Capa do livro Manual de Direito Penal Tributário — Teoria, prática e jurisprudência aplicadas à nova tributação brasileira
Direito Penal Tributário

Manual de Direito Penal Tributário

Teoria, prática e jurisprudência aplicadas à nova tributação brasileira

Por João Pavão Neto · Editora Juspodivm · Publicado em 18/05/2026

Páginas
506
Edição
1ª edição · 2026
Acabamento
Brochura
Editora
Editora Juspodivm

Sobre a obra

O Direito Penal Tributário habita exatamente a linha tênue e conturbada que separa o planejamento lícito, a infração administrativa e o crime contra a ordem tributária. É desse território que trata o Manual de Direito Penal Tributário, escrito a partir da vivência diária do autor nas trincheiras da administração e da justiça fiscal — como Auditor Fiscal de Tributos, Autoridade Julgadora de 1ª Instância e membro do Núcleo de Representação Fiscal para Fins Penais.

A obra parte de uma constatação prática: as antigas fraudes documentais deram lugar a engenharias financeiras complexas, dissimulações de domicílio em ambientes digitais e operações que desafiam os limites da legislação. Esse cenário tornou-se ainda mais desafiador com a Emenda Constitucional nº 132/2023 e as Leis Complementares nº 214/2025 e nº 227/2026, que impõem repensar institutos penais já consolidados — a exemplo da Súmula Vinculante 24 do Supremo Tribunal Federal — diante de novos fatos geradores e litígios de competência.

Escrito para preencher a lacuna entre a teoria acadêmica e a realidade prática, o manual enfrenta as zonas de sombra das recentes alterações legislativas com exemplos práticos, análises jurisprudenciais e diretrizes seguras para advogados, magistrados, membros do Ministério Público e autoridades fiscais. O Direito Penal, sustenta o autor, deve atuar como ultima ratio: aplicado com precisão cirúrgica, e nunca como atalho ou instrumento de coação arrecadatória.

