Capa do livro Curso de Tributação — Combustíveis e Energias
Tributação Setorial

Curso de Tributação — Combustíveis e Energias

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 03/08/2026

Páginas
400
Formato
16 x 22,9 x 2,2 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Tributação Setorial

Sobre a obra

O intrincado sistema de tributação do setor de energia e combustíveis no Brasil exige a harmonização entre agências reguladoras (ANP, ANEEL, CCEE) e um voraz contencioso tributário. Na obra, João Pavão Neto constrói um guia essencial que desvenda as fronteiras entre os impostos federais, estaduais e municipais.

Sob uma perspectiva doutrinária eclética, o livro disseca a substituição do PMPF pela alíquota específica (ad rem) via ICMS Monofásico (LC 192/2022) e o funcionamento do SCANC, além de desvendar a incidência de PIS/COFINS e CIDE na cadeia produtiva. A obra também explora a complexa Regra Matriz do ICMS sobre energia elétrica.

Sumário completo da obra 203 entradas
  1. Capítulo 1: O Ecossistema de Combustíveis e Energia no Ordenamento18
  2. 1.1. O Setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (A Regulação da ANP)18
  3. 1.1.1. A cadeia produtiva: Upstream (Exploração/Produção), Midstream (Transporte/Armazenagem) e Downstream (Refino/Distribuição/Varejo)21
  4. 1.1.2. O papel das Refinarias, Formuladores, Distribuidoras e Postos Revendedores (PR)24
  5. 1.1.3. O mercado de Biocombustíveis (Etanol e Biodiesel) e o RenovaBio (CBIOs)26
  6. 1.2. Dinâmica das Relações Federativas e os Conflitos de Competência no Setor29
  7. 1.2.1. O Princípio do Destino e a Logística de Repasse do ICMS30
  8. 1.2.2. A Essencialidade dos Combustíveis e o Tema 745 do STF31
  9. 1.3. Aprofundamento nos Incentivos e Regimes Especiais: O Foco no Upstream32
  10. 1.3.1. O REPETRO-SPED e a Gestão de Ativos32
  11. 1.3.2. Créditos de PIS e COFINS sobre Combustíveis como Insumos33
  12. 1.4. Inteligência Fiscal e Engenharia da Evasão no Downstream34
  13. 1.4.1. Fraudes Estruturadas: O Caso das Distribuidoras de Fachada34
  14. 1.4.2. A Fraude na Mistura e os Solventes35
  15. 1.5. Conclusões e Perspectivas para a Reforma Tributária36
  16. 1.6. O Setor de Energia Elétrica (A Regulação da ANEEL)37
  17. 1.6.1. Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização: A desverticalização do setor elétrico39
  18. 1.6.2. O Ambiente de Contratação Regulada (ACR) vs. O Ambiente de Contratação Livre (ACL - Mercado Livre de Energia) e o papel da CCEE42
  19. 1.6.3. A Geração Distribuída (Energia Solar Fotovoltaica): Micro e Minigeração, consórcios e cooperativas de energia46
  20. 1.6.4. Síntese Jurisprudencial e o Impacto no Preço da Energia49
  21. Capítulo 2: A RMI do ICMS sobre Combustíveis (A LC 192/2022 e o Convênio 199/2022)52
  22. 2.1. Aspecto Material: A circulação de combustíveis (Gasolina, Diesel, GLP, Biodiesel e Etanol Anidro) sob o regime de tributação monofásica52
  23. 2.1.1. Fundamentação Constitucional e a Evolução do Conceito de Mercadoria no Setor Energético53
  24. 2.1.2. O Rol Taxativo de Produtos e a Abrangência da LC 192/202254
  25. 2.1.3. A Transição da Alíquota Ad Valorem para a Alíquota Ad Rem55
