Capa do livro Manual Completo de Direito Tributário — Tomo II — Tributos em Espécie
Direito Tributário

Manual Completo de Direito Tributário

Tomo II — Tributos em Espécie

Por João Pavão Neto · UICLAP · Publicado em 13/08/2026

Páginas
898
Formato
17 x 23,9 x 4,6 cm
Impressão
Preto e branco · offset
Coleção
Direito Tributário

Sobre a obra

A coleção Manual de Direito Tributário, publicada em cinco tomos por João Pavão Neto, é a obra definitiva para o domínio do sistema fiscal brasileiro em meio à transição da Reforma Tributária (EC 132/2023). Aliando o rigor dogmático da regra-matriz de incidência à aplicação prática e jurisprudencial, a coleção oferece um panorama completo e atualizado para advogados, auditores, procuradores, magistrados e gestores.

O Tomo II examina detalhadamente os tributos em espécie, um a um, nas esferas federal, estadual e municipal, percorrendo hipótese de incidência, base de cálculo, contribuintes, alíquotas e o contencioso consolidado de cada exação.

Sumário completo da obra 918 entradas
  1. Capítulo 1: Imposto sobre a Importação (II)37
  2. 1.1. Aspecto Material37
  3. 1.1.1. O Verbo do Critério Material: A Ação de "Importar"37
  4. 1.1.2. O Objeto da Importação: "Produto" versus "Mercadoria"38
  5. 1.1.3. A Qualificação de "Estrangeiro" e o Fenômeno da Reimportação39 1.1.4. A Distinção entre Entrada Física e Entrada Jurídica40
  6. 1.1.5. Aspecto Material e a Digitalização da Economia: O Caso do Software41
  7. 1.1.6. Importação por Pessoas Físicas e Uso Próprio: A Supressão da Habitualidade41
  8. 1.1.7. O Aspecto Material Negativo: Regimes Aduaneiros Especiais42
  9. 1.1.8. Desafios Contemporâneos: Micro-importações e o E-commerce Global42
  10. 1.2. Aspecto Espacial44
  11. 1.2.1. Fundamentos Doutrinários e a Teoria do Espaço Aduaneiro44
  12. 1.2.2. O Conceito de Território Aduaneiro e sua Abrangência45
  13. 1.2.3. A Divisão Jurisdicional: Zona Primária vs. Zona Secundária46
  14. 1.2.4. Áreas de Controle Integrado (ACI) e a Extraterritorialidade Aduaneira47
  15. 1.2.5. Enclaves, Exclaves e Zonas de Vigilância Aduaneira48
  16. 1.2.6. Regimes Geográficos Especiais: Zona Franca de Manaus e ALCs 48 1.2.7. Jurisprudência e Conflitos sobre o Aspecto Espacial48
  17. 1.2.8. Aplicação Prática: A Importação via Dutos e Linhas de Transmissão49
  18. 1.2.9. Síntese Estruturada do Aspecto Espacial50
  19. 1.2.10. Estudo de Caso: O Turista e a Zona Secundária50
  20. 1.3. Aspecto Temporal50
  21. 1.3.1. A Dicotomia entre a Entrada Física e o Marco Jurídico (Art. 19 do CTN vs. Art. 23 do DL 37/66)51
  22. 1.3.2. O Registro no SISCOMEX e a Cristalização da Norma52
  23. 1.3.3. Variantes do Aspecto Temporal no Regulamento Aduaneiro (Art. 73 do RA)53
  24. 1.3.4. Aspecto Temporal e a Mitigação dos Princípios da Anterioridade e Legalidade54
  25. 1.3.5. A Internacionalização Econômica e a ADPF 40055
  26. 1.3.6. O Impacto da Reforma Tributária (IBS e CBS) no Fluxo Temporal55 4 1.3.7. Conclusão e Recomendações Práticas para o Contribuinte56
  27. 1.4. Aspecto Pessoal56
  28. 1.4.1. Sujeito Ativo: A União e a Supremacia na Regulação do Comércio Exterior57
  29. 1.4.2. Sujeito Passivo: Contribuintes e a Relação Pessoal com o Fato Gerador58
  30. 1.4.3. Responsabilidade Tributária: Terceiros Vinculados ao Fato Gerador60
  31. 1.4.4. Modalidades Indiretas de Importação e o Destinatário Jurídico.61 1.4.5. Interposição Fraudulenta: A Ocultação do Real Sujeito Passivo62
  32. 1.4.6. Capacidade Tributária e o Princípio do "Non Olet"63
  33. 1.4.7. Esquematização Didática dos Sujeitos no II64
  34. 1.4.8. Jurisprudência e Temas Relevantes64
  35. 1.4.9. Conclusão do Tópico65
  36. 1.5. Aspecto Quantitativo65
  37. 1.5.1. Base de Cálculo65
  38. 1.5.2. Alíquotas do Imposto de Importação69
  39. 1.5.3. Dinâmica de Cálculo e Interações Tributárias70
  40. 1.5.4. Regimes Especiais de Quantificação71
  41. 1.5.5. Resumo Estrutural do Aspecto Quantitativo72
  42. Capítulo 2: Imposto sobre a Exportação (IE)74
  43. 2.1. Aspecto Material74
  44. 2.1.1. O Verbo: O Conceito de Exportar e a Necessidade de Definitividade74
  45. 2.1.2. O Objeto: Diferenciação entre Produtos Nacionais e Nacionalizados75
  46. 2.1.3. Territorialidade e a Redundância Constitucional "Para o Exterior"76 2.1.4. Espacialidade: O Conceito de Território Aduaneiro77
  47. 2.1.5. O Marco Temporal e a Desmaterialização Jurídica do Fato Gerador77
  48. 2.1.6. Extrafiscalidade e a Mitigação dos Princípios Constitucionais78
  49. 2.1.7. O Princípio do "Non Olet" no Aspecto Material79
  50. 2.1.8. Casos de Não Incidência e Exclusões do Aspecto Material79
  51. 2.1.9. Estudo de Caso 02: A Crise das Commodities e a Função Extraarrecadatória80
  52. 2.1.10. Comentários Doutrinários e a "Exportação Indireta"80
  53. 2.1.11. Aprofundamento sobre a "Nacionalização" e a Reexportação no Aspecto Material81
  54. 2.1.12. A Influência da Reforma Tributária (EC 132/2023) no Aspecto Material do IE82
  55. 2.2. Aspecto Espacial82
  56. 2.2.1. O Conceito de Território Aduaneiro e a Soberania Fiscal83
  57. 2.2.2. Subdivisões do Espaço Aduaneiro: Zona Primária e Zona Secundária84
  58. 2.2.3. Espacialidade Digital: O SISCOMEX e a DU-E84
  59. 2.2.4. Exceções Espaciais e Ficções Jurídicas: A Exportação Ficta85
  60. 2.2.5. Áreas de Tratamento Espacial Diferenciado: ZFM, ZPE e ALC86
  61. 2.2.6. Esquematização do Aspecto Espacial do IE87
  62. 2.2.7. Jurisprudência e Entendimento Administrativo Consolidado87
  63. 2.2.8. Conclusão do Tópico: A Dinâmica da Territorialidade Fiscal88
  64. 2.3. Aspecto Temporal88
  65. 2.3.1. O Conflito Aparente entre o CTN e o Decreto-Lei nº 1.578/197789 2.3.2. O Portal Único SISCOMEX e a Declaração Única de Exportação (DU-E)90
  66. 2.3.3. Direito Intertemporal: Alíquotas e a Proteção da Irretroatividade90 2.3.4. Estudo de Caso: O Setor de Óleo e Gás e a MP nº 1.163/202391
  67. 2.3.5. A Conversão Cambial e o Vínculo com o Tempo92
  68. 2.3.6. Esquematização do Fluxo Temporal da Incidência92
  69. 2.3.7. Situações de Não Ocorrência e o Direito à Restituição92
  70. 2.3.8. Comentários Doutrinários e Transição para a Reforma Tributária93 2.4. Aspecto Pessoal93
  71. 2.4.1. Sujeito Ativo: A União Federal e a Gestão da Soberania Econômica94
  72. 2.4.2. Sujeito Passivo: O Exportador e a Relação Direta com o Fato Gerador96
  73. 2.4.3. Solidariedade e Responsabilidade Tributária97
  74. 2.4.4. Figuras Equiparadas: A Exportação Indireta e as Tradings98
  75. 2.4.5. Limitações e Imunidades Pessoais no IE99
  76. 2.4.6. Síntese e Aplicação Prática: O Fluxo das Obrigações Subjetivas 100 2.5. Aspecto Quantitativo101
  77. 2.5.1. A Base de Cálculo do Imposto sobre a Exportação101
  78. 2.5.2. As Alíquotas: Flexibilidade e Limites Legais103
  79. 2.5.3. A Delegação de Competência para a CAMEX (Tema 53 do STF) 104 2.5.4. Pauta de Valor Mínimo e Arbitramento104
  80. 2.5.5. Estudos de Caso e Aplicação Prática105
  81. 2.5.6. Resumo Estruturado do Aspecto Quantitativo105
  82. 2.5.7. Conclusão sobre a Praticabilidade do Critério Quantitativo106
  83. Capítulo 3: Imposto de Renda (IR)107
  84. 3.1. Aspecto Material107
  85. 3.1.1. Fundamentos Constitucionais e a Competência Tributária da União107
  86. 3.1.2. O Conceito de Renda: Teoria da Fonte e a Metáfora do Produto108 3.1.3. Proventos de Qualquer Natureza: A Teoria do Acréscimo Patrimonial109
  87. 3.1.4. A Disponibilidade Econômica e Jurídica: O Marco da Incidência109 3.1.5. O Aspecto Temporal: Fato Gerador Complexivo vs. Instantâneo110 3.1.6. O Princípio do Pecunia Non Olet: A Indiferença quanto à Origem111 3.1.7. Acréscimo Patrimonial vs. Indenizações: O Limite da Materialidade111
  88. 3.1.8. A Revolução Jurisprudencial: ADI 5422 e a Pensão Alimentícia 112 3.1.9. Tributação da Taxa SELIC e Juros de Mora (Temas 808 e 962 STF)113 3.1.10. Planos de Opção de Compra de Ações (Stock Options) e o Tema 1226 STJ114
  89. 3.1.11. Aspecto Espacial e a Tributação em Bases Universais115
  90. 3.1.12. Esquematização da Regra-Matriz de Incidência (RMit) do IR115
  91. 3.1.13. Síntese e Conclusões sobre o Aspecto Material115
  92. 3.2. Aspecto Espacial116
  93. 3.2.1. Evolução Histórica e o Conflito de Princípios: Territorialidade vs. Universalidade116
  94. 3.2.2. Critério Espacial para Pessoas Físicas: A Residência Fiscal117
  95. 3.2.3. A Tributação de Ativos no Exterior por Pessoas Físicas (Lei nº 14.754/2023)119
  96. 3.2.4. Critério Espacial para Pessoas Jurídicas: O Domicílio e as CFC Rules120
  97. 3.2.5. Tributação na Fonte para Não Residentes: O Princípio da Territorialidade Mitigado122
  98. 3.2.6. Tratados para Evitar a Dupla Tributação e o Art. 98 do CTN123
  99. 3.2.7. Tendências Globais: O Projeto BEPS e as Regras GloBE (Pilar 2)123 3.2.8. Síntese Prática do Critério de Conexão Espacial124
  100. 3.3. Aspecto Temporal124
  101. 3.3.1. O Fato Gerador Complexivo e a Regra-Matriz de Incidência125
  102. 3.3.2. O Dualismo Temporal: Ano-Base e Exercício Financeiro126
  103. 3.3.3. O Marco da Disponibilidade: Disponibilidade Jurídica vs. Econômica127
  104. 3.3.4. O Aspecto Temporal no IRPF: Pessoas Físicas128