Sumário completo da obra 284 entradas
  1. 1. A LEI PENAL TRIBUTÁRIA NO TEMPO E NO ESPAÇO27
  2. 1.1. Princípio da legalidade e a norma penal em branco27
  3. 1.1.1. A dependência da legislação extrapenal e a vedação da analogia in malam partem30
  4. 1.1.2. O princípio da taxatividade e a descrição da conduta fiscal33
  5. 1.2. Lei penal tributária no tempo37
  6. 1.2.1. Novatio legis in mellius: retroatividade da lei benéfica39
  7. 1.2.2. A sucessão de leis de parcelamento (refis) e seus efeitos na punibilidade40
  8. 1.2.3. Alteração de parâmetros financeiros (portarias de insignificância) e a retroatividade41
  9. 1.2.4. Crime continuado (Súmula 711 STF): a aplicação da lei mais grave se vigente ao tempo da cessação43
  10. 1.2.5. O direito penal na transição da reforma tributária (EC 132/23 e LC 214/25)44
  11. 1.3. Lei penal tributária no espaço e extraterritorialidade46
  12. 1.3.1. Territorialidade temperada (art. 5º CP)46
  13. 1.3.2. Lugar do crime (teoria da ubiquidade)48
  14. 1.3.3. Crimes praticados via offshores e paraísos fiscais50
  15. 1.3.4. Cooperação Jurídica Internacional e Troca de Informações Fiscais52
  16. 10 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 2. CRIMINOLOGIA E POLÍTICA CRIMINAL TRIBUTÁRIA55
  17. 2.1. O bem jurídico tutelado55
  18. 2.1.1. Corrente Patrimonialista (Erário)56
  19. 2.1.2. Corrente Dualista (Ordem Tributária e Concorrência Leal)59
  20. 2.1.3. A Transição para o Direito Penal Econômico e o “Devedor Contumaz”61
  21. 2.1.4. Críticas e Controvérsias: A Espiritualização do Bem Jurídico62
  22. 2.1.5. A Natureza Jurídica dos Crimes Tributários: Crimes de Resultado vs. Crimes Formais63
  23. 2.2. Princípio da Insignificância nos Crimes Tributários64
  24. 2.2.1. Parâmetros Jurisprudenciais (STF/STJ): O limite de 20 mil reais64
  25. 2.2.2. Inaplicabilidade em crimes estaduais e municipais (Distinção de tetos)66
  26. 2.2.3. Vedações: Contumácia delitiva e crimes funcionais67
  27. 2.3. Criminologia do White-Collar Crime (Sutherland)69
  28. 2.3.1. O perfil do criminoso de colarinho branco e a cifra negra69
  29. 2.4. Técnicas de Neutralização (Sykes e Matza)71
  30. 2.4.1. Negação da responsabilidade (“A culpa é do contador”)72
  31. 2.4.2. Negação do dano (“O Estado arrecada muito”)72
  32. 2.4.3. Condenação dos condenadores (“A fiscalização é corrupta”)73
  33. 2.5. O Direito Penal Tributário como Ultima Ratio vs. Instrumento de Arrecadação73
  34. 3. TEORIA DO CRIME – FATO TÍPICO TRIBUTÁRIO77
  35. 3.1. Conduta e Nexo Causal77
  36. 3.1.1. Ação e Omissão nos Crimes Contra a Ordem Tributária78
  37. 3.1.2. O Nexo de Causalidade: Da Física à Normatividade80
  38. 3.1.3. A Imputação Subjetiva e a Responsabilidade dos Agentes83
  39. 3.1.4. Estudo de Casos Práticos e Aplicação Jurisprudencial86
  40. 3.2. Tipicidade Penal e Concurso de Normas87
  41. 3.2.1. Consunção (Súmula 17 STJ): Quando o Falso (Crime-Meio) é absorvido pela Sonegação (Crime- -Fim)88
  42. 3.2.2. Quando o Falso Permanece Autônomo (Potencialidade Lesiva Extra-Fiscal)91
  43. 3.2.3. Princípio da Especialidade: O Embate entre Sonegação Previdenciária e Estelionato93
  44. 3.2.4. Crime Único vs. Continuidade Delitiva: A Matemática da Pena95
  45. 3.3. Iter Criminis e o Caminho do Crime98
  46. 3.3.1. Fases do crime: Cogitação, Preparação, Execução e Consumação99
  47. 3.3.2. Tentativa (Conatus): Admissibilidade nos crimes materiais (Sonegação) vs. crimes formais105
  48. 3.3.3. Desistência Voluntária e Arrependimento Eficaz: A “Ponte de Ouro” e a denúncia espontânea107
  49. 3.3.4. Arrependimento Posterior: A “Ponte de Prata” e a redução de pena por reparação do dano109
  50. 3.3.5. Crime Impossível: A ineficácia absoluta do meio (fraude grosseira percebida de imediato pelo Fisco)111
