5.4.11. O Futuro do Aspecto Pessoal na Reforma Tributária (EC 132/2023)263
- 5.5. Aspecto Quantitativo: O preço do serviço convertido em moeda nacional na data da retenção265
- 5.5.1. A Base de Cálculo: O Preço do Serviço e a Receita Bruta do Prestador265
- 5.5.2. A Sistemática da Conversão Cambial: O Aspecto Temporal e a Taxa de Referência267
- 5.5.3. O Mecanismo do Gross-up: Inclusão do IRRF na Base de Cálculo268
- 5.6. O conflito da bitributação (ISS vs. IRRF vs. CIDE-Royalties) no licenciamento de software em nuvem (SaaS) e transferências de tecnologia269
- 5.6.1. O Novo Paradigma do Software: ISS vs. ICMS269
- 5.6.2. O Conflito Federal: A Natureza de Royalties para fins de IRRF270
- 5.6.3. A Incidência da CIDE-Royalties e as Exceções Legais271
- 5.6.4. Transferências de Tecnologia e o Rigor na Classificação Fiscal272
- 5.6.5. Auditoria Digital e Malha Fina: O Cerco Municipal272
- 5.7. Aplicabilidade Prática e Gestão de Riscos Tributários274
- 5.7.1. Check-list de Conformidade para Importação de Serviços e Software274
- 5.7.2. O Futuro com a Reforma Tributária (EC 132/2023)274
- Capítulo 6: A Desoneração da Exportação e o Imposto de Exportação (IE)276
- 6.1. O Princípio do Destino e a Imunidade Ampla276
- 6.1.1. A imunidade constitucional do ICMS, IPI, CIDE, PIS e COFINS sobre as receitas de exportação280
- 6.1.2. O Direito de Manutenção de Créditos e o Reintegra: A devolução de resíduos tributários da cadeia produtiva284
- 6.2. A Regra Matriz do Imposto de Exportação (IE)289
- 6.2.1. Aspecto Material: A saída da mercadoria nacional ou nacionalizada do território aduaneiro290
- 6.2.2. Aspectos Temporal e Quantitativo: O registro da DU-E e a função extrafiscal do imposto293
- Capítulo 7: Regimes Especiais e a Zona Franca de Manaus299
- 7.1. O Sistema Drawback299
- 7.1.1. As modalidades Isenção, Suspensão e Restituição de tributos na importação de insumos utilizados na industrialização de produtos exportados. O controle do Ato Concessório301
- 7.2. Outros Regimes Suspensivos309
- 7.2.1. Entreposto Aduaneiro310
- 7.2.2. Trânsito Aduaneiro312
- 7.2.3. Admissão Temporária315
- 7.2.4. RECOF e RECOF-SPED317
- 7.2.5. REPETRO (Óleo e Gás)319
- 7.3. Áreas de Livre Comércio e a Zona Franca de Manaus (ZFM)321
- 7.3.1. Os incentivos constitucionais, as isenções de II e IPI e o crédito presumido de ICMS para a industrialização na Amazônia Ocidental324
- Capítulo 8: Preços de Transferência (Transfer Pricing) e Subcapitalização334
- 8.1. O Novo Marco do Transfer Pricing (Lei 14.596/2023)335
- 8.1.1. O alinhamento do Brasil ao padrão OCDE e o princípio do Arm's Length (Plena Concorrência)337
- 8.1.2. Os novos métodos de valoração (PIC, PRL, MCL, MLT, MD) e a auditoria de operações vinculadas (matriz/filial offshore)341
- 8.2. Regras de Subcapitalização (Thin Capitalization)346
- 8.2.1. O endividamento artificial de empresas brasileiras com partes vinculadas no exterior para disfarçar remessa de lucros como pagamento de juros (dedutíveis do IRPJ)347
- Capítulo 9: Tributação de Lucros no Exterior (CFC) e Fuga de Capitais357
- 9.1. Tributação em Bases Universais (TBU)357
- 9.1.1. O Art. 74 da MP 2.158-35/01 e a tributação automática no Brasil do lucro auferido por controladas e coligadas no exterior (Paraísos Fiscais vs. Países com Tributação Normal)359
- 9.2. A Lei das Offshores e Trusts (Lei 14.754/2023)368
- 9.2.1. A tributação de rendimentos de pessoas físicas decorrentes de aplicações financeiras, entidades controladas no exterior e a transparência fiscal dos Trusts369
- Capítulo 10: Tipologias de Fraude e Evasão Aduaneira379
- 10.1. A Interposição Fraudulenta de Terceiros379
- 10.1.1. Ocultação do Real Adquirente: A utilização de "empresas de fachada" (trading companies fantasmas) para blindar o verdadeiro importador contra o Fisco e ocultar origem de recursos383
- 10.2. Subfaturamento e Falsa Classificação Fiscal (NCM)389
- 10.2.1. A apresentação de faturas comerciais (Invoices) forjadas com valores inferiores para rebaixar o Imposto de Importação e o ICMS-Importação391
- 10.2.2. O uso de "NCMs Genéricas" ou isentas para internar tecnologia, eletrônicos ou produtos químicos altamente tributados396
- 10.3. O Falso Software de Prateleira (Fraude de Serviços)400
- 10.3.1. A camuflagem da importação de "Serviços de Consultoria/SaaS" (Sujeitos ao ISS e IRRF) como "Aquisição de Licença de Software" para driblar o município e a União403
- Capítulo 11: A Devassa Documental, Malhas Fiscais e a Esfera Sancionadora412
- 11.1. O Cruzamento Definitivo (SISCOMEX vs. SISBACEN vs. SPED) 412 11.1.1. A Arquitetura Sistêmica do Controle Aduaneiro413
- 11.1.2. Fundamentos Normativos e a Teoria do Risco415
- 11.1.3. Exemplo Prático de Inconsistência Sistêmica415
- 11.1.4. O batimento das Declarações de Importação com os Contratos de Câmbio e as Notas Fiscais Eletrônicas de Saída (NF-e)416
- 11.2. A Atuação Especializada e Tática Municipal e Estadual425
- 11.2.1. O rigor tático do Auditor Fiscal de Tributos do Município de São Luís/MA426
- 11.3. A Esfera Sancionadora: Multas, Perdimento e a Representação Penal432
- Capítulo 12: O Comércio Internacional no IBS, CBS e IS (EC 132/2023)438
- 12.1. A Apuração do IVA Dual no Comércio Exterior438
- 12.1.1. Tributação Plena no Destino: A incidência do IBS e da CBS sobre as importações de bens materiais, imateriais, direitos e serviços, com crédito imediato para empresas tomadoras de toda a carga retida nas aduanas439
- 12.1.2. O Fim da Guerra dos Portos (ICMS): Como o recolhimento do IBS importação exclusivamente para o local do consumo liquida a vantagem dos estados portuários e altera a logística nacional443
- 12.2. A Desoneração Plena da Exportação448
- 12.2.1. A manutenção da alíquota zero/imunidade do IBS e CBS nas exportações e a nova dinâmica do Comitê Gestor (CG-IBS) para o ressarcimento rápido dos saldos credores acumulados pelos exportadores450
- 12.3. O Imposto Seletivo (Sin Tax) nas Fronteiras458
- 12.3.1. A inusitada previsão constitucional de incidência do Imposto Seletivo sobre a exportação de bens minerais (minério de ferro) e hidrocarbonetos (petróleo/gás) e seu impacto direto na balança comercial460
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