  26. 2.1.4. O Momento da Ocorrência do Fato Gerador e o Papel do Importador56
  27. 2.1.5. A Física Aplicada ao Direito: O FCV e a Temperatura de 20ºC57
  28. 2.1.6. Detalhamento dos Produtos: Dinâmica da Gasolina A e do Etanol Anidro58
  29. 2.1.7. Detalhamento dos Produtos: Diesel A, Diesel B e o Biodiesel (B100)59
  30. 2.1.8. O Princípio da Essencialidade e o Tema 745 do STF60
  31. 2.1.9. Aplicabilidade Prática: Créditos de ICMS na Aquisição de Insumos61
  32. 2.1.10. Resumo Estruturado do Aspecto Material62
  33. 2.1.11. Conclusão do Tópico 2.162
  34. 2.2. Aspecto Espacial: O Princípio do Destino e a complexa sistemática de repasse do imposto entre as unidades federadas produtora e consumidora (A engrenagem do SCANC)63
  35. 2.2.1. O Fundamento Constitucional e a Vocação do Princípio do Destino64
  36. 2.2.2. A Transição para a Monofasia e as Alíquotas Ad Rem65
  37. 2.2.3. A Engrenagem do SCANC: O Mecanismo de Repasse e Ressarcimento66
  38. 2.2.4. Análise Técnica dos Anexos Monofásicos (Ato COTEPE 22/2023)68
  39. 2.2.5. A Dinâmica do Repasse Financeiro: O Ciclo Mensal69
  40. 2.2.6. Estudo de Caso Prático: Operação Interestadual com Diesel B70
  41. 2.2.7. Aspectos Críticos: Misturas e Biocombustíveis72
  42. 2.2.8. Jurisprudência Consolidada e Temas em Debate73
  43. 2.2.9. Auditoria Fiscal e Inteligência na Malha Digital do SCANC75
  44. 2.2.10. Responsabilidade Solidária e Inadimplência no Repasse77
  45. 2.2.11. Estudo de Caso: Ressarcimento em Duplicidade com EAC78
  46. 2.2.12. Resumo das Obrigações por Perfil de Agente78
  47. 2.2.13. Considerações Finais sobre o Futuro do Aspecto Espacial79
  48. 2.3. Aspecto Temporal: A ocorrência do fato gerador único e definitivo no momento da produção (Refinaria) ou na importação80
  49. 2.3.1. Fundamentação Jurídica e a Definitividade do Fato Gerador81
  50. 2.3.2. O Fato Gerador na Produção Nacional: A Saída do Estabelecimento82
  51. 2.3.3. O Fato Gerador na Importação: O Desembaraço Aduaneiro83
  52. 2.3.4. O Critério da Temperatura e a Conversão de Volume (20ºC)84
  53. 2.3.5. Exceções e Marcos Temporais de Diferimento e Suspensão84
  54. 2.3.6. A Incompatibilidade com o Regime Geral de Créditos .86 2.3.7. O Aspecto Temporal na Visão dos Tribunais e da Doutrina86
  55. 2.3.8. Implicações Práticas: O Ciclo de Conformidade e o SCANC87
  56. 2.3.9. Conclusão do Tópico88
  57. 2.4. Aspecto Pessoal: A Refinaria, a Central Petroquímica ou o Importador como contribuintes únicos. A responsabilidade solidária da cadeia subsequente89
  58. 2.4.1. A Definição de Contribuinte Único e o Critério de Concentração89
  59. 2.4.2. A Refinaria de Petróleo e suas Bases como Pilares do Sistema91
  60. 2.4.3. A Central de Matéria-Prima Petroquímica (CPQ) e as UPGNs92
  61. 2.4.4. O Formulador de Combustíveis e o Desafio da Industrialização por Mistura92
  62. 2.4.5. O Importador como Sujeito Passivo na Entrada do Território Nacional93
  63. 2.4.6. A Responsabilidade Solidária da Cadeia Subsequente: A "Rede de Segurança" do Fisco94
  64. 2.4.7. O Papel Estratégico do SCANC na Definição da Responsabilidade Pessoal96