  105. 3.3.5. O Aspecto Temporal no IRPJ: Pessoas Jurídicas129
  106. 3.3.6. O Aspecto Temporal e a Jurisprudência Crítica131
  107. 3.3.7. O Tempo e o Lançamento: Aplicação da Lei no Tempo (Art. 144 CTN)132
  108. 3.3.8. Considerações Finais e Aplicação Prática132
  109. 3.4. Aspecto Pessoal133
  110. 3.4.1. Sujeito Ativo133
  111. 3.4.2. Sujeito Passivo135
  112. 3.4.3. Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF): Critérios Subjetivos137
  113. 3.4.4. Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ): Unidade Econômica .138 3.4.5. Responsável e Substituição Tributária (IRRF)139
  114. 3.5. Aspecto Quantitativo140
  115. 3.5.1. Fundamentos Constitucionais e a Base Econômica da Quantificação140
  116. 3.5.2. A Base de Cálculo no Código Tributário Nacional (Art. 44)142
  117. 3.5.3. Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF)142
  118. 3.5.4. Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ)144
  119. 3.5.5. Jurisprudência Consolidada sobre Quantificação e Exclusões146
  120. 3.5.6. O Código de Defesa do Contribuinte (LC 225/2026)147
  121. Capítulo 4: Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)149
  122. 4.1. Aspecto Material149
  123. 4.1.1. Evolução Histórica e Fundamentos Constitucionais149
  124. 4.1.2. O Critério Material na Regra-Matriz de Incidência150
  125. 4.1.3. O Primeiro Fato Gerador: O Desembaraço Aduaneiro150
  126. 4.1.4. O Segundo Fato Gerador: A Saída do Estabelecimento151
  127. 4.1.5. O Terceiro Fato Gerador: A Arrematação em Leilão152
  128. 4.1.6. Definição Técnica de Industrialização (Art. 4º RIPI)152
  129. 4.1.7. A Irrelevância do Processo e das Instalações154
  130. 4.1.8. A Polêmica da Revenda de Importados (Tema 906 STF)154
  131. 4.1.9. Conflito de Competência: IPI/ICMS vs. ISS (Tema 816 STF)154
  132. 4.1.10. Hipóteses de Exclusão do Aspecto Material155
  133. 4.1.11. Aspecto Material e o Direito ao Creditamento156
  134. 4.1.12. O Aspecto Material diante da Reforma Tributária (EC 132/2023)157 4.1.13. Síntese Doutrinária e Conclusão158
  135. 4.2. Aspecto Espacial159
  136. 4.2.1. Abrangência do Território Nacional e Jurisdição Aduaneira159
  137. 4.2.2. O Princípio da Autonomia dos Estabelecimentos (Art. 51 do CTN)160 4.2.3. O Estabelecimento Industrial e o Estabelecimento Equiparado 161 4.2.4. Saída Física versus Saída Jurídica: O Debate sobre o Roubo de Carga162
  138. 4.2.5. Regimes Territoriais Especiais: A Zona Franca de Manaus (ZFM)163 4.2.6. O IPI e a Importação: A Jurisprudência do Tema 906 do STF164
  139. 4.2.7. O Futuro do Critério Espacial: Reforma Tributária (EC 132/2023)165 8 4.2.8. Considerações Doutrinárias e Aplicabilidade Prática166
  140. 4.3. Aspecto Temporal167
  141. 4.3.1. O Desembaraço Aduaneiro de Produtos Estrangeiros167
  142. 4.3.2. A Saída do Produto do Estabelecimento Industrial ou Equiparado169 4.3.3. O Sinistro como Causa de Exclusão do Aspecto Temporal: A Súmula 671 do STJ171
  143. 4.3.4. Arrematação de Produtos Apreendidos ou Abandonados172
  144. 4.3.5. Hipóteses Especiais e Ficções Legais do Aspecto Temporal no RIPI172 4.3.6. Períodos de Apuração e Prazos de Recolhimento173
  145. 4.3.7. O IPI na Reforma Tributária (EC 132/2023): Transição e Permanência174
  146. 4.4. Aspecto Pessoal175
  147. 4.4.1. Sujeito Ativo: A União Federal e a Repartição de Receitas175
  148. 4.4.2. Sujeito Passivo: O Polimorfismo da Obrigação Tributária176
  149. 4.4.3. Estabelecimentos Equiparados a Industrial: A Extensão da Sujeição Passiva179
  150. 4.4.4. O Princípio da Autonomia dos Estabelecimentos180
  151. 4.4.5. Jurisprudência Consolidada e Grandes Temas de Discussão181
  152. 4.4.6. Síntese das Figuras no Polo Passivo (Quadro Resumo)182
  153. 4.4.7. Considerações Finais sobre o Aspecto Pessoal e a Reforma Tributária183
  154. 4.5. Aspecto Quantitativo183
  155. 4.5.1. Base de Cálculo do IPI184
  156. 4.5.2. Alíquotas do IPI e a Técnica da Seletividade187
  157. 4.5.3. A Interação Quantitativa entre IPI e ICMS189
  158. 4.5.4. O IPI no Contexto da Reforma Tributária (EC 132/2023)189
  159. Capítulo 5: Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)192
  160. 5.1. Aspecto Material192
  161. 5.1.1. Fundamentos Constitucionais e a Natureza Extrafiscal192
  162. 5.1.2. O Conceito de "Operação" no Direito Tributário193
  163. 5.1.3. Operações de Crédito (IOF-Crédito)193
  164. 5.1.4. Operações de Câmbio (IOF-Câmbio)195
  165. 5.1.5. Operações de Seguro (IOF-Seguro)195
  166. 5.1.6. Operações de Títulos ou Valores Mobiliários (IOF-TVM)196
  167. 5.1.7. O Ouro como Ativo Financeiro ou Instrumento Cambial196
  168. 5.1.8. Síntese das Materialidades do IOF197
  169. 5.2. Aspecto Espacial197
  170. 5.2.1. O Território Nacional como Limite Jurisdicional198
  171. 5.2.2. IOF sobre Operações de Crédito: A Entrega do Valor no Espaço199 9 5.2.3. IOF sobre Operações de Câmbio: Fronteiras e Liquidação200
  172. 5.2.4. IOF sobre Operações de Seguro: O Risco e a Apólice no Espaço201 5.2.5. IOF sobre Títulos e Valores Mobiliários (TVM)202
  173. 5.2.6. O Caso Especial do IOF-Ouro: A "Origem" como Divisor Federativo202
  174. 5.2.7. Conflitos de Territorialidade e Desafios da Economia Digital203
  175. 5.2.8. Considerações Práticas para o Lançamento203
  176. 5.2.9. Conclusão do Tópico204
  177. 5.3. Aspecto Temporal204
  178. 5.3.1. Operações de Crédito: A Disponibilização do Recurso205
  179. 5.3.2. Operações de Câmbio: O Marco da Liquidação207
  180. 5.3.3. Operações de Seguro: O Recebimento do Prêmio208
  181. 5.3.4. Títulos e Valores Mobiliários: Resgate e Transmissão209
  182. 5.3.5. Ouro como Ativo Financeiro ou Instrumento Cambial210
  183. 5.3.6. Conflitos de Leis no Tempo e o Princípio da Irretroatividade211
  184. 5.3.7. Resumo Didático: O "Fluxo Temporal" do IOF211
  185. 5.4. Aspecto Pessoal213
  186. 5.4.1. Sujeito Ativo: A União Federal e a Extrafiscalidade213
  187. 5.4.2. Sujeito Passivo: O Contribuinte e sua Relação Direta com o Fato215 5.4.3. Sujeito Passivo: O Responsável Tributário e o Dever de Retenção216 5.4.4. Jurisprudência Consolidada: O Impacto do Tema 104 do STF217
  188. 5.4.5. Operações de Factoring e o Aspecto Pessoal218
  189. 5.4.6. Imunidades Tributárias no Polo Passivo do IOF218
  190. 5.4.7. Capacidade Tributária Passiva: A Irrelevância da Condição Jurídica219
  191. 5.4.8. Resumo Esquematizado das Relações Subjetivas por Modalidade219 5.4.9. Estudo de Caso: O Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC)220
  192. 5.4.10. Mudanças Recentes: Decreto nº 12.466/2025221
  193. 5.4.11. Síntese Doutrinária e Conclusão221
  194. 5.4.12. Análise de Jurisprudência Específica: Súmula 664 do STF222
  195. 5.5. Aspecto Quantitativo223
  196. 5.5.1. Operações de Crédito: A Mensuração da Disponibilidade Financeira224
  197. 5.5.2. Operações de Câmbio: O Critério de Divisas e o Alinhamento Internacional226
  198. 5.5.3. Operações de Seguro: O Custo do Risco e o Embate sobre o VGBL228 5.5.4. Operações de Títulos e Valores Mobiliários: A Tributação da Liquidez229
  199. 5.5.5. Ouro como Ativo Financeiro: A Regra de Quantificação Constitucional230
  200. 5.5.6. Flexibilidade Regulamentar e os Limites da Delegação Legislativa231 5.5.7. Conclusões sobre o Aspecto Quantitativo232
  201. Capítulo 6: Imposto Territorial Rural (ITR)233
  202. 6.1. Aspecto Material233
  203. 6.1.1. Os Núcleos Jurídicos do Fato Gerador: Propriedade, Domínio Útil e Posse234
  204. 6.1.2. O Objeto da Incidência: Imóvel por Natureza vs. Acessões236
  205. 6.1.3. O Conflito de Competência: Critério da Localização vs. Critério da Destinação237
  206. 6.1.4. Áreas de Preservação e o Aspecto Material: Exclusões Ambientais239
  207. 6.1.5. A Função Social e a Progressividade Extrafiscal: O Fator Punitivo239 6.1.6. Imunidades e Isenções no Aspecto Material240
  208. 6.1.7. Resumo Prático para Aplicação do Aspecto Material241
  209. 6.2. Aspecto Espacial242
  210. 6.2.1. Conceito, Fundamento Doutrinário e Territorialidade242
  211. 6.2.2. O Critério da Localização Geográfica e o Artigo 32 do CTN243
  212. 6.2.3. Zonas de Expansão Urbana e a Súmula 626 do STJ244
  213. 6.2.4. O Critério da Destinação Econômica: A Primazia do Decreto-Lei nº 57/1966244
  214. 6.2.5. Tema Repetitivo 174 do STJ: A Pacificação Jurisprudencial245
  215. 6.2.6. Imóveis Plurimunicipais: Regra da Sede e da Maior Área246
  216. 6.2.7. A Extensão Territorial e as Imunidades Regionais246
  217. 6.2.8. Aspectos Instrumentais: CAFIR e Georreferenciamento247
  218. 6.2.9. Conclusões sobre a Dinâmica Espacial do ITR247
  219. 6.3. Aspecto Temporal248
  220. 6.3.1. A Definição Legal: O Marco de 1º de Janeiro249
  221. 6.3.2. Classificações Doutrinárias do Fato Gerador quanto ao Tempo 250 6.3.3. O Princípio "Tempus Regit Actum" e o Lançamento251
  222. 6.3.4. Mudanças de Titularidade após 1º de Janeiro e a Responsabilidade por Sucessão252
  223. 6.3.5. O Fato Gerador e o Desapossamento: Invasões e Nulidades254
  224. 6.3.6. Quantificação e Tempo: O Valor da Terra Nua (VTN)255
  225. 6.3.7. O Aspecto Temporal e a Reforma Tributária (EC 132/2023)255
