Capa do livro Curso de Tributação — Comércio Exterior e Internacional
Tributação Setorial

Curso de Tributação — Comércio Exterior e Internacional

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 06/08/2026

Páginas
470
Formato
16 x 22,9 x 2,5 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O comércio internacional no Brasil submete-se a um arcabouço normativo que testa os limites do pacto federativo, exigindo precisão na identificação dos aspectos material, temporal, espacial e pessoal da tributação. A obra oferece um estudo aprofundado sobre a Regra Matriz de Incidência na importação e exportação.

Adotando uma análise doutrinária e jurisprudencial detalhada, o autor examina a valoração aduaneira (GATT), a incidência do IPI e PIS/COFINS (Tema 1/STF) e a "Guerra dos Portos" no ICMS-Importação (Tema 520/STF). O livro aprofunda a complexidade da importação de serviços e softwares (SaaS) na ótica do ISS municipal, IRRF e CIDE.

Sumário completo da obra 240 entradas
  1. Capítulo 1: O Sistema Aduaneiro e o Território Nacional19
  2. 1.1. O Território Aduaneiro e a Soberania Fiscal19
  3. 1.1.1. Zona Primária vs. Zona Secundária22
  4. 1.1.2. O Despacho Aduaneiro e o Controle Governamental: Do Siscomex ao Portal Único de Comércio Exterior (DUIMP e DU-E)25
  5. 1.2. A Geopolítica Fiscal e os Tratados Internacionais29
  6. 1.2.1. O Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) e as regras da OMC31
  7. 1.2.2. O Mercosul e a Tarifa Externa Comum (TEC): Exceções (Letec, Ex-Tarifário) e regras de origem35
  8. 1.2.3. Acordos para Evitar a Dupla Tributação (ADT/TDT) e o modelo da OCDE vs. ONU38
  9. Capítulo 2: A Regra Matriz do Imposto de Importação (II) e a Valoração Aduaneira43
  10. 2.1. Aspecto Material: A entrada de mercadoria estrangeira no território aduaneiro nacional44
  11. 2.1.1. O Verbo Nuclear: "Importar" e a Incorporação à Economia Nacional44
  12. 2.1.2. O Objeto da Incidência: Produto, Bem ou Mercadoria?46
  13. 2.1.3. A Condição de "Estrangeiro" e a Tese da Desnacionalização (ADPF 400)47
  14. 2.1.4. O Território Aduaneiro e a Jurisdição Fiscal48
  15. 2.1.5. A Divergência: Entrada Física vs. Registro da DI49
  16. 2.1.6. Prática de Fiscalização no Complexo Portuário do Maranhão50
  17. 2.1.7. Exclusões e Não Incidências de Caráter Material51
  18. 2.1.8. Síntese Doutrinária: A Visão de Paulo de Barros Carvalho e Ricardo Alexandre51
  19. 2.2. Aspecto Espacial: O território aduaneiro brasileiro (com destaque para os portos de zona primária)52
  20. 2.2.1. O Conceito de Território Aduaneiro e a Soberania Fiscal53
  21. 2.2.2. A Divisão Jurisdicional: Zona Primária e Zona Secundária54
  22. 2.2.3. O Destaque para os Portos de Zona Primária55
  23. 2.2.4. A Problemática da Área Descontínua57
  24. 2.2.5. Jurisprudência Consolidada sobre o Aspecto Espacial do II58
  25. 2.2.6. Extensão do Território: Áreas de Controle Integrado (ACI)60
  26. 2.2.7. Aspectos Táticos: Vigilância Aduaneira e Poder de Polícia60
  27. 2.2.8. O Futuro do Aspecto Espacial: Reforma Tributária e o Princípio do Destino61
  28. 2.2.9. Considerações Finais sobre o Aspecto Espacial62