  65. 2.4.8. Jurisprudência e Comentários Doutrinários sobre a Legitimidade Passiva97
  66. 2.4.9. A Responsabilidade do Fiel Depositário e do Transportador98
  67. 2.4.10. Estudo de Caso Detalhado: A Solidariedade na Adição de Biodiesel (B100)99
  68. 2.4.11. Aplicabilidade Prática: Procedimentos de Auditoria no Aspecto Pessoal100
  69. 2.4.12. Perspectivas com a Reforma Tributária (IBS e CBS)101
  70. 2.4.13. Síntese do Aspecto Pessoal na Monofasia101
  71. 2.5. Aspecto Quantitativo: A ruptura histórica da base de cálculo. O fim da MVA/PMPF (ad valorem) e a adoção da alíquota específica por unidade de medida (ad rem - R$ por litro ou quilograma)102
  72. 2.5.1. O Alicerce do Modelo Anterior: A Tributação Ad Valorem e suas Distorções103
  73. 2.5.2. A Ruptura Institucional pela Lei Complementar nº 192/2022105
  74. 2.5.3. Fundamentos e Definição da Alíquota Ad Rem106
  75. 2.5.4. A Questão Técnica da Unidade de Medida: O Padrão dos 20ºC e o FCV107
  76. 2.5.5. Jurisprudência e a Luta pela Uniformidade: O Caso da ADI 7164108
  77. 2.5.6. Impactos na Não Cumulatividade e Direito ao Crédito110
  78. 2.5.7. A Repartição do Imposto e o Princípio do Destino111
  79. 2.5.8. Análise Crítica: A Eficácia da Alíquota Ad Rem no Controle de Preços111
  80. 2.5.9. O Futuro do Aspecto Quantitativo: IBS e CBS (EC 132/2023)112
  81. 2.5.10. Conclusão do Tópico112
  82. Capítulo 3: A RMI do ICMS sobre Energia Elétrica114
  83. 3.1. Aspecto Material: O fornecimento de energia elétrica como operação de circulação de mercadoria (invisível e incorpórea)114
  84. 3.1.1. A Natureza Jurídica da Energia Elétrica: Do Bem Móvel à Mercadoria115
  85. 3.1.2. O Conceito de Operação de Circulação: Física vs. Jurídica117
  86. 3.1.3. O Consumo Efetivo como Marco da Materialidade118
  87. 3.1.4. Incorporeidade e a Teoria da "Ficção de Coisa Móvel"120
  88. 3.1.5. O Mercado Livre (ACL) e a Desverticalização do Fato Gerador121
  89. 3.1.6. Microgeração Distribuída e o Sistema de Compensação (SCEE)122
  90. 3.1.7. Resumo dos Fundamentos do Aspecto Material123
  91. 3.2. Aspecto Espacial: O local de consumo da energia. Os desafios de territorialidade no Mercado Livre (energia gerada em um Estado e consumida em outro)124
  92. 3.2.1. Fundamentos Constitucionais: A Quebra da Regra Geral e o Princípio do Destino125
  93. 3.2.2. O Estabelecimento do Adquirente como Elo de Conexão Espacial126
  94. 3.2.3. O Mercado Livre (ACL) e os Desafios de Territorialidade127
  95. 3.2.4. A Liquidação no Mercado de Curto Prazo (MCP) e a CCEE128
  96. 3.2.5. Jurisprudência do STF: Tema 689 e a Industrialização129 3.2.6. A Problemática da TUSD/TUST nas Operações Interestaduais130
  97. 3.2.7. Auditoria e Rastreabilidade: O Cruzamento de Dados no ACL131
  98. 3.2.8. A Repercussão do Tema 176 (STF) no Aspecto Espacial132
  99. 3.2.9. Considerações sobre a Reforma Tributária (Emenda Constitucional 132/2023)132
  100. 3.3. Aspecto Temporal: A medição mensal do consumo e a liquidação no mercado de curto prazo (MCP) da CCEE134
  101. 3.3.1. Fundamentos Doutrinários e a "Saída" da Energia Elétrica134
  102. 3.3.2. A Medição Mensal do Consumo como Marco Temporal Prático135