  226. 6.3.8. Procedimentos Relacionados ao Tempo: DITR, DIAC e DIAT256
  227. 6.3.9. Aspecto Temporal e o Imóvel Rural por Natureza257
  228. 6.3.10. Estudo de Caso de Aplicabilidade Prática: O "Conflito ITR vs. IPTU"257
  229. 6.4. Aspecto Pessoal258
  230. 6.4.1. Sujeição Ativa: Competência e Capacidade Tributária258
  231. 6.4.2. Sujeição Passiva: Contribuintes e Responsáveis261
  232. 6.4.3. Responsabilidade Tributária por Sucessão e Solidariedade263
  233. 6.4.4. Domicílio Tributário do Sujeito Passivo264
  234. 6.5. Aspecto Quantitativo265
  235. 6.5.1. A Base de Cálculo: O Valor da Terra Nua Tributável (VTNt)265
  236. 6.5.2. As Alíquotas: Progressividade e Grau de Utilização (GU)268
  237. 6.5.3. Estudo de Caso Comparativo: O "Preço" da Improdutividade270
  238. 6.5.4. Imunidades e o Valor Zero da Exação271
  239. 6.5.5. Aspectos Práticos da Fiscalização e Lançamento271
  240. 6.5.6. Síntese e Esquematização Didática272
  241. Capítulo 7: Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)274
  242. 7.1. Aspecto Material274
  243. 7.1.1. O Conceito de "Fortuna" e o Limite Semântico da "Grandeza" 275 7.1.2. Patrimônio Líquido como Objeto da Incidência276
  244. 7.1.3. Universalidade e Critério de Domicílio276
  245. 7.1.4. Exclusões Necessárias e o Mínimo Existencial277
  246. 7.1.5. O Marco Temporal e o Fato Gerador277
  247. 7.1.6. Extrafiscalidade e o Fundo de Combate à Pobreza278
  248. 7.1.7. Impactos do Julgamento da ADO 55 (STF, 2025)278
  249. 7.1.8. Comparação com outros Impostos Patrimoniais (IPTU, IPVA, ITR, ITCMD)279
  250. 7.1.9. A Questão da Bitributação e do Bis in Idem279
  251. 7.1.10. Estudo de Caso: O Impacto da Valoração de Ativos Financeiros279 7.2. Aspecto Espacial280
  252. 7.2.1. A Soberania Fiscal e a Abrangência Territorial Nacional281
  253. 7.2.2. Territorialidade vs. Universalidade: O Alcance Ultraterritorial282
  254. 7.2.3. O Domicílio e a Residência como Âncoras do Aspecto Espacial 283 7.2.4. Analogia com o ITCMD e a Jurisprudência do STF no RE 851.108/SP283
  255. 7.2.5. O Conflito Espacial e os Tratados para Evitar a Dupla Tributação284 7.2.6. Esquematização Técnica: Critérios de Localização Patrimonial .285 7.2.7. A Omissão Legislativa e a Decisão na ADO 55 (Novembro de 2025)285
  256. 7.2.8. Aspectos Especiais em Áreas de Exceção: Zona Franca de Manaus e Territórios285
  257. 7.2.9. Estudo de Caso 2: A Fortuna em Criptoativos e a Crise da Territorialidade286
  258. 7.2.10. Conclusões sobre a Configuração Espacial do Imposto286
  259. 7.3. Aspecto Temporal287
  260. 7.3.1. Definição e Enquadramento Teórico na Regra-Matriz de Incidência (RMIT)287
  261. 7.3.2. A Natureza do Fato Gerador: Instantâneo, Periódico ou Continuado?288
  262. 7.3.3. O Marco Temporal nos Projetos de Lei Complementar (PLPs)289
  263. 7.3.4. Princípios da Anterioridade e Irretroatividade no IGF290
  264. 7.3.5. A Problemática do Fato Gerador "Pendente" e a Súmula 584 do STF291
  265. 7.3.6. A Decisão da ADO 55 e a Dimensão Temporal da Omissão Legislativa292
  266. 7.3.7. Aspectos Práticos: Volatilidade de Ativos e a Data da Avaliação292 7.3.8. Comparação Sistemática com IPTU, ITR e IPVA293
  267. 7.3.9. Destinação da Arrecadação e o Vínculo Temporal no ADCT294
  268. 7.3.10. Conclusões Técnicas e Síntese Didática294
  269. 7.4. Aspecto Pessoal295
  270. 7.4.1. Sujeito Ativo: A União Federal e a Competência Privativa296
  271. 7.4.2. Sujeito Passivo: O Contribuinte e a Condição de "Grande Fortuna"297
  272. 7.4.3. Critério Espacial e Domicílio Fiscal: Universalidade e Territorialidade299
  273. 7.4.4. Sujeito Passivo: O Responsável Tributário299
  274. 7.4.5. Capacidade Tributária Passiva e o Princípio do "Non Olet"300
  275. 7.4.6. Estudo de Caso: Cálculo do Patrimônio Líquido e Identificação do Contribuinte301
  276. 7.4.7. Análise Comparativa de Projetos: Evolução do Aspecto Pessoal301 7.4.8. Comentários Doutrinários: A Pessoalidade e a Capacidade Contributiva302
  277. 7.5. Aspecto Quantitativo303
  278. 7.5.1. A Base de Cálculo: O Patrimônio Líquido como Medida de Riqueza303
  279. 7.5.2. Alíquotas e a Técnica da Progressividade306
  280. 7.5.3. Limitações ao Poder de Tributar: Capacidade Contributiva e Não Confisco307
  281. 7.5.4. Dedução de Impostos Patrimoniais e a Mitigação da Bi-tributação308 7.5.5. Lançamento e Gestão Administrativa do Critério Quantitativo 308 7.5.6. O Julgamento da ADO 55 e a Mora Legislativa no Critério Quantitativo309
  282. 7.5.7. Tendências Globais: O G20 e a Tributação Mínima de Super-Ricos309 7.5.8. Conclusão e Perspectivas Práticas para o Planejamento Tributário310 Capítulo 8: Impostos Residuais (Competência Residual da União)311
  283. 8.1. Aspecto Material311
  284. 8.1.1. O Princípio do Ineditismo Material e a Tipicidade Cerrada311
  285. 8.1.2. A Distinção entre Identidade de Fato Gerador e Identidade de Base de Cálculo312
  286. 8.1.3. A Não-Cumulatividade como Condicionante Material313
  287. 8.1.4. O Conflito com as Competências Privativas dos Estados e Municípios313
  288. 8.1.5. Jurisprudência do STF sobre a Identidade Formal: O Precedente das Contribuições314
  289. 8.1.6. Materialidades em Potencial: Onde a União Pode Atuar?314
  290. 8.1.7. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) no Aspecto Material Residual315
  291. 8.1.8. Reserva de Lei Complementar e a Estabilidade do Aspecto Material315
  292. 8.1.9. Estudo de Caso Hipotético: O "Imposto sobre Emissão de Carbono"316
  293. 8.2. Aspecto Espacial317
  294. 8.2.1. Definição Doutrinária e a Regra-Matriz nos Impostos Residuais317 8.2.2. Território Nacional e as Novas Fronteiras da Tributação Residual318 8.2.3. O Princípio da Uniformidade Geográfica (Art. 151, I, CF)319
  295. 8.2.4. Territorialidade, Extraterritorialidade e o Art. 102 do CTN320
  296. 8.2.5. Conflitos de Competência e a Intersecção Espacial320
  297. 8.2.6. Aspecto Espacial e a Repartição de Receitas (Art. 157, II, CF)321
  298. 8.2.7. A Competência Residual na Transição para o Novo Sistema (Reforma Tributária)322
  299. 8.2.8. Considerações Finais sobre a Aplicabilidade Prática322
  300. 8.3. Aspecto Temporal322
  301. 8.3.1. Definição e Função do Aspecto Temporal na Regra-Matriz323
  302. 8.3.2. O Princípio da Irretroatividade e o Imposto Residual324
  303. 8.3.3. A Regra da Anterioridade Plena (Anterioridade Dobrada)325
  304. 8.3.4. Comparação Técnica: Impostos Residuais vs. Contribuições Residuais326
  305. 8.3.5. O Aspecto Temporal e a Reserva de Lei Complementar327
  306. 8.3.6. Fato Gerador Complessivo e a Competência Residual327
  307. 8.3.7. O Aspecto Temporal na Jurisprudência Consolidada328
  308. 8.3.8. Esquematização: O Ciclo de Vida Temporal do Imposto Residual328 8.3.9. Aspectos Práticos e Estudo de Caso de Planejamento Tributário329 14 8.3.10. Conclusão do Tópico330
  309. 8.4. Aspecto Pessoal330
  310. 8.4.1. O Sujeito Ativo na Competência Residual: A Exclusividade da União331
  311. 8.4.2. O Sujeito Passivo nos Impostos Residuais332
  312. 8.4.3. Limitações ao Poder de Eleger o Sujeito Passivo: O "Bis in Idem" Subjetivo333
  313. 8.4.4. A Não Cumulatividade e seus Reflexos na Condição do Sujeito Passivo334
  314. 8.4.5. A Reserva de Lei Complementar como Garantia do Sujeito Passivo335
  315. 8.4.6. Análise Doutrinária: A Visão de Paulo de Barros Carvalho sobre o Critério Pessoal335
  316. 8.4.7. Aspecto Pessoal e a Reforma Tributária (EC 132/2023)336
  317. 8.4.8. Casuística e Exercícios de Aplicabilidade Prática336
  318. 8.5. Aspecto Quantitativo337
  319. 8.5.1. A Base de Cálculo e o Requisito do Ineditismo Material338
  320. 8.5.2. A Alíquota e o Princípio da Estrita Legalidade340
  321. 8.5.3. A Não Cumulatividade como Condição de Validade340
  322. 8.5.4. Aspectos Práticos e Limitações de Defesa do Contribuinte341
  323. 8.5.5. Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) no Poder Residual342 8.5.6. A Repartição da Receita e sua Influência no Aspecto Quantitativo342 8.5.7. Estudo de Caso: Imposto sobre Emissões de Carbono (Hipótese Residual)342
  324. 8.5.8. Conclusão do Aspecto Quantitativo Residual343
  325. Capítulo 9: Imposto Extraordinário de Guerra (IEG)344
  326. 9.1. Aspecto Material344
  327. 9.1.1. O Pressuposto Fático Autorizador: Guerra Externa ou sua Iminência345
  328. 9.1.2. A Liberdade de Escolha da Base Econômica345
  329. 9.1.3. Estudo de Caso Prático: O IEG sobre Veículos de Luxo346
  330. 9.1.4. Instrumento Legislativo e a Mitigação da Legalidade347
  331. 9.1.5. Exceção aos Princípios da Anterioridade347
  332. 9.1.6. Natureza Jurídica: Imposto de Escopo ou Finalidade348
  333. 9.1.7. A Bitributação e o Bis in Idem como Estratégia de Arrecadação348 9.1.8. Limitações ao Poder de Tributar no IEG: A Vedação ao Confisco348 9.1.9. Comparação Técnica: IEG vs. Empréstimo Compulsório de Guerra349 9.1.10. Extinção e Supressão Gradual: O Artigo 76 do CTN349
  334. 9.1.11. Estruturação da Regra-Matriz (RMIT) do IEG350
  335. 9.1.12. Jurisprudência e Entendimentos dos Tribunais Superiores351
  336. 9.1.13. Resumo Estruturado do Aspecto Material do IEG351
  337. 9.1.14. Conclusões e Recomendações Práticas352