  29. 2.3. Aspecto Temporal: O registro da Declaração de Importação (DI/DUIMP) e a irrelevância da chegada física do navio/aeronave para a fixação da taxa cambial e alíquota63
  30. 2.3.1. Fundamentação Dogmática e o Conflito de Normas no Tempo64
  31. 2.3.2. A Fixação da Alíquota: Extrafiscalidade e a Regra do Momento66
  32. 2.3.3. A Fixação da Taxa Cambial: A Metodologia PTAX67
  33. 2.3.4. A Revolução da DUIMP e o Registro Antecipado68
  34. 2.3.5. Jurisprudência Consolidada e a Posição dos Tribunais.69 2.3.6. Exceções e Situações Específicas ao Marco Temporal70
  35. 2.3.7. O Papel do Auditor-Fiscal e o Lançamento por Homologação71
  36. 2.3.8. Aspecto Temporal e a Valoração Aduaneira (AVA-GATT)72
  37. 2.3.9. Conclusão e Aplicabilidade Prática74
  38. 2.4. Aspecto Pessoal: O importador, o arrematante de produtos apreendidos ou o destinatário de remessa postal. A responsabilidade solidária do despachante aduaneiro e do transportador74
  39. 2.4.1. O Contribuinte do Imposto de Importação: Definição Legal e Alcance76
  40. 2.4.2. O Arrematante de Produtos Apreendidos ou Abandonados78
  41. 2.4.3. O Destinatário de Remessa Postal Internacional80
  42. 2.4.4. A Responsabilidade Tributária Solidária e Subsidiária82
  43. 2.4.5. A Responsabilidade do Despachante Aduaneiro e o Interesse Comum83
  44. 2.4.6. A Reforma Tributária e a Nova Configuração do Aspecto Pessoal (IBS/CBS)85
  45. 2.4.7. Síntese Didática e Considerações Finais do Tópico85
  46. 2.5. Aspecto Quantitativo: A Valoração Aduaneira e o Acordo de Valoração do GATT86
  47. 2.5.1. Fundamentos e Evolução do Acordo de Valoração Aduaneira87
  48. 2.5.2. O Valor Aduaneiro e a Composição CIF (Cost, Insurance and Freight)88
  49. 2.5.3. Os Seis Métodos Sequenciais de Valoração Aduaneira 90 2.5.4. Subfaturamento, Subvaloração e a Jurisprudência do CARF94
  50. 2.5.5. Aplicabilidade Prática: Auditoria e Preços de Transferência95
  51. Capítulo 3: A Regra Matriz do IPI, PIS e COFINS na Importação98
  52. 3.1. Aspectos Materiais: O desembaraço aduaneiro de produtos industrializados (IPI) e a entrada de bens ou serviços estrangeiros (PIS/COFINS-Importação)98
  53. 3.1.1. O Aspecto Material do IPI na Importação99
  54. 3.1.2. A Multincidência e o Tema 906 do STF: IPI na Revenda101
  55. 3.1.3. O Aspecto Material do PIS/COFINS-Importação103
  56. 3.1.4. Softwares e Intangíveis: A Mudança de Paradigma do STF105
  57. 3.1.5. O Aspecto Quantitativo como Reflexo da Materialidade: O Tema 1 do STF106
  58. 3.1.6. Aplicação Prática: Fluxograma de Auditoria na Importação107
  59. 3.1.7. Jurisprudências Consolidadas e Súmulas Relevantes.108 3.1.8. Estudo de Caso 3: A Interposição Fraudulenta e a Ocultação da Materialidade109
  60. 3.1.9. Esquematização Didática: O Ciclo da Importação e a Incidência Tributária110
  61. 3.1.10. Considerações Doutrinárias Finais sobre a Soberania Fiscal111
  62. 3.2. Aspecto Espacial: O local do desembaraço aduaneiro111
  63. 3.3. Aspecto Temporal: A data do registro da Declaração de Importação (DI/DUIMP)123
  64. 3.3.1. Fundamentos Doutrinários do Aspecto Temporal na Regra-Matriz123