  51. 3.4. Concurso de Pessoas nos Crimes Contra a Ordem Tributária113
  52. 3.4.1. Autoria e Coautoria: A Teoria do Domínio do Fato aplicada a estruturas empresariais114
  53. 12 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 3.4.2. Participação: A Responsabilidade do Contador, Advogado e Funcionários117
  54. 3.4.2.1. Teorias Penais Relacionadas à Participação (Acessoriedade)117
  55. 3.4.2.2. Formas de Participação118
  56. 3.4.2.3. A Responsabilidade do Contador e do Advogado: As “Ações Neutras”119
  57. 3.4.3. Autoria Mediata: O Uso de “Laranjas” Sem Dolo120
  58. 3.4.3.1. Hipóteses de Autoria Mediata no Crime Tributário121
  59. 3.4.3.2. A Teoria da Cegueira Deliberada (Willful Blindness) e o Dolo Eventual121
  60. 3.4.4. Comunicabilidade das circunstâncias elementares122
  61. 3.4.4.1. A Regra de Extensão do Art. 30 do Código Penal123
  62. 3.4.4.2. A Cooperação Dolosamente Distinta (Art. 29, §2º, CP)124
  63. 4. TEORIA DO CRIME – ILICITUDE, CULPABILIDADE E ELEMENTO SUBJETIVO127
  64. 4.1. Excludentes de Ilicitude127
  65. 4.1.1. Estado de Necessidade: A Tese da “Dificuldade Financeira Insuperável”127
  66. 4.1.1.1. Natureza Jurídica e Migração Dogmática: De Justificante a Exculpante128
  67. 4.1.1.2. Requisitos Jurisprudenciais Consolidados (STF e STJ)129
  68. 4.1.1.3. A Questão do Dolo e a Contumácia (RHC 163.334/STF)130
  69. 4.1.2. Exercício Regular de Direito: O Planejamento Tributário (Elisão) Lícito131
  70. 4.1.2.1. Distinções Conceituais Fundamentais131
  71. 4.1.2.2. A Norma Geral Antielisiva e a ADI 2.446 (STF)132
  72. 4.1.2.3. Acessoriedade na Participação e a Responsabilidade do Contador/Advogado132
  73. 4.1.3. Legítima Defesa: É possível em Direito Penal Tributário?133
  74. 4.1.3.1. Defesa Contra Sanções Políticas e Abuso de Autoridade (Súmula 323 STF)134
  75. 4.1.3.2. Limites da Excludente134
  76. 4.1.4. Estrito Cumprimento do Dever Legal135
  77. 4.1.4.1. O Conflito de Deveres: Pagar Tributo vs. Ordem Judicial135
  78. 4.1.4.2. O Dever de Colaboração do Contador e o Sigilo Profissional136
  79. 4.1.4.3. O Agente Fiscal e o Dever de Lançar136
  80. 4.1.5. Causas Supralegais de Exclusão da Ilicitude137
  81. 4.1.5.1. Princípio da Insignificância (Bagatela): Tipicidade ou Ilicitude?137
  82. 4.1.5.2. Princípio da Adequação Social e o “Consentimento do Estado”138
  83. 4.1.5.3. Princípio da Confiança (Proteção à Confiança Legítima)138
  84. 4.2. Culpabilidade e Erro140
  85. 4.2.1. Imputabilidade e a Responsabilidade de “Laranjas” (Teoria do Domínio do Fato)141
  86. 4.2.2. Potencial Consciência da Ilicitude: O “Emaranhado Normativo” Fiscal Justifica o Erro?145
  87. 4.2.3. Inexigibilidade de Conduta Diversa: A Escolha Trágica entre Pagar Tributo ou Pagar Salário146
  88. 4.2.4. Erro de Tipo e Erro de Proibição: A Batalha Dogmática no Direito Tributário148
  89. 4.3. O Dolo na Sonegação: A Tipicidade Subjetiva nos Crimes contra a Ordem Tributária151
  90. 14 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 4.3.1. Dolo Genérico (Vontade livre e consciente)153
  91. 4.3.2. Dolo Específico (Animus de fraudar)156
  92. 4.3.3. A Teoria da Cegueira Deliberada (Willful Blindness)158
  93. 5. PUNIBILIDADE E RELAÇÃO ADMINISTRATIVA163
  94. 5.1. Condição Objetiva de Punibilidade163
  95. 5.1.1. Súmula Vinculante 24 (SV 24)165
  96. 5.1.2. Exceções à SV 24: Crimes Formais e Fraudes Complexas167
  97. 5.2. Extinção da Punibilidade pelo Pagamento169
  98. 5.2.1. Lei 10.684/03, LC 225/2026 e o Fim da “Ponte de Ouro” para o Devedor Contumaz169
  99. 5.2.2. Momento do Pagamento172
  100. 5.3. Suspensão da Punibilidade pelo Parcelamento173
  101. 5.3.1. Refis e Prescrição173
  102. 5.4. Tensões Constitucionais174
  103. 5.4.1. Nemo Tenetur Se Detegere vs. Dever de Colaboração175