  338. 9.2. Aspecto Espacial352
  339. 9.3. Aspecto Temporal360
  340. 9.3.1. A Definição do Critério Temporal na Regra-Matriz do IEG360
  341. 9.3.2. A Imediatidade da Eficácia: A Exceção às Anterioridades361
  342. 9.3.3. O Fato Gerador "Pendente" e a Irretroatividade no IEG362
  343. 9.3.4. A Iminência como Gatilho do Aspecto Temporal363
  344. 9.3.5. A Dinâmica das Medidas Provisórias e o Tempo da Cobrança363
  345. 9.3.6. O Marco Final: Celebração da Paz e a Supressão Gradual364
  346. 9.3.7. Sobreposição Temporal e a Bitributação Autorizada365
  347. 9.3.8. O Aspecto Temporal no Contexto da Reforma Tributária (EC 132/2023)365
  348. 9.3.9. Quadros Resumo e Jurisprudência Relevante366
  349. 9.3.10. Conclusão do Tópico367
  350. 9.4. Aspecto Pessoal367
  351. 9.4.1. O Polo Ativo: A União Federal como Sujeito Ativo Exclusivo367
  352. 9.4.2. O Polo Passivo: Contribuintes e Responsáveis369
  353. 9.4.3. Capacidade Tributária Passiva e o Princípio "Pecunia Non Olet"371 9.4.4. Fenômenos de Sobreposição Pessoal: Bitributação e Bis in Idem372 9.4.5. Imunidades e Isenções: O Sujeito Passivo Exonerado372
  354. 9.4.6. Prazos e Extinção do Vínculo Pessoal373
  355. 9.5. Aspecto Quantitativo374
  356. 9.5.1. A Base de Cálculo: A Elasticidade da Competência e a Invasão de Campos Alheios375
  357. 9.5.2. As Alíquotas: O Manejo Estratégico e a Mitigação da Anterioridade377
  358. 9.5.3. A Supressão Gradual: O Artigo 76 do CTN e o Prazo de Extinção378 9.5.4. O IEG e a Vedação ao Confisco: O Limite da Razoabilidade379
  359. 9.5.5. Comparativo Quantitativo: IEG vs. Empréstimo Compulsório vs. Imposto Residual379
  360. 9.5.6. Jurisprudência e Posicionamentos Doutrinários Consolidados.380 9.5.7. Esquematização Didática: O Fluxo Quantitativo do IEG381
  361. 9.5.8. Considerações sobre a Praticabilidade e Aplicabilidade Prática 381 Capítulo 10: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)382
  362. 10.1. Aspecto Material382
  363. 10.1.1. Operações Relativas à Circulação de Mercadorias382
  364. 10.1.2. Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal385
  365. 10.1.3. Prestação Onerosa de Serviços de Comunicação387
  366. 10.1.4. Importação de Bens e Mercadorias do Exterior388
  367. 10.1.5. Operações Mistas e o Conflito ICMS versus ISS389
  368. 10.1.6. O Aspecto Material diante da Reforma Tributária (EC 132/2023)390 10.1.7. Síntese e Aplicabilidade Prática391
  369. 10.2. Aspecto Espacial391
  370. 10.2.1. O Fundamento Constitucional e a Reserva de Lei Complementar392 10.2.2. O Conceito de Estabelecimento e a Autonomia Tributária392
  371. 10.2.3. Regras Gerais para a Circulação de Mercadorias (Art. 11, I, LC 87/96)393
  372. 10.2.4. O Aspecto Espacial no ICMS-Importação: Do Físico ao Jurídico395 10.2.5. Aspecto Espacial nas Prestações de Serviços (Transporte e Comunicação)396
  373. 10.2.6. O Diferencial de Alíquota (DIFAL) e a Territorialidade do Consumo397
  374. 10.2.7. Transferências entre Estabelecimentos (ADC 49 e LC 204/2023)398 10.2.8. Conflitos de Competência: ICMS (Estados) vs. ISS (Municípios)399 10.2.9. Regras Espaciais para Produtos Estratégicos: Energia e Combustíveis399
  375. 10.2.10. O Futuro do Aspecto Espacial: A Transição para o IBS (EC 132/2023)400
  376. 10.2.11. Conclusões e Recomendações Práticas400
  377. 10.3. Aspecto Temporal do ICMS: Critérios de Ocorrência do Fato Gerador401
  378. 10.3.1. A Saída de Mercadoria do Estabelecimento de Contribuinte .402 10.3.2. Fornecimento de Alimentação, Bebidas e Mercadorias em Bares e Restaurantes403
  379. 10.3.3. Transmissão de Propriedade sem Trânsito Físico da Mercadoria404 10.3.4. Aspecto Temporal nas Prestações de Serviços (Transporte e Comunicação)405
  380. 10.3.5. Importação de Mercadorias e Bens do Exterior406
  381. 10.3.6. O Diferencial de Alíquotas (DIFAL) e a Lei Complementar 190/2022407
  382. 10.3.7. O Aspecto Temporal na Energia Elétrica (Tema 176 STF)408
  383. 10.3.8. Arrematação em Leilão e Licitação de Bens Apreendidos409
  384. 10.3.9. Outras Hipóteses e Casos Específicos de Relevância Prática409
  385. 10.3.10. A Irretroatividade de Mudanças em Orientações Administrativas (STJ 2024)410
  386. 10.3.11. Resumo Esquematizado: Aspecto Temporal (Art. 12 LC 87/96)410 17 10.3.12. O Futuro do Aspecto Temporal na Reforma Tributária (IBS e Dual VAT)411
  387. 10.4. Aspecto Pessoal411
  388. 10.4.1. Sujeito Ativo412
  389. 10.4.2. Sujeito Passivo414
  390. 10.4.3. A Regra da Circulação Jurídica: ADC 49 e o Fato Gerador416
  391. 10.4.4. Solidariedade Tributária no ICMS416
  392. 10.4.5. Capacidade Tributária Passiva no ICMS417
  393. 10.4.6. Estudo de Casos Complexos no Aspecto Pessoal417
  394. 10.4.7. Substituição Tributária: Base de Cálculo Presumida e a Realidade Econômica418
  395. 10.4.8. A Virada Jurisprudencial: Tema 201 STF419
  396. 10.4.9. Responsabilidade do Substituto e Exclusão do Passivo419
  397. 10.4.10. O Estabelecimento como Unidade de Sujeição Passiva420
  398. 10.4.11. O Sujeito Passivo nas Operações com Energia Elétrica e Telecomunicações420
  399. 10.4.12. Solidariedade e Grupos Econômicos421
  400. 10.4.13. Aspectos Internacionais: O Sujeito Passivo no Exterior421
  401. 10.4.14. O Princípio da Capacidade Tributária e a Informalidade422
  402. 10.4.15. Resumo de Teses e Jurisprudências Cruciais para Concursos e Prática422
  403. 10.4.16. A Sujeição Passiva na Guerra Fiscal e a Glosa de Créditos422
  404. 10.4.17. O Sujeito Passivo nas "Operações Mistas" (ICMS vs. ISS)423
  405. 10.4.18. A Responsabilidade de Terceiros e o Art. 135 do CTN no ICMS423 10.4.19. Tabelas Resumo de Jurisprudência sobre Sujeição no ICMS .424 10.4.20. Perspectiva Doutrinária: O Aspecto Pessoal e a Justiça Distributiva425
  406. 10.4.21. O Sujeito Passivo no Âmbito do Simples Nacional425
  407. 10.4.22. O Fenômeno da "Pejotização" e a Responsabilidade no Simples425
  408. 10.4.23. A Sujeição Ativa em Serviços Não Medidos (Comunicação) .426 10.4.24. A "Guerra dos Portos" e a Resolução nº 13/2012 do Senado426 10.4.25. Checklist Final de Verificação Subjetiva (Auditores e Advogados)426
  409. 10.5. Aspecto Quantitativo do ICMS426
  410. 10.5.1. A Base de Cálculo: Definição e Regras Gerais427
  411. 10.5.2. O Fenômeno do Cálculo "Por Dentro" (Gross-up)428
  412. 10.5.3. A Interação entre ICMS e IPI na Base de Cálculo429
  413. 10.5.4. Descontos, Bonificações e a Súmula 457 do STJ430
  414. 10.5.5. Base de Cálculo na Importação: O Labirinto do Comércio Exterior431
  415. 10.5.6. Aspectos Quantitativos na Energia Elétrica: TUST, TUSD e a Batalha do Século432
  416. 10.5.7. Base de Cálculo nos Serviços de Comunicação433
  417. 10.5.8. O Aspecto Quantitativo na Substituição Tributária (ICMS-ST).434 10.5.9. Alíquotas do ICMS: O Complexo Jogo Federativo434
  418. 10.5.10. Seletividade, Essencialidade e a LC 194/2022436
  419. 10.5.11. O Diferencial de Alíquota (DIFAL) e a Base Dupla436
  420. 10.5.12. Operações de Transferência e a ADC 49/RN437
  421. 10.5.13. Transição para o IBS/CBS: O Fim do ICMS Atual437
  422. Capítulo 11: Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)439
  423. 11.1. Aspecto Material439
  424. 11.1.1. O Conceito de Propriedade e a Interpretação do Art. 110 do CTN439
  425. 11.1.2. A Fragmentação da Propriedade: Alienação Fiduciária e Leasing440 11.1.3. O Objeto da Materialidade: Veículo Automotor441
  426. 11.1.4. Exclusões e Imunidades Específicas do Aspecto Material (Art. 155, § 6º, III)442
  427. 11.1.5. Extrafiscalidade e Seletividade Ambiental443
  428. 11.1.6. O Local da Materialidade: Aspecto Espacial e Domicílio Tributário444
  429. 11.1.7. O Momento da Materialidade: Aspecto Temporal445
  430. 11.1.8. Esquematização Didática: A Estrutura da Materialidade do IPVA445 11.1.9. Questões de Alta Relevância Prática e Jurisprudencial446
  431. 11.1.10. Considerações Finais sobre a Materialidade e a Reforma446
  432. 11.2. Aspecto Espacial447
  433. 11.2.1. Fundamentos Doutrinários do Aspecto Espacial na Regra-Matriz448 11.2.2. Competência Federativa e o Distrito Federal449
  434. 11.2.3. O Conflito entre Domicílio e Licenciamento: A Solução do Tema 708 (STF)449
  435. 11.2.4. Locadoras de Veículos e a Pluralidade de Estabelecimentos (Tema 1198)450
  436. 11.2.5. A Revolução da Reforma Tributária (EC 132/2023) e os Novos Modais451
  437. 11.2.6. A Repartição de Receitas com os Municípios (Art. 158, III, CF)452 11.2.7. Responsabilidade Solidária e Mudança de Território453
  438. 11.2.8. Mudança de Domicílio Durante o Exercício Financeiro453
  439. 11.2.9. Síntese Técnica e Conclusões454
  440. 11.3. Aspecto Temporal454
  441. 11.3.1. Fundamentos e Natureza do Fato Gerador455
  442. 11.3.2. Veículos Usados: A Regra do Dia 1º de Janeiro456
  443. 11.3.3. Veículos Novos: O Marco da Aquisição e o Cálculo Pro Rata457
  444. 11.3.4. Veículos Importados: O Desembaraço Aduaneiro e a Nacionalização457
  445. 11.3.5. Transmissão de Propriedade e a Sucessão Temporal458
  446. 11.3.6. Perda de Benefícios Fiscais e Atipicidade Temporal458
  447. 11.3.7. O IPVA na Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Novo Alcance Temporal459