  65. 3.3.2. A Transição Tecnológica: Do Siscomex (DI) ao Portal Único (DUIMP)125
  66. 3.3.3. O Marco Temporal do IPI na Importação126
  67. 3.3.4. O Aspecto Temporal do PIS e COFINS-Importação (Lei 10.865/2004)127
  68. 3.3.5. A Irrelevância da Chegada Física e a Fixação da Taxa de Câmbio128
  69. 3.3.6. O Registro Antecipado e a Gestão do Risco Fiscal129
  70. 3.3.7. Jurisprudência e a Súmula 227 do TFR: Proteção contra a Mudança de Critério Jurídico130
  71. 3.3.8. Implicações da Lei Complementar nº 224/2025 e da IN RFB 2.305/2026131
  72. 3.3.9. Conclusão e Aplicabilidade Prática132
  73. 3.4. Aspecto Pessoal: O importador (PF ou PJ)133
  74. 3.5. Aspecto Quantitativo: A composição da base de cálculo. O Valor Aduaneiro acrescido do Imposto de Importação (IPI). A exclusão do ICMS e do próprio PIS/COFINS da base de cálculo (Tema 1 e Tema 1.094 do STF)148
  75. 3.5.1. O Valor Aduaneiro como "Célula-Mater" da Tributação Aduaneira149
  76. 3.5.2. A Base de Cálculo do IPI na Importação: O Valor Aduaneiro Acrescido do II151
  77. 3.5.3. PIS e COFINS-Importação: O Litígio da Base de Cálculo (Lei nº 10.865/2004)153
  78. 3.5.4. O Julgamento do Tema 1 do STF (RE 559.937/RS)153
  79. 3.5.5. O Tema 1.094 do STF: ICMS e a Importação por Não Contribuintes155
  80. 3.5.6. Simulação Prática: O Efeito Financeiro da Exclusão dos Tributos156
  81. 3.5.7. Perspectivas Futuras: A Reforma Tributária (EC 132/2023)158
  82. 3.5.8. Síntese Dogmática e Prática do Tópico158
  83. Capítulo 4: A Regra Matriz do ICMS-Importação (A Guerra Estadual)160
  84. 4.1. Aspecto Material: O desembaraço aduaneiro de mercadoria ou bem importado do exterior por PF ou PJ, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto161
  85. 4.1.1. Definição e Composição do Núcleo Material161
  86. 4.1.2. A Evolução Histórica e o Impacto da EC 33/2001162
  87. 4.1.3. Diferenciação Dogmática entre Mercadoria e Bem163
  88. 4.1.4. O Desembaraço Aduaneiro como Marco Material e Temporal164
  89. 4.1.5. A Sujeição Passiva: Pessoa Física e Jurídica Não Habitual166
  90. 4.1.6. Exceções e Limites: O Arrendamento Mercantil (Leasing) Internacional167
  91. 4.1.7. Aspectos Práticos e Auditoria do Fato Gerador168
  92. 4.1.8. A "Guerra dos Portos" e a Relevância do Destinatário Jurídico169
  93. 4.2. Aspecto Espacial (O Epicentro do Conflito - Tema 520 do STF): O Estado do destinatário legal/jurídico da mercadoria vs. O Estado do estabelecimento onde ocorrerá a entrada física170
  94. 4.2.1. O Contexto Histórico e a Gênese do Conflito Federativo170
  95. 4.2.2. A Dicotomia de Critérios: Físico vs. Jurídico171
  96. 4.2.3. O Divisor de Águas: O Julgamento do Tema 520 do STF173
  97. 4.2.4. Aplicação Prática: As Três Modalidades de Importação174
  98. 4.2.5. Estudo de Caso: A Simulação e a Interposição Fraudulenta176
  99. 4.2.6. O Caso do Porto do Itaqui e a Fiscalização no Maranhão177
  100. 4.2.7. Modulação de Efeitos e Segurança Jurídica178
  101. 4.2.8. O Futuro: A Reforma Tributária e o IBS-Importação178
  102. 4.3. Aspecto Temporal: O momento do desembaraço aduaneiro180