  104. 6. CRIMES CONTRA A ORDEM TRIBUTÁRIA POR PARTICULARES (LEI 8.137/90)179
  105. 6.1. Sonegação Tributária (Art. 1º)179
  106. 6.1.1. Inciso I: Omitir informação ou prestar declaração falsa183
  107. 6.1.2. Inciso II: Fraudar a fiscalização (inserir elementos inexatos/omitir operações)186
  108. 6.1.3. Inciso III: Falsificar ou alterar nota fiscal, fatura, duplicata ou livro188
  109. 6.1.4. Inciso IV: Elaborar, distribuir, fornecer, emitir ou utilizar documento falso191
  110. 6.1.5. Inciso V: Negar ou deixar de fornecer nota fiscal obrigatória194
  111. 6.2. Crimes Formais e de Conduta (Art. 2º)199
  112. 6.2.1. Inciso I: Fazer declaração falsa ou omitir declaração sobre rendas/bens (Inadimplemento Fraudulento)201
  113. 6.2.2. Inciso II: Deixar de recolher, no prazo legal, valor de tributo descontado ou cobrado (Apropriação Indébita)204
  114. 6.2.2.1. Análise: Tese do ICMS/ISS Próprio (RHC 163.334) e Contumácia206
  115. 6.2.3. Inciso III: Exigir, pagar ou receber vantagem indevida para deixar de lançar/cobrar (Corrupção mista)210
  116. 6.2.4. Inciso IV: Deixar de aplicar, ou aplicar em desacordo, incentivo fiscal212
  117. 6.2.5. Inciso V: Utilizar ou divulgar programa de processamento de dados para fraude215
  118. 7. CRIMES FUNCIONAIS DO CÓDIGO PENAL221
  119. 7.1. Crimes Funcionais da Lei 8.137/90 (Art. 3º)221
  120. 7.1.1. Inciso I: Extraviar livro oficial, processo fiscal ou documento225
  121. 7.1.2. Inciso II: Exigir, solicitar ou receber vantagem indevida (Corrupção Passiva Tributária)231
  122. 7.1.3. Inciso III: Patrocinar interesse privado perante a administração (Advocacia Administrativa)237
  123. 7.2. Crimes Funcionais do Código Penal243
  124. 7.2.1. Excesso de Exação (Art. 316, §1º): Exigir tributo indevido ou por meio vexatório244
  125. 16 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 7.2.2. Excesso de Exação Qualificado (Art. 316, §2º): Desvio do valor recebido248
  126. 7.2.3. Facilitação de Contrabando ou Descaminho (Art. 318)253
  127. 7.2.4. Violação de Sigilo Funcional (Art. 325)258
  128. 7.2.4.1. Formas Qualificadas (§1º e §2º): Prejuízo à Adm. Pública ou uso de sistemas informatizados262
  129. 7.3. Abuso de Autoridade com Repercussão Fiscal (Lei 13.869/19)268
  130. 7.3.1. Art. 22: Invasão de imóvel/local para fiscalização sem amparo legal270
  131. 7.3.2. Art. 25: Obtenção ou utilização de prova ilícita273
  132. 7.3.3. Art. 29: Prestar informação falsa sobre procedimento275
  133. 7.3.4. Art. 31: Procrastinação injustificada de fiscalização277
  134. 7.3.5. Art. 33: Exigência de obrigação tributária sem amparo legal279
  135. 7.3.6. Art. 37: Demora injustificada em órgão colegiado (CARF/TARF)282
  136. 8. CRIMES COMUNS, PREVIDENCIÁRIOS E FALSIDADE DOCUMENTAL285
  137. 8.1. Crimes Previdenciários285
  138. 8.1.1. Apropriação Indébita Previdenciária (CP, Art. 168- A): “Deixar de repassar”286
  139. 8.1.1.1. §1º, I a III: Recolhimento de segurados, empregados ou reembolso291
  140. 8.1.2. Sonegação de Contribuição Previdenciária (CP, Art. 337-A)293
  141. 8.1.2.1. Incisos I a III: Omissão de segurados, remunerações ou receitas (contabilidade paralela)296
  142. 8.2. Crimes Aduaneiros298
  143. 8.2.1. Descaminho (CP, Art. 334): Iludir imposto na entrada/saída299
  144. 8.2.1.1. Figuras equiparadas (§1º): Navegação de cabotagem, fraude na importação, venda de mercadoria descaminhada303
  145. 8.3. Crimes de Falsidade (Meios de Execução)305
  146. 8.3.1. Falsificação de Papéis Públicos Tributários (CP, Art. 293): Selos e guias306
  147. 8.3.2. Petrechos de Falsificação (CP, Art. 294 e 295)309
  148. 8.3.3. Falsificação de Documento Público (CP, Art. 297): Livros Fiscais e Trabalhistas312
  149. 8.3.4. Falsidade Ideológica Fiscal (CP, Art. 299): Dados falsos em SPED/ECF315