  103. 3.3.3. A Questão da Demanda Contratada: Medição vs. Reserva de Potência137
  104. 3.3.4. O Aspecto Temporal no Ambiente de Contratação Livre (ACL)138
  105. 3.3.5. A Liquidação no Mercado de Curto Prazo (MCP) e o Convênio ICMS 15/2007139
  106. 3.3.6. A Tese da Não Incidência no MCP: O Caso Pátio Savassi (REsp 1.615.790/MG)140
  107. 3.3.7. Roteiro Prático de Auditoria: Medição e Liquidação CCEE141
  108. 3.3.8. Jurisprudência Atualizada e Seletividade (Tema 745 STF)142
  109. 3.3.9. Conclusões e Recomendações142
  110. 3.4. Aspecto Pessoal: A Distribuidora como contribuinte ou substituta tributária. A sujeição passiva do consumidor livre143
  111. 3.5. Aspecto Quantitativo: A base de cálculo e o faturamento. O embate sobre a inclusão da TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição), TUST (Transmissão) e Encargos Setoriais155
  112. 3.5.1. A Base de Cálculo e o Mecanismo do Cálculo "Por Dentro" (Gross-up)156
  113. 3.5.2. O Embate Jurídico: TUSD, TUST e o "Valor da Operação"157
  114. 3.5.3. A Pacificação pelo STJ: O Tema Repetitivo 986158
  115. 3.5.4. Encargos Setoriais: As "Taxas Ocultas" na Base de Cálculo160
  116. 3.5.5. Faturamento no Ambiente de Contratação Regulada (ACR) vs. Livre (ACL)162
  117. 3.5.6. Demanda Contratada vs. Demanda Consumida: A Súmula 391 do STJ163
  118. 3.5.7. Limitações pela Essencialidade: A LC 194/2022 e a ADI 7195164
  119. 3.5.8. Outros Elementos Quantitativos: Bandeiras Tarifárias e Energia Reativa166
  120. 3.5.9. A Transição para o IBS e a CBS: O Novo Paradigma Quantitativo166
  121. 3.5.10. Considerações Técnicas para a Auditoria do Faturamento167
  122. Capítulo 4: PIS/COFINS Monofásico, CIDE e Créditos de Carbono169
  123. 4.1. O PIS e a COFINS na Cadeia de Combustíveis170
  124. 4.1.1. A tributação concentrada na Refinaria/Importador e a alíquota zero para Distribuidoras e Postos Revendedores171
  125. 4.1.2. O regime opcional de apuração por alíquotas específicas (ad rem) ou ad valorem173
  126. 4.1.3. O Combustível como Insumo: A Exceção do Tema 779 do STJ176
  127. 4.1.4. Transição para a Reforma Tributária (LC 214/2025)177
  128. 4.2. A CIDE-Combustíveis (Lei 10.336/2001)179
  129. 4.2.1. A natureza extrafiscal da contribuição de intervenção no domínio econômico, a limitação de sua base de cálculo e a destinação constitucional dos recursos (infraestrutura e meio ambiente)181
  130. 4.3. IRPJ/CSLL e a Tributação da Economia Verde187
  131. 4.3.1. A tributação da emissão e negociação de Créditos de Descarbonização (CBIOs) pelas usinas e distribuidoras188
  132. 4.3.2. Os incentivos fiscais para usinas de Hidrogênio Verde (H2V) e parques eólicos Offshore193
  133. Capítulo 5: O Fisco Municipal nas Operações de Apoio e Infraestrutura199
  134. 5.1. Aspecto Material: A prestação de serviços essenciais à cadeia 200 5.1.1. Os serviços de geologia e engenharia na prospecção de petróleo (Item 7.01)200
  135. 5.1.2. A instalação de painéis solares: Engenharia Elétrica vs. Montagem (Item 7.02)203
  136. 5.1.3. Manutenção de painéis solares: O&M e a Conservação (Item 7.05)206
  137. 5.1.4. Manutenção de redes de distribuição elétrica e o mistério do Item 7.15207