  103. 4.3.1. Fundamentação Constitucional e a Evolução do Fato Gerador181
  104. 4.3.2. A Lei Kandir e o Artigo 12, IX: O Marco Legal Definitivo182
  105. 4.3.3. Jurisprudência Consolidada: Da Súmula 661 à Súmula Vinculante 48 do STF183
  106. 4.3.4. A Sistemática de Controle: O Artigo 12, § 2º da Lei Kandir184
  107. 4.3.5. O Conflito Temporal e Espacial no Tema 520 do STF: A Guerra dos Portos187
  108. 4.3.6. A Modernização Aduaneira: O Portal Único e o Pagamento Centralizado (PCCE)188
  109. 4.3.7. Estudo de Caso de Auditoria: O Porto do Itaqui (MA) e a Auditoria de Combustíveis189
  110. 4.3.8. Comentários Doutrinários: A Visão Crítica de Harada, Paulsen e Machado191
  111. 4.3.9. Questões Práticas e a "Entrega Antecipada"192
  112. 4.3.10. Conclusões e Recomendações Práticas para o Livro 192 4.4. Aspecto Pessoal: O destinatário final da mercadoria. A distinção dogmática entre Importação por Conta e Ordem de Terceiros vs. Importação por Encomenda194
  113. 4.4.1. O Fundamento Constitucional e a "Guerra dos Portos"195
  114. 4.4.2. A Importação por Conta e Ordem de Terceiros: A Trading como Mandatária196
  115. 4.4.3. A Importação por Encomenda: A Trading como Compradora e Revendedora198
  116. 4.4.4. Critérios de Distinção Dogmática e Prática201
  117. 4.4.5. O Tema 520 do STF: O Marco Definidor da Sujeição Ativa202
  118. 4.4.6. Riscos de Reclassificação e a Tese da Interposição Fraudulenta203
  119. 4.4.7. Fluxo Fiscal e Documentário (CFOP e Notas Fiscais)204
  120. 4.4.8. Conclusão e Recomendações Práticas para o Livro205
  121. 4.5. Aspecto Quantitativo: A base de cálculo "por dentro". O Valor Aduaneiro somado ao II, IPI, PIS/COFINS, despesas aduaneiras e o próprio ICMS207
  122. 4.5.1. O Fundamento Legal e a Composição da Base de Cálculo207
  123. 4.5.2. O Valor Aduaneiro como Pilar Central (GATT/AVA)209
  124. 4.5.3. A Integração dos Impostos Federais: II e IPI210
  125. 4.5.4. A Inclusão do PIS e da COFINS-Importação (Tema 1.223 STJ)211
  126. 4.5.5. O Conceito de "Despesas Aduaneiras" e o Conflito da Capatazia212
  127. 4.5.6. A Base de Cálculo "Por Dentro": O Mecanismo Matemático214
  128. 4.5.7. A Validação pelo STF: O Tema 214215
  129. 4.5.8. Estudo de Caso Prático: Simulação de Cálculo Detalhada216
  130. 4.5.9. O Futuro: A Transição para o IBS e CBS (EC 132/2023)217
  131. 4.5.10. Conclusão do Tópico218
  132. Capítulo 5: A Regra Matriz do ISS-Importação (A Competência Municipal)220
  133. 5.1. Aspecto Material: A prestação de serviço proveniente do exterior do país ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior221
  134. 5.1.1. O Conceito Constitucional de Serviço e a Obrigação de Fazer221
  135. 5.1.2. A Dicotomia Legal: "Proveniente do Exterior" vs. "Iniciado no Exterior"222
  136. 5.1.3. O "Resultado do Serviço" e a Jurisprudência do STJ (REsp 1.974.556)224
  137. 5.1.4. A Materialidade na Era Digital: Software e SaaS (STF Tema 590)225
  138. 5.1.5. A Polêmica do "Gross-up" e o Impacto na Base de Cálculo226
  139. 5.1.6. Auditoria Fiscal e Fraudes Comuns no ISS-Importação227
  140. 5.1.7. Aspecto Temporal e Conversão Cambial: O Rigor Técnico228