  448. 11.3.8. Constituição do Crédito, Notificação e Prescrição (Tema 903 STJ)460 11.3.9. Limitações Constitucionais e as Exceções à Anterioridade461
  449. 11.4. Aspecto Pessoal462
  450. 11.4.1. Sujeito Ativo463
  451. 11.4.2. Sujeito Passivo464
  452. 11.4.3. Jurisprudência e Casos de Responsabilidade Solidária466
  453. 11.4.4. Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) no Aspecto Pessoal468
  454. 11.4.5. Lançamento e Notificação do Sujeito Passivo469
  455. 11.5. Aspecto Quantitativo470
  456. 11.5.1. A Base de Cálculo: O Valor Venal do Veículo471
  457. 11.5.2. Alíquotas do IPVA: Autonomia, Limites e Extrafiscalidade473
  458. 11.5.3. A Ampliação do Aspecto Material e seus Reflexos Quantitativos: Aeronaves e Embarcações475
  459. 11.5.4. A Isonomia e a Vedação à Diferenciação por Procedência477
  460. 11.5.5. Aspectos Processuais: O Lançamento de Ofício e a Notificação477 11.5.6. Estudo de Caso Avançado: Locadoras de Veículos e Guerra Fiscal478
  461. 11.5.7. Síntese do Aspecto Quantitativo Pós-Reforma478
  462. Capítulo 12: Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)480
  463. 12.1. Aspecto Material480
  464. 12.2. Aspecto Espacial487
  465. 12.2.1. Fundamentos Teóricos do Critério Espacial na Regra-Matriz488
  466. 12.2.2. Competência Espacial para Bens Imóveis e Direitos Reais489
  467. 12.2.3. Competência Espacial para Bens Móveis, Títulos e Créditos: A Grande Reforma490
  468. 12.2.4. Transmissões com Conexão Internacional (Exterior)492
  469. 12.2.5. Jurisprudência Atualizada e Eficácia das Leis Estaduais (Informativo 1196 STF)494
  470. 12.2.6. Conflitos de Domicílio e o Artigo 127 do CTN494
  471. 12.2.7. Impacto da Progressividade Obrigatória no Aspecto Espacial 495 12.2.8. Aspectos Especiais: Trusts e Planejamento Sucessório Complexo496 12.2.9. Quadro Geral de Sujeição Ativa e Aspecto Espacial (Resumo Prático)496
  472. 12.2.10. Síntese Doutrinária e Conclusão do Tópico497
  473. 12.3. Aspecto Temporal497
  474. 12.3.1. Teoria Geral do Fato Gerador e o ITCMD498
  475. 12.3.2. Aspecto Temporal na Transmissão Causa Mortis: A Saisine498
  476. 12.3.3. Aspecto Temporal na Transmissão por Doação500
  477. 12.3.4. Decadência e o Marco Temporal do Lançamento501
  478. 12.3.5. Doação com Reserva de Usufruto e Extinção do Gravame502
  479. 12.3.6. O Marco Temporal na Reforma Tributária (EC 132/2023)503
  480. 12.3.7. Casos Práticos e Estudo de Caso de Alta Complexidade503
  481. 12.3.8. Resumo Estruturado das Regras Temporais504
  482. 12.3.9. Conclusão e Perspectivas Futuras504
  483. 12.4. Aspecto Pessoal505
  484. 12.4.1. Sujeito Ativo e as Regras de Competência Territorial505
  485. 12.4.2. Sujeito Passivo: Contribuintes e Responsáveis508
  486. 12.4.3. Institutos do Direito de Família e Sucessões com Reflexo no ITCMD509
  487. 12.4.4. Aspectos Quantitativos e Progressividade (Critério Pessoal de Capacidade)511
  488. 12.4.5. Questões Procedimentais do Aspecto Pessoal511
  489. 12.4.6. Síntese Didática: Tabelas Comparativas512
  490. 12.4.7. Conclusão e Perspectivas Futuras512
  491. 12.5. Aspecto Quantitativo513
  492. 12.5.1. Base de Cálculo: O Valor Venal e a Transmissão de Riqueza513
  493. 12.5.2. Alíquotas: Balizas Constitucionais e a Nova Progressividade516
  494. 12.5.3. Casos Especiais e Polêmicas de Quantificação518
  495. 12.5.4. Esquematização das Variáveis de Cálculo519
  496. 12.5.5. Jurisprudência Consolidada e Temas Repetitivos519
  497. 12.5.6. A Uniformização Nacional pela LC 227/2026520
  498. Capítulo 13: Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN)522
  499. 13.1. Aspecto Material522
  500. 13.1.1. O Conceito Jurídico e Econômico de "Serviço"522
  501. 13.1.2. A Lista de Serviços e a Taxatividade Qualificada524
  502. 13.1.3. Operações Mistas e Conflitos com o ICMS525
  503. 13.1.4. A Mudança de Paradigma: Industrialização por Encomenda (Tema 816 STF)526
  504. 13.1.5. O Aspecto Material na Economia Digital527
  505. 13.1.6. Aspecto Material em Setores Específicos527
  506. 13.1.7. Hipóteses de Não Incidência e Isenções Constitucionais529
  507. 13.1.8. A Transição para o IBS (Reforma Tributária EC 132/2023)529
  508. 13.2. Aspecto Espacial530
  509. 13.2.1. Conceitos Fundamentais e Tipologia do Critério Espacial531
  510. 13.2.2. A Evolução Normativa: Do Decreto-Lei nº 406/1968 à LC nº 116/2003531
  511. 13.2.3. A Regra Geral: O Local do Estabelecimento Prestador (Art. 3º, Caput)532
  512. 13.2.4. As Exceções Taxativas: O Local da Execução (Art. 3º, Incisos I a XXV)534
  513. 13.2.5. A Nova Fronteira: Guinchos e Içamento (LC nº 218/2025)535
  514. 13.2.6. Conflitos na Era Financeira: A Queda do ISS no Destino (ADI 5835)535
  515. 13.2.7. Unidade Empresarial Autônoma e o Informativo 807 do STJ536
  516. 13.2.8. Aspecto Espacial e Retenção na Fonte (Substituição Tributária)536 13.2.9. Conclusão e Perspectivas: Do ISSQN ao IBS536
  517. 13.3. Aspecto Temporal537
  518. 13.3.1. O Momento da Prestação do Serviço como Marco Nuclear537
  519. 13.3.2. Classificação dos Fatos Geradores no Tempo538
  520. 13.3.3. Estudo de Caso Aprofundado: O Aspecto Temporal na Construção Civil539
  521. 13.3.4. Regimes Contábeis e a Disponibilidade Tributária: Competência vs. Caixa540
  522. 13.3.5. Jurisprudência Consolidada sobre o Aspecto Temporal541
  523. 13.3.6. O Aspecto Temporal no Âmbito das Instituições Financeiras542
  524. 13.3.7. A Transição para o IBS e a CBS: Do "Serviço" ao "Fornecimento"543 13.3.8. Resumo das Diferenças Temporais por Tipo de Serviço543
  525. 13.3.9. Aspectos Processuais: Decadência e Lei Aplicável544
  526. 13.4. Aspecto Pessoal do ISSQN544
  527. 13.4.1. Sujeito Ativo: A Competência e a Capacidade Tributária545
  528. 13.4.2. Sujeito Passivo: Contribuintes e Responsáveis546
  529. 13.4.3. Sociedades Uniprofissionais (SUP) e o Regime de ISS Fixo548
  530. 13.4.4. O Sujeito Passivo nos Serviços Financeiros e de Saúde549
  531. 13.4.5. Direitos e Deveres do Sujeito Passivo (LC 225/2026)550
  532. 13.5. Aspecto Quantitativo551
  533. 13.5.1. Base de Cálculo do ISSQN: O Conceito de Preço do Serviço551
  534. 13.5.2. A Base de Cálculo na Construção Civil (Itens 7.02 e 7.05)553
  535. 13.5.3. Regime Especial das Sociedades Uniprofissionais (SUP)554
  536. 13.5.4. Intermediação e Planos de Saúde (Tema 581 STF)556
  537. 13.5.5. Arbitramento e Estimativa da Base de Cálculo557
  538. 13.5.6. Alíquotas do ISSQN: Limites e Guerra Fiscal558
  539. 13.5.7. O Futuro do Aspecto Quantitativo: A Transição para o IBS559
  540. 13.5.8. Esquematização Final: RMIR do ISSQN560
  541. Capítulo 14: Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) 561 14.1. Aspecto Material561
  542. 14.1.1. Propriedade: O Vínculo Jurídico Pleno562
  543. 14.1.2. Domínio Útil: Desmembramento e Enfiteuse562
  544. 14.1.3. A Posse e o Requisito Indispensável do Animus Domini563
  545. 14.1.4. O Critério da Infraestrutura Mínima (Art. 32, § 1º, CTN)564
  546. 14.1.5. Áreas Urbanizáveis e de Expansão Urbana: A Súmula 626 do STJ565 14.1.6. O IPTU sobre Imóveis Públicos Cedidos a Particulares (Temas 385 e 437 STF)566
  547. 14.1.7. A EC 116/2022 e a Proteção aos Templos Locatários567
  548. 14.2. Aspecto Espacial568
  549. 14.2.1. A Zona Urbana e os Critérios Mínimos do Artigo 32 do CTN568
  550. 14.2.2. Áreas Urbanizáveis e de Expansão Urbana: A Súmula 626 do STJ570 14.2.3. O Conflito de Critérios: Localização (CTN) vs. Destinação (DL 57/66)570
  551. 14.2.4. Restrições Ambientais e o Esvaziamento do Aspecto Espacial 571 14.2.5. O Caso Específico do Distrito Federal e Territórios572
  552. 14.2.6. Territorialidade e Conflitos de Limites entre Municípios572
  553. 14.2.7. Síntese Estruturada do Aspecto Espacial572
  554. 14.3. Aspecto Temporal573
  555. 14.3.1. Fundamentação Doutrinária e Teórica do Critério Temporal573
  556. 14.3.2. A Ficção Jurídica do Dia 1º de Janeiro575
  557. 14.3.3. Alterações do Aspecto Temporal e o Princípio da Anterioridade575 14.3.4. Unidades Autônomas, Unificação e Desmembramento no Curso do Ano576
  558. 14.3.5. O Lançamento de Ofício e a Notificação: O Aperfeiçoamento Temporal578
  559. 14.3.6. Decadência e Prescrição sob a Ótica do Tempo578
  560. 14.3.7. O Tempo na Extra-fiscalidade: O IPTU Progressivo579
  561. 14.3.8. Síntese e Considerações Práticas580
  562. 14.4. Aspecto Pessoal do IPTU580
  563. 14.4.1. Sujeito Ativo: Competência e Capacidade Tributária580
  564. 14.4.2. Sujeito Passivo: O Contribuinte do IPTU (Art. 34 do CTN)582
  565. 14.4.3. Solidariedade e a Súmula 399 do STJ (Tema 122)584
  566. 14.4.4. O Sujeito Passivo na Alienação Fiduciária: O Tema 1158 do STJ585 14.4.5. Responsabilidade do Arrematante em Leilões Judiciais (Tema 1134 do STJ)585
  567. 14.4.6. Imunidade Recíproca e Particular em Bem Público (Tema 437 do STF)586
  568. 14.4.7. Inoponibilidade de Convenções Particulares (Art. 123 do CTN)587 14.4.8. Capacidade Tributária Passiva e Domicílio Fiscal588
  569. 14.4.9. Responsabilidade por Sucessão Imobiliária (Art. 130 do CTN)588 14.4.10. Solidariedade Tributária e Benefício de Ordem589
  570. 14.5. Aspecto Quantitativo590