  138. 5.1.5. Síntese Comparativa dos Serviços de Infraestrutura209
  139. 5.1.6. Perspectivas e Inteligência Fiscal nas Operações de Apoio210
  140. 5.2. Aspecto Espacial: O conflito de competência na manutenção de gasodutos e linhas de transmissão que cruzam múltiplos municípios211
  141. 5.3. Aspecto Temporal: A medição e faturamento em grandes contratos de EPC para usinas térmicas e parques solares/eólicos222
  142. 5.3.1. A Dualidade entre Execução Física e Reconhecimento Jurídico222
  143. 5.3.2. O Boletim de Medição (BM) como Marco Temporal Prevalente223
  144. 5.3.3. Engenharia, Suprimentos e Construção: A Fragmentação Temporal do EPC224
  145. 5.3.4. O Conflito entre Faturamento Antecipado e a Realidade do Canteiro226
  146. 5.3.5. Jurisprudência do STJ: O Vai-e-Vem do Aspecto Temporal e Espacial226
  147. 5.3.6. Estudo de Caso: O Aspecto Temporal na Implantação de Usina Fotovoltaica227
  148. 5.3.7. Marcos Técnicos de Engenharia e suas Implicações Tributárias228
  149. 5.3.8. Retenção na Fonte e o Conflito de Regimes (Caixa vs. Competência)229
  150. 5.3.9. Auditoria Tributária: Cruzamento de Dados e Malha Fina Digital230
  151. 5.3.10. O Futuro do Aspecto Temporal sob a Égide da Reforma Tributária (IBS/CBS)230
  152. 5.4. Aspecto Pessoal: As empresas terceirizadas (Empreiteiras) como contribuintes e a Retenção na Fonte obrigatória pelas Concessionárias de Energia e Petroleiras232
  153. 5.4.1. Fundamentos Dogmáticos do Aspecto Pessoal no ISSQN233
  154. 5.4.2. O Papel das Empreiteiras Tercerizadas como Contribuintes235
  155. 5.4.3. A Retenção na Fonte Obrigatória pelas Concessionárias e Petroleiras236
  156. 5.4.4. Aspecto Quantitativo: Base de Cálculo e a Guerra dos Materiais238
  157. 5.4.5. Operações de Apoio no Setor de Petróleo: O Caso do Porto do Itaqui239
  158. 5.4.6. Solidariedade Tributária e a Prevenção de Fraudes240
  159. 5.4.7. Conformidade Prática: Procedimentos de Retenção e Escrituração241
  160. 5.4.8. Perspectivas Futuras: A Reforma Tributária e o Fim do ISS242
  161. 5.5. Aspecto Quantitativo: A dedução de materiais incorporados à obra na construção de infraestrutura energética (Súmula 167 STJ) e o arbitramento de mão de obra244
  162. Capítulo 6: O Contencioso de Alto Impacto nos Tribunais Superiores255
  163. 6.1. O Princípio da Essencialidade (Tema 745 do STF)255
  164. 6.1.1. A inconstitucionalidade da cobrança de alíquotas majoradas de ICMS sobre energia elétrica e telecomunicações (superiores à alíquota modal do Estado)257
  165. 6.2. A Guerra da TUSD/TUST (Tema 986 do STJ)263
  166. 6.2.1. A modulação de efeitos na inclusão das tarifas de transmissão e distribuição na base de cálculo do ICMS269
  167. 6.3. O Combustível como Insumo (Tema 779 do STJ)277
  168. 6.3.1. O direito ao creditamento de PIS/COFINS e ICMS sobre combustíveis e lubrificantes utilizados na frota de transporte logístico, maquinário agrícola e indústria280
  169. 6.4. O ICMS na Geração Distribuída (Convênio ICMS 16/2015)289
  170. 6.4.1. A isenção do ICMS sobre a energia injetada na rede e compensada pelo microgerador solar e a polêmica tributação da TUSD sobre a energia compensada291