  141. 5.1.8. Transição para o IBS e CBS (EC 132/2023)228
  142. 5.1.9. Síntese Didática da Regra Matriz do ISS-Importação (Aspecto Material)229
  143. 5.2. Aspecto Espacial: O Município do domicílio do tomador do serviço no Brasil229
  144. 5.2.1. Fundamentos Normativos e a Exceção do Artigo 3º, Inciso I da LC 116/2003230
  145. 5.2.2. A Definição de Tomador e de Estabelecimento para Fins de Competência232
  146. 5.2.3. A Controvérsia do "Resultado do Serviço": O Eixo de Conexão Espacial234
  147. 5.2.4. O Rigor Tático e a Fiscalização Portuária: O Caso de São Luís/MA e o Porto do Itaqui236
  148. 5.2.5. Responsabilidade Tributária e o Papel do Tomador como Substituto237
  149. 5.2.6. Jurisprudência Consolidada e o Enfrentamento de Conflitos Territoriais239
  150. 5.2.7. Desafios de Auditoria: Fraudes e Falsa Classificação de Localização240
  151. 5.2.8. A Reforma Tributária e o Futuro do Aspecto Espacial (IBS)241
  152. 5.3. Aspecto Temporal: O momento do pagamento, crédito, entrega ou emprego dos recursos ao prestador estrangeiro243
  153. 5.3.1. O Pagamento como Gatilho de Disponibilidade Econômica244
  154. 5.3.2. O Crédito e a Disponibilidade Jurídica: O Debate sobre Exigibilidade245
  155. 5.3.3. Entrega e Emprego dos Recursos: Normas de Encerramento do Sistema246
  156. 5.3.4. A Regra de Conversão Cambial (Art. 143 do CTN) e a PTAX247
  157. 5.3.5. Serviços de Execução Continuada e o Fechamento Mensal248
  158. 5.3.6. Jurisprudência Selecionada e Aplicabilidade248
  159. 5.3.7. A Profundidade do Conceito de "Disponibilidade Jurídica" no ISS-Importação250
  160. 5.3.8. O Impacto da Variação Cambial Pós-Fato Gerador251
  161. 5.3.9. O Papel do Tomador como Substituto Tributário e a Retenção252
  162. 5.3.10. Análise da Jurisprudência: O "Local da Prestação" e o "Tempo da Fruição"252
  163. 5.4. Aspecto Pessoal: O tomador do serviço residente ou domiciliado no Brasil como responsável tributário obrigatório (Substituto)253
  164. 5.4.1. Fundamentação Jurídica da Sujeição Passiva: Contribuinte vs. Responsável254
  165. 5.4.2. A Responsabilidade por Substituição: Caráter Obrigatório e Inderrogável255
  166. 5.4.3. O Binômio Tomador vs. Intermediário: Conflitos e Definições257
  167. 5.4.4. O Conceito de "Proveniente do Exterior" e a Teoria do Resultado257
  168. 5.4.5. O Tomador na Importação de Software e SaaS (Software as a Service)258
  169. 5.4.6. Critério Espacial: O Estabelecimento do Tomador como Fator de Conexão259
  170. 5.4.7. Aspectos Quantitativos e a Base de Cálculo sob Responsabilidade do Tomador260
  171. 5.4.8. Auditoria Fiscal e o Risco da Interposição Fraudulenta261
  172. 5.4.9. Jurisprudência Consolidada e Comentários Doutrinários262
  173. 5.4.10. Desafios do Compliance: Conversão Cambial e PTAX263
  174. 5.4.11. O Futuro do Aspecto Pessoal na Reforma Tributária (EC 132/2023)263
  175. 5.5. Aspecto Quantitativo: O preço do serviço convertido em moeda nacional na data da retenção265
  176. 5.5.1. A Base de Cálculo: O Preço do Serviço e a Receita Bruta do Prestador265