  571. 14.5.1. Base de Cálculo: O Valor Venal do Imóvel590
  572. 14.5.2. Alíquotas: O Elemento de Graduação da Carga Tributária593
  573. 14.5.3. Temas Jurisprudenciais Estruturantes595
  574. 14.5.4. Aspecto Quantitativo e a Reforma Tributária (EC 132/2023)596
  575. 14.5.5. Lançamento e Notificação: A Concretização do Quantum597
  576. Capítulo 15: Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI)598
  577. 15.1. Aspecto Material598
  578. 15.1.1. O Conceito de Transmissão na Regra-Matriz598
  579. 15.1.2. O Requisito Imprescindível da Onerosidade599
  580. 15.1.3. O Requisito "Inter Vivos" e a Individualização de Patrimônio .600 15.1.4. Objeto da Incidência: Bens Imóveis e o Setor da Construção Civil600
  581. 15.1.5. Transmissão de Direitos Reais e a Exceção dos Direitos de Garantia601
  582. 15.1.6. Cessão de Direitos à Aquisição: O Problema do Contrato de Gaveta602
  583. 15.1.7. O Momento da Ocorrência do Fato Gerador (Registro Imobiliário)602
  584. 15.1.8. Imunidades Constitucionais: A Desoneração das Operações Societárias603
  585. 15.1.9. Base de Cálculo e Valor Venal: Limites ao Arbítrio Municipal .604 15.2. Aspecto Espacial606
  586. 15.2.1. A Regra da Situação do Bem e a Competência Municipal606
  587. 15.2.2. Independência em Relação ao Domicílio das Partes e ao Local do Ato607
  588. 15.2.3. A Abrangência Espacial: Imóveis Urbanos e Rurais608
  589. 15.2.4. Imóveis Situados em mais de um Município (Imóveis Limítrofes)609 15.2.5. Conflitos de Divisas e o Artigo 102 do CTN610
  590. 15.2.6. A Competência Cumulativa do Distrito Federal no ITBI611
  591. 15.2.7. A Relação entre o Registro Imobiliário e o Aspecto Espacial611
  592. 15.2.8. Jurisprudência Consolidada e Temas de Repercussão Geral611
  593. 15.2.9. Comentários Doutrinários Relevantes612
  594. 15.2.10. Esquematização Final do Tópico613
  595. 15.3. Aspecto Temporal613
  596. 15.3.1. Fundamentação Jurídica e a Intersecção com o Direito Civil614
  597. 15.3.2. A Ilegalidade da Antecipação do Fato Gerador pelos Municípios615 15.3.3. O Aspecto Temporal na Promessa de Compra e Venda e a Cessão de Direitos616
  598. 15.3.4. Casos Especiais do Aspecto Temporal617
  599. 15.3.5. Efeitos Práticos da Identificação do Marco Temporal618
  600. 15.3.6. O ITBI na Reforma Tributária (EC 132/2023)619
  601. 15.3.7. Conclusão e Recomendações Técnicas619
  602. 15.4. Aspecto Pessoal621
  603. 15.4.1. Sujeito Ativo: A Competência Municipal e o Princípio da Territorialidade621
  604. 15.4.2. Sujeito Passivo Direto: O Contribuinte e a Liberdade do Artigo 42 do CTN622
  605. 15.4.3. Convenções Particulares e a Inoponibilidade ao Fisco (Art. 123 do CTN)624
  606. 15.4.4. A Súmula 75 do STF e a Imunidade de Autarquias624
  607. 15.4.5. Sujeito Passivo Indireto: Responsabilidade de Terceiros e Solidariedade625
  608. 15.4.6. Imunidades Específicas e o Impacto no Sujeito Passivo (Tema 796 STF)626
  609. 15.4.7. Capacidade Tributária Passiva (Art. 126 do CTN)627
  610. 15.4.8. O Momento do Fato Gerador e a Identificação do Sujeito (Registro Imobiliário)627
  611. 15.4.9. Conclusões e Aplicabilidade Prática628
  612. 15.5. Aspecto Quantitativo628
  613. 15.5.1. Base de Cálculo: O Valor Venal e a Revolução Jurisprudencial do Tema 1.113 do STJ629
  614. 15.5.2. Alíquotas do ITBI: Autonomia, Proporcionalidade e Seletividade631 15.5.3. Quantificação em Operações Especiais: Arrematação, Permuta e Cessão632
  615. 15.5.4. A Imunidade no Aspecto Quantitativo: A Integralização de Capital (Tema 796 STF)634
  616. 15.5.5. O Procedimento de Arbitramento da Base de Cálculo (Art. 148, CTN)634
  617. 15.5.6. O Futuro do Aspecto Quantitativo: Reforma Tributária (EC 132/2023) e o PLP 108/2024635
  618. 15.5.7. Resumo Estruturado dos Parâmetros Quantitativos635
  619. 15.5.10. As Normas Gerais do ITBI na LC 227/2026636
  620. Capítulo 16: Taxas638
  621. 16.1. Aspecto Material638
  622. 16.1.1. O Exercício do Poder de Polícia como Fato Gerador639
  623. 16.1.2. A Prestação de Serviços Públicos como Fato Gerador640
  624. 16.1.4. Jurisprudência Consolidada sobre o Aspecto Material641
  625. 16.1.5. Vedações e o Uso de Base de Cálculo Própria de Impostos642
  626. 16.1.6. Estudo de Caso Avançado: As Taxas Minerárias (TFRM)643
  627. 16.1.7. Diferenciação Didática: Taxas vs. Preços Públicos (Tarifas)643
  628. 16.1.9. O Aspecto Material nas Custas Judiciais e Emolumentos644
  629. 16.1.10. Considerações Conclusivas sobre o Critério Material644
  630. 16.2. Aspecto Espacial644
  631. 16.2.1. Conceituação e Inserção na Regra-Matriz de Incidência645
  632. 16.2.2. A Regra da Referibilidade e a Territorialidade Administrativa.646 16.2.3. Análise Exegética do Artigo 80 do CTN646
  633. 16.2.4. O Princípio da Territorialidade e a Extraterritorialidade (Art. 102 CTN)647
  634. 16.2.5. O Aspecto Espacial no Exercício do Poder de Polícia648
  635. 16.2.6. O Aspecto Espacial na Prestação de Serviços Públicos649
  636. 16.2.7. Conflitos Federativos e a Ubiquidade dos Serviços Digitais650
  637. 16.2.8. Aspecto Espacial e a Reforma Tributária (EC 132/2023)651
  638. 16.3. Aspecto Temporal652
  639. 16.3.1. Aspecto Temporal nas Taxas pelo Exercício do Poder de Polícia653 16.3.2. Aspecto Temporal nas Taxas de Serviço: Utilização Efetiva vs. Potencial654
  640. 16.3.3. O Fato Gerador Continuado e a Renovação das Taxas Anuais.656 16.3.4. Critério Temporal e as Limitações ao Poder de Tributar657
  641. 16.3.5. Diferenciação entre Aspecto Temporal e Prazo de Pagamento (Súmula Vinculante 50)658
  642. 16.3.6. Aspecto Temporal e o Fenômeno da Referibilidade: Fechamento de Estabelecimentos659
  643. 16.3.7. O Aspecto Temporal nas Taxas de Fiscalização Minerária (TFRM)659 16.3.8. Análise Dogmática do Artigo 116 do CTN e sua Aplicação às Taxas660
  644. 16.3.9. Estudo de Caso: Taxa de Localização de Torres de Celular e a Repetição de Indébito660
  645. 16.3.10. Conclusão do Critério Temporal nas Taxas660
  646. 16.4. Aspecto Pessoal661
  647. 16.4.1. O Sujeito Ativo nas Taxas661
  648. 16.4.2. O Sujeito Passivo nas Taxas664
  649. 16.4.3. Capacidade Tributária Passiva (Art. 126 CTN)665
  650. 16.4.4. Jurisprudência Consolidada e Estudos de Caso666
  651. 16.4.5. Síntese Estruturada do Aspecto Pessoal667
  652. 16.5. Aspecto Quantitativo668
  653. 16.5.1. A Base de Cálculo: Funções e Natureza Jurídica669
  654. 16.5.2. A Alíquota: Específica e Ad Valorem669
  655. 16.5.3. O Princípio da Retributividade e a Equivalência Razoável670
  656. 16.5.4. A Vedação de Identidade com a Base de Cálculo dos Impostos (Art. 145, § 2º, CF)670
  657. 16.5.5. O Tipo de Atividade como Critério de Fixação (Tema 1035 STF)671 16.5.6. A Limitação da Taxa Judiciária (Súmula 667 STF)672
  658. 16.5.7. A Problemática da Progressividade nas Taxas672
  659. 16.5.8. Estudo de Caso: Taxas Minerárias e o Impacto Ambiental673
  660. 16.5.9. Diferenciação entre Taxas e Preços Públicos na Quantificação673 16.5.10. Conclusão: Diretrizes para a Legítima Quantificação das Taxas674 Capítulo 17: Contribuições de Melhoria675
  661. 17.1. Aspecto Material675
  662. 17.1.1. O Pressuposto de Fato: A Realização da Obra Pública675
  663. 17.1.2. O Núcleo do Fato Gerador: A Valorização Imobiliária (Mais-Valia)676
  664. 17.1.3. Nexo de Causalidade e a Prova da Valorização677
  665. 17.1.4. A Diferenciação Técnica: Asfaltamento versus Recapeamento677 17.1.5. O Sistema de Limites da Contribuição de Melhoria678
  666. 17.1.6. Requisitos de Validade e o Edital Prévio679
  667. 17.1.7. Fundamentação Ética e Redistributiva679
  668. 17.1.8. Síntese Jurisprudencial do Aspecto Material680
  669. 17.1.9. Conclusão do Tópico680
  670. 17.2. Aspecto Espacial682
  671. 17.2.1. Conceito e Delimitação da Zona de Influência682
  672. 17.2.2. A Territorialidade e os Limites da Competência683
  673. 17.2.3. Tipologias de Valorização e Configuração Geométrica684
  674. 17.2.4. O Edital Prévio como Elemento Concretizador686
  675. 17.2.5. Prova da Valorização e o Ônus do Fisco687
  676. 17.2.6. Aspecto Espacial e a Reforma Tributária (EC 132/2023)687
  677. 17.2.7. Estudo de Caso Prático: O Metrô e a Valorização Radial688
  678. 17.3. Aspecto Temporal689
  679. 17.3.1. O Momento da Ocorrência do Fato Gerador: Valorização vs. Obra689
  680. 17.3.2. O Rito Procedimental do Artigo 82 do CTN e a Previedade Temporal690
  681. 17.3.3. A Flexibilização da "Inversão de Fases" (REsp 8.417/SP, STJ, 2ª T., Rel. Min. Américo Luz, j. 17/05/1995)691
  682. 17.3.4. Anterioridade e Irretroatividade no Tempo da Contribuição de Melhoria692
  683. 17.3.5. Recapeamento Asfáltico: A Inexistência de Novo Fato Gerador no Tempo692
  684. 17.3.6. Planos Comunitários de Pavimentação: Fraude à Regra-Matriz693 17.3.7. O Lançamento e a Sujeição Passiva na Linha do Tempo694
  685. 17.3.8. Síntese Conclusiva do Aspecto Temporal694
  686. 17.4. Aspecto Pessoal695
  687. 17.4.1. Sujeito Ativo695
  688. 17.4.2. Sujeito Passivo696
  689. 17.4.3. Responsabilidade Tributária e Sucessão698
  690. 17.4.4. Sujeição Passiva em Condomínios e Loteamentos699
  691. 17.4.5. A Teoria da Referibilidade e o Sujeito Ativo700