  171. 6.5. A Recarga de Veículos Elétricos: Energia-Mercadoria (ICMS) ou Serviço de Recarga (ISS)?297
  172. 6.5.1. O Substrato Regulatório: a ANEEL e a Natureza Jurídica da Atividade de Recarga299
  173. 6.5.2. A Tese Estadual: a Energia como Mercadoria e a Blindagem do art. 155, § 3º, da Constituição303
  174. 6.5.3. A Tese Municipal: o Subitem 14.01 da Lista e o Conceito Constitucional de Serviço308
  175. 6.5.4. A Zona Cinzenta: o Modelo de Cobrança como Elemento Definidor312
  176. 6.5.5. Instrumentos de Solução do Conflito e Gestão do Risco de Dupla Exigência315
  177. 6.5.6. O Desfecho na Reforma Tributária: a Dissolução do Conflito pelo IBS e pela CBS317
  178. 6.5.7. Síntese Conclusiva e Recomendações de Conformidade319
  179. Capítulo 7: Tipologias de Fraude, Adulteração e Sonegação no Setor324
  180. 7.1. A Máfia dos Combustíveis e a Evasão Fiscal324
  181. 7.1.1. A formulação clandestina e a "Bomba Fraudada"326
  182. 7.1.2. O "Passeio de Notas": A simulação de operações interestaduais328
  183. 7.1.3. As Distribuidoras de Fachada (Bandeira Branca)330
  184. 7.1.4. A Fraude na Mistura: Adulteração da Gasolina e do Diesel332
  185. 7.2. A Evasão no Mercado de Energia335
  186. 7.2.1. O "Gato" Corporativo: O furto de energia elétrica em grandes indústrias e o impacto direto na arrecadação do ICMS337
  187. 7.2.2. Simulação de Consórcio de Geração Distribuída: Criação de falsas cooperativas apenas para fracionar a energia de grandes usinas solares e fugir da incidência do ICMS342
  188. Capítulo 8: A Devassa Documental, SCANC e Atuação Especializada348
  189. 8.1. A Malha Fina Digital e os Sistemas de Controle348
  190. 8.2. Atuação Especializada: O Rigor Tático no Porto do Itaqui357
  191. 8.3. O Rito Sancionador e a Perda da Inscrição Estadual367
  192. 8.3.1. A cassação sumária da Inscrição Estadual de postos flagrados com combustíveis adulterados e a Representação Fiscal para Fins Penais368
  193. Capítulo 9: Energia e Combustíveis no Novo Sistema (EC 132/2023)376
  194. 9.1. O Imposto Seletivo (Sin Tax) e a Pegada de Carbono376
  195. 9.1.1. Natureza Jurídica e Fundamentos Constitucionais377
  196. 9.1.2. A Pegada de Carbono como Critério Técnico de Diferenciação378
  197. 9.1.3. Jurisprudência e Extrafiscalidade Ambiental379
  198. 9.1.4. A incidência do Imposto Seletivo sobre a extração de combustíveis fósseis (petróleo, gás natural, carvão) visando desestimular o consumo e financiar a transição energética380
  199. 9.1.5. Críticas e Desafios do Novo Modelo385
  200. 9.2. O IBS/CBS e as Novas Regras da Monofasia387
  201. 9.2.1. A manutenção do regime monofásico com alíquotas uniformes (ou específicas ad rem) aplicáveis em todo o território nacional para combustíveis e lubrificantes no IVA Dual387
  202. 9.2.2. A Não Cumulatividade Plena: O direito irrestrito ao crédito de IBS/CBS pelo adquirente contribuinte (indústria, transportadora) que utilizar o combustível como insumo391
  203. 9.2.3. O Fim da TUSD/TUST no ICMS: A simplificação da base de cálculo da energia elétrica sob a vigência do IBS/CBS e a extinção dos fundos estaduais de combate à pobreza incidentes sobre o setor394

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