  177. 5.5.2. A Sistemática da Conversão Cambial: O Aspecto Temporal e a Taxa de Referência267
  178. 5.5.3. O Mecanismo do Gross-up: Inclusão do IRRF na Base de Cálculo268
  179. 5.6. O conflito da bitributação (ISS vs. IRRF vs. CIDE-Royalties) no licenciamento de software em nuvem (SaaS) e transferências de tecnologia269
  180. 5.6.1. O Novo Paradigma do Software: ISS vs. ICMS269
  181. 5.6.2. O Conflito Federal: A Natureza de Royalties para fins de IRRF270
  182. 5.6.3. A Incidência da CIDE-Royalties e as Exceções Legais271
  183. 5.6.4. Transferências de Tecnologia e o Rigor na Classificação Fiscal272
  184. 5.6.5. Auditoria Digital e Malha Fina: O Cerco Municipal272
  185. 5.7. Aplicabilidade Prática e Gestão de Riscos Tributários274
  186. 5.7.1. Check-list de Conformidade para Importação de Serviços e Software274
  187. 5.7.2. O Futuro com a Reforma Tributária (EC 132/2023)274
  188. Capítulo 6: A Desoneração da Exportação e o Imposto de Exportação (IE)276
  189. 6.1. O Princípio do Destino e a Imunidade Ampla276
  190. 6.1.1. A imunidade constitucional do ICMS, IPI, CIDE, PIS e COFINS sobre as receitas de exportação280
  191. 6.1.2. O Direito de Manutenção de Créditos e o Reintegra: A devolução de resíduos tributários da cadeia produtiva284
  192. 6.2. A Regra Matriz do Imposto de Exportação (IE)289
  193. 6.2.1. Aspecto Material: A saída da mercadoria nacional ou nacionalizada do território aduaneiro290
  194. 6.2.2. Aspectos Temporal e Quantitativo: O registro da DU-E e a função extrafiscal do imposto293
  195. Capítulo 7: Regimes Especiais e a Zona Franca de Manaus299
  196. 7.1. O Sistema Drawback299
  197. 7.1.1. As modalidades Isenção, Suspensão e Restituição de tributos na importação de insumos utilizados na industrialização de produtos exportados. O controle do Ato Concessório301
  198. 7.2. Outros Regimes Suspensivos309
  199. 7.2.1. Entreposto Aduaneiro310
  200. 7.2.2. Trânsito Aduaneiro312
  201. 7.2.3. Admissão Temporária315
  202. 7.2.4. RECOF e RECOF-SPED317
  203. 7.2.5. REPETRO (Óleo e Gás)319
  204. 7.3. Áreas de Livre Comércio e a Zona Franca de Manaus (ZFM)321
  205. 7.3.1. Os incentivos constitucionais, as isenções de II e IPI e o crédito presumido de ICMS para a industrialização na Amazônia Ocidental324
  206. Capítulo 8: Preços de Transferência (Transfer Pricing) e Subcapitalização334
  207. 8.1. O Novo Marco do Transfer Pricing (Lei 14.596/2023)335
  208. 8.1.1. O alinhamento do Brasil ao padrão OCDE e o princípio do Arm's Length (Plena Concorrência)337
  209. 8.1.2. Os novos métodos de valoração (PIC, PRL, MCL, MLT, MD) e a auditoria de operações vinculadas (matriz/filial offshore)341
  210. 8.2. Regras de Subcapitalização (Thin Capitalization)346
  211. 8.2.1. O endividamento artificial de empresas brasileiras com partes vinculadas no exterior para disfarçar remessa de lucros como pagamento de juros (dedutíveis do IRPJ)347
  212. Capítulo 9: Tributação de Lucros no Exterior (CFC) e Fuga de Capitais357
  213. 9.1. Tributação em Bases Universais (TBU)357
  214. 9.1.1. O Art. 74 da MP 2.158-35/01 e a tributação automática no Brasil do lucro auferido por controladas e coligadas no exterior (Paraísos Fiscais vs. Países com Tributação Normal)359