  150. 8.4. Lavagem de Dinheiro (Lei 9.613/98)318
  151. 8.4.1. Ocultação e Dissimulação de bens provenientes de crime tributário (Antecedente)319
  152. 9. ESTRUTURAS DE FRAUDE E ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA327
  153. 9.1. Organização Criminosa Fiscal (Lei 12.850/13)327
  154. 9.1.1. Estrutura ordenada de 4 ou mais pessoas, divisão de tarefas e hierarquia331
  155. 9.1.2. Consequências: Colaboração Premiada e Infiltração de Agentes335
  156. 9.2. A Indústria da Nota Fria341
  157. 9.2.1. Anatomia: Noteiras (Casca), Beneficiárias e Corretores345
  158. 9.3. Fraudes Modernas353
  159. 18 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 9.3.1. Simples Nacional: Interposição (“Laranjas”) e Fracionamento (“Bonecas Russas”)354
  160. 9.3.2. ISSQN: Simulação de Estabelecimento (“Paraísos Fiscais Municipais”)359
  161. 9.3.3. Criptoativos: Ocultação de patrimônio digital363
  162. 10. PROCESSO PENAL TRIBUTÁRIO369
  163. 10.1. Investigação Preliminar369
  164. 10.1.1. Representação Fiscal para Fins Penais (RFFP)370
  165. 10.1.2. Inquérito Policial vs. PIC (Procedimento Investigatório Criminal do MP)373
  166. 10.2. Ação Penal376
  167. 10.2.1. Denúncia: Requisitos e descrição da conduta individualizada376
  168. 10.2.2. Resposta à Acusação e Absolvição Sumária380
  169. 10.3. Competência Jurisdicional385
  170. 10.3.1. Justiça Federal vs. Estadual385
  171. 10.3.2. Súmula 122 STJ (Conexão) e Súmula 147 STJ (Competência Federal no contrabando)388
  172. 10.4. A Prova396
  173. 10.4.1. O Processo Administrativo Fiscal (PAF) como prova emprestada396
  174. 10.4.2. Quebra de Sigilo Bancário/Fiscal (RE 1.055.941 - STF)400
  175. 10.4.3. Inteligência Financeira (Rif do COAF) e compartilhamento de dados404
  176. 10.5. Medidas Assecuratórias408
  177. 10.5.1. Sequestro e Arresto de bens: O foco na recuperação do ativo (Produto do Crime)409
  178. 11. JUSTIÇA NEGOCIADA417
  179. 11.1. Acordo de Não Persecução Penal (ANPP - Art. 28-A CPP)417
  180. 11.1.1. Requisitos: Confissão formal e pena mínima inferior a 4 anos419
  181. 11.1.2. O Pagamento do Tributo como condição sine qua non421
  182. 11.2. Colaboração Premiada em Crimes Tributários423
  183. 12. IMPACTOS DA LEI COMPLEMENTAR Nº 214 E A REFORMA TRIBUTÁRIA427
  184. 12.1. Tipicidade nos Novos Tributos427
  185. 12.1.1. Interpretação extensiva da Lei 8.137/90: Adequação dos tipos penais ao IBS (Estadual/Municipal) e CBS (Federal)428
  186. 12.1.2. O princípio da continuidade normativo-típica na transição (ICMS/ISS  IBS)430
  187. 12.2. Split Payment e o “Fim” da Apropriação Indébita?433
  188. 12.2.1. O recolhimento automático na liquidação financeira e a redução do espaço fático para o “não recolhimento”434
  189. 12.2.2. Novas Fraudes: Conluio com credenciadoras de pagamento (adquirentes) para evitar a retenção na fonte435
  190. 12.3. Fraudes no Cashback Tributário (Devolução Personalizada)438
  191. 12.3.1. Criação de beneficiários fantasmas (“População de baixa renda simulada”) para recebimento indevido439
  192. 12.3.2. Simulação de operações de varejo para gerar crédito de devolução440
  193. 20 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 12.3.3. Conflito de normas: Estelionato contra a Administração Pública (Art. 171, §3º CP) vs. Crime Contra a Ordem Tributária441
  194. 12.4. A Fraude na Não-Cumulatividade Plena443
  195. 12.4.1. Geração de “Créditos Financeiros” inexistentes: A nova roupagem da nota fria no sistema de crédito amplo445
  196. 12.4.2. O Direito ao Crédito vs. Omissão de Saída446
  197. 12.5. Competência e Conflito de Jurisdição no IVA-Dual (IBS e CBS)449
  198. 12.5.1. A Regra Geral: Justiça Federal para fraudes na CBS e Justiça Estadual para fraudes no IBS450