  692. 17.4.6. Sujeito Passivo: A Dialética entre Titularidade e Benefício701
  693. 17.4.7. O Sujeito Passivo e o Ônus da Prova702
  694. 17.4.8. Responsabilidade Tributária: O Caso da Arrematação Judicial 703 17.4.9. Aspectos Didáticos: Esquematização do Aspecto Pessoal703
  695. 17.4.10. Conclusão e Síntese Prática704
  696. 17.4.11. O Sujeito Passivo em Obras de "Recapeamento" vs. "Pavimentação"705
  697. 17.4.12. A Sujeição Passiva e a Função Social da Propriedade705
  698. 17.4.13. Solidariedade Tributária e o Direito de Regresso706
  699. 17.4.14. O "Superficiário" como Novo Protagonista706
  700. 17.4.15. Resumo das Jurisprudências Consolidadas para Prática Jurídica706 17.4.16. Considerações Finais sobre a Aplicabilidade Prática707
  701. 17.5. Aspecto Quantitativo707
  702. 17.5.1. Introdução ao Critério Quantitativo e a Natureza Vinculada708
  703. 17.5.2. A Base de Cálculo: O Conceito de Valorização Imobiliária (Mais- Valia)708
  704. 17.5.3. O Sistema de Duplo Limite: Global e Individual710
  705. 17.5.4. Modelos de Cálculo na Doutrina Comparada711
  706. 17.5.5. O Fator de Absorção e a Metodologia de Rateio712
  707. 17.5.6. O Limite Fiscal do Artigo 12 do Decreto-Lei n. 195/1967712
  708. 17.5.7. Jurisprudência Consolidada sobre Quantificação713
  709. 17.5.8. O Edital como Instrumento Quantificador (Art. 82 CTN)714
  710. 17.5.9. Reforma Tributária e Aspecto Quantitativo714
  711. 17.5.10. Resumo das Limitações Quantitativas714
  712. Capítulo 18: Empréstimos Compulsórios716
  713. 18.1. Aspecto Material716
  714. 18.1.1. Conceito e Natureza Jurídica: A Teoria Pentapartida716
  715. 18.1.2. A Distinção Técnica entre Pressuposto Constitucional e Fato Gerador717
  716. 18.1.3. Os Pressupostos Constitucionais do Artigo 148 da CF/88717
  717. 18.1.4. Competência e Veículo Normativo: A Reserva de Lei Complementar718
  718. 18.1.5. A Liberdade do Legislador e a Escolha da Base Econômica719
  719. 18.1.6. A Restituibilidade como Elemento Essencial do Aspecto Material719
  720. 18.1.7. Estudo de Caso: O Empréstimo Compulsório da Eletrobras720
  721. 18.1.8. O Aspecto Material frente à Pandemia de COVID-19720
  722. 18.1.9. Aplicação do Princípio "Pecunia Non Olet" ao Aspecto Material721 18.1.10. Esquematização da Regra-Matriz (RMIT) do Empréstimo Compulsório722
  723. 18.1.11. Limitações ao Poder de Tributar e o Aspecto Material722
  724. 18.1.12. Comparação com Outras Figuras Jurídicas (Distinções Necessárias)723
  725. 18.2. Aspecto Espacial724
  726. 18.2.1. A Competência Exclusiva da União e a Abrangência Territorial724 18.2.2. O Princípio da Uniformidade Geográfica e a Vedação de Privilégios725
  727. 18.2.3. A Tensão Geográfica: Calamidade Regional vs. Cobrança Nacional726
  728. 18.2.4. Critérios de Conexão e a Eleição do Fato Jurígeno726
  729. 18.2.5. A Extraterritorialidade e Limites nas Importações727
  730. 18.2.6. Análise de Propostas Recentes: O Exemplo da Pandemia de COVID- 19728
  731. 18.3. Aspecto Temporal729
  732. 18.3.1. O Critério Temporal na Regra-Matriz de Incidência Tributária (RMIT)729
  733. 18.3.2. A Eficácia Temporal e o Princípio da Anterioridade730
  734. 18.3.3. Irretroatividade e o Fato Gerador Pendente731
  735. 18.3.4. O Aspecto Temporal do Resgate e a Natureza do Tributo732
  736. 18.3.5. Prazos Prescricionais e Decadenciais: O Caso Eletrobras732
  737. 18.3.6. Inconstitucionalidade da Medida Provisória no Aspecto Temporal733
  738. 18.3.7. Síntese Doutrinária e Conclusão734
  739. 18.4. Aspecto Pessoal734
  740. 18.4.1. O Sujeito Ativo: A Exclusividade da União Federal735
  741. 18.4.2. O Sujeito Passivo: O Contribuinte e o Responsável737
  742. 18.4.3. Solidariedade e Responsabilidade no Empréstimo Compulsório738 18.4.4. Perspectivas Modernas: O Sujeito Passivo na COVID-19739
  743. 18.4.5. Esquematização e Síntese do Conteúdo740
  744. 18.5. Aspecto Quantitativo741
  745. 18.5.1. A Base de Cálculo e a Autonomia da Espécie Tributária742
  746. 18.5.2. A Alíquota e o Princípio da Vedação ao Confisco743
  747. 18.5.3. A Restituibilidade como Dimensão Quantitativa do Tributo743
  748. 18.5.4. Estudo de Caso I: O Contencioso Quantitativo da Eletrobras .744 18.5.5. Estudo de Caso II: O Empréstimo sobre Combustíveis (RE 121.336/CE)745
  749. 18.5.6. Aspectos Práticos: A Súmula 553 do STJ e a Competência Judicial745
  750. 18.5.7. Limitações Contemporâneas e o PLP 34/2020 (COVID-19)746
  751. Capítulo 19: Contribuições Sociais (Gerais, Seguridade Social e outras)747
  752. 19.1. Aspecto Material747
  753. 19.1.1. Conceito e Fundamentação do Aspecto Material nas Contribuições747
  754. 19.1.2. Contribuições para a Seguridade Social (Art. 195, CF)748
  755. 19.1.3. A Transição para a CBS (EC n. 132/2023)751
  756. 19.1.4. Contribuições Sociais Gerais e CIDEs (Art. 149, CF)751
  757. 19.1.5. Contribuição para o Custeio da Iluminação Pública (COSIP - Art. 149-A)752
  758. 19.1.6. Aspecto Material Residual (Art. 195, § 4º)753
  759. 19.1.7. Síntese e Aplicabilidade Prática753
  760. 19.2. Aspecto Espacial754
  761. 19.2.1. Definição Teórica e a Regra-Matriz de Incidência (RMIT)755
  762. 19.2.2. Territorialidade e Soberania Fiscal nas Contribuições756
  763. 19.2.3. A Exceção da Universalidade: Tributação de Lucros no Exterior (CSLL)756
  764. 19.2.4. O Aspecto Espacial nas Contribuições Aduaneiras (PIS/COFINS- Importação)757
  765. 19.2.5. Imunidade nas Exportações e o Local da Operação758
  766. 19.2.6. CIDE: Espacialidade nas Remessas e no Domínio Econômico .758 19.2.7. Contribuições Subnacionais: RPPS e o Limite Territorial759
  767. 19.2.8. A Revolução do Princípio do Destino na Reforma Tributária (CBS)759
  768. 19.2.9. O "Sistema S" e o Salário-Educação: Espacialidade e Referibilidade760
  769. 19.2.10. A Contribuição de Iluminação Pública (COSIP) e o Nexo de Localidade760
  770. 19.3. Aspecto Temporal761
  771. 19.3.1. Fundamentação Teórica: O Critério Temporal na RMIT762
  772. 19.3.2. A Anterioridade Nonagesimal e o Art. 195, § 6º da Constituição763 19.3.3. Contribuições Sociais Gerais e o Regime de Anterioridade Híbrida764
  773. 19.3.4. O Aspecto Temporal nas CIDEs e o Restabelecimento de Alíquotas765
  774. 19.3.5. Medidas Provisórias e a Contagem do Prazo de 90 dias765
  775. 19.3.6. Fato Gerador Complexivo e o Aspecto Temporal da CSLL766
  776. 19.3.7. Súmula Vinculante 50: Mudança de Prazo de Recolhimento767
  777. 19.3.8. Majoração Indireta via Decretos: Temas 939 e 1247 do STF768
  778. 19.3.9. O Caso do "Decreto do Réveillon" (ADC 84 e o Decreto 11.374/23)768
  779. 19.3.10. Aspecto Temporal e a Coisa Julgada (Temas 881 e 885 do STF)769 19.3.11. Aspecto Temporal na Substituição Tributária "Para Frente" .769 19.3.12. Aspecto Temporal e a Reforma Tributária (EC 132/2023)770
  780. 19.3.13. Decadência e Prescrição: O Tempo no Crédito das Contribuições770
  781. 19.3.14. Conclusão e Síntese Prática771
  782. 19.4. Aspecto Pessoal772
  783. 19.4.1. Sujeição Ativa e o Fenômeno da Parafiscalidade772
  784. 19.4.2. Sujeição Passiva: O Poliformismo dos Contribuintes773
  785. 19.4.3. Contribuições Sociais Gerais: O Salário-Educação775
  786. 19.4.4. O Limite de 20 Salários Mínimos: Uma Batalha Judicial Decisiva776 19.4.5. Substituição Tributária e Retenção na Fonte776
  787. 19.4.6. Imunidades Subjetivas nas Contribuições777
  788. 19.5. Aspecto Quantitativo777
  789. 19.5.1. Fundamentação Constitucional e o Princípio da Capacidade Contributiva778
  790. 19.5.2. O Aspecto Quantitativo nas Contribuições de Seguridade Social (Art. 195, CF)779
  791. 19.5.3. Contribuições Sociais Gerais e de Terceiros (Art. 149 e 240, CF)784 19.5.4. Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDEs)785 19.5.5. Contribuições Corporativas: Anuidades de Conselhos786
  792. 19.5.6. Aspecto Quantitativo na Reforma Tributária (EC 132/2023): A Chegada da CBS787
  793. 19.5.7. Exclusões de Base de Cálculo e Planejamento Tributário788
  794. Capítulo 20: Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE)789
  795. 20.1. Aspecto Material789
  796. 20.1.1. Natureza Jurídica e a Teoria da Pentapartição789
  797. 20.1.2. O Pressuposto da Referibilidade e a Intervenção Indireta790
  798. 20.1.3. Aspecto Material da CIDE-Combustíveis791
  799. 20.1.4. Aspecto Material da CIDE-Remessas (Royalties e Tecnologia) 792 20.1.5. CIDEs Setoriais e o Critério da Referibilidade Especial793
  800. 20.1.6. Imunidades Constitucionais no Aspecto Material794
  801. 20.1.7. O Aspecto Material e a Reforma Tributária (EC 132/2023)795
  802. 20.1.8. Esquematização da Regra-Matriz das CIDEs796
  803. 20.1.9. Estudo de Caso Avançado: A Composição da Base de Cálculo (CIDE- Remessas)796
  804. 20.2. Aspecto Espacial797
  805. 20.2.1. Conceituação e Teoria do Critério Espacial Aplicada às Contribuições798
  806. 20.2.2. A Cide-Combustíveis e a Localização da Intervenção Energética799 20.2.3. Cide-Remessas e a Territorialidade Econômica Digital e Tecnológica800
  807. 20.3. Aspecto Temporal801
  808. 20.3.1. Fundamentos Teóricos e Conceitos Detalhados do Critério Temporal801
  809. 20.3.2. O Aspecto Temporal na CIDE-Combustíveis (Lei 10.336/2001)802 20.3.3. O Aspecto Temporal na CIDE-Remessas e CIDEs de Tecnologia (Lei 10.168/2000)803