  215. 9.2. A Lei das Offshores e Trusts (Lei 14.754/2023)368
  216. 9.2.1. A tributação de rendimentos de pessoas físicas decorrentes de aplicações financeiras, entidades controladas no exterior e a transparência fiscal dos Trusts369
  217. Capítulo 10: Tipologias de Fraude e Evasão Aduaneira379
  218. 10.1. A Interposição Fraudulenta de Terceiros379
  219. 10.1.1. Ocultação do Real Adquirente: A utilização de "empresas de fachada" (trading companies fantasmas) para blindar o verdadeiro importador contra o Fisco e ocultar origem de recursos383
  220. 10.2. Subfaturamento e Falsa Classificação Fiscal (NCM)389
  221. 10.2.1. A apresentação de faturas comerciais (Invoices) forjadas com valores inferiores para rebaixar o Imposto de Importação e o ICMS-Importação391
  222. 10.2.2. O uso de "NCMs Genéricas" ou isentas para internar tecnologia, eletrônicos ou produtos químicos altamente tributados396
  223. 10.3. O Falso Software de Prateleira (Fraude de Serviços)400
  224. 10.3.1. A camuflagem da importação de "Serviços de Consultoria/SaaS" (Sujeitos ao ISS e IRRF) como "Aquisição de Licença de Software" para driblar o município e a União403
  225. Capítulo 11: A Devassa Documental, Malhas Fiscais e a Esfera Sancionadora412
  226. 11.1. O Cruzamento Definitivo (SISCOMEX vs. SISBACEN vs. SPED) 412 11.1.1. A Arquitetura Sistêmica do Controle Aduaneiro413
  227. 11.1.2. Fundamentos Normativos e a Teoria do Risco415
  228. 11.1.3. Exemplo Prático de Inconsistência Sistêmica415
  229. 11.1.4. O batimento das Declarações de Importação com os Contratos de Câmbio e as Notas Fiscais Eletrônicas de Saída (NF-e)416
  230. 11.2. A Atuação Especializada e Tática Municipal e Estadual425
  231. 11.2.1. O rigor tático do Auditor Fiscal de Tributos do Município de São Luís/MA426
  232. 11.3. A Esfera Sancionadora: Multas, Perdimento e a Representação Penal432
  233. Capítulo 12: O Comércio Internacional no IBS, CBS e IS (EC 132/2023)438
  234. 12.1. A Apuração do IVA Dual no Comércio Exterior438
  235. 12.1.1. Tributação Plena no Destino: A incidência do IBS e da CBS sobre as importações de bens materiais, imateriais, direitos e serviços, com crédito imediato para empresas tomadoras de toda a carga retida nas aduanas439
  236. 12.1.2. O Fim da Guerra dos Portos (ICMS): Como o recolhimento do IBS importação exclusivamente para o local do consumo liquida a vantagem dos estados portuários e altera a logística nacional443
  237. 12.2. A Desoneração Plena da Exportação448
  238. 12.2.1. A manutenção da alíquota zero/imunidade do IBS e CBS nas exportações e a nova dinâmica do Comitê Gestor (CG-IBS) para o ressarcimento rápido dos saldos credores acumulados pelos exportadores450
  239. 12.3. O Imposto Seletivo (Sin Tax) nas Fronteiras458
  240. 12.3.1. A inusitada previsão constitucional de incidência do Imposto Seletivo sobre a exportação de bens minerais (minério de ferro) e hidrocarbonetos (petróleo/gás) e seu impacto direto na balança comercial460

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