  199. 12.5.2. A Conexão Probatória (Súmula 122 STJ): Como a base de cálculo é idêntica (mesma nota fiscal), a fraude na CBS atrai a competência do IBS para a Justiça Federal?451
  200. 12.5.3. O Papel do Comitê Gestor: Fraudar o Comitê Gestor (ente sui generis) atrai a competência federal?453
  201. 12.5.4. Dupla Fiscalização na Transição (2026-2032): O risco de bis in idem em autuações simultâneas do regime antigo e novo454
  202. 12.6. Imposto Seletivo (IS)456
  203. 12.6.1. O recrudescimento da política criminal no combate ao contrabando e descaminho de produtos nocivos (fumo, álcool, extração mineral)456
  204. 1.2.6.1.1.O Setor de Fumo e a Proteção da Saúde Pública: Dogmática do Contrabando457
  205. 1.2.6.1.2.Bebidas Alcoólicas e Açucaradas: Descaminho e Sonegação no IVA Dual458
  206. 1.2.6.1.3.Extração Mineral: O IS e a Usurpação de Bens da União459
  207. 1.2.6.1.4.Inovações Procedimentais: O Split Payment e a Prova do Dolo460
  208. 1.2.6.1.5.A Súmula Vinculante 24 e o Imposto Seletivo461
  209. 13. A TRANSIÇÃO TRIBUTÁRIA (2026-2032): O DIREITO PENAL DA “ZONA CINZENTA”463
  210. 13.1. Abolitio Criminis vs. Continuidade: O status dos crimes de ICMS/ISS na redução gradual das alíquotas463
  211. 13.1.1. O Princípio da Continuidade Normativo-Típica e a Sucessão ICMS/ISS para IBS464
  212. 13.1.2. A Regra de Transição e a Súmula 711 do STF465
  213. 13.2. O “Concurso de Regimes” e o Erro de Proibição: A complexidade da dupla tributação como tese de defesa466
  214. 13.2.1. A Complexidade Normativa como Excludente de Culpabilidade466
  215. 13.2.2. O Erro sobre o Complemento da Norma Penal em Branco467
  216. 13.2.3. A Doutrina das “Escolhas Trágicas” e a Inexigibilidade de Conduta Diversa467
  217. 13.3. O Impacto do Split Payment na Materialidade e a Reconfiguração da Apropriação Indébita468
  218. 13.3.1. A Desconfiguração do Art. 2º, II, da Lei 8.137/90468
  219. 13.3.2. A Nova Criminalidade Digital: Fraude nos Algoritmos e Simulação468
  220. 13.4. Conflitos de Competência e a Federalização dos Crimes Tributários na Era do IVA Dual469
  221. 13.4.1. A Aplicação da Súmula 122 do STJ no Contexto do Comitê Gestor do IBS469
  222. 13.4.2. Quadro de Competência Jurisdicional na Transição470
  223. 13.5. A Nova Dimensão do Princípio da Insignificância no IVA Dual470
  224. 13.5.1. A Soma das Lesões e a Unicidade do IVA470
  225. 13.6. Apuração Assistida, Compliance Digital e a Prova do Dolo471
  226. 13.6.1. O Reforço da Evidência do Dolo471
  227. 22 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 13.7. Extinção da Punibilidade e Parcelamento no Novo Regime472
  228. 14. CRIMES EM REGIMES ESPECÍFICOS473
  229. 14.1. Combustíveis (Regime Monofásico): Fraude no elo produtor/importador e adulteração volumétrica473
  230. 14.1.1. A Estrutura da Monofasia e a Sonegação na Origem473
  231. 14.1.2. Adulteração Volumétrica e Física sob a Ótica Penal Tributária474
  232. 14.2. Zona Franca de Manaus (ZFM): O “Descaminho Interno” e simulação de entrada475
  233. 14.2.1. O Conceito de “Descaminho Interno”475
  234. 14.2.2. Simulação de Entrada e Internamento Fictício476
  235. 14.3. Setor Financeiro: Manipulação de Spread Bancário e serviços isentos477
  236. 14.3.1. Manipulação do Spread e Ocultação de Receitas477
  237. 14.3.2. A LC 105/2001 e a Prova do Crime no Setor Financeiro477
  238. 14.4. Agronegócio: A Instrumentalização de “Empresas Noteiras” e o Subfaturamento de Exportações478
  239. 14.4.1. O Esquema das “Noteiras” e a Operação Dagon478
  240. 14.4.2. Subfaturamento e Drawback no Agronegócio478
  241. 14.5. Setor Farmacêutico: Classificação de Medicamentos e o Manejo das Listas Positiva, Negativa e Neutra479
  242. 14.5.1. A Natureza das Listas e o Potencial de Fraude479