  810. 20.3.4. CIDE-Sebrae e as Contribuições Corporativas no Tempo804
  811. 20.3.5. Limitações Temporais ao Poder de Tributar CIDEs805
  812. 20.3.6. Aspectos Processuais: Lançamento, Decadência e Prescrição 806 20.3.7. Estudo de Casos Jurisprudenciais e Administrativos (CARF)806
  813. 20.3.8. A Reforma Tributária (EC 132/2023) e o Futuro Temporal das CIDEs807
  814. 20.3.9. Síntese e Esquematização do Aspecto Temporal807
  815. 20.3.10. Conclusão Técnica808
  816. 20.4. Aspecto Pessoal808
  817. 20.4.1. Sujeito Ativo: Competência e Capacidade Tributária809
  818. 20.4.2. Sujeito Passivo: Contribuintes e Responsáveis810
  819. 20.4.3. O Requisito da Referibilidade Subjetiva811
  820. 20.4.4. Análise Vertical dos Sujeitos Passivos em CIDEs Específicas812
  821. 20.4.5. Responsabilidade Tributária e Substituição nas CIDEs814
  822. 20.4.6. Imunidades e o Aspecto Pessoal815
  823. 20.4.7. Considerações Finais e Aplicabilidade Prática815
  824. 20.5. Aspecto Quantitativo816
  825. 20.5.1. A Evolução Constitucional e o Impacto da Emenda Constitucional nº 33/2001816
  826. 20.5.2. A Controvérsia da Base de Cálculo da CIDE-Sebrae: O Tema 325 do STF817
  827. 20.5.3. Aspecto Quantitativo da CIDE-Combustíveis818
  828. 20.5.4. CIDE-Remessas (Royalties e Tecnologia)820
  829. 20.5.5. Referibilidade e Limites ao Poder de Quantificar (Jurisprudência do STF)821
  830. 20.5.6. A Interação com a Reforma Tributária (EC nº 132/2023)821
  831. Capítulo 21: Contribuições de Interesse das Categorias Profissionais ou Econômicas (Corporativas)824
  832. 21.1. Aspecto Material824
  833. 21.1.1. A Referibilidade como Causa da Obrigação825
  834. 21.1.2. O Aspecto Material nas Contribuições Profissionais: Inscrição vs. Exercício825
  835. 21.1.3. A Particularidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)826
  836. 21.1.4. Aspecto Material nas Contribuições de Categorias Econômicas: O Sistema S828
  837. 21.1.5. O Impacto da Emenda Constitucional 33/2001 e a Base de Cálculo828
  838. 21.1.6. Contribuições Sindicais e o Fim da Compulsoriedade829
  839. 21.1.7. Limites Constitucionais ao Aspecto Material: O Princípio do Não Confisco e o Direito ao Trabalho829
  840. 21.1.8. Aspectos Processuais Relevantes e o Valor Mínimo para Execução830
  841. 21.1.9. Resumo Doutrinário e Síntese Técnica830
  842. 21.2. Aspecto Espacial831
  843. 21.2.1. Conceitos e Fundamentos da Territorialidade Corporativa831
  844. 21.2.2. A Localização do Fato Gerador sob a Égide da Lei n. 12.514/2011832
  845. 21.2.3. Inscrições Secundárias e a Pluralidade Espacial833
  846. 21.2.4. O Aspecto Espacial em Pessoas Jurídicas: Matriz e Filiais834
  847. 21.2.5. Territorialidade e Competência Processual para Execução834
  848. 21.2.6. A Especialidade da OAB e a Territorialidade das Seccionais835
  849. 21.2.7. Desafios do Espaço Virtual: Telemedicina e Serviços Remotos836 21.2.8. Conflitos de Jurisdição Territorial e Bitributação836
  850. 21.2.9. Síntese Didática e Aplicação Prática836
  851. 21.2.10. Natureza Jurídica do Espaço na RMIT Corporativa837
  852. 21.2.11. A Territorialidade nas Contribuições Econômicas (Patronais)838 21.2.12. Jurisprudência Consolidada sobre Territorialidade e Execução838 21.2.13. Aspecto Espacial e a Mobilidade Profissional no Mercosul838
  853. 21.2.14. Estudo de Caso Avançado: A Confluência de Espaços em Conselhos de Química839
  854. 21.2.15. Perspectivas Futuras e o "Espaço Digital"839
  855. 21.3. Aspecto Temporal839
  856. 21.3.1. A Natureza Jurídica e o Fundamento da Referibilidade no Tempo840
  857. 21.3.2. Evolução Histórica: Do Efetivo Exercício ao Registro Cadastral840 21.3.3. A Regra do Primeiro Dia do Ano e a Praticabilidade841
  858. 21.3.4. Inscrição e Cancelamento: Proporcionalidade e Pro Rata Temporis842
  859. 21.3.5. O Aspecto Temporal e a Cobrança Judicial: O Artigo 8º da Lei n. 12.514/2011843
  860. 21.3.6. Aposentadoria, Invalidez e a Perpetuação do Aspecto Temporal844 21.3.7. O Caso Específico da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) .844 21.3.8. Contribuições Sindicais e a Reforma Trabalhista de 2017845
  861. 21.3.9. Limitações Constitucionais Relacionadas ao Tempo845
  862. 21.3.10. Inexistência de "Sanção Política" e o Tempo de Inadimplemento845
  863. 21.3.11. Resumo e Diretrizes para a Prática Profissional846
  864. 21.4. Aspecto Pessoal846
  865. 21.4.1. Sujeito Ativo: A Competência da União e a Parafiscalidade847
  866. 21.4.2. Sujeito Passivo: O Contribuinte e a Referibilidade848
  867. 21.4.3. O Fato Gerador e a Configuração do Sujeito Passivo (Lei 12.514/2011)849
  868. 21.4.4. O Caso Singular da OAB no Aspecto Pessoal850
  869. 21.4.5. Capacidade Tributária Passiva e Solidariedade851
  870. 21.4.6. Limitações e Proteções ao Sujeito Passivo851
  871. 21.5. Aspecto Quantitativo852
  872. 21.5.1. Definição e Funções do Critério Quantitativo nas Contribuições Corporativas853
  873. 21.5.2. A Evolução Jurisprudencial e o Princípio da Legalidade854
  874. 21.5.3. O Aspecto Quantitativo na Lei n. 12.514/2011 (Sistema Atual)855 21.5.4. Taxas de Fiscalização: O Caso da ART (CREA/CAU)856
  875. 21.5.5. A Singularidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)857
  876. 21.5.6. Contribuições Sindicais e de Categorias Econômicas858
  877. 21.5.7. Limites à Exigibilidade Judicial: A Praticabilidade da Cobrança858 34 21.5.8. Princípios Constitucionais Limitadores do Aspecto Quantitativo859 21.5.9. Resumo Estruturado do Aspecto Quantitativo860
  878. Capítulo 22: Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP/CIP)861
  879. 22.1. Aspecto Material861
  880. 22.1.1. Histórico e a Transição da Taxa para a Contribuição861
  881. 22.1.2. Definição e Extensão da Materialidade Pós-EC 132/2023862
  882. 22.1.3. O Monitoramento de Logradouros e a Segurança Pública863
  883. 22.1.4. A Natureza Jurídica Sui Generis e o Diferencial Material863
  884. 22.1.5. Jurisprudência Consolidada: O Tema 44 e o Tema 696 do STF 864 22.1.6. Aspecto Material e o Conceito de "Logradouro Público"865
  885. 22.1.7. A Cobrança para Terrenos Baldios e Imóveis sem Medidor865
  886. 22.1.8. Limites à Materialidade: O que NÃO pode ser custeado pela COSIP866
  887. 22.1.9. O Aspecto Material e o Princípio da Capacidade Contributiva 866 22.1.10. Comentários Doutrinários: Hugo de Brito Machado e Eduardo Sabbag867
  888. 22.1.11. A Expansão da Materialidade e os Limites da Lei Municipal.867 22.1.12. Conclusão do Tópico868
  889. 22.2. Aspecto Espacial868
  890. 22.2.1. A Delimitação Territorial e o Poder de Império Municipal868
  891. 22.2.2. O Logradouro Público como Elemento Geográfico Central869
  892. 22.2.3. A Incidência em Zonas Rurais: O Embate Jurisprudencial870
  893. 22.2.4. Impactos da Reforma Tributária (EC 132/2023) na Espacialidade da COSIP871
  894. 22.2.5. A Arrecadação na Fatura de Energia: Proxy Espacial e Territorialidade872
  895. 22.2.7. Jurisprudência e Comentários Doutrinários Consolidados872
  896. 22.2.8. Aplicabilidade Prática: O Georreferenciamento e o Cadastro Multifinalitário873
  897. 22.2.9. Conclusão do Tópico874
  898. 22.3. Aspecto Temporal874
  899. 22.3.1. Fundamentos Teóricos: O Tempo no Direito Tributário e a COSIP875 22.3.2. A Simbiose Temporal com o Ciclo da Energia Elétrica876
  900. 22.3.3. O Aspecto Temporal em Imóveis sem Ligação de Energia (Terrenos Baldios)877
  901. 22.3.4. Anterioridade Tributária e a COSIP: Limites ao Poder de Tributar no Tempo877
  902. 22.3.5. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) na Expansão Temporal878
  903. 22.3.6. O Princípio da Irretroatividade e a Segurança Jurídica879
  904. 22.3.7. Lançamento Tributário e a Formalização do Tempo na COSIP 879 22.3.8. Conclusão e Perspectivas Práticas para o Livro880
  905. 22.4. Aspecto Pessoal881
  906. 22.4.1. Sujeito Ativo: A Titularidade Municipal e Distrital881
  907. 22.4.2. Sujeito Passivo: Contribuinte e Responsável883
  908. 22.4.3. Sujeitos Passivos Específicos: Proprietários de Lotes Vagos884
  909. 22.4.4. Responsabilidade Tributária das Concessionárias de Energia .885 22.4.5. Inovações da Reforma Tributária (EC 132/2023) no Aspecto Pessoal886
  910. 22.4.6. Pessoalidade e Imunidades: O Caso das Instituições de Assistência887
  911. 22.4.7. Quadro Comparativo: RMIT - Aspecto Pessoal888
  912. 22.4.8. Processo Legislativo e Eficácia Perante os Sujeitos888
  913. 22.4.9. Conclusões e Recomendações Práticas889
  914. 22.5. Aspecto Quantitativo889
  915. 22.5.1. A Base de Cálculo: Conceito, Mensuração e Critérios de Rateio890 22.5.2. Alíquotas: Progressividade e Seletividade como Instrumentos de Equidade891
  916. 22.5.3. O Desafio da Quantificação em Imóveis sem Ligação de Energia (Terrenos Baldios)893
  917. 22.5.4. O Impacto da Reforma Tributária (EC 132/2023) na Expansão do Aspecto Quantitativo893
  918. 22.5.5. Jurisprudência Consolidada e o Limite do "Valor Total da Fatura"894 22.5.6. Isenções e Tratamentos Diferenciados: Justiça Social na Quantificação895

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