  243. 14.5.2. O Dolo na Reclassificação Tributária480
  244. 14.6. Compliance e Prevenção de Riscos Penais em Regimes Específicos480
  245. 14.6.1. O Compliance como Causa de Exclusão de Culpabilidade480
  246. 14.6.2. Matriz de Riscos Fiscais e a “Cegueira Deliberada”. 480 15. A RESPONSABILIDADE PENAL DAS PLATAFORMAS DIGITAIS (MARKETPLACES)483
  247. 15.1. A responsabilidade solidária convertida em penal: “Cegueira Deliberada Digital” nas vendas sem nota483
  248. 15.1.1. A Figura do Garantidor e a Omissão Imprópria (Art. 13, §2º do CP)484
  249. 15.1.2. A Teoria da Cegueira Deliberada Digital (Willful Blindness)485
  250. 15.1.3. A Repercussão Geral no STF: Tema 1413 e a Reserva de Lei Complementar486
  251. 15.2. Fraudes em importações de pequeno valor (Cross-Border)487
  252. 15.2.1. O Princípio da Insignificância e o Tema 157 do STJ487
  253. 15.2.2. O Programa Remessa Conforme e a Inversão do Risco Penal488
  254. 15.3. A Reforma Tributária e o Novo Status das Plataformas (EC 132/2023 e LC 214/2025)488
  255. 15.3.1. O Split Payment como Barreira ao Dolo489
  256. 15.3.2. A Definição de Plataforma Digital e a Extensão da Responsabilidade489
  257. 15.4. Compliance Algorítmico como Excludente de Culpabilidade490
  258. 15.5. A Responsabilidade dos Intermediadores de Pagamento (Gateways e PSPs)491
  259. 15.5.1. Neutralidade Funcional e o Dever de Cuidado491
  260. 15.5.2. O Caso do “Golpe da Falsa Central” e o Perfil das Transações491
  261. 15.6. Fraude de Localização e o Princípio do Destino492
  262. 15.6.1. Falsidade Ideológica e Sonegação em Sistemas Digitais492
  263. 15.7. O “Emaranhado Normativo” e o Erro de Proibição493
  264. 15.8. Conclusões e Recomendações de Governança Penal493
  265. 24 MANUAL DE DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO • João Pavão Neto 16. FRAUDES DE LOCALIZAÇÃO E O PRINCÍPIO DO DESTINO495
  266. 16.1. Simulação de Domicílio do Consumidor: Fraude de CEP para desviar receita do IBS495
  267. 16.1.1. Matriz Dogmática e Tipicidade Penal496
  268. 16.1.2. A Falsidade Ideológica em Documentos Digitais497
  269. 16.2. O conflito federativo criminalizado: Apropriação de receita de outro ente municipal498
  270. 16.2.1. O Princípio do Destino como Garantia da Isonomia Federativa498
  271. 16.2.2. A Participação de Agentes Públicos e a Tipicidade Específica498
  272. 16.3. A Responsabilidade Penal dos Intermediários e Desenvolvedores: A Extensão do Artigo 24 da LC 214/2025499
  273. 16.3.1. Desenvolvedores de Software e a “Fraude por Design”500
  274. 16.3.2. Transportadores e Marketplaces como Agentes de Fiscalização500
  275. 16.4. O Mecanismo do Split Payment e a Transformação da Tipicidade: Da Omissão à Fraude Algorítmica501
  276. 16.4.1. A Mitigação da Apropriação Indébita Tributária501
  277. 16.5. Cegueira Deliberada e a Gestão de Riscos nos Marketplaces Digitais502
  278. 16.5.1. A Responsabilidade Subjetiva dos Gestores de Plataformas502
  279. 16.5.2. O Compliance Criminal como Dique de Contenção502
  280. 16.6. A Teoria da Ubiquidade e o Lugar do Crime nos Delitos de Espaço Máximo503
  281. 16.6.1. O Conflito de Jurisdição e o Lançamento Definitivo503
  282. 16.7. A Súmula Vinculante 24 e o Novo Contencioso do Comitê Gestor: Limites à Persecução Penal504
  283. 16.7.1. O Papel do Comitê Gestor na Constituição do Crédito504
  284. 16.7.2. Mitigações Recentes: O Embaraço à Fiscalização505

Comprar este livro

A venda é feita diretamente pela Editora Juspodivm, com pagamento seguro, cálculo de frete pelo seu CEP e entrega em todo o Brasil.

Comprar na Juspodivm

Você será levado à página oficial deste título na loja da editora.

Precisa de várias unidades para o seu escritório, universidade ou órgão público? Fale conosco sobre compras institucionais.